Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Conjuring: Last Rites (título no Brasil: “Invocação do Mal 4: O Último Ritual”)

The Conjuring: Last Rites (título no Brasil: “Invocação do Mal 4: O Último Ritual”)

Já desisti de assistir aos vários filmes de terror com espíritos dentro de casa, ou se apossando de alguma pessoa. É sempre a mesma coisa... mas como dizem ser o último filme dessa franquia, resolvi arriscar e conferir.


Situada numa pequena cidade da Pensilvânia (EUA), em 1986, esta é a conclusão da saga de terror que acompanha os investigadores do paranormal Ed e Lorraine Warren. Num dos casos mais sombrios e exigentes das suas carreiras, o casal enfrenta, numa casa de família, um demônio com quem se tinha cruzado na juventude, cuja força maligna ameaça não apenas a sua sanidade mental, mas também os laços que os unem. À medida que os acontecimentos se desenvolvem, se torna evidente que este confronto será uma prova da sua fé, união e capacidade de sacrifício.


Pouco lembro dos filmes anteriores (sabendo apenas os fatos principais), mas achei esse meio igual aos demais. Sempre a mesma coisa. Quem gosta e é fã, deve assistir, pois a qualidade do filme é boa, mas é o clássico “mais do mesmo”.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Eden

Eden

Havia assistido ao trailer e ficado com a impressão de ser um filme bom, mas meio com pé atrás, medo de ser daqueles que tem um elenco bom, mas o filme não decola. De qualquer forma, fui conferir.




Na década de 1930, um grupo de europeus desiludido com a civilização se instalam na Ilha Floreana, então desabitada, no arquipélago das Galápagos. Entre eles encontram-se o filósofo e médico alemão Friedrich Ritter (Jude Law) e Dore Strauch (Vanessa Kirby), sua companheira, que procuram uma existência simples e isolada. Movidos pelo desejo de recomeçar e de construir uma comunidade alternativa, pacífica e livre das convenções sociais, outros se juntam à experiência. Mas o que começa como um refúgio idílico depressa se transforma num lugar de conflito, onde as duras condições de vida, a desconfiança e as ambições de alguns colocam em causa a sobrevivência de todos.

Não sabia que se tratava de um filme com fatos reais, o que me agradou ainda mais. E o filme vale a pena! É muito bem feito, enredo interessante e excelentes atuações. Gostei!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Eddington

Eddington

Não sabia praticamente nada deste filme, quando vi que havia estreado. Fui atraído pelo elenco, e pela nota no IMDb. Normalmente, procuro não saber muito sobre os filmes, para que tudo seja realmente uma supresa.

Durante os primeiros meses da pandemia de covid-19, na pequena cidade de Eddington, no Novo México (EUA), se desencadeia um conflito entre Joe Cross (Joaquin Phoenix), o xerife, e Ted Garcia (Pedro Pascal), o prefeito. O que começa como uma altercação sobre o uso de máscara num supermercado, depressa se converte num campo de batalha político e social, inflamado por notícias falsas e vídeos virais que se espalham nas redes sociais. E quando surge a possibilidade de ali ser construído um "data center", um local de armazenamento de dados ligado à inteligência artificial, a tensão se alastra e a violência assume proporções desmedidas.

Joaquin Phoenix está muitíssimo bem neste papel. E achei o filme bem interessante e muito legal até quase o final, mas quando chega nos últimos 10 minutos, o filme “descamba” pra um lado inesperado, e achei um tanto confuso. Até então estava andando linearmente para uma coisa, depois vira outra. Não chega a estragar o filme, mas me deixou sem entender algumas várias coisas. 

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Weapons (título no Brasil: “A Hora do Mal”)

Weapons (título no Brasil: “A Hora do Mal”)

Quando assisti ao trailer, fiquei muito curioso! Achei a ideia muito boa e nem consegui imaginar o que realmente poderia acontecer no filme, e qual a explicação para o fato principal (desaparecimento de algumas crianças). Depois que vi que este filme foi um dos dois filmes que receberam “100%” no ‘Rotten Tomatoes’, a curiosidade aumentou ainda mais!

De um dia para o outro, um grupo de crianças, 17 dos 18 alunos da professora Justine Gandy (Julia Garner), desaparecem sem deixarem rasto exatamente à mesma hora. Por que é que isto aconteceu? Por que é que só uma criança ficou para trás? São estas as perguntas a que a própria, os familiares dos alunos e o resto da comunidade em que se inserem terão de responder neste filme de terror e mistério.

Gostei bastante! Não imaginava o que seria o motivo para o tal desaparecimento, e gostei do jeito que a história foi contada (mostra o ponto de vista de cada personagem importante). Não tem cenas de sustos, típicas desse tipo de filme, e isso ganhou mais pontos comigo! Quem gosta do estilo “suspense/terror”, é obrigatório!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Den Stygge Stesøsteren (título em português: “A Meia-Irmã Feia”)

Den Stygge Stesøsteren (título em Português: “A Meia-Irmã Feia”)

Fiquei sabendo deste filme pelo trailer, quando fui assistir a algum outro filme. Achei a ideia interessante, mas não sabia muito se seria um filme que me agradaria. Vi, depois, que tinha boas críticas, então animei em ir assisti-lo.

Num lugar onde a beleza física dita o destino das mulheres, Elvira, uma garota insegura com a aparência, sonha conquistar o coração do príncipe Julian. Mas para ser a sua preferida no grande baile, ela terá de competir com a beleza de Agnes, a sua meia-irmã. Entre manipulações, rituais grotescos e uma competição feroz pela perfeição física que implica operações plásticas terríveis, Elvira embarca numa jornada marcada pela obsessão e pela dor, mas também pela possibilidade de redenção.

Grata surpresa! Me surpreendeu positivamente. Achei muito bem interpretado, muito bem feito, e o enredo bem legal. Há algumas cenas meio fortes, como de suas “operações plásticas”, mas nada que já não tivesse visto em outros filmes. Vale muito conferir!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Dracula: A Love Tale (título no Brasil: “Drácula: Uma História de Amor Eterno”)

Dracula: A Love Tale (título no Brasil: “Drácula: Uma História de Amor Eterno”)

Nem estava sabendo da existência deste filme, quando vi uma propagranda na TV. Vi que era direção de Luc Besson, e sobre Drácula, um assunto que me atrai. Fiquei curioso, apesar de achar estranho não ter tido muito alarde a respeito...

Nesta versão de Luc Besson, reencontramos o príncipe Vladimir que, após a trágica morte de Elisabeta no século XV, o grande amor da sua existência, renuncia a Deus e é transformado no Conde Drácula, uma criatura imortal, sanguinária e desprovida de compaixão. Ao chegar a Inglaterra, já no século XIX, ele reconhece a sua amada encarnada numa jovem londrina. Esse encontro reacende nele o amor e a esperança, tornando-o capaz de tudo para a tornar sua.

O que eu temia: ser um filme meio sem graça. E é. Como é mais focado na história de amor entre o vampiro e sua eterna noiva, o filme fica meio chato... não é ruim, e é muitíssimo bem feito, mas não era muito o que eu esperava e achei meio monótono, mesmo tendo Christoph Waltz no elenco, de quem sou fã. Quem gosta do tema, sugiro esperar sair em algum streaming.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.