Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Tulip Fever (Amor e Tulipas) e Geostorm (Tempestade: Planeta em fúria)

Tulip Fever (Título em Português: “Amor e Tulipas”)

Apesar de desconhecer o livro, em que este filme foi baseado, pelo trailer me animei em assistir também pelo elenco (Christoph Waltz, Zach Galifianakis, Judy Dench), artistas que gosto bastante.

O filme se passa na Holanda do século XVII, na época de uma febre especulativa do mercado de tulipas, nos Países Baixos.

Sophia (Alicia Vikander) sai de um orfanato para casar-se com um rico comerciante, e lhe dar um filho. Porém tal gravidez não está vingando.

O artista Jan é contratado pelo comerciante para pintar um retrato do casal, e Sophia se apaixona pelo pintor. A partir disto, eles tentam encontrar uma forma de ficarem juntos, longe daquela casa. Jan, então, começa a participar dos leilões de bulbos de tulipas, para conseguir um dinheiro e fugir com sua nova paixão.

A trama é bem interessante, e muitas coisas acontecem no meio deste enredo todo (não farei spoiler aqui). Gostei do filme, acho que vale assistir!

Geostorm (Título em Português: “Tempestade: Planeta em Fúria”)

Fui assistir sabendo que iria sofrer com os diálogos e algumas piadinhas bobas, que vi no trailer e já não tinha achado graça alguma. Mas fui ver porque sou fã desses filmes catástrofes e grandes efeitos especiais.

Com os frequentes eventos climáticos acontecendo na Terra, no ano de 2019, 17 países se uniram e criaram o chamado Dutch Boy, uma grande rede de satélites, que envolve o nosso planeta, e é capaz de controlar o nosso clima.

O criador do Dutch Boy, Jake (Gerald Butler), acabou sendo desligado da coordenação do sistema por questões políticas.

Três anos depois, falhas pontuais causaram a morte de centenas de pessoas em 2 países. Por conta disto, chamaram Jake novamente para resolver o problema e salvar o planeta da chamada Geostorm, um efeito dominó de eventos climáticos que destruiria com 90% do planeta.

Preciso dizer que o filme é muito fraco? Sim, é. Mas se gosta de efeitos especiais, aguarde passar na TV para poupar o dinheiro do cinema.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Al Berto e La Reina de Espana (A Rainha da Espanha)

Al Berto

Um filme português em cartaz, fui conferir o cinema local. Acho que, na vida, vi um ou dois filmes portugueses (que eu me lembre!).

Este filme é a biografia de um período da vida (1974) do poeta Alberto Raposo Pidwell Tavares, que adotou o pseudônimo de Al Berto. Após um exílio em Bruxelas, Al Berto volta à Sines, cidade onde passou a sua infância e adolescência. Lá, ele divide a casa (que todos chamam de palácio) com outras pessoas (um casal com um filho, e outros poetas e escritores).

Por conta de inúmeras festas, o povo do vilarejo acaba querendo expulsar a todos daquela casa e da cidade.

Nesse meio tempo, Al Berto se relaciona com João Maria, mas é um relacionamento cheio de altos e baixos.

Não é um filme ruim, mas não “faz muito meu tipo”...

La Reina de España (título em Português: “A Rainha da Espanha”)

Não gosto muito de Penélope Cruz. Motivo, então, para assistir a este filme? Puramente falta de opção. E que azar! Rs

Na década de 1950, a espanhola/norte americana Macarena Granada (Penélope) faz muito sucesso em Hollywood (onde até ganhou um Oscar). Afastada de sua terra natal por muitos anos, ela decide voltar para filmar um longa de direção e produções americanas, sobre a rainha Isabella I.

Chegando em Madrid, ela tem que enfrentar algumas histórias do passado.

O elenco, para a Espanha, deve ser altamente estrelado, mas para mim, só conhecia a atriz principal e os atores americanos. Então, esse filme deve fazer algum sentido aos espanhóis. Para mim, foi apenas chato.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Se meu fusca falasse, obrigado! Coluna Cinema por Andre Luis Camargo

Minha paixão pelo cinema começouaos 7 anos de idade, na cidade de Americana, interior de São Paulo. Era um Sábado à tarde, quando meu pai resolveu me levar numa sessão de matine em um dos dois cinemas da cidade, o Cine Brasil, que mais tarde veio a se tornar o Teatro Municipal.

A sensação ao entrar na sala de cinema foi indescritível, mas falarei o que lembro. Me lembro muito bem de tudo, da movimentação no saguão, a colorida doçaria , os cartazes, era tudo maravilhoso. No saguão haviam duas portas escuras, e eu conseguia ouvir um burburinho dentro. Caminhamos e quando cheguei na porta vi aquelas dezenas de cabeças, todas olhando para uma gigantesca “parede branca” sob iluminação baixa. Nos sentamos, peguei meu saco de papel cheio de “balas Chitas” amarelas e fiquei na expectativa.

De repente a luz foi se apagando, enquanto a gigantesca parede branca ia se iluminando ao mesmo tempo que ia surgindo uma música. O filme que passou foi “Se meu fusca falasse.” , Herbie, 53, inesquecível. Foi nesse momento que percebi que a parede na verdade era uma janela, na qual através dela podia ver um mundo onde tudo parecia ser possível. Foram vários títulos que marcaram minha infância, “Deu a louca no mundo”, “Poltergeist”, “ET”, “Uma noite alucinante” dentre muitos outros que assistia, praticamente toda semana. Aos 13 anos, tive acesso ao VHS e até hoje me questiono se foi uma opção de entretenimento caseiro ou uma forma de baratear o meu entretenimento. No entanto, nada se compara a experiência vivida única e exclusivamente ao filme como a da sala de cinema.

Cinema é experiência, vivencia, aprendizado, reflexo de nossos conflitos e alegrias. Projetamos naqueles personagens nos quais nos identificamos todos nossos anseios e desejos, torcemos por ele, enfrentamos com ele todos obstáculos e nos glorificamos de suas conquistas, o que nos provoca a tão esperada e desejada “catarse”.

Não é só no cinema, é no teatro, na literatura, na música, na dança, na pintura, nas performances, na ARTE. A arte quebra as barreiras para nos levar além. Ás vezes ela é maioria, às vezes minoria, nunca é exata, precisa, pois sua forma e conteúdo não tem limites. Cada um absorve uma obra de um jeito. Aliás, a mesma pessoa absorve de forma diferente a mesma obra de acordo com seu estado emocional.

Sempre tento ser o mais imparcial possível em todos meus trabalhos. Como ator, defendo meus personagens, tento entender seus motivos, tento não deixar o Eu atrapalhar o Ele. Como diretor, obviamente imponho minha visão, mas deixo a estória ser orgânica, dou liberdade para o novo, o inesperado, que acontece muitas vezes num set. E é justamente por isso, não acredito no exato! O exato enrijece, bloqueia algo que pode ser melhor.

 

E nesses tempos em que a arte está sendo tão discutida, colocada em questão, caluniada e ofendida sim, fico pensando: “Mas é inquestionável. Se há questionamento, a questão propriamente dita já não pode ser o foco.” E daí me pego lembrando daquela janela que vi pela primeira vez, onde tudo era possível, que me encantou.

O fusca não precisava falar, mas defendo até hoje e sempre defenderei seu direito de poder!

Andre Luis

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Blade Runner 2049

Blade Runner 2049

Não sou da turma dos fãs apaixonados pelo primeiro Blade Runner. Confesso que, quando assisti nos anos 1980, era novo e não dei muita bola. Revi nesta semana, para poder ir ‘melhor preparado’ para ver esta sequência.

O filme se passa na Los Angeles de 2049 (!), onde uma nova espécie de replicantes é desenvolvida, e é mais obediente aos humanos. O agente K (Ryan Gosling), um blade runner que caça os antigos replicantes Nexus, descobre que um replicante (Rachel) teve um filho. Com esta descoberta que replicantes são capazes de reproduzir, pode se desencadear uma guerra.

K, então, deve encontrar tal criança (que em 2049, já é uma pessoa adulta), e eliminá-la.

Achei uma sequência muito boa, coerente com o primeiro, que é um clássico, e manteve a mesma linha de “futuro vintage” rs. Mesmo quem não é dos maiores apreciadores do primeiro filme, vale muito assistir a este. Só achava que poderia ter uns 30 minutos a menos, mas tá valendo!

 

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Flatliners, Victoria & Abdul e Kingsman (The Gold Circle)

Flatliners (título em Português: “Além da Morte”)

Não lembro muito do filme “Flatliners” (“Linha Mortal”) do começo dos anos 90, com Julia Roberts, mas lembro que fez um certo sucesso. Já que este era um remake, a curiosidade me pegou.

Para sanar uma curiosidade e também querer entender como o cérebro funciona assim que uma pessoa morre, estudantes de medicina fazem uma experiência de ter o coração parado e, 1 minuto depois, reviver. Neste meio tempo, mantém um escâner gravando as reações do cérebro.

Como consequência deste experimento, cada um passa a ter alucinações com algo negativo que passou na sua vida, como um ‘pecado’ cometido ou uma ação errada.

Continuei não tendo muita lembrança do filme original, mas confesso que achei este meio bobinho, até. Não acho que valha a ida ao cinema, vale mais esperar passar na TV.

Victoria & Abdul (título em Português: “Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha”)

Mais um daqueles filmes baseados em fatos reais, que tanto me atraem. Fora que nesse filme tem Judi Dench, atriz que gosto muito.

O filme se passa na Inglaterra de 1887, onde o indiano Abdul foi para entregar à rainha Victoria uma medalha, em um almoço. Proibido de fazer contato visual, mas este claro foi feito, Victoria gostou de Abdul de cara, e o chamou para ser seu acompanhante oficial.

A partir deste momento, ambos se tornam amigos e Abdul ensina muita coisa à rainha, sobre seu país de origem, onde ela também comanda. Essa amizade acaba causando algum mal-estar entre a staff da rainha, e também com seu filho, futuro rei.

Filme leve e divertido. Vale a pena ver!

Kingsman: The Golden Circle (título em Português: “Kingman: O Círculo Dourado”)

Continuação do filme Kingsman, mas com o personagem Eggsy já mais experiente.
Pelo trailer, achei que talvez teriam “perdido a mão”, com muitos efeitos, muitas lutas forçadas... mas felizmente, não.

Após um atentado acabar com praticamente toda a Kingsman, sobrevivendo apenas Eggsy e Merlin, estes se juntam com uma organização secreta americana, a Statesman (tipo “primos” da Kingsman).

Lá, eles unem forças com os agentes Tequila, Whiskey, Champagne e Ginger, e buscam a responsável pelo ataque à organização inglesa, Poppy. Poppy é a maior traficante de drogas do mundo, que quer de qualquer maneira, se tornar famosa.

Filme bem divertido, efeitos muito bacanas, e participação especial engraçada de Elton John, como ele mesmo. Vale ver!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Una, Os crimes de Limehouse e Mãe

Una

Mais um filme da série ‘fui assistir sem nada saber’. Vi que tinha a Rooney Mara e li a sinopse para ver do que se tratava.

Una, com 12 anos, era vizinha de Ray, um homem adulto. Começaram a ter uma relação, obviamente escondida de todos, mas um dia, Ray some.

Quinze anos depois, Una descobre onde Ray, agora chamado Peter, trabalha e vai encontra-lo para entender o porquê de seu sumiço e entender tudo o que aconteceu entre eles.

Um filme meio pesado (assunto meio delicado, de pedofilia), com umas imagens em silêncio, e outras cenas escuras... mas não tem qualquer cena explícita de Ray com a atriz que faz Una jovem. Mas não achei o filme tão bacana assim, não. Paradão e meio chato.

The Limehouse Golem (título em Português: “Os Crimes de Limehouse”)

Filme inglês, ambientado em Londres de 1880. Alguns crimes misteriosos acontecem na região de Limehouse, levando todos a crer em uma lenda urbana, chamada Golem, um monstro que mata pessoas e corta pedaços de partes do corpo destas vítimas.

Um investigador tem certeza que é uma pessoa quem executa tais assassinatos, não um monstro fictício, e procura descobrir quem é.

Não sei se dei sorte, mas matei a charada do filme no começo. Não é de todo ruim, mas uma trama meio fraca.

Mother! (título em Português: “Mãe!”)

Não sei porque fui assistir, porque achei o trailer muito bizarro e sem muita lógica. Muito estranho e com umas músicas meio incômodas.

O filme gira em torno da personagem de Jennifer Lawrence, a ‘mãe’ do título (ninguém no filme tem nome). Literalmente, eu diria, pois a câmera fica 99,99% do filme em cima dela (é até meio chato isso!).

Ela vive com seu marido em um casarão, no meio do nada, cujo ela o está reformando, pois havia sido completamente destruída em um incêndio. O marido é escritor e está se concentrando para escrever a sua próxima obra.

O clima de tranquilidade se vai com a chegada de inesperados visitantes, que acabam ficando e atrapalhando a vida da ‘mãe’.

Bom, sei porque fui ver sim: por causa da Jennifer Lawrence. Gosto dela! Mas não compensou... Não sei se eu que não compreendi, mas o filme é completamente non-sense. Nada faz sentido! Eu recomendo a todos que passem longe das salas e economizem o dinheiro do ingresso.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Feito na América e O assassino: o primeiro Alvo

American Made (título em Português: “Feito Na América”)

Apesar de não ser muito fã do Tom Cruise, os filmes dele costumam, pelo menos, serem bem feitos.

Tom faz o papel de Barry Seal, um piloto de voos comerciais que faz contrabandos de charutos cubanos, aproveitando pela facilidade de sua profissão. A CIA, então, chega até ele e o convida para começar a fazer operações secretas de transporte de armas. A partir daí, Barry começa a levar e trazer (entre EUA e países das Américas do Sul e Central) não apenas armas.

Filme baseado em fatos reais. Achei interessante, mas mais uma vez a sensação de filme longo além do que deveria. É bom, mas dá uma cansada...

American Assassin (título em Português: “O Assassino: O Primeiro Alvo”)

Mais um daqueles filmes que pouco sabia e acabei indo ver por falta de opção, naquele horário.

O filme começa com um jovem casal na praia de Ibiza, num clima de romance, quando terroristas chegam metralhando e matam muita gente, incluindo a garota do casal. Meses depois, Rapp, o rapaz, tem como objetivo encontrar o terrorista que matou sua namorada. Ele treina lutas, treina como utilizar armas, e tem a chance de ficar de frente com seu inimigo.

Durante este período de ‘treino’, a CIA está de olho em Rapp, e acaba escolhendo-o para ser treinado por Stan (Michael Keaton), um veterano da Guerra Fria. Quando pronto, Rapp participará de uma missão de interromper a fabricação de uma bomba atômica.

Honestamente, um filme médio. A história tinha tudo para ter um bom enredo, mas não engrenou. Pra quem gosta de ação (lutas, tiros, explosões), vale ver, mas só.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

 

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: It - A Coisa

It (título em Português: “It – A Coisa”)
Sinceramente, não lembro do filme original, dos anos 90. Não era um dos filmes e personagens favoritos, não. Mas tanto se falou deste, que a curiosidade me levou ao cinema.

Na pacata cidade de Derry, crianças têm desaparecido com frequência, aliás, acima da média nacional daquele país. E estranhamente, um grupo de amigos, auto denominados “Losers club” (“Clube dos perdedores”), começam a ter visões estranhas das coisas que mais temem. Estas coisas, os assombram diariamente, mas com uma coisa em comum: a presença nestas assombrações, do palhaço Pennywise.

Eles percebem, então, que os sumiços das crianças é tudo culpa do palhaço. E assim, tentam de alguma forma, fazê-lo parar.

Apesar do filme ser muitíssimo bem feito, cansou um pouco. Meio longo demais, e muito infanto juvenil demais para mim. Quem gosta de filmes de suspense e sustos, vai gostar, mas tenha disposição pra aguardar terminar rs

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.