Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: O Caso Richard Jewell; Dark Waters - Verdade Envenenada e O Informante

Richard Jewell (título em Português: “O Caso Richard Jewell”)

Quando vi uma entrevista com Kathy Bates em um talk show americano, comentando sobre este filme, fiquei com muita vontade de assisti-lo. Além de ter ela como protagonista (sou fã!), é sobre um caso verídico, o que também me atrai muito!

Em 1996, durante os Jogos Olímpicos de Verão em Atlanta (EUA) Richard Jewell, um segurança, encontrou uma bomba e fez com que o Centennial Olympic Park fosse evacuado. Primeiro foi aclamado como um herói, mas dias depois, tanto entre as autoridades quanto na imprensa e opinião pública, foi falsamente acusado de ter sido ele próprio a colocar a bomba.

Gostei bastante do filme. Ótimas atuações, enredo interessante e deixa você com bastante pena da injustiça sobre Richard. Vale assistir!!

Dark Waters (título em Português: “Dark Waters - Verdade Envenenada”)

O que me atraiu em ir assistir foi por ser um caso real, foi o elenco principal e a história, que me lembrou o ótimo Erin Brovovich.

Robert Bilott (Mark Ruffalo) é um advogado com anos de experiência em defender grandes empresas. Quando um agricultor o contacta devido à morte por envenenamento de 190 cabeças de gado, Bilott decide investigar. É assim que percebe que por detrás de tudo aquilo está a DuPont Corporation, uma poderosa multinacional que, durante os últimos 40 anos, derramou deliberadamente compostos químicos ilegais nas águas da cidade, prejudicando a saúde dos milhares de pessoas que ali residem. Ciente do perigo que corre, mas empenhado em fazer justiça seja a que preço for, Bilott arrisca tudo ao representar a população contra os interesses econômicos de uma das mais relevantes indústrias dos EUA.

Filme muito interessante, e muito bem atuado. Porém, poderia ter uns 30 minutos a menos. Mas vale assistir!

The Informer (título em Português: “O Informante”)

Mais um dos filmes que pouco sabia, mas acabei indo conferir. Pelo trailer, pareceu ser interessante.

Depois de se ver envolvido com narcotraficantes, Peter Koslow, ex-soldado de Operações Especiais, é apanhado pela polícia e condenado a cumprir pena. A oportunidade de limpar o seu nome surge quando recebe uma proposta do FBI: infiltrar-se como prisioneiro numa prisão de alta segurança para observar as movimentações do General, um criminoso de origem polaca que lidera um perigoso gangue que há anos atua em Nova Iorque. Mas, quando o plano não corre como o previsto, Koslow acaba metido num fogo cruzado entre os criminosos e os agentes que prometeram protegê-lo, mas que agora parecem tê-lo abandonado. 

Não é ruim, mas nada demais. Um daqueles filmes que passam na TV aberta no sábado a noite.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: 21 Bridges (Crimes sem saída) e Star Wars: Episode IX - The Rise of Skywalker (Star Wars: a ascensão Skywalker)

21 Bridges (título em Português: “Crime Sem Saída”)

Assisti a uma entrevista com Chadwick Boseman, ator principal deste filme, em um talk show americano, e fiquei bem interessado em assistir a este filme.

Um detetive da polícia de Nova Iorque recebe um complexo desafio no trabalho: ele precisa achar e prender um assassino de policiais que está à solta na cidade. Realizar a prisão do criminoso implicaria em recuperar a honra que ele perdeu durante algumas tarefas mal-executadas nos últimos anos. No entanto, quanto mais ele avança na investigação mais ele percebe que os assassinatos se tratam de uma conspiração assombrosa entre criminosos e membros de sua própria categoria.

O filme não chega a ser ruim, mas é cheio de clichês e dá para matar “a charada” desde o começo (quem é bom e que é mau). Filme para a TV, daqueles que você assiste e, depois de uns dias, mal lembra mais.

Star Wars: Episode IX - The Rise of Skywalker (título em Português: “Star Wars: A Ascensão Skywalker”)

Como já comentei nas críticas dos outros episódios da saga, apesar de não ser um mega fã de Star Wars, eu gosto de assistir no cinema, pois desde o episódio VI, vejo na telona. E como esse é o último, não seria diferente.

Com o retorno do Imperador Palpatine, todos voltam a temer seu poder e, com isso, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

Mais um filme, com mais do mesmo (mas num bom sentido, pois cada episódio é a continuação de outros, então não tem muito o que ser diferente), mas um bom final para a saga. Quem é fã, acredito que deva gostar. Eu achei um bom divertimento! Tenho certeza que virão ainda muitos spin offs da franquia. Ainda bem!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Maleficent: Mistress of Evil (Malévola: Dona do Mal); Knives Out (Entre Facas e Segredos) e The Aueronauts (Os Aeronautas)

Maleficent: Mistress of Evil (título em Português: “Malévola: Dona do Mal”)

Apesar de ter gostado do primeiro filme, demorei para ir assistir a este. Não me animei pelo trailer e achei que seria mais efeitos especiais do que um bom enredo.

 Continuação do filme de 2014, Aurora (Elle Fanning) é pedida em casamento pelo príncipe Philip, do Reino de Ulstead, e uma nova oportunidade de convívio de paz entre o reino das fadas e o dos humanos. Mas o feliz evento é aproveitado pela dissimulada e cruel rainha Ingrith (Michelle Pfeiffer) para dar um golpe palaciano, assumir o poder e provocar uma guerra entre os dois reinos, já que dispõe de uma arma para exterminar as criaturas do mundo vizinho

 Filme com alguns momentos muito escuros, que mal dava para entender/enxergar o que estava acontecendo. E realmente, bem menos interessante que o primeiro. Acho que a criançada deve gostar, mas não é nem de longe, um dos melhores filmes da Disney.

 Knives Out (título em Português: “Entre Facas e Segredos”)

Me levei pela curiosidade de tantos nomes conhecidos juntos, e pelo trailer.

Harlan Thrombey (Christopher Plummer) é um escritor de renome que resolve organizar uma grande festa para celebrar o seu 85º aniversário. Tudo isto não passaria de uma simples reunião familiar não fosse o fato de, no dia seguinte, o aniversariante aparecer morto.

Para investigar o caso, é enviado o famoso detetive Benoit Blanc (Daniel Craig). Qual não é o seu espanto, quando o investigador percebe que todos os presentes, sem exceção, têm um motivo real para assassinar o patriarca. 

 A impressão que tive, de ser um daqueles filmes meio policial, meio comédia, foi real. É divertido, as atuações estão ótimas, e o final é inesperado. Vale assistir!

  The Aeronauts (título em Português: “Os Aeronautas”)

Desconhecia esta história e me empolguei por ser um filme baseado em fatos reais. E como era protagonizado por Eddie Redmayne, fiquei ainda mais interessado.

 Londres, setembro de 1862. James Glaisher (Eddie Redmayne) é um cientista consagrado que se dedica ao estudo da meteorologia. Interessado em analisar mais de perto os processos atmosféricos e encontrar novas formas de prever as condições meteorológicas, resolve embarcar num balão de ar quente. A piloto de balão Amelia Wren (Felicity Jones) junta-se a James nesta única viagem.

Enquanto quebram recordes e acumulam descobertas científicas, a sua viagem testa os limites da resistência e ajuda o improvável par a descobrir o seu lugar no mundo que deixaram lá em baixo. Mas serão muitos os desafios físicos e emocionais que terão de enfrentar, à medida que a viagem se transforma numa luta pela sobrevivência.

 Filme bem interessante e muito bem feito (as cenas no balão são ótimas). Vale ver!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Ford vs Ferrari

Ford v Ferrari (título em Português: “Ford vs Ferrari”)

Pouco (ou nada) sabia sobre o enredo do filme. Assisti ao trailer e vi que era sobre uma história verídica, e isso me chamou a atenção.

 

Com a Ferrari ganhando protagonismo do ramo automobilístico, na década de 1960, pelo "glamour" dos seus veículos e pelos excelentes resultados em corridas, a Ford percebe que tem de recriar a imagem da marca e mostrar a força dos seus automóveis. Para isso, Henry Ford II contrata o ex-campeão de corridas Carroll Shelby (Matt Damon) para criar uma equipe que esteja disposta a entrar na competição. É assim que surge o engenheiro e piloto Ken Miles (Christian Bale) que, apesar de um estilo próprio e pouco consensual, estará ao volante do GT40, a nova criação da Ford. O trabalho conjunto daquela equipe vai transformar a edição de 1966 da clássica corrida de 24 Horas de Le Mans (França), em um momento inesquecível para a modalidade e para todos os envolvidos.

 

Muito interessante e as cenas da corrida, muito bem filmadas. Valeu para conhecer um pouco dos personagens principais. Pra quem gosta de carros e corridas, um prato cheio... e mesmo para quem não é fã do estilo, vale assistir.

 

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme : Doctor Sleep (Doutor Sono)

Doctor Sleep (título em Português: “Doutor Sono”)

Minha memória nunca foi muito boa, mas lembro um pouco do filme “The Shining" (romance de Stephen King de 1977, que deu origem a um filme dirigido por Stanley Kubrick). Quando vi que foi feito o filme do livro que continua a história de Danny, o rapazinho com poderes paranormais que sobreviveu ao aterrorizante inverno no hotel Overlook, fiquei muito entusiasmado.

 

Ainda extremamente marcado pelo trauma que sofreu quando criança, Dan Torrance (Ewan McGregor) lutou para encontrar o mínimo de paz. Essa paz é destruída quando ele encontra Abra, uma adolescente corajosa com um dom extrassensorial, conhecido como ‘Brilho’. Ao reconhecer instintivamente que Dan compartilha seu poder, Abra o procura, desesperada para que ele a ajude contra a impiedosa Rose Cartola e seus seguidores do grupo Verdadeiro Nó, que se alimentam do Brilho de inocentes visando a imortalidade.

Ao formarem uma improvável aliança, Dan e Abra se envolvem em uma brutal batalha de vida ou morte com Rose.

 

Apesar de ter ficado interessado em assistir, confesso que fui com um ‘pé atrás’, mas me surpreendi positivamente. Achei o filme bem bom! Vou precisar rever o primeiro filme para ter melhor associado algumas referências deste filme, mas mesmo não lembrando de tudo, deu para entender bem deste. Recomendo para quem gosta do estilo!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Judy, Geminy Man e Terminator: Dark Fate

Judy

Não sou muito apreciador de Renée Zellweger, mas quando a vi no trailer, achei que estava muito parecida com Judy Garland, e fiquei bem interessado em assistir, pois sou fã de biografias.

 Quase três décadas depois do sucesso de "O Mágico de Oz", que a tornou mundialmente famosa com apenas 16 anos, Judy Garland (Renée Zellweger) se vê sem trabalho e sem dinheiro para sustentar os filhos. É assim que, a contragosto, aceita fazer uma turnê na Inglaterra.

Infeliz por ter que deixar as crianças nos EUA, e insegura por tantos anos longe dos palcos, a artista vai tentar ultrapassar a depressão e a dependência de álcool e medicamentos, enfrentando os velhos traumas que carrega consigo.

 Esperava mais do filme, pois achei que não tratou muito da vida de Judy, apenas alguns flashbacks da época de “Oz” e focado apenas nessa turnê inglesa. Mas valeu muito pela atuação de Renée, e vê-la cantando. Sugiro aguardar passar na TV ou Netflix.

 Gemini Man (título em Português: “Projeto Gemini”)

Eu estava animado em assistir a este novo filme do Will Smith, ainda mais sendo dirigido por Ang Lee.

 O mercenário Henry Brogan (Will Smith) trabalhou durante muitos anos para o Governo norte-americano. Quando decide que é tempo de se aposentar, se vê subitamente perseguido por alguém determinado a eliminá-lo. O assassino, altamente treinado, parece prever cada movimento seu. Na tentativa de perceber os motivos, Henry vem a descobrir que o seu perseguidor é, na verdade, um clone seu, cuja missão é exterminá-lo e substituí-lo nas suas funções. 

 Filme com excelentes efeitos visuais, e muita ação. O enredo até é bem criativo, mas o filme não esquenta. Apenas um filme de ação, e nada mais.

 Terminator: Dark Fate (título em Português: “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”)

O filme ‘Terminator 2: Judgment Day’ foi um dos meus filmes preferidos na minha adolescência. Assisti no lançamento nos EUA, e quando lançou no Brasil, foi na pré-estréia. Realmente me marcou na época. Os filmes seguintes (‘Rise of The Machine’, ‘Salvation’ e ‘Genesys’) foram interessantes, mas como não tinha a “mão” do James Cameron, não eram uma sequência oficial. Diferente deste!

 Mais de duas décadas depois de Sarah Connor (Linda Hamilton) impedir o ‘Dia do Julgamento’, a sua luta recomeça quando percebe que uma nova estirpe de ciborgues foi enviada do futuro pela Skynet – o sistema informático que controla as máquinas e que está determinado a exterminar o que resta da raça humana. Desta vez o objetivo é matar a jovem Dani Ramos, futura líder da Humanidade. Mas a ajudar Sarah nesta luta desigual estará T-800 (Arnold Schwarzenegger) e Grace, uma humana meio ciborgue.

 Achei o filme bem feito, muita (mesmo!) cena de ação e efeitos visuais. Pra quem gostou dos primeiros filmes, esta sequência é obrigatória! Diversão garantida, ainda mais com Linda Hamilton e Schwarzenegger juntos, novamente.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Downton Abbey e Joker (Coringa)

Downton Abbey

Nunca assisti à série televisiva, mas sabia da fama e fiquei curioso em assistir ao filme.

 Inglaterra, 1927. Robert e Cora Crawley recebem a notícia de que em breve serão visitados pelo Rei Jorge V e a Rainha Maria. O entusiasmo e as expectativas de todos os habitantes de Downton Abbey é enorme. Mas os ânimos se exaltam quando os empregados dos Crawley percebem que em breve, vão ter que enfrentar os comandos do mordomo e do cozinheiro do rei, que terão a função de organizar evento.  

 Para quem é fã da série, filme é obrigatório. Para quem, como eu, nunca assistiu na TV, consegue entender toda a trama e personagens, e se diverte como se já os conhecesse. Vale a pena!

 Joker (título em Português: “Coringa”)

Nesses últimos meses, quase todo filme que assisti, passou o trailer deste filme. Estava ansioso (e curioso) demais para assistir.

 Gotham City, início da década de 1980. O comediante Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) se esforça por arrancar sorrisos aos poucos espectadores que ainda lhe restam. Amargurado e emocionalmente desequilibrado, é obrigado a comparecer a reuniões periódicas com uma assistente social para avaliação psicológica.

Um dia, após ter sido despedido da agência de talentos onde trabalhava, é barbaramente agredido. Nesse momento, a sua já tênue lucidez desintegra-se numa raiva descontrolada. É assim que, das profundezas da sua mente atormentada, surge o psicopata impiedoso que será conhecido pelo nome de Coringa, e que se tornará no grande antagonista de Batman.

 Muito mais do que eu esperava! Enredo, fotografia, trilha sonora e, com certeza, atuação mais do que surpreendente. Sem dúvida alguma, um dos filmes do ano! Pare tudo o que estiver fazendo agora e corra pro cinema!

 

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Ad Astra

Ad Astra

Filme grande, com Brad Pitt e Tommy Lee Jones, não tem como ser ruim, né? O trailer pouco revelava do filme, então fui conferir sem saber muita coisa dele.

 O engenheiro espacial Roy McBride (Brad Pitt) é enviado para as extremidades do Sistema Solar com uma missão de extrema importância: encontrar o pai, um astronauta desaparecido há 16 anos, durante uma viagem ao planeta Netuno (com o objetivo de encontrar vida inteligente), e desvendar um mistério que ameaça a sobrevivência do nosso planeta. 

 Enredo interessante, efeitos visuais dos melhores e só. Como disse, não tem como ser ruim, mas também não é nada demais.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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