Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Missing (título no Brasil: “Desaparecida”)

Missing (título no Brasil: “Desaparecida”)

As estreias da semana, aqui, foram bem fracas. Nenhum filme me chamou a atenção. Mas como o “viciado em cinema” queria ir assistir algo, dei uma pesquisada e achei este interessante, mas fui ver sem qualquer espectativa.

Quando Grace decide fazer uma viagem à Colômbia acompanhada pelo seu novo namorado, June, a filha adolescente, aproveita para se divertir o mais possível longe da supervisão dos adultos. Tudo corre como o esperado até o dia em que a garota vai esperar o casal no aeroporto e eles não aparecem. Sem conseguir contactar a mãe de modo algum, entra em pânico e pede ajuda às autoridades. Quando lhe dizem que nada pode ser feito, uma vez que a polícia norte-americana não têm jurisdição naquele país, June tenta uma alternativa que domina particularmente bem: a internet. É assim que, através das redes sociais, esmiúça todos os passos dados pelo casal nos últimos meses. Mas ao fazê-lo, ela vai perceber que, afinal, pouco sabia sobre a própria mãe.

Grata surpresa!! Um dos filmes mais interessantes e surpreendentes que assistir em tempos!

Gostei muito e achei o enredo muito bem elaborado. Podem ir assistir sem medo, que vale a pena!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Im Westen nichts Neues (título no Brasil: “Nada de Novo no Front”)

Im Westen nichts Neues (título no Brasil: “Nada de Novo no Front”)

Vi as inúmeras indicações para prêmios como BAFTA (ganhou alguns vários) e Oscar, então acendeu o alerta de “deve ser um bom filme”. Como estava disponível na Netflix, ainda melhor!

Adaptação ao cinema do romance clássico de Erich Maria Remarque, sobre o destino de um grupo e de jovens alemães durante a Primeira Guerra Mundial entusiasmados pelos discursos patrióticos nas escolas, e que vão enfrentar a desolação e a morte. 

Realmente é um excelente filme, porém um tanto “poético” demais pra mim. É um filme de guerra mesmo (com toda a sua violência), mas achei que tem muitas cenas extras desnecessárias de paisagens, de árvores, etc. O filme, com uns 30 minutos a menos, seria perfeito.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Cerdita (título no Brasil: “Porquinha”)

Cerdita (título no Brasil: “Porquinha”)

Ouvi dizer muito a respeito deste filme espanhol. Vi que foi premiado (e indicado a várias categorias, num festival espanhol) e, por ser um filme de categoria horror, fiquei muito curioso.

Nunca assisti a um filme de terror espanhol.

Sara tem excesso de peso e, por esse motivo, é constantemente atormentada pelos colegas de escola. Nos meses de Verão, com roupas leves ou traje de banho, essa situação piora até aos limites do suportável. Um dia, ao fugir de um grupo de garotas que tiram sarro dela, Sara as vê serem sequestradas por um estranho que as leva num furgão branco e ensanguentado. O seu ressentimento faz com que sinta um certo alívio e, simultaneamente, alguma cumplicidade com o homem que, ao levá-las, a vingou de anos de abusos. Mas quando as autoridades pegam no caso e iniciam as investigações, Sara fica dividida entre dizer o que sabe, salvando as garotas, e manter segredo para proteger o seu “salvador”. Quanto mais tempo ela guarda as informações, mais difícil se torna não ser considerada cúmplice daquele crime.

Não é bem um filme de terror, é mais “sangrento” (risos) e sobre um serial killer, mas gostei bastante do que vi. Por ser um tipo de filme que estamos acostumados a assistir em produções americanas, me surpreendeu positivamente. Bem filmado, um enredo bem particular. Valeu a pena! Só não gostei que não teve um desfecho total. Há algumas perguntas não respondidas, mas nada que tenha estragado o todo.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Ant-Man and the Wasp: Quantumania (título no Brasil: “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”)

Ant-Man and the Wasp: Quantumania (título no Brasil: “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”)

Mais um filme da franquia, e sendo um filme da Marvel, fico animado, apesar do “pé atrás” por ter achado o Ant-Man anterior um tanto bobo.

Scott Lang (Paul Rudd) era um homem comum até ter sido desafiado pelo misterioso Dr. Hank ym (Michael Douglas) para uma experiência extraordinária. Com um uniforme especial que lhe proporcionava a capacidade de diminuir em escala e, simultaneamente, aumentar em força,

Scott se transformou no Homem-Formiga. Esse super-herói, para além de ser capaz de adotar o tamanho e vigor proporcional de um pequeno inseto, contava ainda com uma aliança de peso: as formigas. Depois de muitas aventuras em que teve um papel fundamental na luta contra o mal, ele e Hope Van Dyne (Evangeline Lilly), também conhecida por Vespa, se vêem transportados para o reino quântico subatômico, onde terão que enfrentar um inimigo de peso: Kang, o Conquistador.

Segue a mesma linha do anterior: piadinhas mais infanto-juvenil. Os efeitos, obviamente, são sensacionais. Mas nada além disso. Um pouco de mais do mesmo.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Avec Amour et Acharnement (título no Brasil: “Com Amor e Fúria”)

Avec Amour et Acharnement (título no Brasil: “Com Amor e Fúria”)

Havia assistido ao trailer, mas não tinha me interessado muito, não. Por falta de opção, mas um pouco atraído pelos atores principais, acabei indo ver este filme francês.

Sara e Jean (Juliette Binoche e Vincent Lindon) são felizes e apaixonados. Se conheceram dez anos antes, quando ela ainda vivia com François, na altura o melhor amigo de Jean. Um dia, por mero acaso, ela vê François na rua, e se sente estranhamente abalada pelas recordações que isso lhe traz. Ao mesmo tempo, ele contata Jean para um trabalho em conjunto. Depois de tantos anos afastados, a vida volta a reuni-los. Contudo, esse encontro muda radicalmente a dinâmica entre marido e mulher, perdendo a cumplicidade conquistada durante os longos anos de vivências e partilhas.

Não chega a ser chato, mas é um tanto monótono. Diálogos longos que não se desenrolam muito, nas discussões entre o casal principal. E isso acaba enjoando um pouco. Se passar na TV, e não tiver nada melhor pra fazer, veja. Mas é um daqueles filmes que em 1 semana, já nem se lembra mais.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Knock at the Cabin (título no Brasil: “Batem à Porta”)

Knock at the Cabin (título no Brasil: “Batem à Porta”)

Se aparece um filme do M. Night Shyamalan, eu já fico ansioso para ir assistir. Gosto muito dos filmes dele (nem todos são muito bons, mas a grande maioria, me agrada bastante). Apesar de ter achado o trailer não muito animador, mas fui conferir.

Eric e Andrew estão de férias com Wen, a sua filha adotiva, numa pequena cabana isolada, onde tencionam passar uns dias tranquilos rodeados da natureza. Mas tudo muda quando ali chegam quatro estranhos que os amordaçam e informam de algo aterrador. Segundo eles, já, há milhares de anos, que famílias têm de sacrificar um dos seus para que a Humanidade não seja dizimada por uma série de catástrofes. Desta vez, foram eles os designados para decidir quem será sacrificado e terão de seguir à risca as suas instruções. Aterrorizados, apesar de não encontrarem qualquer lógica no que estão ouvindo, Eric e Andrew são obrigados a tomar uma decisão.

Não é ainda um dos melhores filmes do diretor, mas eu gostei bastante. É baseado num livro, e li que o final foi um pouco diferente (o que acho que o final do filme, foi melhor. Não vou dar spoiler rs). Achei bastante interessante e recomendo pros fãs de Shyamalan.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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