Como manter o skin care nas viagens de final de ano?

Especialista orienta como manter a pele saudável durante viagens, mesmo com rotina reduzida e mudanças climáticas

O fim do ano chega sempre com aquela mistura de descanso, viagens e mudança de rotina. Só que, enquanto a mente se desconecta, a pele sente cada alteração: calor mais intenso, vento frio, ar-condicionado, sol forte, noites mal dormidas, alimentação diferente. E tudo isso pode bagunçar o equilíbrio natural e trazer queixas comuns na pele, como oleosidade, ressecamento, sensibilidade ou manchas (melasma).

Segundo a médica especialista em estética, Vanessa Penteado, os cuidados com a pele não precisam de uma necessaire cheia para atravessar esse período — é preciso apenas atenção ao essencial. “Quando viajamos, mudamos tudo ao mesmo tempo: clima, horários, hábitos. A pele acompanha esse movimento e reage rapidamente. Por isso, mais do que ter muitos produtos, o importante é manter uma rotina simples, consistente e adaptada a cada ambiente”, explica.

Ela conta que, nos destinos quentes, é normal notar o aumento da oleosidade, sensação de brilho excessivo e pequenos incômodos causados pela exposição solar prolongada. Já em viagens a lugares frios, muitas pessoas descrevem o contrário: a pele repuxa, descama, fica avermelhada e perde a luminosidade. E, mesmo em roteiros urbanos, o ar-condicionado e a poluição podem deixar o rosto mais opaco e sensível.

Para a especialista, o segredo é ajustar as necessidades da pele ao clima do destino. Em locais quentes ou de praia, ela orienta priorizar a proteção solar adequada, aplicando o filtro a cada duas horas, e evitar os horários de pico de sol (10h às 16h). Apostar na ingestão de no mínimo dois litros de água por dia e hidratação leve da pele, ajudam a evitar o ressecamento. Já nos cenários frios, a recomendação é reforçar a hidratação e evitar banhos muito quentes, que reduzem ainda mais a umidade natural.

E, embora seja natural relaxar um pouco a rotina, a médica lembra que abandonar totalmente os cuidados pode trazer efeitos difíceis de reverter rapidamente. “Viajar é sobre aproveitar, mas isso não precisa significar abrir mão do básico. Limpar, hidratar e proteger são passos que mantêm a pele saudável mesmo nos dias mais corridos”, afirma.

Quando a viagem termina e a rotina volta ao normal, Vanessa orienta iniciar uma fase de recuperação com cuidados suaves: reforçar a hidratação, apostar em produtos calmantes e, aos poucos, reintroduzir ativos renovadores que já faziam parte do dia a dia. A pele, segundo ela, costuma se reequilibrar entre três e cinco dias após o retorno — mas, se persistirem manchas, sensibilidade ou qualquer alteração incomum, o ideal é buscar uma avaliação profissional.

“Essas mudanças são naturais. A pele sente, responde e se adapta. O importante é ouvir esses sinais e cuidar com carinho, inclusive quando voltamos para casa”, finaliza.




Panetone, rabanada e um brinde para terminar a noite de Natal - Coluna Vinhos por Giovana Pardo Mêo

Mais um ano terminando e chega a grande festa de Natal, geralmente momento de reunir a família entre pratos tradicionais e muitos presentes. Ao fim da ceia, quando a mesa vai ficando mais calma, as conversas diminuem de volume, chega a hora dos doces. É quando aparecem o panetone cortado em fatias generosas, a rabanada polvilhada de açúcar e canela ou o pavê acompanhado de sua já repetida piadinha.


É nessa hora que o vinho entra como companhia, não como protagonista. Um brinde doce para encerrar a noite com leveza, afeto e um pouquinho de festa na taça.

Para quem gosta do clássico panetone com frutas cristalizadas, um vinho espumante de uva Moscatel, com suas borbulhas e doçura equilibrada, combina com a leveza da massa. Se a escolha for o chocotone a combinação fica ainda mais interessante com vinhos mais intensos e envolventes como um vinho licoroso Porto Ruby, que abraça o chocolate e prolonga o sabor do momento.
O mesmo vinho também acompanha bem o chocolate do pavê, com a opção de um Porto Tawny, se for chocolate meio amargo, para acompanhar a complexidade do sabor.

A rabanada, com seu perfume de canela e açúcar também pede algo doce e acolhedor. Um vinho de sobremesa como um “colheita tardia” (late harvest) faz um par perfeito, sem complicação e sem formalidade.

Mas, mais importante do que acertar a harmonização, é permitir que o brinde acompanhe o clima da noite. Natal é encontro, memória e alegria. O vinho entra para celebrar isso: risos em volta da mesa, histórias repetidas todos os anos, crianças correndo, abraços demorados.

Que o panetone, a rabanada e a taça no final sejam apenas a desculpa para prolongar a conversa, aquecer o coração e lembrar que, no fim das contas, Natal é sobre estar junto. E brindar a isso sempre vale a pena.

Boas festas e muita harmonia no seu Natal! Saúde!

Giovana Pardo Mêo

Coluna Vinhos

Formada em propaganda e marketing, trabalha também com alimentos e bebidas e aproveita para se dedicar ao vinho entre taças, cursos e viagens.

E-mail: giovana@vinhopratico.com.br

Instagram: @vinhopratico

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Nuremberg

Nuremberg

Eu sempre fui muito ruim nas aulas de história, quando estudava, mas sempre tive muita curiosidade sobre as Guerras Mundiais. E sempre que tem filmes com este tema, fico realmente animado em assistir. Quando são filmes relatos de fatos reais, fico ainda mais interessado! E este é um exemplo disso.

Nos meses que se seguiram ao fim da Segunda Guerra Mundial, o psiquiatra norte-americano Douglas Kelley (Rami Malek) foi incumbido de avaliar a sanidade dos principais criminosos de guerra nazistas julgados pelo Tribunal Militar Internacional, nos chamados Julgamentos de Nuremberg. Entre os acusados, o oficial de mais elevada patente era Hermann Göring (Russell Crowe), um homem carismático e manipulador, determinado a evitar a condenação. Apesar da inteligência de Göring, Kelley manteve o profissionalismo, sempre muito consciente do perigo de ser influenciado pelo prisioneiro e da necessidade de manter o distanciamento necessário para uma avaliação o mais rigorosa possível. 

Após extensas entrevistas e testes psicológicos detalhados para avaliar a sua responsabilidade criminal, Göring foi considerado mentalmente apto para julgamento. Condenado à morte pelo seu papel no Holocausto, se suicidou com uma cápsula de cianeto na noite anterior à execução.

Para quem se interessa pelo assunto, é um ‘prato cheio’. Excelentes representações (apesar de não ser muito fã de Rami Malek), e enredo muito coerente. Mesmo com 2h30 de duração, não cansa. Recomendo fortemente!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.