Você sabe o que é Biofilia e quais seus benefícios? Coluna Arquitetura e Paisagismo por Priscila Lelli

A palavra biofilia vem do grego e significa "amor à vida" ou "amor ao que é vivo". Na arquitetura e no paisagismo, o termo é usado em projetos que priorizam a integração dos espaços com a natureza, proporcionando bem-estar aos seus usuários.

É comprovado através de diversos estudos, que a conexão com a natureza traz inúmeros benefícios para a saúde física, mental e emocional:


  • Redução do estresse: Ambientes naturais ajudam na diminuição da produção de cortisol (hormônio do estresse) e promovem sensações de calma e relaxamento.

  • Melhora da saúde mental: O contato com a natureza está associado à redução de sintomas de ansiedade e depressão, e com a melhora do humor e do foco.

  • Aumento da produtividade: Ambientes biofílicos têm se mostrado eficazes para aumentar a criatividade, concentração e bem-estar no trabalho ou nos estudos.

Nesse sentido, o Paisagismo surge como uma das principais ferramentas para colocar a biofilia em prática. Para além da estética, ele vem com um propósito maior, tornar possível o contato com a natureza, no cotidiano das pessoas, mesmo em ambientes urbanos.

Em tempos de pressa, tecnologia e concreto, a natureza continua sendo um refúgio, um remédio e uma fonte inesgotável de equilíbrio e inspiração.

Priscila Lelli

Coluna Arquitetura e Paisagismo

Graduação 2012 Veris Metrocamp, Pós Graduação 2025 PUC Campinas
@priscilalellipaisagismo
(19) 98175-2721




Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: William Tell (título em Português: “William Tell - O Guerreiro”)

William Tell (título em Português: “William Tell - O Guerreiro”)

Por falta de estreia melhor, acabei indo assistir a este filme. Havia assistido ao trailer, mas não tinha me animado muito, não. Desconhecia totalmente essa “lenda” (no Brasil, é conhecido como Guilherme Tell).

No início do século XIV, a Suíça se encontrava sob domínio austríaco. William Tell era um camponês simples, conhecido pela sua perícia no manuseio da balestra, pelo forte sentido de justiça e pela dedicação à família. Conta a lenda que, após várias provocações, o governador Hermann Gessler o obrigou a disparar uma flecha contra uma maçã colocada sobre a cabeça do próprio filho, como prova de submissão. Apesar de Tell ter cumprido a prova, foi capturado e levado como prisioneiro. A sua fuga e a sua capacidade de liderança desencadearam uma revolta popular que culminou com a morte de Gessler e a libertação da cidade de Altdorf.

O filme é bem feito, mas é bem fraco. Uns diálogos ruins e acabam sendo um pouco constrangedores. Bem filminho de Sessão da Tarde.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Downton Abbey: The Grand Finale (título no Brasil: “Downton Abbey: O Grande Final”)

Downton Abbey: The Grand Finale (título no Brasil: “Downton Abbey: O Grande Final”)

Nunca assisti à série de TV, mas vi os dois filmes anteriores. Não que seja muito do meu estilo de filme, mas é muito interessante e bem filmado e ambientado. Quando soube deste “grand finale”, tinha que assistir e encerrar a franquia.

Praticamente 15 anos após a série de televisão britânica sobre os ricos e os pobres do campo do norte de Inglaterra no início do século XX ter chegado às telas, a história de “Downton Abbey” encerra agora. É o terceiro filme deste universo e sequela de “Downton Abbey: A New Era”, de 2022. Nele, se vê a família Crawley, encabeçada por Robert (Hugh Bonneville), a chegar aos anos 1930. Há divórcios, problemas de dinheiro e questões de estatuto social.

Filme muito agradável e divertido. Quem gosta da série e dos outros filmes, pode ir assistir que vai ficar feliz (e também triste, pelo fim da história toda rs). Recomendo!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.




42 Happy meeting Kilimanjaro

Mais um encontro de sucesso - 42 Happy Meeting no Kilimanjaro

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41 Happy meeting no Club Apô teve um diferencial com o menu degustação feito pelo Chef Kleber Fukubara

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40 Happy meeting na Casa Mono Restaurante! Um sucesso…

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Long Walk (título no Brasil: “A Longa Marcha - Caminhe ou Morra”)

The Long Walk (título no Brasil: “A Longa Marcha - Caminhe ou Morra”)

Como grande fã de Stephen King que sou, quando vi o trailer deste filme, baseado na obra deste escritor, fiquei realmente ansioso em assisti-lo. Estava com muita curiosidade para ver o que realmente aconteceria com as personagens durante o filme.



Passado numa distopia futurista em que os Estados Unidos são um regime totalitário, um grupo de jovens tem de competir num concurso de andar. Os concorrentes são obrigados a manter uma velocidade de pelo menos três milhas (cerca de 4,8 quilômetros) por hora, sob o risco de serem executados. No fim, claro, só pode restar um.

Infelizmente, o filme não tem grandes surpresas, ou algumas cenas mais “pesadas”, como imaginei que pudesse ter, já que estamos falando de uma obra do mestre do suspense. É um filme interessante e mostra muito a amizade e elo entre os personagens, mas só. Confesso que fiquei um pouquinho decepcionado... mas não é um filme chato, nem ruim. Só esperava mais!


Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Os Malaquias e Filme: Todos já sabem

Dica de livro: Os Malaquisas de Andrea Del Fuego

“Serra Morena é íngreme, úmida e fértil. Aos pés dela vivem os Malaquias.” Após perderem os pais, os irmãos Nico, Júlia e Antônio veem-se diante de nova realidade. O mais velho, ainda criança, passa a trabalhar na fazenda de um poderoso da região; a menina, por sua beleza, é adotada e levada para outra cidade; o caçula, um garoto que não cresce, é acolhido pelas freiras do orfanato.
Separados ainda na infância, os três vão seguir diferentes caminhos, a um só tempo fantásticos e reais. A escassez de água, de amor e de unidade, que acompanha a família desde o raio que a originou, torna-se abundância à medida que as páginas do livro revelam novas e extraordinárias personagens ― freiras francesas, traficantes de bebês, espíritos ancestrais e pessoas que desaparecem no vapor de um bule a ferver ―, entremeadas por um vale mágico, despertado pela chegada de uma hidrelétrica à cidade de Serra Morena, onde pouco a pouco os Malaquias tentam se (re)encontrar.
Romance de estreia de Andréa del Fuego, Os Malaquias recebeu em 2011 uma das mais prestigiosas honrarias da literatura, o prêmio José Saramago. Um tributo fascinante à memória, à família, à vida e à humanidade de cada um de nós.

“Vale a pena ler Os Malaquias para sabermos de nós próprios. Um dia, depois de tudo, se estivermos à altura da vida, cada uma das nossas histórias fará parte de uma vertigem como a que é descrita nestas páginas. Então, talvez possa haver leitores a se emocionarem, a se sobressaltarem, a se deslumbrarem, como acontece ao longo desta obra magistral de Andréa del Fuego.” ― José Luís Peixoto

“Os Malaquias é um romance áspero, poético, original. Voltado para a paisagem rural, a que raramente os autores contemporâneos se circunscrevem, seu perfil arcaico e trágico suscita emoções intensas.” ― Nélida Piñon

Fonte: Amazon

Dica de filme: Todos já sabem

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com