O que é o luto para mim. - Coluna Bem-estar e felicidade por Marína Strachman


Resumo: Existem muitos tipos de luto e um sem fim de jeito de vivê-los.


O que é o luto para mim.
Hoje é dia de finados, um dia em que a maioria da pessoas presta a seu modo a sua homenagem àqueles que já “deram uma morridinha”, é assim que falo dos meus pais, avós e todos e todas que se foram.
São muitas as pessoas que faziam parte do meu “mundo” que faleceram....e cada um faz falta de uma maneira diversa.
É muito bom poder lembrar deles e delas com carinho e risadas, são inúmeras histórias que vivemos juntos.
Gosto de uma frase que diz: Saudades é o amor que fica! Não sei de quem é, mas acho que é bem por aí!

Mas existem outros tipos de luto, divórcio, rompimentos de namoro, mudança de uma cidade que nos deu felicidades, formaturas (quando aqueles colegas não farão mais parte de nosso convívio diário, ou quase diário), troca de emprego e etc.
Acontece que em qualquer destas situações algumas pessoas insistem em dizer e comandar o que devemos ou não fazer, vestir, que tipo de música ouvir...

E cá entre nós, só você pode saber o que você está sentindo, como quer fazer e o que quer fazer.
E digo mais, não tem certo ou errado... o luto seu é seu e ponto final.
Minha sugestão é: faça o que te for leve e chore tudo o que tiver que ser chorado, ria se puder, cante e dance se te der vontade, acolha-se ao máximo.
E procure ajuda se precisar! Às vezes é mais do que necessário.
Qualquer coisa eu estarei aqui para você!
Bom novembro para nós!

Marína Strachman

Coluna Bem-estar e felicidade

Consteladora Familiar e Empresarial, Terapeuta Sistêmica, Coach em Bem-Estar e Felicidade, Arquiteta e Urbanista, Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente e Especialista em Educação Ambiental. 

A importância da medicina do habitat para nossa saúde física, mental e espiritual - Coluna Geobilogia por Thais Ayres

Medicina do Habitat, também conhecida como Geobiologia, é a arte e a ciência de compreender como o ambiente onde vivemos influencia profundamente nossa saúde física, mental e espiritual. Cada espaço carrega frequências, materiais e campos sutis que interagem com o nosso corpo biológico. Quando há harmonia entre o ser humano e o espaço, a vitalidade flui naturalmente; quando há desequilíbrio — seja por interferências geológicas, elétricas ou emocionais —, nosso corpo responde com sintomas de estresse, cansaço e desordem energética.

Cuidar do habitat é, portanto, uma extensão do autocuidado. Assim como buscamos alimentos saudáveis e relações equilibradas, precisamos também de ambientes vivos, onde a energia circula de forma livre e nutritiva. A Geobiologia nos ensina a identificar e transformar campos nocivos em vibrações harmoniosas, promovendo um espaço que sustenta o repouso, a clareza mental e a regeneração celular. É um processo de reconexão com a natureza — e, por consequência, com nossa própria essência.

Mais do que uma técnica, a Medicina do Habitat é uma prática de consciência. Ela nos convida a habitar com presença, reconhecendo que a casa, o trabalho e os espaços que nos cercam são extensões do nosso campo vital. Quando harmonizamos o ambiente, abrimos espaço para a cura, para a criatividade e para uma vida em ressonância com o que realmente somos.

Thais Ayres

Coluna Geobiologia

Formada em Arquitetura, mas me dediquei maisao Paisagismo e Hortas Naturais. Especialista em Medicina do Habitat voltada à Geobiologia, Radiestesia Terapêutica e em Decoração do Bem-Estar. Avalia, e faz intervenções necessárias em ambientes residenciais e empresariais, além de terrenos. Contato: @thais.ayres_geodecor e Whatsapp: (11) 99635-096

Implante Dental Não é Tudo Igual: Descubra Por Que a Qualidade Faz Toda a Diferença no Seu Sorriso - Coluna Saúde bucal por Dra. Marcela Santi


Quando falamos em implantes e próteses dentárias, muitas pessoas acreditam que “tudo é igual”. Porém, a realidade é que existe uma diferença enorme entre materiais, tecnologias empregadas e a expertise de quem executa o tratamento. Assim como acontece em outras áreas da vida, na odontologia também vale a máxima: o barato pode sair muito caro.




Implante Dental: tecnologia que garante sucesso

Você sabia que implantes dentários não são todos iguais? Muitas vezes, as pessoas acreditam que basta colocar um implante e pronto. Mas a verdade é que a escolha da tecnologia, da prótese e do profissional faz toda a diferença no resultado




Os implantes dentários são produzidos em diferentes sistemas e conexões. Entre os mais conhecidos estão:

  • Hexágono externo: mais antigo, usado há décadas, mas com maior risco de afrouxamento dos parafusos e infiltrações.

  • Hexágono interno: evolução do modelo anterior, traz mais estabilidade, mas ainda pode apresentar limitações mecânicas.

  • Cone Morse: considerado o padrão-ouro da implantodontia moderna, proporciona um encaixe de alta precisão, excelente vedação contra bactérias e maior estabilidade, garantindo mais longevidade e sucesso no processo de osseointegração.


    Empresas de referência no mercado investem milhões em pesquisas científicas e testes laboratoriais para desenvolver implantes com altíssima previsibilidade. Isso significa que um implante de uma marca reconhecida, aliado ao sistema Cone Morse, oferece ao paciente uma segurança muito maior em relação à função, estética e durabilidade.




    Próteses: nem todas entregam o mesmo resultado

    As próteses dentárias também não são todas iguais. O resultado final depende de três pilares:

    1. Qualidade do laboratório protético – tecnologias como CAD/CAM (fresagem computadorizada) garantem próteses mais precisas e resistentes.

    2. Materiais utilizados – zircônia, porcelana e resinas possuem níveis diferentes de resistência e estética.

    3. Expertise do profissional – um especialista experiente sabe planejar e entregar um sorriso que une função e beleza.

    Ou seja, dois pacientes podem pagar por um “implante com prótese”, mas terem resultados completamente diferentes dependendo do que foi utilizado.




    Um exemplo palpável: Fusca x BMW

    Para deixar mais claro: implantes e próteses podem ser comparados a carros.Um Fusca pode até cumprir sua função de locomoção, mas não oferece conforto, segurança ou tecnologia de ponta. Já uma BMW entrega desempenho, tecnologia, conforto e status. Ambos são carros, mas estão em universos completamente diferentes.

    Da mesma forma, um implante barato e sem respaldo científico não pode ser comparado a um implante Cone Morse de empresa referência, planejado e executado por um especialista em implantodontia.





    Por que escolher especialistas faz a diferença?

    A escolha do profissional é tão importante quanto a do material. Cirurgias mal planejadas podem resultar em:

    • Perda precoce do implante

    • Infecções

    • Estética comprometida

    • Traumas irreversíveis




    Na Intégra Odontologia, priorizamos a qualidade em cada etapa do tratamento. O Dr. Arnaldo Jamariqueli, Mestre e Especialista em Implantodontia, com mais de 20 anos de experiência com mais de 5 mil implantes reabilitados, alia técnicas cirúrgicas avançadas e conhecimento em cirurgia plástica gengival para devolver sorrisos funcionais, estéticos e duradouros.




    Conclusão: Implantes e próteses não são todos iguais. Optar por materiais de referência e profissionais especialistas é investir na sua saúde, autoestima e qualidade de vida.




Dra. Marcela Santi

Coluna Saúde Bucal

Dentista formada na Universidade Estadual - UNESP, especialização em Ortodontia na São Leopoldo Mandic, Invisalign Top Doctor, Habilitação em Laser na USP, Residência em Toxina Botulínica, Sócia- fundadora da ABRAHOF. Contatos: marcelasanti@yahoo.com
(19) 97102-2209 / (19) 3254-0862 Instagram: @marcelasanti


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Springsteen: Deliver Me from Nowhere (título no Brasil: “Springsteen: Salve-me do Desconhecido”)

Springsteen: Deliver Me from Nowhere (título no Brasil: “Springsteen: Salve-me do Desconhecido”)

Não sou fã de Bruce Springsteen. Suas músicas nunca me atraíram. Mas sou muito fã de filmes biográficos ou histórias reais. Então me interessei em assistir a este filme, e saber/conhecer sobre este famoso cantor.

Em 1981, logo após o êxito de "The River", um jovem Bruce Springsteen (Jeremy Allen White) atravessa um momento crítico da sua vida. Sentindo o peso da fama e dos traumas de um passado conturbado, decide se afastar durante algum tempo numa casa em Colts Neck, Nova Jérsia. Nesse refúgio silencioso, propício à introspeção, Springsteen escreve novas canções enquanto revisita a própria história. Dessa reclusão nascem uma série de títulos que dão origem a "Nebraska", o álbum lançado no ano seguinte, profundamente pessoal e catártico.

O filme conta uma parte da trajetória do cantor, e uma fase um tanto depressiva de sua vida. Então não era muito o que eu esperava que fosse, e achei o filme monótono e angustiante até. Acho que deve agradar mais aos grandes fãs. Para aqueles como eu, não-fãs, acho dispensável.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Todo o tempo que existe e Filme: Meu ano em Oxford

Dica de livro: Todo tempo que existe de Adriana Lisboa


A medida do amor, em régia proporção, é a mesma da dor – eis a descoberta sempre tardia do luto. Justo então será, aos que restamos, examinar a letra miúda de uma tal revelação.

“Dura quanto o amor para ser amor?”, pergunta-se a narradora deste livro entre as visitas ao pai internado em um hospital e as caminhadas pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

No percurso, mais que um entendimento sobre os extremos da vida, o que lemos é um testemunho pessoal moldado pela memória e por um agudo senso de observação.

Autora de uma obra consistente de prosa e poesia, Adriana Lisboa expõe-se pela primeira vez em um ensaio de cunho autobiográfico. Num inteligente uso de material literário, a escritora traduzida em mais de vinte países dá voz a uma Adriana em família para narrar a morte dos pais, ocorrida em um curto intervalo de tempo.

Retorna, nas horas em que a ficção parece uma intrusa, ao berço da escrita, para decifrar a genealogia de sua inquietação artística. “Os olhos dele nos meus, a mão dele na minha, e que bobagem isso de literatura.” Enquanto procura um significado outro para as formas vivas, Todo o tempo que existe presta um tributo a quem, no tempo, já não existe.

Com o estilo apurado de sempre, Lisboa compartilha a experiência de luto e encontra uma nova função para a narrativa. Um livro incomum de uma autora rara.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Meu ano em Oxford

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Nossa casa é um ser vivo - Por que devemos cuidar dela? Coluna Geobiologia por Thais Ayres

A casa é um ser vivo. Ela respira, vibra e reage à presença de quem nela habita. Cada parede, cada móvel, cada objeto guarda memórias, intenções e emoções que moldam o campo energético do espaço. Assim como o corpo humano, a casa tem seu próprio sistema vital — um organismo que precisa de equilíbrio, oxigênio e luz para sustentar a vida com saúde e harmonia.

Quando cuidamos da casa, cuidamos de nós mesmos. A limpeza energética, a escolha de materiais naturais, o fluxo da luz e da ventilação não são apenas questões estéticas ou funcionais: são formas de nutrir o campo vibracional do lar. Um ambiente harmonizado acolhe, protege e inspira. Ele atua silenciosamente, fortalecendo o corpo, serenando a mente e abrindo espaço para o bem-estar emocional e espiritual.

Reconhecer a casa como um ser vivo é um ato de consciência. É entender que o lar reflete o que somos, o que sentimos e o que desejamos manifestar no mundo. Cuidar dela é um gesto de amor — um diálogo contínuo entre o visível e o invisível, entre o humano e o ambiente, entre a matéria e o espírito. Quando a casa floresce, nós também florescemos.