Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Água escura, Vozes dentro do véu, W.E.B, Dubois e Filme: O senhor das moscas

Dica de livro: Água escura, Vozes dentro do véu, W.E.B, Dubois

Publicada em 1920 e até hoje inédita em português, Água escura é a mais singular das obras do sociólogo, escritor e ativista estadunidense W. E. B. Du Bois. Nela, ele desconstrói a noção eurocêntrica e racializada dos seres humanos, promovendo uma ideia de humanidade radical que mais tarde o levaria a ser considerado o pai do pan-africanismo. Para abordar as diversas dimensões da segregação racial dos povos negros, o livro intercala ensaios, narrativas breves e poemas, apresentando uma estética modernista de vanguarda, como explica o professor e pesquisador Matheus Gato em texto de posfácio à edição. O estilo simbolista e altamente poético de Água escura se conecta, assim, aos conceitos mais célebres de Du Bois, como a “linha de cor”, o “décimo talentoso”, o “véu” do subtítulo ― que é a divisão que separa as pessoas negras do restante do mundo ―, ou até mesmo a “dupla consciência” gerada pelo racismo nos indivíduos negros.

            Solenes e até proféticos, os textos da coletânea tratam de assuntos históricos como as leis estadunidenses Jim Crow ou a emancipação feminina pelo voto, mas também de agendas que, infelizmente, até hoje seguem prementes. É o caso das disparidades entre trabalhadores brancos e negros, das condições dos trabalhadores domésticos, das mulheres negras e da evasão escolar entre as populações racializadas. O escritor mostra como a opressão e a exploração capitalista do chamado “mundo de cor” criam obstáculos para a realização de uma democracia plena nas esferas da economia, da política e da cultura. E o faz costurando tudo com o fio da religiosidade, com pano de fundo cristão e a exaltação do papel social das igrejas nas comunidades afrodiaspóricas.

            Tão à frente de seu tempo, Água escura não poderia deixar de apresentar algumas contradições aos olhos da crítica, tornando a obra ainda mais pormenorizada e complexa. Tamanha magnitude artística e teórica faz dela um trabalho fundamental, peça-chave para apreciar a grandiosidade de W. E. B. Du Bois.

Fonte: Amazon

Dica de filme: O senhor das moscas

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

O que diferencia uma meta emocional de uma meta tradicional?

Metas tradicionais costumam estar ligadas a resultados externos: números, prazos, desempenho, conquistas visíveis.

Já as metas emocionais dizem respeito à forma como a pessoa vive internamente enquanto caminha em direção a esses objetivos.

Elas não cabem em planilhas porque envolvem estados internos — presença, autorrespeito, capacidade de sentir, de pausar, de se escutar.

Uma meta emocional não pergunta “o que eu vou conquistar?”, mas “como eu quero me tratar enquanto vivo?”.

É ela que sustenta qualquer outro projeto ao longo do tempo.

2. Por que tantas pessoas alcançam metas externas e ainda assim se sentem cansadas ou vazias?

O que está acontecendo nesse processo interno?

Porque muitas aprendem a funcionar, mas não a se escutar. Vivem em modo de desempenho contínuo, sustentadas por cobrança, comparação e exigência.

O corpo e a mente entram em estado de alerta prolongado, e mesmo quando há conquistas, não há descanso interno.

A realização externa não compensa a desconexão emocional. Quando o fazer ocupa o lugar do sentir, surge o cansaço, a ansiedade e, muitas vezes, o vazio.

O que acontece nesse processo interno é um afastamento de si mesmo.

A pessoa consegue cumprir metas e funcionar bem por fora, mas por dentro vive em modo de sobrevivência.

As emoções são reprimidas para manter o desempenho, o corpo permanece em alerta e a autocrítica assume o controle. Com o tempo, surge cansaço, ansiedade ou vazio, porque há produtividade sem escuta interna.

Em vez de viver com presença, a pessoa apenas aguenta. As metas emocionais propõem justamente o contrário: reconectar corpo, emoções e sentido para voltar a viver com mais inteireza.

3. Quais sinais mostram que alguém está se abandonando emocionalmente? O abandono emocional aparece em sinais sutis do cotidiano: – ignorar o próprio cansaço – viver sempre no automático – respirar curto e tenso – minimizar a própria dor – exigir força o tempo todo – sentir culpa por descansar – não perceber o que sente – seguir funcionando mesmo adoecendo

O corpo costuma avisar antes da mente: tensão constante, irritabilidade, insônia, dores recorrentes ou uma sensação de endurecimento interno são pedidos silenciosos de cuidado.

4. Como cultivar coragem para sentir emoções sem julgamento, especialmente em uma cultura que muitas vezes associa tristeza ou medo à fraqueza? Primeiro, compreendendo que sentir não é fraqueza — é funcionamento humano. Emoções não são erros; são sinais.

A coragem começa quando a pessoa substitui o julgamento pela curiosidade: “o que isso quer me mostrar?” Em vez de lutar contra a emoção, ela aprende a escutá-la.

Criar espaços seguros — internos ou com pessoas confiáveis — ajuda muito. A educação emocional, a espiritualidade e a psicoterapia ajudam a devolver dignidade ao sentir.

5. Como começar a diminuir a violência interna no dia a dia?

Algumas práticas simples fazem diferença: * perceber o tom com que você fala consigo * trocar cobranças por perguntas mais gentis * interromper comparações automáticas * nomear limites sem culpa * reconhecer pequenos avanços * descansar sem se justificar * estabelecer horários para realizar exercícios respiratórios •

A violência interna não desaparece de um dia para o outro, mas pode ser substituída por uma postura mais compassiva e realista consigo mesmo.

6. Qual o papel dos vínculos verdadeiros e da possibilidade de dizer “não estou bem”? Vínculos verdadeiros funcionam como reguladores emocionais. Quando podemos dizer “não estou bem” sem medo de julgamento, o sofrimento deixa de se acumular em silêncio.

A presença do outro valida, organiza e humaniza a dor. Relações assim diminuem o isolamento, fortalecem a saúde mental e lembram que ninguém precisa atravessar a vida sozinho.

7. Uma prática diária simples para viver com mais inteireza Uma prática pequena, mas profundamente transformadora, é o check-in emocional diário. Por alguns minutos, respire profundamente e pergunte a si mesmo: “Como eu estou agora?” “O que estou sentindo no corpo?” “O que eu preciso hoje para me cuidar um pouco melhor?” Sem corrigir, sem julgar, apenas escutar. Esse gesto simples cria presença, regula o sistema emocional e constrói, dia após dia, uma relação mais respeitosa consigo mesmo.

Talvez a verdadeira meta seja esta: não atravessar o próximo ano em modo de sobrevivência, mas aprender a viver com mais inteireza, escuta e humanidade.

Sobre a autora do texto:

Elisa Maria Scognamiglio Pereira - Psicóloga Clínica

Com mais de 20 anos de experiência no atendimento de adultos, adolescentes e grupos. Especialista em Psicoterapia Corporal e Análise do Caráter, também atua com mentoria de casais, unindo técnica e sensibilidade na prática terapêutica. Palestrante ativa, promove fortalecimento emocional, autoconhecimento e qualidade de vida

Contato: @psicologa.elisapereira

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Rental Family (título no Brasil: “Família de Aluguel”)

Rental Family (título no Brasil: “Família de Aluguel”)

Assisti ao trailer e achei a história muito interessante. Pareceu ser um filme bobinho, porém aguçou minha curiosidade!

Phillip Vanderploeg (Brendan Fraser), um ator norte-americano em Tóquio em busca de trabalho. Depois de várias tentativas frustradas, aceita uma proposta inesperada: trabalhar para uma agência de famílias por encomenda, assumindo papéis de substituição para pessoas que precisam suprir a falta de alguém significativo nas suas vidas. Entre as funções de pai, melhor amigo ou namorado, Phillip reflete não só sobre a natureza artificial dessas relações, mas também sobre o modo como elas acabam por se repercutir na sua própria existência.

Adorei! Filme super bonitinho, leve, emocionante... valeu muito ter ido assistir e as atuações são excelentes! Recomendo!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Dicas de livros e filmes e Filme: por Luciana Andrade - Livro: O mundo que as confinava, Sylvia Townsed Warner e Filme: Corpos Ardentes.

Dica de livro: O mundo que as confinava, Sylvia Townsed Warner

Retrato multifacetado da vida monástica feminina na Inglaterra do século 14, O mundo que as confinava ocupa posição de destaque na obra da escritora inglesa Sylvia Townsend Warner (1893-1978). Publicado em 1948, o romance deixa de lado a narrativa tradicional, baseada em protagonistas e eventos heroicos, para mostrar a rotina de freiras em sua clausura. Disputas internas, frustrações pessoais, pendengas administrativas ― uma sucessão de fatos comezinhos confere ao romance um tom irônico e distanciado, explicitando a recusa da autora em dramatizar excessivamente sua narrativa.

A partir da fundação do convento de Oby por Brian de Retteville, em memória de sua esposa infiel, acompanhamos a sequência de prioresas e as mudanças que lentamente ocorrem ao longo dos anos ― a devastação pela Peste bubônica, os conflitos com autoridades eclesiásticas e a presença inusitada de um falso padre. Sem se concentrar em um único enredo, a autora apresenta uma multiplicidade de episódios que, somados, revelam a complexidade da vida religiosa e da existência humana.

O título remete tanto ao isolamento físico do convento quanto às limitações sociais e espirituais impostas às mulheres. Contudo, a autora evita julgamentos simplistas e idealizações sobre a fé e o poder feminino, mostrando que as freiras não são mártires ou santas, mas pessoas comuns ― ambiciosas, sagazes, generosas, mesquinhas ou indiferentes, a depender do que enfrentam. Com estilo refinado, Townsend Warner cria uma crônica vívida da passagem do tempo, sugerindo que, mesmo nos espaços mais restritos, a vida pulsa com complexidade e resistência ― e sempre continua.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Corpos Ardentes

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Silent Hour (título no Brasil: “A Hora do Silêncio”)

The Silent Hour (título no Brasil: “A Hora do Silêncio”)

Por falta de melhores opções, e pela vontade de ir ao cinema de sempre, optei por assistir a este filme, mesmo desconhecendo por completo a respeito. Só vi a nota no IMDb e arrisquei.

O detetive Frank Shaw, um homem totalmente dedicado às causas em que acredita, sofreu um acidente que o fez perder a audição quase por completo. Isso o tornou inapto para a maioria das missões. Mas agora que tem aprendido a linguagem gestual, foi contactado por Doug Slater (Mark Strong), seu companheiro das forças policiais, para ser intérprete de Ava Fremont, uma jovem surda que presenciou um assassinato e que agora corre risco de vida.

Filme de “televisão aberta”. Totalmente previsível. Mas não é chato nem ruim, apenas óbvio. Tem bastante ação, e desperta curiosidade como vai ser o desfecho. Sugiro assistir se gostar de filmes policiais mas só se não tiver nada melhor pra fazer.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Histórias de uma garota mal comportada, Nettie Jones e Filme: Frankstein

Dica de livro: Histórias de uma garota mal comportada, Nettie Jones

Um redemoinho de desejo, prazer e liberdade. Transitando entre a boemia de Nova York e a próspera comunidade negra de Detroit dos anos 1970, Lewis Jones é a personificação da independência e do caos. Aos trinta e poucos anos, vai com amigos a festas hedonistas regadas a champanhe e passa manhãs em lençóis de seda com um rol de amantes. A certa altura, sua vida desregrada é posta à prova por Brook, um homem cruelmente charmoso que não tolera ser controlado.

Histórias de uma garota malcomportada é o romance de estreia de Nettie Jones e foi publicado nos Estados Unidos em 1984 por Toni Morrison, então editora da Random House, que o considerava "extraordinário". O livro aborda temas como sexualidade e negritude, agência e exploração, individualidade e autodestruição a partir de experiências radicais da própria autora. A sátira sadiana de Jones chocou seus primeiros leitores e críticos, que chegaram a acusá-la de ser pornográfica, deixando a obra fora de circulação.

Agora, a história de Lewis, considerada "brutal, desnorteante e deliciosa", retorna aos holofotes em tradução de Nina Rizzi como uma obra muito à frente de seu tempo, e ainda capaz de tirar o fôlego das novas gerações de leitores, talvez menos pela tensão entre prazer e abuso que permeia o livro do que pelo estilo singular de escrita. Jones, mestre das metáforas, conduz sua narrativa fragmentada sempre em alta voltagem, desaparecendo com os respiros comuns ao gênero de modo eletrizante.  

Histórias de uma garota malcomportada faz o elogio da liberdade absoluta, descortina a violência e o desprendimento de tudo aquilo que se viu e se costuma esperar das comunidades negras. Trata-se de uma obra sobre as diversas possibilidades de exploração do corpo, que confronta o moralismo e faz de Nettie Jones uma escritora genial e de vanguarda.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Frankstein

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Conheça o lobisomem do seu bairro, Thiago de Souza e Filme: Antes de dormir

Dica de livro: Conheça o lobisomem do seu bairro, Thiago de Souza

Nem nas mais longevas pretensões, imaginávamos escrever um livro. Já estamos no terceiro. O projeto, que nasceu como exercício terapêutico para assimilarmos os efeitos nefastos do esquecimento, em um mundo em desencanto, nos rendeu o contato com histórias incríveis em uma jornada fantástica pela espiritualidade que costura o imaginário popular. Depois de assombrações e milagreiros de cemitério, chegamos ao reino do Lobisomem, o pica das galáxias dos monstros. Quem não concorda é porque nunca escutou um uivo durante à noite, no meio do mato, em uma caçada ao licantropo. Eu vivi essa experiência e posso garantir: foi apavorantemente divertido! Thiago de Souza: um daqueles que acredita que o Lobisomem é o cara! O Lobisomem é a criatura com a maior capacidade de adaptação a culturas, visões de mundo, tempos e espaços. Ele nasceu e se desenvolveu com a humanidade, muitas vezes assumindo, sem reclamar, a responsabilidade por muitas bestialidades cometidas pelos homens. Nossa jornada parte do"caso zero" e atravessa as fogueiras da inquisição, se converte e se reverte inúmeras vezes até chegar nas esquinas de nossas cidades, com sotaques, cores, conformações e, principalmente, com o vigor de um eterno peludo que renova, a cada aparição,nossos medos, curiosidade e, sobretudo, nossa admiração. "Conheça o Lobisomem do Seu Bairro" é o portal de acesso ao mundo do Versipélio (Lobisomem em Camara Cascudez), que tem como companhia os uivos que rasgam as madrugadas e servem de trilha sonora para experiências que desafiam a razão.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Antes de dormir


Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Cia Athletica aponta caminhos simples para transformar o bem-estar em 2026

Cacá Ferreira, gerente técnico e corporativo dá dicas para quem quer mudar de vida

Adotar um estilo de vida saudável não exige mudanças radicais. Segundo o estudo NIQ/Estilos de Vida 2024, 86% dos brasileiros já incorporaram ao menos um hábito mais saudável na rotina. A Cia Athletica reforça que pequenas ações diárias são suficientes para melhorar energia, disposição e equilíbrio ao longo do ano.

 

Para Cacá Ferreira, gerente técnico e corporativo da Cia Athletica, um estilo de vida saudável começa com constância. “Movimentar o corpo todos os dias, manter uma boa rotina de sono e escolher alimentos naturais já traz impactos significativos para a saúde física e mental”, afirma. Ele destaca que iniciar com caminhadas, alongamentos ou duas sessões semanais de treino já é um grande passo.

 

Além da prática de exercícios, cuidar da mente também integra o processo. Hobbies, leitura, meditação e pausas intencionais ajudam a reduzir o estresse e fortalecem o bem-estar. A Cia Athletica lembra que a prevenção também é essencial, com check-ups regulares e acompanhamento médico ao longo do ano.

 

Para quem deseja começar já, Cacá recomenda ações práticas e possíveis: estabelecer horários fixos de sono, incluir frutas no café da manhã, fazer pequenas pausas durante o trabalho, trocar o elevador por escadas e manter uma garrafa de água sempre por perto. “São gestos simples que, repetidos diariamente, mudam o corpo e a mente”, reforça.

 

Cacá também destaca que o segredo está em transformar hábitos saudáveis em algo prazeroso. “A pessoa não precisa começar com grandes metas. O ideal é ajustar a rotina de forma progressiva, tornando o cuidado com a saúde natural e sustentável”, diz. Modalidades como natação, musculação e aulas coletivas da rede são recomendadas para garantir constância e motivação.

 

Para 2026, a mensagem da Cia Athletica é clara: vida saudável é sobre equilíbrio, não perfeição. É possível aproveitar momentos de lazer sem culpa, desde que as escolhas do dia a dia priorizem movimento, descanso e alimentação de qualidade.