Evento online gratuito sobre Inteligência Financeira é destaque no mês de julho

No próximo dia 15, o acesso será livre pelas plataformas do Zoom e no Youtube da Miura Investimentos

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 O influenciador, especialista em finanças e assessor de investimento Naran Same (@naransame) preparou uma super novidade para o mês de julho, no próximo dia 15 acontece o evento exclusivo e gratuito “Inteligência Financeira”. Convidados de peso participarão da iniciativa como os assessores de investimentos Thaís Ferri e Clóvis Sauer, sócios de Same na Miura Investimentos de Registro (SP).

O evento trará o conceito e dicas de como praticar a inteligência financeira, além de interação com o público e esclarecimento de dúvidas.

Entre os palestrantes convidados para a live estarão o administrador de empresas e assessor de investimentos Clóvis Sauer, com mais de 30 anos de mercado financeiro. E a advogada e assessora de investimentos Thaís Ferri, com mais de 8 anos de experiência também.

Para assistir o evento “Inteligência Financeira”, a partir das 18h30 acesse o Youtube da Miura Investimentos: https://www.youtube.com/c/MiuraInvestimentos

Sobre a Miura Investimentos

A Miura Investimentos nasceu na cidade de Campinas (SP) em 2009 como uma empresa de AAI (Agentes Autônomos de Investimentos), fundada por Diego Eduardo Lopes Ramiro, atual presidente da ABAAI (Associação Brasileira de Agentes Autônomos de Investimentos). Atualmente, a empresa possui cinco sócios principais, sendo eles: Diego Eduardo Lopes Ramiro (CEO), Pedro Lopes, Fábio Biral, Mayros Gama, Lourenço Neto, ao todo 50 assessores de investimentos.  Além de sócios locais nos escritórios. A Miura é credenciada ao BTG Pactual e certificada junto a CVM.

Referência em atuação há mais de 10 anos no mercado financeiro, a empresa oferece um extenso portfólio de investimentos em renda fixa e variável de diversas instituições, acessíveis ao investidor, por meio de uma única conta.

Hoje, o principal serviço da Miura Investimentos é a assessoria de patrimônio. Basicamente, o cliente é assessorado em todo seu patrimônio, na área de investimentos, por meio da plataforma do BTG com a Miura, através da ferramenta, o cliente pode ter acesso a crédito, previdência, entre outros serviços wealth management. Com isso, a empresa auxilia em investimentos, na proteção e na estruturação de crédito de pessoas físicas, lançando um olhar holístico sobre o desenvolvimento dos seus clientes. 

A Miura possui oito escritórios de abrangência nacional, localizados nas cidades de Campinas (SP), Sorocaba (SP), São Paulo (SP), Registro (SP), Brasília (DF), Londrina (PR), Rio de janeiro (RJ) e Goiânia (GO).

O Grupo Miura

Constituído por 3 empresas, o Grupo Miura atua nos setores de Investimentos, Consultoria, Seguros, Previdência e Câmbio, e é inspirado em uma das mais fortes e resistentes espécies de touros – a raça Miura.

A Miura é referência em atuação há mais de 11 anos no mercado financeiro e oferece um extenso portfólio de produtos e serviços planejados.

A partir de uma experiente equipe de assessores de investimentos credenciados BTG Pactual digital e certificados junto à CVM, o Grupo Miura carrega um importante conceito em sua essência: investir no futuro e sonhos de seus clientes!

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, terceiro maior banco do país, quinto maior banco brasileiro e terceiro maior banco privado do Brasil, com isso, podemos oferecer o melhor portfólio de produtos, e tecnologia para que o atendimento dos clientes seja cada vez mais completo e encantado.

Atualmente estamos presentes na cidades de Brasília ( DF), Campinas (SP), Goiânia (GO), Londrina (SP),  Registro (SP), São Paulo (SP), Sorocaba (SP) e Rio de Janeiro ( RJ).

Serviço

Evento online gratuito sobre Inteligência Financeira é destaque no mês de julho

Data: 15/07/2021.

Evento: gratuito e por live.

Horário: a partir das 18h30.

Para assistir o evento “Inteligência Financeira” acesse o Youtube da Miura Investimentos: https://www.youtube.com/c/MiuraInvestimentos

Site Miura Investimentos: https://www.miurainvest.com.br

Instagram: @miurainvestimentos



Os bancos tradicionais estão com seus dias contados, mas tenha calma! Coluna Investimentos por Rodrigo Teixeira Mendes

Não é necessário ir até a primeira agência e retirar todo o seu dinheiro!


Nos dias atuais onde por um aparelho móvel é possível efetuar várias atividades, o mercado financeiro não ficaria para trás e eis que surgem (não tão recente assim) os bancos digitais.


São plataformas onde é possível efetuar todas as transações bancárias sem a necessidade de ir até a uma agência, no máximo telefonar para a Central de Atendimentos...

Da abertura da conta bancária ao esclarecimento de dúvidas, todas as necessidades dos clientes podem ser resolvidas pelo computador ou aplicativos. Sem fila, sem burocracia e sem precisar sair de casa.

São novas propostas – algumas ainda em consolidação – que estão em busca de resolver problemas como tarifas elevadas, falta de transparência, conflito de interesses, entre outros.

O objetivo é ter mais agilidade no atendimento e, assim, atingir um número maior de consumidores. Os principais serviços que um banco digital oferece são:

  • conta-corrente digital sem tarifa;

  • cartão de crédito, em muitos casos sem anuidade;

  • investimentos;

  • seguros;

  • consórcios;

  • empréstimos.

Qual é o melhor banco digital?

  • atendimento: o banco oferece um serviço compatível com a sua necessidade? Você prefere atendimento por telefone ou quer resolver tudo por chat? Existem alternativas para os dois casos;

  • tipos de pagamento: em alguns bancos digitais é possível cadastrar débito automático e pagar guias de impostos, como IPVA, IPTU e DARF. Outros, porém, ainda não oferecem esses serviços;

  • funcionalidades do aplicativo: os bancos que oferecem a melhor interface estão saindo na frente na conquista de clientes;

  • parcerias e serviços adicionais: há bancos digitais que oferecem dinheiro de volta na compra de produtos em lojas parceiras, o famoso cashback.

Existem dezenas de opções quando se fala em banco digital.

Uma vez que a tarifa zero já é uma realidade para os clientes dessas empresas, outros critérios pesam na escolha. Os principais são:

Por isso, o melhor banco digital é aquele que oferece o serviço mais adaptado às suas necessidades.

Alguns bancos digitais são destaques, então vale a pena dar uma conferida!

- Agibank - agibank.com.br
- Banco Inter - 
bancointer.com.br
- Banco Original - 
original.com.br
- C6 Bank - 
c6bank.com.br
- Mercado Pago - 
mercadopago.com.br
- Neon - 
neon.com.br/
- Nubank - 
nubank.com.br/
- PagSeguro - 
pagseguro.uol.com.br
- Sofisa Direto - 
sofisadireto.com.br

Tem dúvidas, estou a sua disposição!

Rodrigo Teixeira Mendes

Coluna Investimentos

Especialista em Finanças Corporativas pela UNICAMP, Especialista em Administração de Negócios pelo MACKENZIE, possui graduação em Direito pela UNIP (2002). Participante do Grupo de Jovens Empreendedores da ACIC - Campinas-SP, Colunista do Site Raquel Baracat sobre Investimentos, criador do Blog No Ponto, Palestrante e proprietário e administrador da Idees Treinamentos e Serviços Administrativos com sólida experiência na área de financeira (mercado de capitais e afins), comercial e relacionamento com clientes com atuação em empresas de variados porte e destaque no mercado há mais de 15 anos sempre buscando se destacar pela Liderança, Habilidade de Negociação e Visão Estratégica.

O santo dólar de cada que nos arruína ou nos eleva, até onde iremos?

Cada brasileiro acorda todo o dia com o dólar num valor e deita-se com o dólar valendo outro valor.

É uma gangorra, um vai e vem frenético travado nas mesas de operações de câmbio de instituições financeiras e você, o que tem a ver com isso? O que impacta essa dança de centavos na sua carteira?

As principais consequências do dólar na economia são:

1) a alta da inflação

2) encarecimento de viagens ao exterior,

3) dificuldade em manter o real estabilizado e

4) aumento de transações com o euro.

Por outro lado, perdem espaço as empresas importadoras, instituições que tenham dívidas internacionais negociadas em dólar e o consumidor final — o que também inclui brasileiros vivendo no exterior e indivíduos que fizeram compras fora do país com o cartão de crédito.

 

Basicamente, saem beneficiadas com a alta do dólar as empresas de turismo doméstico (ou seja, que vendem destinos nacionais), empresas que vendem para o mercado interno (já que evitam a concorrência dos importados), as exportadoras e a própria balança comercial.

O Brasil é um país que possui um largo histórico de altas do dólar, tendo enfrentado intensas crises cambiais desde a criação de sua moeda mais recente – o Real. Desde então, diversas razões têm afetado a cotação do dólar: a constante fuga de dólares, a incerteza por parte dos investidores, o temor do mercado em relação aos governos da Era Petista... enfim, inúmeras situações complexas e multifacetadas. Atualmente, podemos associar a alta do dólar ao momento instável de nosso cenário político e também das guerras comerciais entre os EUA e a China.

A maior parte dos economistas relacionam a melhora no cenário econômico ao resultado das eleições e ao estabelecimento de um novo projeto de Brasil.

Mas como nem tudo é tão ruim, há aqueles que saem beneficiados com a alta do dólar como as as empresas de turismo doméstico (ou seja, que vendem destinos nacionais), empresas que vendem para o mercado interno (já que evitam a concorrência dos importados), as exportadoras e a própria balança comercial, afinal, vender dólar a R$ 5,00 é bom demais, como já dizia nosso atual ministro da Economia - Mr. Chicago com sotaque do Chile.

Tem dúvidas, estou a sua disposição!

Rodrigo Teixeira Mendes

Coluna Investimentos

Especialista em Finanças Corporativas pela UNICAMP, Especialista em Administração de Negócios pelo MACKENZIE, possui graduação em Direito pela UNIP (2002). Participante do Grupo de Jovens Empreendedores da ACIC - Campinas-SP, Colunista do Site Raquel Baracat sobre Investimentos, criador do Blog No Ponto, Palestrante e proprietário e administrador da Idees Treinamentos e Serviços Administrativos com sólida experiência na área de financeira (mercado de capitais e afins), comercial e relacionamento com clientes com atuação em empresas de variados porte e destaque no mercado há mais de 15 anos sempre buscando se destacar pela Liderança, Habilidade de Negociação e Visão Estratégica.


 

 





O agente autônomo de investimentos tem futuro? Coluna Investimentos por Rodrigo Teixeira Mendes

cO agente autônomo de investimentos (conhecido como AAI) faz parte do sistema de distribuição de títulos e valores mobiliários do sistema financeiro nacional (SFN) e faz a intermediação na venda de títulos e valores mobiliários para investidores.

Há alguns anos atrás, tornar-se agente autônomo de investimentos (AAI) era uma coisa simples para as pessoas físicas e bem interessante para bancos com pequena rede de agências e para corretoras e distribuidoras de valores que alavancavam a receita por meio dessa atividade. Para isso, que o candidato a agente autônomo de investimentos (AAI) fosse aprovado em uma prova muito fácil (um dos pré requisitos é ter Ensino Médio - que exigia pouco mais do que saber escrever do candidato) e o interesse da instituição (banco, corretora, distribuidora) em tê-lo como agente e distribuidor de seus produtos financeiros de investimento.

Naquela época, assim como atualmente, o principal fator de sucesso para essa atividade era, basicamente, a “carteira” de clientes (que na verdade são das instituições financeiras) que se possuísse. Muitos grupos financeiros fortes chegaram a utilizar essa “força de vendas”, entretanto, muita mudou de lá para cá: além do forte crescimento do mercado financeiro, a globalização tornou-o mais sofisticado e complexo.

As exigências para que uma pessoa venha a se tornar agente autônomo de investimentos (AAI) aumentaram muito, a começar pelo exame de certificação em nível muito mais rigoroso, e obrigatoriedade no cumprimento de uma série de regulamentações da CVM e da ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias), atual entidade credenciadora para os AAI.

Cada vez mais, seja em decorrência da fiscalização mais cerrada sobre a atividade por parte dos órgãos reguladores, seja pelo próprio momento que o mercado vive, pós-crise de 2008, o futuro dos agentes autônomos está em discussão. A atividade vem enfrentando mais e mais desafios para sobreviver. O futuro da atividade tem perspectivas pouco animadoras (principalmente para os pequenos agente autônomo de investimentos (AAI)), e deve passar por um processo de “consolidação” em breve.

Isso decorre tanto da concorrência, cada vez mais acirrada, quanto do aumento dos custos estabelecido pela necessidade de atendimento a uma série, crescente, de exigências dos orgãos reguladores (CVM e ANCORD) e auto-reguladores como a bolsa de valores (BMF&Bovespa).

Na dúvida, faça sozinho! Não delegue a ordem de seus investimentos a quem quer que seja, jamais! Pode ser um caminho sem volta...

Há muitos casos na mídia e fora da mídia de inúmeros agentes autônomos que enriqueceram de forma ilícita, aplicaram golpes e até se suicidaram por manejar dinheiro de terceiros de forma irresponsável e criminosa.

Muitas vezes isso ocorrer porque há omissão ou até participação de funcionários das instituições financeiras, mas deixamos esse assunto para outrora.

Tem dúvidas, estou a sua disposição!

Rodrigo Teixeira Mendes

Coluna Investimentos

Especialista em Finanças Corporativas pela UNICAMP, Especialista em Administração de Negócios pelo MACKENZIE, possui graduação em Direito pela UNIP (2002). Participante do Grupo de Jovens Empreendedores da ACIC - Campinas-SP, Colunista do Site Raquel Baracat sobre Investimentos, criador do Blog No Ponto, Palestrante e proprietário e administrador da Idees Treinamentos e Serviços Administrativos com sólida experiência na área de financeira (mercado de capitais e afins), comercial e relacionamento com clientes com atuação em empresas de variados porte e destaque no mercado há mais de 15 anos sempre buscando se destacar pela Liderança, Habilidade de Negociação e Visão Estratégica.





Investir com segurança e rentabilidade é possível! Coluna Investimentos por Rodrigo Teixeira Mendes

Sempre recebo muitos questionamentos sobre onde aplicar o dinheiro com segurança. Aquele que não há risco de perdas, boa remuneração do capital, liquidez diária (se possível), instituição sólida (bancos, corretoras de valores), enfim, um mistura que nos fazem a chegar a seguinte conclusão - não existe investimento seguro em nenhum lugar do mundo, nem debaixo do colchão!

Há diversos que precisam ser levados em consideração quando se discuti o tema Investimentos. Há vários fatores que influenciam no momento de se aplicar o dinheiro, mas desde já fica a dica - saia correndo de receitas milagrosas de bancos, corretoras de valores, fundos de investimentos entre outros que prometem remunerações extraordinárias com taxas baixas, lucros exorbitantes...ISSO NÃO EXISTE!

Esqueça o que tenha lido sobre as várias carteiras de investimentos com segurança. O investimento seguro é aquele que apresenta baixo risco (ou seja, tem risco). Leve em consideração as operações financeiras envolvidas, os fatores externos como a economia que ora cresce e decresce, a variação das taxas de juros (SELIC) e as das instituições financeiras.

A aplicação segura é o baixo risco de desvalorização ou calote, possui grande liquidez (de preferência diária - facilidade de resgatar ou vender o ativo), com rendimento já conhecido ou fixado e talvez o principal - baixas taxas de administração.

Se tem dúvidas quantas as possibilidades de investimento, compare as opções no mercado de capitais. Seja disciplinado e cuidadoso ao investir e potencializar seus ganhos.

Dessa forma perceberá a importância de se fazer investimentos seguros é ter o retorno correto, ou seja, nada de estratosférico, mas o real. É garantir o controle financeiro eo controle de gastos pessoais para manter as rédeas do orçamento mensal e também ter uma renda maior ao final de cada mês.

Alguns dos benefícios de se ter investimentos seguros são:

 - segurança

- rentabilidade

- tranquilidade

A segurança é a garantia em não perder o dinheiro. Mesmo que o rendimento seja baixo ou com um período curto de investimento, é praticamente certo que consiga recuperar todo o dinheiro aplicado, ou seja, não há dinheiro perdido.

A rentabilidade é o valor de retorno da aplicação, geralmente definido por um percentual, mas há que se ressaltar a diferença com o termo lucratividade. Já que a rentabilidade é o percentual de remuneração obtida, a lucratividade é o ganho  efetivo da aplicação. Para se chegar na conta perfeita - descontar os possíveis descontos de tributos e taxas administrativas.

E para finalizar, um investimento seguro gera tranquilidade. Caso tenha algum valor investido e se arrependa ou precise recuperar o dinheiro em casos de emergência financeira pode contar com a moeda de forma rápida e garantida.

Como todas essas características, só perderá dinheiro e o tempo se optar por não investir.

A rentabilidade é o valor do retorno da aplicação, geralmente definido por um percentual, entretanto

Tem dúvidas, estou a sua disposição!

Rodrigo Teixeira Mendes

Coluna Investimentos

Especialista em Finanças Corporativas pela UNICAMP, Especialista em Administração de Negócios pelo MACKENZIE, possui graduação em Direito pela UNIP (2002). Participante do Grupo de Jovens Empreendedores da ACIC - Campinas-SP, Colunista do Site Raquel Baracat sobre Investimentos, criador do Blog No Ponto, Palestrante e proprietário e administrador da Idees Treinamentos e Serviços Administrativos com sólida experiência na área de financeira (mercado de capitais e afins), comercial e relacionamento com clientes com atuação em empresas de variados porte e destaque no mercado há mais de 15 anos sempre buscando se destacar pela Liderança, Habilidade de Negociação e Visão Estratégica.

 

Comece a investir, antes que seja tarde demais - Coluna investimentos por Rodrigo Teixeira Mendes

Começar a investir é um passo muito importante caso você queira deseja de fato mudar a sua vida. Grande parte das pessoas pensam que é necessário grandes quantias para acessar ao mercado financeiro.  Na verdade é SIM e NÃO, pois você pode começar a investir com pouco dinheiro e também com muito dinheiro.

Hoje, por exemplo é possível começar a investir no Tesouro Direto com cerca de R$ 30,00, mas não adianta esperar que esse valor se torne um sonho se não houver planejamento e se criar uma rotina de poupar, porque isso não seria efetivo. 

O importante é manter sempre uma frequência nos investimentos.

Além disso, o mercado financeiro oferece ativos voltados para todos os públicos, desde iniciante até investidores com grande experiência, portanto, é o momento de deixar para o depois o que se pode fazer agora, ou seja, tirar esse sonho do papel.

Uma das primeiras dicas para se começar a investir é: quanto mais cedo iniciar, maior será o patrimônio no futuro. 

Ocorre que não há expectativas tão positivas em relação ao Brasil,  então, este pode ser o momento ideal para fazer o seu patrimônio crescer. De um ovo é possível fazer Omelete.

Por Que Você Deve Investir o Seu Dinheiro?

Todos nós sonhamos em estar bem, não passar nenhum tipo de dificuldade, não se privar de certas vontades. Felizmente ou infelizmente, em grande maioria essas vontades necessitam de dinheiro para serem realizadas, por exemplo, comprar um imóvel, fazer uma viagem de férias, trocar o smartphone e até mesmo para se aposentar (se depender do INSS - vela e cruz!).

No entanto, economizar e apenas guardar não costumam ser boas alternativas, pois a inflação é uma das suas maiores inimigas (mesmo com tempo de taxas baixas). A inflação faz com que o seu dinheiro perca valor ou poder de compra com o tempo. Por isso, os R$ 100,00 de hoje compram menos que os mesmos R$ 100,00 compravam 10 anos atrás. Assim, a tendência é de que leve mais tempo para concretizar os seus tão sonhados objetivos. Os investimentos pode ser vistos como o que faltava para fazer com que o patrimônio cresça de verdade e assim sendo, pode obter rendimentos sobre o montante aplicado.  

Sempre tenha em mente que com o ativo apropriado, é possível ter ganhos reais, isto é, ter retornos acima da inflação, somente assim, será possível atingir os seus objetivos em menos tempo do que ao juntar por conta própria, além disso, te permitirá formar um patrimônio sólido no médio e longo prazo. 

Então, arregaça as mangas e comece a planejar os seus investimentos...

Te ajuda se...

 

1. Estabeleça os seus objetivos.

2. Determine a quantia a ser investida.

3. Conheça os tipos de investimentos.

4. Conheça o seu perfil de investidor.

5. Procure uma instituição financeira.

6. Abra a sua conta.

7. Escolha os seus investimentos.

Tem dúvidas, estou a sua disposição!

Rodrigo teixeira Mendes

Coluna Investimentos

Especialista em Finanças Corporativas pela UNICAMP, Especialista em Administração de Negócios pelo MACKENZIE, possui graduação em Direito pela UNIP (2002). Participante do Grupo de Jovens Empreendedores da ACIC - Campinas-SP, Colunista do Site Raquel Baracat sobre Investimentos, criador do Blog No Ponto, Palestrante e proprietário e administrador da Idees Treinamentos e Serviços Administrativos com sólida experiência na área de financeira (mercado de capitais e afins), comercial e relacionamento com clientes com atuação em empresas de variados porte e destaque no mercado há mais de 15 anos sempre buscando se destacar pela Liderança, Habilidade de Negociação e Visão Estratégica.

 

O que precisa saber sobre o Tesouro Direto - Coluna Investimentos por Rodrigo Teixeira Mendes

O investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto é um dos mais democráticos do país. É possível aplicar a partir de 30 reais, os títulos têm garantia do governo e a rentabilidade de cada papel é a mesma independentemente do volume investido.

Os custos também costumam ser baixos, e as rentabilidades são formidáveis, em se tratando de um investimento garantido pelo governo e com baixíssimo risco de calote.

Mas embora tenha se popularizado nos últimos anos, o Tesouro Direto suscita muitas dúvidas nos investidores, pois à primeira vista, não parece assim tão simples quanto sugere ser.

O que são títulos públicos

Os títulos públicos federais são emitidos pelo governo federal para se financiar. Quem compra um título desses, está emprestando dinheiro ao governo em troca de uma remuneração. Trata-se, portanto, de um investimento de renda fixa.

Os preços dos títulos públicos e sua remuneração baseiam-se na taxa básica de juros, a Selic. A taxa básica é, portanto, o custo do dinheiro para o governo brasileiro. 

Os títulos públicos podem ser classificados de três formas:

- pós-fixados a taxas flutuantes, que pagam a variação da taxa Selic até o vencimento;

- prefixados, que pagam uma taxa já conhecida no ato da compra do título (por exemplo, 10% ao ano, 8% ao ano, e assim por diante); e

- pós-fixados indexados à inflação, que pagam uma taxa prefixada mais a variação da inflação pelo IPCA (por exemplo, 5% ao ano + IPCA).

Os títulos atrelados à Selic são chamados de Tesouro Selic (LFT). O investidor só recebe sua remuneração, junto com a devolução do principal, na data de vencimento.

Já os prefixados e os títulos atrelados à inflação têm duas versões cada: uma que paga juros semestralmente, o chamado cupom de juros; e outra que só paga os juros no vencimento, junto com a devolução do principal.

No caso dos prefixados, o Tesouro Prefixado (LTN) não paga cupom semestral, enquanto que o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F) paga juros a cada seis meses. Entre os atrelados à inflação, a versão sem cupom é o Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal). Já a versão com cupom é o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B).

De uma forma geral, os títulos atrelados à Selic são vantajosos quando a perspectiva é de alta na taxa básica de juros. Também são interessantes como substitutos da caderneta de poupança, para investimentos que possam precisar ser resgatados a qualquer momento e para investidores que desejem se manter conservadores.

Já os prefixados e indexados à inflação são interessantes quando a perspectiva é de queda nos juros até a data de vencimento do papel.

O Tesouro Direto dispõe de um simulador que ajuda o investidor a escolher os títulos mais adequados ao seus objetivos financeiros e ao prazo disponível para aplicação.

O Tesouro Direto

A forma mais acessível para o investidor pessoa física investir em títulos públicos é pelo Tesouro Direto. Trata-se de uma plataforma on-line de negociação que o investidor pode operar por conta própria, fruto de uma parceria entre o Tesouro Nacional e a B3, antiga BM&FBovespa.

Como investir no Tesouro Direto

Para investir no Tesouro Direto, o investidor precisa abrir conta em uma corretora de valores, que servirá como intermediária na compra e venda de títulos. Os títulos do investidor ficam custodiados em seu nome na B3. Ou seja, seu patrimônio não se mistura ao da corretora.

Algumas corretoras são agentes integrados de custódia, o que significa que elas permitem compras e vendas de títulos dentro das suas próprias plataformas on-line. Nas corretoras que não contam com essa funcionalidade, o investidor deve acessar o sistema do Tesouro Direto para fazer movimentações.

Há também corretoras que permitem compras e vendas programadas de títulos. O investidor pode agendar as transações e reinvestir os cupons semestrais ou valores recebidos no vencimento dos títulos.

Com a opção do reinvestimento, sempre que o investidor recebe juros ou a devolução do principal, esses recursos são automaticamente aplicados em novos títulos.

Essas opções são interessantes para quem investe para o longo prazo ou deseja investir uma quantia todo mês, por exemplo.

O investimento mínimo no Tesouro Direto é de 1% do valor de um título, com limite mínimo de 30 reais. Não há limite máximo de patrimônio que um investidor pode manter em títulos públicos, mas o limite máximo de compras é de um milhão de reais por mês.

Mercado secundário de títulos públicos

O investimento via Tesouro Direto consiste em uma negociação no mercado primário, isto é, diretamente com o emissor do título – o governo federal. O investidor adquire os títulos diretamente do governo e, caso queira vendê-los antes do vencimento, o governo os recompra. Não há transação entre os investidores.

Mas é possível para a pessoa física investir no mercado secundário de títulos públicos, onde os investidores – geralmente instituições financeiras e fundos de investimento – negociam entre si.

As vantagens desse mercado são a oferta de uma variedade maior de títulos com vencimentos diferentes, o custo menor (o investimento pode sair de graça!) e, consequentemente, uma rentabilidade superior à do Tesouro Direto.

Entretanto, para participar o investidor precisa investir valores maiores, em geral a partir de 50 mil reais. Além disso, não é possível negociar Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal).

Para investir no mercado secundário de títulos públicos, o investidor também precisa abrir conta em uma corretora de valores. Mas em vez de seus títulos ficarem custodiados na bolsa, ficam custodiados no Selic – Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Os pedidos de compra e venda em geral também não são feitos on-line, mas pelo telefone, via mesa de operações.

Quanto custa

Todo investimento em títulos públicos está sujeito à cobrança de imposto de renda sobre os rendimentos, conforme a tabela regressiva válida para as aplicações financeiras. Para aplicações de prazo inferior a 30 dias, há também a cobrança de IOF sobre a rentabilidade.

Quanto às taxas, o investimento no Tesouro Direto é sujeito a uma única taxa obrigatória, a taxa de custódia que remunera a guarda dos títulos na bolsa. Trata-se de uma cobrança de 0,3% ao ano sobre o patrimônio investido.

A maioria das corretoras cobra ainda uma taxa de administração, chamada de taxa de agente de custódia, de até 0,5% ao ano sobre o patrimônio investido.

No caso do investimento no mercado secundário, não há cobrança de taxa de custódia. É comum também que as corretoras isentem essa modalidade de taxa de administração. Nesses casos, o investimento sai a custo zero para o investidor. Há apenas a cobrança de impostos sobre os rendimentos.

Risco de crédito

Os títulos públicos são os investimentos de menor risco de crédito do país. Isso quer dizer que eles têm o menor risco de calote da nossa economia. Com garantia do governo federal, são mais seguros do que a poupança e os títulos emitidos por grandes bancos. Afinal, qualquer emissor de títulos privado do Brasil corre, além dos riscos do próprio negócio, o risco do governo brasileiro.

Risco de liquidez

O risco de liquidez também é bastante reduzido, pois há liquidez diária. Apesar de terem prazos longos, todos podem ser vendidos antes do vencimento. No Tesouro Direto, o investidor os revende para o governo; no mercado secundário, os vende para outro investidor.

As compras e vendas podem ser efetuadas nos dias úteis, das 9h30 às 18h, pelos preços e taxas do momento da transação. Das 18h às 5h dos dias úteis e em fins de semana e feriados, as transações ficam agendadas para o primeiro horário do primeiro dia útil subsequente, pelos preços e taxas do momento da abertura do mercado.

No Tesouro Direto, quando ocorre o vencimento de um título ou o pagamento de cupom de juros, os recursos ficam disponíveis na conta da corretora do investidor no mesmo dia, a partir das 13 horas. Já os recursos resultantes da venda antecipada de um título ficam disponíveis na instituição financeira a partir das 13h do dia seguinte ao da venda.

Risco operacional

Quanto ao risco operacional, muitos investidores se preocupam com a solidez da corretora pela qual farão as transações. Mas a corretora é apenas uma intermediária. No caso do Tesouro Direto, os títulos do investidor ficam custodiados na bolsa. Já no caso do mercado secundário, ficam custodiados no Selic, em uma conta apartada da conta da corretora.

Assim, se a corretora quebrar, basta que o investidor transfira sua custódia para outra instituição financeira. Seu patrimônio permanece intacto. A transferência de custódia, aliás, pode ser feita sempre que o investidor quiser mudar de corretora, sem custo algum.

Risco de mercado

Há o risco de mercado, que é o que mais costuma confundir o investidor. A rentabilidade dos títulos só é garantida para quem carrega o papel até o vencimento. Quando ocorre uma venda antecipada, o título é vendido a preço de mercado. E este depende da Selic atual e das perspectivas futuras para a taxa básica de juros.

Os preços dos títulos públicos, portanto, flutuam. Acontece que uns flutuam mais do que outros. O Tesouro Selic (LFT), neste sentido, é o título mais conservador, pois geralmente valoriza, já que seu preço flutua conforme a Selic. Assim, na venda antecipada, o rendimento do investidor tende a ser positivo, ainda que não seja exatamente igual à Selic do período.

Os títulos prefixados e atrelados à inflação, no entanto, podem flutuar para cima ou para baixo, dependendo da expectativa para a Selic. Perspectivas de alta para os juros tendem a desvalorizar esses papéis, enquanto que perspectivas de queda tendem a valorizá-los. Quanto maior o prazo do título, maiores costumam ser as oscilações de preço.

Portanto, na hora da venda antecipada, o investidor pode ter ganhos, mas também pode ter rendimento negativo, dependendo do cenário econômico e das perspectivas para a Selic. Nesses casos, é mais aconselhável ficar com o título até o vencimento, para garantir a rentabilidade contratada em qualquer circunstância.

Tem dúvidas? Nos contate!

 Abraços e boa semana!

Rodrigo Teixeira Mendes

Coluna Investimentos

Graduado em Direito pela Universidade Paulista e Pós Graduado em Administração de Negócios pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, além de possuir experiências na área financeira e comercial em empresas como Banco Itaú, RR Donnelley Moore, Camargo Correa. Atualmente tem atuação no setor financeiro e ministra cursos e palestras na área de Educação Financeira com foco na disseminação do conhecimento de produtos disponíveis no Mercado Financeiro (Finanças Pessoais, Renda Variável, Renda Fixa). E-mail: rodrigo@valutainvest.com.br  Telefone: (19) 99626-1540/(19) 2513-0103

 

 

Ágora e Valuta Invest convidam para palestra sobre renda fixa e títulos públicos com a presença de Fábio Calderaro

Ágora e Valuta Invest convidam para palestra sobre renda fixa e títulos públicos com a presença de Fábio Calderaro, dia 09-10 no Mercure Campinas.