De Beethoven A Piazzolla, João Carlos Martins realiza Concerto/Live

O concerto, viabilizado através da Lei de Incentivo à Cultura - Ministério do Turismo, será transmitido pelos canais do maestro e do SESI-SP no Facebook e YouTube

João Carlos Martins e a Bachiana Filarmônica SESI-SP, após uma sequência de concertos/lives onde passearam por temas clássicos, trilhas de cinema, canções populares internacionais e nacionais, dedicam à música clássica sua próxima apresentação, em 11 de setembrodiretamente do Teatro do SESI com transmissão no canais do maestro e SESI-SP no Facebook e YouTube.

O concerto, viabilizado através da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério do Turismo, começa com uma das mais conhecidas peças do repertório orquestral. Eine Kleine Musik (Uma Pequena Serenata Noturna), de W.A. Mozart, que, embora nunca tenha sido levada a público por seu compositor, é sua obra mais executada.

Uma das sinfonias mais fortes do repertório clássico, a Sinfonia nº 5, de L.V. Beethoven, segue impactando o público sempre que são ouvidas suas quatro notas iniciais. Martins apresenta Allegro com brio, o primeiro movimento desta peça também conhecida como Sinfonia do Destino, considerada um "monumento" da criação artística.

Seguindo a noite ainda com L.V. Beethoven, o Concerto para Piano nº 3 - Rondó: Allegro, com o solista Davi Campolongo, um diamante descoberto e que está sendo lapido cuidadosamente pelo maestro João Carlos Martins, executará o terceiro movimento final ao piano, em tom maior marcado pela velocidade de um Presto Finale.

A soprano Anna Beatriz Gomes, parte do time de talentos descobertos pelo maestro João Carlos Martins, interpreta a ária A Rainha da Noite, da ópera A Flauta Mágica, de W.A. Mozart. A Rainha da Noite é a vilã da história, que representa as conturbadas relações de poder e subordinação da sociedade da época e a legitimidade dos aristocratas e das tiranias.

A ária mais conhecida do compositor Giácomo PucciniNessun Dorma, do último ato da ópera Turandot refere-se à proclamação da princesa Turandot, determinando que ninguém deve dormir: todos passarão a noite tentando descobrir o nome do príncipe desconhecido, Calaf, que aceitou o desafio. Imortalizada na voz de Luciano Pavarotti, será interpretada pelo tenor Jean William, que já encantou multidões cantando esta ária.

A noite segue com a segunda Valsa composta por Dmitri Shostakovich. Parte da Suíte para Orquestra de Variedades, uma suíte em oito movimentos, a valsa é o sétimo movimento da versão original e foi trilha sonora do filme soviético The First Echelon (1955).

Fechando o programa, o maestro João Carlos Martins assume o piano com uma das melodias mais belas de Astor PiazzollaAdios Nonino, que o autor chamava de seu tango número um.

 

Maestro João Carlos Martins

Bachiana Filarmônica SESI-SP

Solistas: Anna Beatriz Gomes (soprano), Davi Campolongo (piano) e Jean William (tenor)

Maestro adjunto: Adriano Machado

11 de setembro, 20h30

Facebook e YouTubeMaestro João Carlos Martins e Sesi São Paulo

Lei de Incentivo à Cultura - Ministério do Turismo

 

PROGRAMA

Eine Kleine Musik (Uma Pequena Serenata Noturna)

(Wolfgang Amadeus Mozart)

 

Sinfonia nº 5 - Allegro com brio

(Ludwig van Beethoven)

 

Concerto para piano nº 3 - Rondó: Allegro

(Ludwig van Beethoven)

Regência: Maestro Adriano Machado

Solista Davi Campolongo (piano)

 

A Flauta Mágica - Ária A Rainha da Noite

(Wolfgang Amadeus Mozart)

Solista Anna Beatriz (soprano)

 

Nessun Dorma

(Giácomo Puccini)

Solista Jean William (tenor)

 

Valsa

(Dmitri Shostakovich)

 

Adios Nonino

(Astor Piazzolla)

Regência: Maestro Adriano Machado

João Carlos Martins ao piano

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Orquestra Sinfônica da Unicamp recebe o coro contemporâneo de Campinas em concertos para o Natal

Encerrando suas atividades do ano de 2019, a Orquestra Sinfônica da Unicamp recebe o Coro Contemporâneo de Campinas, em concertos sob regência de Angelo Fernandes. No programa, obras do repertório sacro tradicional para coro e orquestra, como trechos do Messias de Haendel; canções de Natal arranjadas para esta formação, entre outras. Os cantores solistas destes concertos, integrantes do Coro Contemporâneo de Campinas, serão: Beatriz Esposito, Isabelle Dumalakas, Lara Ramos, Rebeca Oliveira (sopranos) e Clóvis Português (tenor).

O Coro Contemporâneo de Campinas é fruto da união do Maestro Angelo Fernandes com os alunos de canto, instrumento, regência e composição dos cursos de música do Instituto de Artes da UNICAMP. Guiando-se pelo desejo de disseminar a música coral em Campinas – por meio de um projeto capaz de desenvolver um amplo trabalho de formação de cantores e regentes corais – o coro surgiu em 2009, com uma atuação que contempla repertório a cappella e montagem de óperas e cantatas.

Concomitantemente, o grupo realiza também, pesquisas com o intuito de formar um repertório de alto nível técnico e artístico, com ênfase na música coral composta nos séculos XX e XXI.

A constante pesquisa, aliada à busca e vontade de participar em eventos realizados na região circundante, em importantes festivais e encontros nacionais e internacionais, fizeram com que o grupo, a despeito de sua jovem trajetória, tenha ganhado destaque, sendo conhecido regional e nacionalmente. Além de atingir visibilidade e reconhecimento internacional, devido à participação e premiação em eventos de relevância na cena musical.

Desde sua criação, o grupo vem mantendo, além do alto nível técnico, uma atividade intensa, tendo em seu currículo a realização de vários concertos nas regiões de Campinas, Ribeirão Preto e do Sul de Minas Gerais; a montagem de concertos e óperas em parceria com orquestras e outros coros, assim como, a participação em encontros e festivais.

Do repertório dedicado à música a cappella, destacamos a variedade de estilos que abrangem os compositores como Claudio Monteverdi, Henry Purcell, Hans Leo Hassler, Francis Poulenc, Anton Bruckner, Hugo Alfven, Javier Busto, Eric Whitacre e os brasileiros Carlos Alberto Pinto da Fonseca, Marlos Nobre, Ronaldo Miranda e arranjos de músicas populares.

Dentre suas produções destacam-se a participação na montagem das óperas “Don Giovanni”, “A Flauta Mágica” e “A Clemência de Tito”, de W. A. Mozart, “Dido e Eneias” de Henry Purcell, e “West Side Story”, de Leonard Bernstein. Entre as obras sacras, as montagens da Missa “Lord Nelson” de Joseph Haydn, “Réquiem” de Gabriel Fauré, de W. A. Mozart e o “Réquiem Alemão” de Johannes Brahms, “Oratório de Natal” de J. S. Bach, e a “Missa”, de Igor Stravinsky. Também realizou a cantata “Carmina Burana” de Carl Orff, “Sinfonia nº 2”, de Gustav Mahler, “Sinfonia nº 2”, de Felix Mendelssohn, “Sinfonia nº 9” de L. Beethoven, “Maracatu do Chico-rei” de Francisco Mignone, e “Choros nº 10”, de H. Villa-Lobos.

Em 2014 e 2015 o Coro Contemporâneo de Campinas participou de toda a temporada da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. Além disso, o grupo se apresentou no VII Festival Internacional de Coros de San Juan (Argentina), no qual realizou vários concertos, apresentando um repertório composto por obras sacras de diversos compositores dos séculos XX e XXI, junto com obras brasileiras nacionalistas das décadas de 20 e 30. Destacamos também, dando continuidade a sua promissora trajetória, que o grupo recebeu o prêmio 1º lugar no III Encontro de Coros e Weinfest do Club Transatlântico de São Paulo, concorrendo com diversos coros do Estado de São Paulo.

 

Angelo Fernandes tem se destacado com grande sucesso por sua dedicação à música vocal e à pedagogia do canto. Músico de diversas possibilidades vem desenvolvendo uma ampla atividade como cantor, pianista, regente coral e professor de canto. É docente do Departamento de Música do Instituto de Artes da UNICAMP onde leciona Canto, Ópera Studio, Música de Câmara, Técnica Vocal e Dicção.

Tornou-se Doutor (2009) e Mestre (2004) em Música pelo Programa de Pós-Graduação em Música do Instituto de Artes da UNICAMP, Especialista em Regência Coral (2001) e Bacharel em Música com habilitação em piano (1994) pela Escola de Música da UFMG.

Entre seus principais professores e orientadores destacam-se Carlos Alberto Pinto Fonseca, Iara Fricke Matte e Lincoln Andrade (Regência Coral), Eduardo Hazan, Lucas Bretas, Berenice Menegale e Helly Drumond (Piano e Música de Câmara), Isabel Maresca, Inácio de Nonno, Adriana Giarola Kayama, Eliane Fajioli e Amin Feres (Canto).

Como pesquisador, foi bolsista de Pós-Doutorado do CNPq e tem se dedicado intensamente ao estudo da técnica vocal na prática coral dos diversos períodos históricos e estilos de música composta para coro e sua aplicação na performance coral atual. Tem trabalhado também com o resgate e análise musical da obra vocal do compositor mineiro Carlos Alberto Pinto Fonseca.

Na área da performance musical tem realizado diversos recitais de câmara como pianista ou cantor, apresentando um repertório diversificado com ênfase na canção brasileira de câmara. É diretor artístico do Ópera Estúdio UNICAMP, grupo com o qual tem dirigido a montagem de diversas óperas com elencos de cantores jovens ligados ao Curso de Música da UNICAMP em parceria com a Orquestra Sinfônica desta universidade. Seu trabalho de maior destaque, contudo, é sua atuação como regente à frente do Coro Contemporâneo de Campinas, tendo já se apresentado em diversas cidades brasileiras e também no exterior, sempre levando um repertório de alto nível técnico e artístico.

SERVIÇO:

Orquestra Sinfônica da Unicamp apresenta: Concerto de Natal

13 dez . sex . 19h30

Paróquia Sagrado Coração de Jesus

Praça Monsenhor Jerônimo Baggio, 40. Bairro Nova Paulínia. Paulínia-SP.

17 dez . ter . 20h

Igreja Santo Antônio

Av. da Saudade, 854. Ponte Preta. Campinas-SP.

18 dez. qua. 13h

Casa do Lago (Unicamp).

Orquestra Sinfônica da Unicamp

Coro Contemporâneo de Campinas

Angelo Fernandes, regência

Beatriz Esposito, Isabelle Dumalakas, Lara Ramos, Rebeca Oliveira (sopranos) e Clóvis Português (tenor).

 

 

 

 

 

Concerto Oficial da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas na PUC-Campinas e Pedreira

A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas completa 90 anos e visando expandir seu público, se apresenta-se dia 03 de maio,  das 10h às 12h ensaio aberto e às 20h  Concerto na PUC-Campinas, Campus I Auditório João Gilberto, Rua Professora Ana Maria Silvestre Adade, no Parque das Universidades, Campinas e dia 04 de maio, às 20h na Igreja de Santana, Rua Siqueira Campos, 117, Centro, Pedreira,  sob regência do maestro Erich Lehninger, natural da Alemanha onde mantém uma intensa agenda como solista e camerista que o levou dos EUA até a China, também atuou como solista com importantes orquestras no Brasil e no exterior.

Serão executados  músicas  do compositor Georg Friedrich Händel,  com as obras Música Aquática, Suíte No.1, Fá maior; Música Aquática, Suíte No.3, sol maior e Música Aquática,  Suíte No.2, ré maior.

Esta peça é uma coleção de movimentos orquestrais, frequentemente divididos em três suítes, compostas por  Händel. Sua estreia se deu em 17 de julho de 1717, após o rei Jorge I  encomendar um concerto  para ser execudado sobre o rio Tâmisa. O concerto foi executado originalmente por cerca de 50 músicos, situados sobre uma barca nas proximidades da barca real , a partir da qual o monarca escutava a peça com seus amigos mais próximos, incluindo Anne Vaughan, Duquesa de Bolton, a Duquesa de Newcastle, a Condessa de Darlington, Condessa de Godolphin, Madame Kilmarnock e o Earl das Órcades. As barcas, que se dirigiam a Chelsea ou Lambeth e deixando a festa pouco depois da meia-noite, aproveitavam-se das marés do rio. O rei Jorge teria gostado tanto das suítes que pediu a seus músicos, já esgotados, que tocassem-na por três vezes durante o tempo do percurso.

 

Serviços

 Data: 03 de maio, às 20h  Concerto na PUC-Campinas, Campus I Auditório João Gilberto

Rua - Professora Ana Maria Silvestre Adade, no Parque das Universidades, Campinas

 

Data: 04 de maio, às 20h na Igreja de Santana

Rua - Siqueira Campos, 117, Centro, Pedreira,

 Concerto gratuito.

 

 

 

 

Orquestra fará a estreia brasileira do concerto para trompete e orquestra N° 2 de Arturo Sandoval com o solista espanhol Ruben Simeó Gijón

 

Nos dias 20 sábado às 20h e 21 domingo às 11h , de outubro, a Orquestra Sinfônica de Campinas apresentará um programa muito especial. Sob a regência do seu diretor artístico e regente titular Victor Hugo Toro, a Orquestra recebe o virtuoso trompetista espanhol Ruben Simeó Gijón, que apresentará, em estreia brasileira, o concerto para trompete e orquestra N° 2 de Arturo Sandoval e uma série de virtuosos e brilhantes arranjos para seu instrumento, tais como o segundo movimento do famoso “Concierto de Aranjuez” de Joaquin Rodrigo, “My Way” (François/Revaux), Carnaval de Venecia (Arban) e “La Virgen de la Macarena” (Kofe). Do maior compositor brasileiro, Heitor Villalobos, a orquestra apresenta também o poema sinfônico ”Uirapurú” e a famosa “Bachianas brasileiras n° 4”.

 "Uirapuru" é das primeiras obras-primas de Villa-Lobos. A partitura retrata o ambiente da selva brasileira e seus habitantes naturais , os índios , com uma impressionante riqueza de detalhes. O argumento que serviu de base para a composição desse poema sinfônico é de autoria do próprio autor e conta a história de um pássaro (o uirapuru, que na mitologia indígena é considerado o 'deus do amor') que se transforma em um belo índio, disputado pelas índias que o encontram. Um índio ciumento, não suportando aquela adoração, flecha-o mortalmente. Ao retornar à sua condição de pássaro torna-se invisível e dele se ouve apenas o canto que desaparece no silêncio da floresta.

 

Bachianas brasileiras é uma série de nove composições de Heitor Villa-Lobos. Nesse conjunto, escrito para formações diversas, Villa-Lobos fundiu material folclórico brasileiro (em especial a música caipira) às formas pré-clássicas no estilo de Bach, procurando construir uma versão brasileira dos Concertos de Brandemburgo de Bach. As Bachianas brasileiras n° 4 foi composta para piano a partir de 1930, mas estreada somente em 1939, tendo sido orquestrada em 1942.

 Arturo Sandoval é uma autêntica lenda da música latina e uma referência mundial no Jazz. Trompetista e pianista, começou a estudar o trompete aos 12 anos de idade. Foi co-fundador do grupo “Irakere” e a partir de 1981 iniciou a sua carreira solo. Foi um protegido  do lendário mestre do jazz Dizzy Gillespie e ganhou  10 prêmios Grammy, 6 prêmios Billboard e um prêmio Emmy. Seu concerto para trompete N° 2 foi estreado na república checa em 2016 e desde então forma parte do repertorio habitual dos grandes trompetistas do mundo.

 Rubén Simeó Nasceu em Vigo (Espanha) e desde criança demostra umas faculdades excecionais no trompete. Desde os 8 anos ganha grandes prêmios em concursos internacionais como Yamaha Madrid, Cidade de Benidorm (presidido por Maurice André), Porcia Italia, Maurice André Francia, Selmer Paris, P. Jones, Gebwiller, Francia, Theo Charlier Bélgica, etc. Ele se apresenta regularmente com grandes Orquestras como: Radio Televisión Española, Orquesta de Valencia, Filarmónica de Galicia, Sinfónica Illas Baleares, Orquesta de Múnich, Stuttgart (Alemania) Paris, Filarmónica Nantes, Niza(Francia), Metropolitana de Lisboa, Viana do Castelo (Portugal) Sinfónica de San Cristóbal (Venezuela), Roma, Filarmónica de Cannes (Francia), Sinfónica de Porcia, Emile Romagne (Italia ) Beijing (China) Heredia, San José (Costa Rica), Caracas (Venezuela), Sinfónica de Kanazawa (Japón), etc. Em 2005 recebeu o “Prêmio Europeio da cultura” como reconhecimento à sua brilhante carreira. Atualmente é concertista em trompete, atividade que alterna com a de professor no conservatório de Plasencia e masterclasses em vários países.

 

Serviço

Orquestra Sinfônica de Campinas


 Horário: 29/9, sábado, às 20h; 30/9, domingo, às 11h.

Local: Teatro Castro Mendes (Praça Corrêa de Lemos,s/nº, Vila Industrial. Campinas). Telefone (19) 3272-9359.

Ingressos: sábado - R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (estudantes, aposentados), R$ 10,00 (professores das escolas públicas e privadas de Campinas e das cidades da Região Metropolitana, pessoas com mobilidade reduzida e portadores de deficiências), R$ 5,00 (estudantes das redes municipal e estadual). 

Valor promocional aos domingos: R$ 6,00 (inteira), R$ 3,00 (meia entrada); R$ 2,00 (professores das escolas públicas e privadas de Campinas e das cidades da Região Metropolitana, pessoas com mobilidade reduzida e portadores de deficiências); R$ 1,00 (estudantes das redes municipal e estadual).



 

 

 

 

Sinfônica leva “As Quatro Estações” para Pedreira e Morungaba

A Orquestra Sinfônica  Municipal de Campinas apresenta-se nos dia  05 e 06 de outrubro, com o  Projeto “Sinfônica Visita a RMC”. Este que já é desenvolvido há alguns anos, visa levar a música da Sinfônica de Campinas para as cidades vizinhas e as que compõem a nossa Região Metropolitana. No dia 05 de outubro o concerto será na cidade de Pedreira , na Igreja de Sant'Ana e no dia 06 é a cidade de Morungaba que recebe o evento no Teatro Municipal. Os dois concertos  têm início às 20 horas.

O concerto terá a regência do violinista e maestro  Emerson Kretschmer. Solista e regente convidado  da Sinfônica de Campinas,  para a fantástica obra “As Quatro Estações” de Vivaldi e do Narrador Felipe Venâncio.

“As Quatro Estações”  é composta por quatro concertos para violino e orquestra,   especificando nitidamente cada uma das estações. Esta obra  foi publicada em 1725 e fez com que Vivaldi ficasse conhecido do grande público.

 Antonio Lucio Vivaldi nasceu em Veneza em 1678. Era o mais velho de sete irmãos. Seu pai era barbeiro e também um talentoso violinista, alguns chegaram a considerá-lo como um virtuoso do instrumento. Depois de iniciar o primogênito na música, matriculou-o, ainda pequeno, na Capela Ducal de São Marcos, para aperfeiçoar seus conhecimentos musicais e induziu-o a estudar Teologia. Em 1703, aos 25 anos, Vivaldi foi ordenado padre. Mas um ano depois abandonou as missas para dedicar-se apenas à música. Permaneceu padre, trabalhava para a igreja, apenas não rezava missas.

 

Emerson Kretschmer graduou-se pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), nas classes dos professores Hella Frank e Marcello Guerchfeld, teve aulas com o violinista Fernando Hasaj em Montevidéu e especializou-se na Internationale Sommerakademie Mozarteum em Salzburgo (Áustria). Tem atuado como solista em várias orquestras, entre elas a própria Ospa, a de Câmara da Ulbra, a da Unisinos e a Sinfônica de Caxias do Sul. Participou das gravações de vários CDs, bem como das trilhas sonoras dos filmes “Concerto Campestre” e “Sal de Prata”. Realizou turnê pela Europa como integrante da Orquestra de Câmara Solistas de Salzburgo, participando de um registro fonográfico na Alemanha. Em 2006, em turnê pela Argentina, recebeu nota máxima do crítico Héctor Coda, que escreveu no jornal La Nación: “Com um arco seguro e com um som maravilhoso, o solista desempenhou uma performance ao nível dos grandes solistas”. No mesmo ano, ganhou o concurso para spalla da Ospa. Ocupa também o posto de spalla da Orquestra de Câmara da Ulbra.

O programa a ser apresentado é uma das obras mais conhecidas e admiradas de  Vivaldi e uma das obras mais importantes do período barroco.  Antonio Vivaldi nasceu em Veneza em 04/03/1678 e morreu em Viena em  28/07/1741.

 

Programa:

As Quatro Estações

Primavera

Verão

Outono

Inverno

Regente e Solista

Emerson Kretschmer

Narrador

Felipe Venâncio

 

Serviço:

Dia 05 de outubro – 20 horas

Local - Igreja de Sant'Ana

Rua Antônio Castelo, 10, Centro

Pedreira - SP, 13920-000

 

Dia 06 de outubro – 20 horas

Local - Teatro Municipal

R. Pereira Cardoso, 377, Centro

Morungaba - SP, 13260-000

 Os dois concertos são gratuitos.

Maestro Cristóbal Urrutia del Río rege Sinfônica de Campinas neste fim de semana  

Sob a batuta do maestro convidado Cristóbal Urrutia del Río, a Sinfônica de Campinas se apresenta neste fim de semana, no sábado, 15, às 20h, e no domingo, 16, às 11h, no Teatro Castro Mendes. 

No repertório, do barraco ao clássico, com obras de Carl Philipp Emanuel Bach (1714-1788) - filho do genial J. S. Bach e  um dos músicos mais celebrados e influentes de seu tempo; Jean-Philippe Rameau (1683-1764) - considerado o principal compositor francês do século 18; e Joseph Haydn (1732-1809) - o primeiro nome da tríade da produção clássica, seguido por Mozart e Beethoven, e autor de vasta obra. 

 

Maestro convidado

O chileno Cristobal Urrutia del Río, convidado dos próximos concertos, é regente, violinista e violista especialista em música antiga na Holanda e Bélgica. Como maestro tem trabalhado habitualmente com a Orquestra de Câmara do Chile, a Orquestra Clássica da Universidade de Santiago e a Orquestra Sinfônica de Concepcion, incluindo também produções de ópera. Atua em diversas orquestras jovens em projetos de introdução à interpretação no Chile, patrocinados pela Fundação Andes, Fundação de Orquestras Jovens e de Crianças, Ministério de Relações Exteriores e o Conselho Nacional da Cultura e as Artes do Chile.

Começou seus estudos de violino com Osvaldo Urrutia, Manuel Bravo e Jaime de la Jara. Entre 1996 e 2000 foi bolsista da Fundação Andes. Obteve o título em violino da Columbus College (Georgia, EEUU) como aluno de Patricio Cobos, e violino barroco nos conservatórios reais da Haia (Holanda) e Bruxelas (Bélgica), como aluno de Ryo Terakado y Sigiswald Kuijken.

Como violinista e violista barroco tocou em algumas das mais prestigiadas orquestras barrocas europeias como La Petite Bande, Il Complesso Barocco, Il Fondamento e o Ricercar Consort e participou em diversas gravações para selos como Deutsche Grammophon (Archiv), Hyperion e Deutsche Harmonia Mundi.  

 

Programa

Carl Philipp Emanuel Bach (1714-1788)

Sinfonia em Ré Maior, Wq 183/1 

 

Jean-Philippe Rameau (1683-1764)

Suíte instrumental da ópera “Dardanus” 

 

Joseph Haydn (1732-1809)

Sinfonia n.º 104 em Ré Maior, Hob 1/104 

 

Serviço

Orquestra Sinfônica de Campinas

Cristóbal Urrutia del Río, regente

 

Quando: 15/9, sábado, às 20h; 16/9, domingo, às 11h.

Onde: Teatro Castro Mendes (Praça Corrêa de Lemos,s/nº, Vila Industrial. Campinas). Telefone (19) 3272-9359.

Ingressos: sábado - R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (estudantes, aposentados), R$ 10,00 (professores das escolas públicas e privadas de Campinas e das cidades da Região Metropolitana, pessoas com mobilidade reduzida e portadores de deficiências), R$ 5,00 (estudantes das redes municipal e estadual). 

Valor promocional aos domingos: R$ 6,00 (inteira), R$ 3,00 (meia entrada); R$ 2,00 (professores das escolas públicas e privadas de Campinas e das cidades da Região Metropolitana, pessoas com mobilidade reduzida e portadores de deficiências); R$ 1,00 (estudantes das redes municipal e estadual).

 

 

 

 

Solistas da Sinfônica da Unicamp realizam concerto na Capela da Santa Casa, na próxima 4ª

Apresentação faz parte do projeto Identidade, Música e Arquitetura e integra as comemorações dos 50 anos da Unicamp

Sob a regência de Artur Huf, que também é solista no violino,combinação virtuosística das cordas e arcos é destaque do concerto da próxima quarta.

A combinação virtuosística das cordas e arcos nos concertos para violino de J. S. Bach (1685-1750) é o destaque na apresentação dos solistas da Sinfônica da Unicamp (OSU), na Capela da Santa Casa, em Campinas, no dia 18 de maio (quarta-feira), às 19h.

O concerto, sob a regência de Artur Huf, que também atua como solista em três obras, integra o projeto Identidade, Música e Arquitetura, realizado em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil. O mesmo programa acontece no Auditório da Faculdade de Ciências Médicas (Unicamp), no dia 19 (quinta-feira). Para ambos, a entrada é gratuita.

O repertório reúne o Quinteto de Câmara da OSU formado pelos solistas Ivenise Nitchepurenko e Everton Amorim (violinos), José Eduardo D´Almeida (viola), Lara Z. Monteiro (violoncelo) e Walter Valentini (contrabaixo). A regente titular da OSU, Cinthia Alireti, também integra o grupo como cravista.

O repertório traz ainda algumas particularidades. Segundo Artur Huf, apesar da grande importância dos concertos BWV 1041 e BWV no repertório violinístico, sua popularidade é relativamente recente. “Somente por volta de 1850, 100 anos após a morte de J. S. Bach, é que aparecem as primeiras versões impressas. Ele próprio era um excelente instrumentista e este conhecimento prático é perceptível em cada uma de suas notas na partitura. Não há razões para supor-se que eles tenham sido escritos como um par. Entretanto, de certa maneira eles se complementam magnificamente um ao outro”.

Quanto ao concerto BWV 1056R, trata-se de uma obra “muito conhecida pela sua versão para cravo em fá menor. Na sua forma original, ele pode estar entre os primeiros concertos escritos por Bach no seu período em Köthen (1717-1723). Seu charmoso segundo movimento, Bach o utilizou como uma introdução na sua Cantata nº 156”, destaca o músico.

Solistas

Ivenise Nitchepurenko, violino

Formada pela UNESP no curso de Bacharelado em Instrumento (violino), integrou diversas orquestras paulistas, como Orquestra Acadêmica da Unesp (spalla), Orquestra Sinfônica de  Santo André (1° violino), Orquestra Sinfônica de Piracicaba (concertino), entre outras. Integra o grupo "Oficina de Cordas" (Campinas) e é spalla e coordenadora pedagógica da Orquestra Sinfônica de Rio Claro. Foi aprovada com primeira colocação no concurso para vaga de  violinista da Orquestra Sinfônica da Unicamp.

Everton Amorim, violino

Bacharel e mestrando em Música pela Universidade de São Paulo, desenvolve pesquisa na área de Performance com enfoque na obra do compositor ítalo-brasileiro Glauco Velásquez. A convite da Hochschule fur Musik Karlsruhe, apresentou concertos de música de câmara brasileira no Brasil e na Alemanha. Atuou como solista junto à Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo - OCAM, e como solista, recitalista e professor em três edições do Festival de Música de Prados-MG. É membro da Orquestra Sinfônica da Unicamp desde 2016.

 

José Eduardo D'Almeida, viola

Iniciou seus estudos no Conservatório de Tatuí e teve entre seus professores Bela Mori e Paulo Bosísio. Formou-se pela Faculdade Santa Marcelina onde também foi professor de viola. Foi primeira viola da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas de 1981 a 2014. Atualmente é primeira viola da Orquestra Sinfônica da Unicamp e integrante do Quarteto D’Arcos.

Lara Ziggiatti Monteiro, violoncelo

Primeiro violoncelo da Orquestra Municipal de Campinas e da Orquestra Sinfônica da Unicamp. Formada em piano e violoncelo pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas e bacharel em violoncelo pela Unicamp, na classe do violoncelista Antônio Lauro Del Claro. Realiza um trabalho de aperfeiçoamento sob orientação do violoncelista Alceu Reis. Foi fundadora do Quarteto D´Arcos, com o qual participou de vários masterclasses no Brasil e no exterior. Com o mesmo quarteto, foi detentora do Prêmio Rotary Internacional e do primeiro lugar nos Concursos de Música de Câmera da Faculdade Santa Marcelina e da Escola de Música de Araçatuba, tendo participado de concertos no México , Argentina e Estados Unidos.

 

Walter Valentini, contrabaixo

Iniciou estudos de contrabaixo na escola Ernst Mahle Piracicaba, com o professor Sandor olnar. Bacharel pela Unicamp, em contrabaixo, com Paulo Pugliesi. Mestre pela Baylor University, com Chris Buddo. Estudou também com Valeria Poles e Volkan Orhon (Universidade de Iowa). 

 

Cinthia Alireti, cravo

Após finalizar seus estudos em composição musical na Universidade de São Paulo, se especializou em regência coral e orquestral assim como música antiga, durante os cursos de mestrado e doutorado em música na Universidade de Indiana (Bloomington) nos Estados Unidos. A partir daí, teve a oportunidade de aperfeiçoar-se e trabalhar com grandes maestros e nomes da música antiga e contemporânea, entre eles, Mark Minkowski, Ton Koopman, Mr. John Poole, Roberto Paternostro, Rodolfo Fischer, Juan Pablo Isquierdo, John Nelson, Carmen Tellez, John Harrington, Imre Palló, and Thomas Baldner. Em 2009, mudou para Europa, onde estendeu sua pesquisa sobre edições críticas de música barroca na Universidade Paris IV (Sorbonne) e na Universität des Saarlandes (Alemanha), paralelamente a suas atuações como regente e cravista.  Cinthia Alireti é regente e codiretora artística da Orquestra Sinfônica da Unicamp.

 

Artur Huf, regência e violino

Natural de Santa Catarina, iniciou seus estudos com Afonso Krieger, continuando com Reinhold Sigwalt, Jacob Streithorst, Berenice Liedke, Moacir Del Picchia, Alberto Jaffé, Chaim Taub (Israel), Nicolas Chumachenko (Alemanha), Cecília Guida (Argentina - Brasil), Paulo Bosisio (Brasil) e Cláudio Cruz (Brasil). Na Unicamp, cursou a faculdade de Regência. Foi maestro Assistente da Sinfônica de Campinas em 2003 e 2004, e da Sinfônica de Ribeirão Preto em 2006. Em 2005 funda a Filarmônica Brasileira, da qual é Maestro Titular e Diretor Artístico, com a qual realizou turnês no estado se São Paulo em 2007, 2008 e 2013. É spalla da Sinfônica de Campinas desde 2001, e da Sinfônica da Unicamp desde 1998. Em sua carreira destaca-se ainda o trabalho com o Quarteto D’Arcos, com o qual ganhou vários prêmios, gravou um CD da obra camerística de Carlos Gomes, e realizou turnês na Argentina (1997), México e Estados Unidos. Em 2010, funda o grupo ArsBrasil, com o qual lança o álbum triplo “Henrique Oswald – Música de Câmara”, sob patrocínio da Petrobrás, realizando no mesmo ano a primeira turnê brasileira do grupo. Entre 2012 e 2014 foi diretor artístico e maestro da Orquestra Jovem de Paulínia.

Sobre a Santa Casa de Misericórdia

Projetada pelo arquiteto Frei Eugênio de Rumilly, em 1871, em um terreno de 7.100 m², no Centro de Campinas, a Santa Casa de Misericórdia foi utilizada, originalmente, como hospital e abrigo para meninas órfãs. 

Segundo parecer do CONDEPHAAT, em relação à Capela de Nossa Senhora da Boa Morte, o imóvel apresenta “estilo típico do Brasil da época, misturando a arquitetura tradicional popular do império com estilo neoclássico vindo da Europa”.

A partir de modestas doações de materiais de construção, trabalho operário e veículos para o transporte das cargas, a construção da Santa Casa de Misericórdia de Campinas só foi possível graças ao forte envolvimento de pessoas das mais diversas categorias sociais.

As paredes de pedra do hospital começaram a ser erguidas em 1871. A capela, erguida em taipa de pilão, recebeu galerias laterais sustentadas por colunas de madeira, teto em abóboda e altar em mármore. Até a inauguração da Matriz Nova (Catedral), em 1883, a beleza da capela a consagrou como o “templo religioso que mais encantava aos fieis da cidade”. O templo também recebeu, em 1907, as telas laterais de Concilis e as esculturas em mármore de Santa Izabel, de São Vicente de Paulo e de Nossa Senhora da Boa Morte em redoma de vidro.

Programa

J. S. Bach - Concerto em Lá menor para violino, cordas e baixo contínuo (BWV 1041) 

J. S. Bach - Concerto em Mi maior para violino, cordas e baixo contínuo (BWV 1042)

J. S. Bach - Concerto em Sol menor para violino, cordas e baixo contínuo (BWV 1056R)

Serviço

Solistas da Sinfônica da Unicamp

Quando e onde:

18 de maio (quarta), 19h, na Capela da Santa Casa - Rua Benjamin Constant, 1657 - Centro, Campinas/SP

19 de maio (quinta), 19h, no auditório da Faculdade de Ciências Médicas (Unicamp)

Entrada gratuita

​ Sinfônica da Unicamp se apresenta ao lado da flautista Lea Freire em Campinas

“Cartas Brasileiras” une o popular e o erudito em concerto inédito nos dias 6 e 7 de abril, no Teatro Castro Mendes e na Casa do Lago.

Com um time de primeira formado por Léa Freire (flauta), Amilton Godoy (piano), Fábio Peron (bandolim) e Vinícius Barros (percussão), a Orquestra Sinfônica da Unicamp interpreta dois dos mais esperados concertos da temporada. As apresentações, intituladas “Cartas Brasileiras”, que unem as pontas do erudito e do popular, acontecem nos próximos dias 6 (quarta-feira), às 20h, no Teatro Castro Mendes, e 7 (quinta), às 21h, na Casa do Lago (Unicamp), sob a batuta do maestro Felipe Senna, que também assina a direção musical.

 

O repertório traz obras da flautista Léa Freire, reunidas no disco do mesmo nome, com arranjos de mestres do gênero, como Nailor Proveta, Gil Jardim, Felipe Senna e Luca Raele.

 

Considerada uma das mais festejadas instrumentistas, Léa Freire ouvia desde cedo eruditos brasileiros como Camargo Guarnieri e Villa Lobos em seus estudos de piano, ao lado de Bach, Debussy e dos muitos compositores estrangeiros. Cantou 15 anos em coral sob a regência de Samuel Kerr, Klaus Dieter Wolf e Jonas Christensen, enquanto se interessava pelo jazz, que a levou para a bossa nova, que chamou o choro e que lhe mostrou o caminho para os inúmeros ritmos brasileiros. Tocando com a nata da nossa música, tornou-se flautista improvisadora e celebrada compositora – suas parcerias com Joyce foram gravadas no Brasil, Japão, Alemanha e Inglaterra. Léa é ainda uma grande incentivadora da música instrumental brasileira, fundadora da gravadora e editora Maritaca, que já tem mais de 40 CDs e dois livros no catálogo. 

Amilton Godoy

Nascido em uma família de músicos populares e eruditos, aos 75 anos de idade, Amilton Godoy é hoje um dos grandes nomes entre os mais ilustres pianistas do cenário nacional. Atraído pela música popular, Amilton inovou e criou seu próprio estilo, com base no jazz, de forma quase autodidata, tornando-se professor de muitos dos grandes músicos da cena instrumental brasileira, tais como Eliane Elias e a própria Léa. 

 

Com o Zimbo Trio – do qual fez parte -, dividiu o palco com nomes importantes como Elis Regina, Elizeth Cardoso, Wilson Simonal e Jair Rodrigues, que marcaram uma época com o “Fino da Bossa”.

 

Como solista, é considerado um dos maiores pianistas do mundo e atuou como convidado de orquestras regidas por grandes maestros, como Cyro Pereira, Julio Medaglia, Chico de Moraes, Simon Bleche, Roberto Sion, Maurício Galindo e Wagner Tiso. Como erudito, Amilton já lançou mais de 10 métodos de piano e harmonia, por meio de livros usados na educação e formação de mais de 30.000 estudantes de música.

Felipe Senna

Felipe Senna transita com liberdade entre o erudito e o popular como instrumentista, diretor e criador, escrevendo para importantes grupos sinfônicos e de câmara no Brasil e no exterior. Mestre em Artes ‘com distinção’ pela City University London (Composição-2013) e Bacharel em Música pela Unesp (Composição e Regência-2002), venceu o 1o prêmio no Concurso Nacional de Composição Camargo Guarnieri (2007), no Concurso Ritmo e Som (2002) e foi recentemente premiado na Bienal de Composição da Orquestra Jazz Sinfônica e indicado ao Golden Eye de ‘Melhor Música de Filme Internacional’ no Zurich Film Festival. Compositor prolífico, sua obra se estende também ao universo teatral, onde foi diretor musical e regente de peças brasileiras e grandes espetáculos musicais.

 

Sua adaptação de Porgy and Bess (Gershwins) foi indicada ao XII Prêmio Carlos Gomes como ‘melhor espetáculo de ópera de 2008’. Atualmente dedica-se à comissões de projetos na França, México, Alemanha, USA e Brasil, com quatro estreias sinfônicas previstas para 2016. 

Programa

Obras de Léa Freire com arranjadores diversos

(orq. Felipe Senna) - Lana 

(orq. Felipe Senna) - Maré

(adp. Felipe Senna) - Caminho das pedras 

(orq. Felipe Senna) - Mamulengo 

(arr. Felipe Senna) - Ares de Bolero 

(adp. Felipe Senna) - Vento em Madeira 

(adp. Felipe Senna) Nove Luas

(arr. Luca Raele, adp. Léa Freire/Felipe Senna) - Bis a Bis 

(arr. Nailor Proveta, adp. Felipe Senna) - Rabisco 

(arr. Nailor Proveta, adp. Felipe Senna) - Espiral 

 (arr. Gil Jardim, adp. Felipe Senna) - Choro na Chuva 

Serviço

OSU e Banda: Cartas Brasileiras de Léa Freire

Felipe Senna, direção musical, arranjos, adaptações e regência

Solistas:

Léa Freire, flauta

Amilton Godoy, piano

Fábio Peron, bandolim

Vinícius Barros, percussão

Quando: 

6 de abril (quarta), 20h, no Teatro Castro Mendes (Praça Corrêa de Lemos, s/n. Vila Industrial).

Ingressos: R$ 20, R$ 10 e R$ 5 (comunidade acadêmica da Unicamp)

7 de abril (quinta), 21h, na Casa do Lago (Unicamp)

Entrada gratuita


Links para TVs
https://www.youtube.com/watch?v=uzvPfy0HjJw

https://www.youtube.com/watch?v=j0AXh1KOJ7A

https://www.youtube.com/watch?v=KIlECXkd7Ao