Festival “Vinho na Vila” chega a Campinas dias 17 e 18 de junho

Evento no Galleria Shopping irá reunir mais de 200 rótulos de 15  vinícolas brasileiras, oferecendo uma experiência enogastronômica única aos visitantes

Campinas recebe dias 17 e 18 de junho, no Galleria Shopping, o “Vinho na Vila”, maior festival de vinhos brasileiros. Em sua primeira edição na cidade, o evento irá apresentar uma seleção de mais de 200 rótulos de 15 pequenas e médias vinícolas para degustação e venda, além de reunir expositores de queijos e frios artesanais, oferecendo ao público uma experiência enogastronômica única.

 

Além da feira de expositores, na qual os visitantes poderão aproveitar pelo período de três horas a degustação dos rótulos das vinícolas participantes, o festival, que será realizado no Espaço de Eventos do segundo piso do shopping, contará com uma programação musical com apresentações de duos de jazz e bate-papo com especialistas sobre temas relacionados ao universo dos vinhos.

Os ingressos custam a partir de R$ 99,00 e já estão disponíveis por meio do link https://www.ingresse.com/vinho-na-vila-2023-campinas. Cada ingresso dá direito a uma taça e a provar os vinhos das vinícolas em um dos três horários de degustação. A classificação indicativa é 18 anos.

 Entre os produtores que já confirmaram presença na edição do Galleria Shopping estão as vinícolas gaúchas Audace, Bebber, Beccas, Campestre, Casa Valduga, Fin, Tenuta Foppa e Ambrosi, Vinha Solo e 22 Vinhos e as paulistas Invernnia e Artesã. Cada vinícola realizará a venda direta ao consumidor e oferecerá a degustação de seus produtos, explicando particularidades de seus vinhos, processo de produção e região de onde vem.

 

Criado pela empresária, chef de cozinha e fundadora da Casa Vitis, Larissa Fin, o Vinho na Vila surgiu em 2016 com o propósito de ampliar o repertório dos consumidores sobre a riqueza da nova geração de vitivinicultores nacionais e já foi realizado em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, chegando pela primeira vez a uma cidade do interior do país.

“Os vinhos brasileiros evoluíram muito nos últimos anos, com enólogos e tecnologia de ponta, nossos produtos são premiados no Brasil e no exterior. O Vinho na Vila tem como objetivo levar os vinhos brasileiros para mais perto do público em diversas cidades, oferecendo aos visitantes uma oportunidade a qual eles só teriam acesso indo até as vinícolas, pois muitas são pequenas, e produzem vinhos boutiques”, afirma Larissa.

 

Segundo enólogos e sommeliers, os últimos dois anos foram “mágicos” para o vinho fino brasileiro.  Em 2020, ano em que as safras de uvas viníferas bateram recordes, foram comercializados 24 milhões de litros de vinho brasileiro de alta qualidade, 90% desse total, produzidos no Rio Grande do Sul, e o restante de outras regiões que têm se mostrado promissoras, como Santa Catarina, o Vale do Rio São Francisco, em Pernambuco e na Bahia, Minas Gerais e Goiás.

 

Programação

 

Sábado, 17 de junho

 

Sessões de degustação: das 11h30 às 14h30, das 15h30 às 18h30 e das 19h às 22h

15h – Bate-papo “Vinhos do Sudeste”

18h – Bate-papo e degustação “Um Brasil e Conhecer”

Das 18h30 às 19h10 e das 20h às 20h40 – Apresentação Duo de Jazz

 

Domingo, 18 de junho

 

Sessões de degustação: das 12h às 15h e das 15h30 às 18h30

Das 12h às 13h – Apresentação Duo de Jazz

15h – Bate-papo “Vinhos do Sudeste”

Das 15h30 às 16h10 e das 17h às 18h30 – Apresentação Duo de Jazz

 

Serviço

Vinho na Vila

Quando: dias 17 e 18 de junho, sábado e domingo

Onde: Espaço de Eventos, localizado no segundo piso do Galleria Shopping (Rod. D. Pedro I, km 131,5, Jardim Nilópolis, Campinas)

Ingressos: a partir de R$ 99,00, à venda pelo link https://www.ingresse.com/vinho-na-vila-2023-campinas

Classificação indicativa: 18 anos

 


Bewine – o maior parque temático do vinho do mundo aqui no Brasil - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

Bewine – o maior parque temático do vinho do mundo aqui no Brasil

Em 2022, começará a construção do maior empreendimento de enoturismo que o Brasil já viu!

A gigante Wyndham Hotels & Resorts anunciou a incorporação do Wyndham Bento Gonçalves Resort & Spa Bewine, que será um complexo hoteleiro e temático que ocupará 60.000 m2 da Serra Gaúcha, mais precisamente no Vale dos Vinhedos (a toscana brasileira), em Bento Gonçalves.

O complexo temático e hoteleiro pretende ser referência mundial em experiências de entretenimento, turismo, lazer temático e hospitalidade conectadas ao universo do vinho.

Oferecerá experiências únicas e exclusivas referentes ao mundo do vinho para o segmento turístico internacional, unindo entretenimento, lazer, hospedagem de alto padrão, gastronomia especial, história e cultura da região gaúcha.

HOTEL

O hotel, que terá gestão da Wyndham, trará design único, com 421 apartamentos em formato de multipropriedades, divididos em três categorias: Luxo, Super Luxo e Master. Todas os apartamentos terão espaçosos terraços privativos, sendo que haverá opções com piscina e sala com lareira. A linguagem contemporânea e arrojada será um ponto alto, sem contar a oferta de lazer, que engloba: a maior piscina com borda infinita e cascata do mundo, elevador inclinado com atrações holográficas, spa, academia, centro de eventos, heliponto, lobby bar e GrapeTale para as crianças.

PARQUE TEMÁTICO

Serão dois quilômetros de extensão, proporcionando sensações olfativas, de paladar e tato. Pelo complexo será possível desfrutar de experiências como as diferentes umidades do ar, que mudam de acordo com cada microrregião vinífera até contato com tecnologias 7D. Isso quer dizer que mesmo em Bento Gonçalves será possível conhecer a região e diversos outros pontos mundiais que têm o vinho como protagonista.

Entre as atrações projetadas, estão:

-Maior Adega Vertical do Mundo;

-Restaurante Suspenso com Vista para o Vale dos Vinhedos e Rooftop: imagine que lá do alto será possível descer uma escadaria em caracol que ligará os 12 ANDARES da “maior adega vertical do mundo”!

-Museu com Tecnologias Imersivas;

-Terroirs do Mundo;

-Universidade do vinho;

-Foodmarket;

-Um dos Maiores Jardins Suspensos do Mundo;

-Maior Dança das Águas: da fonte que enfeitará a entrada, com coreografias de jatos e luzes como como os feitos em Las Vegas e Disney;

-Praça de Shows e Eventos (até 6 mil pessoas);

-Winebars;

-Helicóptero próprio para passeios panorâmicos e aero transfer entre aeroporto de Porto Alegre ou Caxias do Sul.

 

Fonte, Créditos e Fotos: www.bewine.com.br / turismoemfoco.com.br

 Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Food Tasting

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Cria conteúdo digital e presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

Você sabe quais são os 09 países que mais consomem bebidas alcoólicas?

Entre as bebidas alcoólicas mais consumidas em todo o mundo estão o vinho, a vodca e a cerveja 

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O consumo de bebidas alcoólicas acontece no mundo inteiro, mas você já se perguntou quais são os países que mais consomem álcool? 

No Brasil, não pode faltar aquela cervejinha que acompanha o happy hour, ou o vinho para uma noite romântica, mas, apesar de o brasileiro consumir 8,7 litros de álcool ao ano, a quantidade ainda é muito inferior aos países que estão no topo do ranking. 

O cálculo da Organização Mundial da Saúde (OMS) leva em conta o “álcool puro”, uma definição usada para facilitar a comparação dos dados - uma vez que certas bebidas têm menos álcool que outras.

Ao avaliar dados de 194 países, a OMS chegou à seguinte conclusão sobre os maiores consumidores de bebidas alcoólicas do mundo:

Lituânia

A Lituânia é o maior consumidor de álcool do mundo, com uma média anual de 18,2 litros de álcool puro consumido por pessoa.

A cerveja é a bebida mais popular da Lituânia e, apesar das artesanais serem o forte do país, as favoritas são as Švyturys e o Kalnapilis, produzidas industrialmente em larga escala. 

O inverno rigoroso é uma boa pedida para se reunir com os amigos e tomar uma jarra de cerveja em um dos muitos brewpubs espalhados pelo país. 

Bielorússia

O consumo de bebidas alcoólicas por pessoa na Bielorússia é de 16,4 litros por ano, sendo um dos países que mais bebem no mundo. 

As bebidas destiladas, como a vodca, estão entre as preferidas dos bielorrussos, alcançando 47% do consumo no país. 

Um dos resultados do alto consumo de vodca são as políticas públicas que regulamentam a produção da bebida de forma caseira.

Moldávia

Apesar de 15% do orçamento deste pequeno país da Europa Oriental vir da produção regulamentada de bebidas alcoólicas, dois terços da produção do álcool consumido na Moldávia é caseira.


Isso torna os moldavos um dos povos que mais consomem bebidas alcoólicas no mundo, cerca de 15,9 litros per capita anualmente. 

Diferente da maioria dos países da Europa Oriental, em que a vodca é a bebida mais consumida, na Moldávia é o vinho.  

O país é conhecido por suas vinícolas subterrâneas, dentre elas as estatais Milestii Mici e Cricova, que possuem um complexo de galerias e abrigam, no total, 3 milhões de garrafas e barris de vinho. 

As principais variedades cultivadas são a Sauvignon Blanc, a Chardonnay e a Aligote.

Além disso, os vinhos da Moldávia são considerados singulares e autênticos, devido à utilização de uvas indígenas, como as Feteascå Albå, Feteascå Neagrå e Rarå Neagrå.

Rússia

O consumo de álcool pela Rússia é considerado um dos mais altos do mundo, atingindo a média de 13,9 litros de álcool puro per capita ao ano. 

O que muitos não sabem é que, apesar dos russos serem consumidores assíduos de vodca, a verdadeira bebida nacional é o kvass. 

Com teor alcoólico que varia entre 0,5% a 2% e levemente gaseificada, o kvass é uma bebida fermentada à base de pão preto de centeio. 

O kvass é a bebida do verão russo, podendo ser consumida pura ou servir como base para as sopas da estação. 

Alemanha 

O país originário da Oktoberfest não poderia ficar de fora da nossa lista. 

Com um consumo anual de álcool puro de 13,4 litros por pessoa, a Alemanha é reconhecida internacionalmente pela qualidade de suas cervejas.

Beber cerveja é tradição na Alemanha, que conta com diversas escolas de cerveja espalhadas pelo país. 

Um terço das mais de 15 mil variedades de cervejas é produzida pelas cervejarias alemãs, dentre elas as preferidas Oettinger, Krombacher e Bitburger.

Irlanda 

A capital da Irlanda, Dublin, abriga a sede da Guinness Storehouse, uma das cervejarias mais famosas do mundo. 

Não é à toa que o país é um dos líderes em consumo de álcool, que chega a uma média anual de 13 litros per capita. 

A preferência dos irlandeses é, sem dúvida, a cerveja, consumida nos diversos pubs espalhados pelo país. 

Na Irlanda qualquer evento é motivo para tomar um pint, seja no dia de São Patrício ou em uma simples celebração entre amigos. 

Luxemburgo 

Ao lado da Irlanda, Luxemburgo consome uma média de 13 litros de álcool puro por pessoa por ano.

Porém, diferente dos irlandeses, os luxemburgueses preferem o vinho. A bebida representa 43% de todo álcool consumido no país. 

Apesar de ser um dos menores países da Europa, é possível encontrar bons vinhos por lá, produzidos, principalmente, na parte sudeste do Grão-Ducado do Luxemburgo.

Os vinhos mais famosos são os elaborados com as uvas Pinot Blanc, Pinot Gris e Riesling.

França

A França consome anualmente 12,6 litros de álcool puro por pessoa, sendo um dos grandes consumidores de álcool do mundo. 

Os franceses são apaixonados por vinho e a bebida representa 58% de todo o álcool consumido na França. 

O país é um dos maiores produtores e consumidores da bebida no mundo. Por lá, o vinho acompanha as principais refeições, além de estar presente nas celebrações entre amigos e família. 

Os vinhos franceses, como os de Bordeaux, da Borgonha e de Champagne, são reconhecidos mundialmente pela sua qualidade.

Portugal

Portugal possui uma média anual de consumo de álcool puro per capita de 12 litros e, junto com a  França, é reconhecido por ser um dos maiores e melhores produtores de vinho do mundo. 

O vinho do Porto é sem dúvida a bebida nacional, sendo produzido na região do do Douro, nomeada como um patrimônio da humanidade pela UNESCO.

Para que serve o "buraco" no fundo das garrafas de vinho?

Nos dias mais frios, uma garrafa de vinho é a melhor companhia para muitos de nós. E, provavelmente, você já deve ter reparado que muitas delas trazem, no fundo do recipiente, um "buraco" côncavo. Mas para que serve essa cavidade?

Para Nossa, Sidney Lucas explicou que a origem é um grande mistério. Uma das possíveis explicações está relacionada à origem do processo de produção das garrafas de vidro, quando ainda eram feitas com a técnica de sopro.


"Enquanto o artesão soprava o vidro para ganhar forma, a garrafa que ia se formando era apoiada por uma base de metal de formato convexo e isso então criava a curva para o interior da garrafa", conta o sommelier da Decanter Blumenau.

Sidney conta ainda que há outra teoria, de que essa cavidade era feita para aumentar a capacidade do vidro de suportar a pressão interna do líquido, especialmente aquelas destinadas à elaboração ou guarda de espumantes. Também para suportar maiores atritos.

"Mas hoje há tecnologia para fabricar garrafas de vidro super-resistentes sem necessidade da tal cavidade", complementa.

Para facilitar a servir o vinho?

Design côncavo não tem como intuito ajudar na hora de servir o vinho na taçaImagem: iStockphotos

Muitos acreditam que o côncavo da garrafa foi feito para ajudar a servir a bebida enquanto o polegar apoia o recipiente. No entanto, Andréa Machado, sommelière da importadora de vinhos Wines4U, desvalida essa hipótese.

"Essa não é a forma 'correta' de servir o vinho", conta para Nossa. "Pode segurar normalmente, como qualquer outra garrafa, ou pegar ela toda no fundo, que é mais comum no serviço hoje em dia. Coloca toda a palma embaixo e abraça com os cinco dedos".

Andréa detalha ainda dizendo que muitas pessoas acreditam que "quanto mais fundo o côncavo for, melhor a qualidade da bebida", o que não é verdade.

"Não muda nada", comenta. "É um detalhe irrelevante. Hoje, as garrafas que usamos já existem desde 1600 e elas já eram assim".

Varia de produtor para produtor. Depende da matéria-prima, o molde para fazer a garrafa, entre outras coisas. É só isso. Não é uma regra, existem vinhos, inclusive, que não têm esse fundo côncavo".

Por fim, a sommelière diz que muito "folclore é feito a partir da origem desse design": "O vinho é tão cercado de mistérios... E o povo criou mais um!".

"A teoria mais palpável, na minha opinião, é de que é uma questão de física. Quando você tem essa parte mais côncava, ela fica mais estável e previne que, colocando com um pouco mais de força na mesa, quebre. Ela não só tem esse côncavo, como também é mais densa embaixo, o que pode reforçar essa teoria".

Fonte: https://www.uol.com.br/nossa/noticias/redacao/2021/06/26/para-que-serve-o-buraco-concavo-no-fundo-das-garrafas-de-vinho.amp.htm


3 Opções de Vinhos para o Dia dos Namorados – Coluna Vinhos por Giovana Pardo Mêo do Vinho Prático

O dia mais romântico do ano está chegando e com ele muitos planos de um belo jantar para saborear a dois. Que tal algumas opções de vinho para tornar o dia dos namorados ainda mais inesquecível?

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 Espumante

O vinho espumante é um clássico para um brinde especial e acompanha bem as refeições até a sobremesa. Eles são feitos de maneiras diferentes para conseguir guardar as borbulhas na garrafa. Tem as características da região em que é feito e também as diferenças das uvas usadas e principalmente na doçura. Essa é a característica mais importante para prestar atenção quando for escolher o espumante.

Pode variar de nature, que é o mais seco com no máximo 3g de açúcar residual, passando por extra brut, que varia entre 3,1 a 8g, brut que tem entre 8,1 até 15g, sec (seco) entre 15,1 e 20g, demi-sec (meio seco) que pode variar de 20,1 a 60g até chegar no doce, com mais de 60,1 g de açúcar por litro. Um exemplo desse é o tão conhecido Moscatel que acompanha bem sobremesas em geral.

Uma dica para quem está começando a se aventurar entre os vinhos é escolher um seco, que vai acompanhar bem todo o jantar desde a entrada, saladas e prato principal até a sobremesa.

 Vinho Rosé

Outra opção para comemorar o dia dos namorados é um vinho rosé, da cor do amor. Essa cor pode variar de bem clarinha, chamada casca de cebola, salmão até um cereja bem forte. A cor é tão importante para quem escolhe que as garrafas são transparentes para mostrar as variações nos tons. E geralmente as garrafas também são bem bonitas.

Os vinhos rosés também tem uma grande variedade e mudam dependendo das uvas e métodos e são bem fáceis de harmonizar com comidas mais leves, salada, queijos, risotos, pizzas e até comida japonesa.

Uma dica na hora de escolher é ver qual a safra, o ano que está escrito na garrafa. Prefira os vinhos mais novos, eles estarão mais frescos e com características preservadas.

 Vinho Tinto

Não tem como escapar dos vinhos tintos, ainda mais nesta época em que as temperaturas já estão mais baixas. Parece que o vinho tinto aquece mais. Isso porque ele é servido em uma temperatura maior em relação aos anteriores.

Os vinhos tintos mais leves são servidos entre 14 e 16ºC e os mais encorpados ou mesmo mais tânicos ou envelhecidos vão de 16º até 18ºC.

Estes são os vinhos preferidos em um jantar com carne vermelha, massas com ragu ou molho de tomate e até ensopados ou queijos de massa dura. Aqui cabe também hambúrgueres e o famoso fondue de carne, bem tradicional nesta data.

Independente da sua escolha, o mais importante é terem um momento agradável para comemorar o relacionamento e o amor. Que seja bem gostoso!

Saúde! 

Imagem: https://pikwizard.com/?q=dinner+wine&perpage=100&page=2 

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Giovana Pardo Mêo

Coluna Vinhos

Formada em propaganda e marketing, trabalha também com alimentos e bebidas e aproveita para se dedicar ao vinho entre taças, cursos e viagens.

E-mail: giovana@vinhopratico.com.br

Instagram: @vinhopratico

Provado e aprovado da semana: Vinho Egiodola da Jolimont Vinícola - Coluna Food Tasting por Milena Baracat

Food Tasting

Provado e aprovado da semana: Vinho Egiodola da Jolimont Vinícola

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Vinho leve, agradável ao paladar e muito elegante. Elaborado a partir de uma variedade de uva rara, tem aroma de frutas vermelhas (framboesa, cereja e amoras), taninos evidentes com uma qualidade de boa maturação, acidez equilibrada e teor alcoólico 12%.

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No geral, as pessoas acabam conhecendo mais os espumantes nacionais, que são de fato excelentes e merecem todo o reconhecimento, mas há sim bons tintos brasileiros com uma ótima relação custo-benefício frente aos importados. Se você ainda não é apreciador dos rótulos produzidos no Brasil, vale muito a pena experimentar e comprovar a excelência dos exemplares nacionais.

Para tornar a degustação ainda mais completa, aconselho visitar uma vinícola e provar rótulos recém-saídos do barril e ver de perto o passo a passo da criação de um vinho, que vai desde a colheita de uva direto dos parreirais, visita guiada para entender o processo de produção e degustação .O Brasil possui diversas vinícolas de alta qualidade que surpreendem até mesmo os mais exigentes.

Foto: Arquivo pessoal/Milena Baracat

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Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Food Tasting

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Cria conteúdo digital e presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

Na Terra da Paella - Coluna Vinho por Giovana Pardo Mêo do Vinho Prático

Estive um pouco ausente nas últimas semanas e agora, já ambientada, tenho como justificar. Vou começar um mestrado internacional em Inovação no Enoturismo (turismo de vinho) e por isto me mudei para a Europa, mais precisamente para Espanha. Ficarei em Tarragona na região da Catalunha neste primeiro semestre.

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Com certeza terei muitas novidades, um tanto de aprendizagem, visitarei muitas vinícolas e regiões, além de vinhos degustados. Assim, tenho certeza que assunto não vai faltar.

Em se tratando de Espanha, logo se pensa em uma deliciosa paella (lê-se “paelha”). Já adianto que é um prato bem variado, mas têm em comum o arroz como base, açafrão e os ingredientes disponíveis na região.

A paella tem este nome do latim ‘patella’ (recipiente ou vasilhame) ou do francês ‘paelle’ (panela) que é onde é feito e servido. São panelas largas com fundo raso, como uma frigideira mas sem o cabo, o que faz com que o calor fique por igual e cozinhe tudo uniforme.

 Originalmente foi feita na região de Valência, por isto também é conhecida como paella valenciana. A região era produtora de arroz, herança da colonização moura. Era feita pelos camponeses que se juntavam para o almoço e levavam o que tinham e misturavam os vários ingredientes como leguminosas da região (‘ferradura’ como uma vagem, ‘garrofón’ um tipo de feijão com grãos brancos e grandes e tavella), tomate e carnes de frango, lebre, coelho, caracóis e até pato. E claro, o arroz e muito azeite, além de outros temperos.

No Brasil o mais conhecido é feito com frutos do mar: mariscos, moluscos, pescados, com lindos camarões ornamentando o prato e até lagostas para os mais sofisticados. Estes por aqui são conhecidos como paella marinera.

E como harmonizar com vinho? Diz-se “what grows together goes together”, um tipo de harmonização comum que leva em consideração a comida regional com a bebida produzida por ali (“o que cresce junto fica junto”). Então nada melhor que acompanhar com o cava (espumante da Espanha) ou mesmo um vinho rosé com mais corpo da região de Navarra, geralmente da uva Garnacha ou até Tempranillo.

Para quem gosta de vinho branco, pode acompanhar com um encorpado Chardonnay barricado, Albariño ou Sauvignon Blanc.

Tem quem goste de harmonizar com vinho tinto, de corpo leve, principalmente a versão que leva frango e coelho. Para esta, uma opção da uva Pinot Noir ou Merlot cairá bem!

Depois de tanto falar fiquei com água na boca! Bom apetite!

Saúde!

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Giovana Pardo Mêo

Coluna Vinhos

Formada em propaganda e marketing, trabalha também com alimentos e bebidas e aproveita para se dedicar ao vinho entre taças, cursos e viagens.

E-mail: giovana@vinhopratico.com.br

Instagram: @vinhopratico

Startup lança degustação virtual de vinhos inédita no País

A paranaense "Talk Wine" promete levar às famílias de todo o Brasil o melhor da bebida por meio de experiências online que incluem entretenimento, música, cinema e gastronomia. Meta dos empreendedores é reunir mil participantes em uma única degustação.

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Com a pandemia provocada pelo Covid-19, os brasileiros precisaram mudar completamente suas rotinas em casa e no trabalho e também ficaram privados de opções de lazer e entretenimento por conta do isolamento social. E foi justamente nesse cenário de crise e restrições que dois empresários paranaenses enxergaram uma oportunidade de negócio. Ancorados no tripé tecnologia, logística e vinho, criaram a startup “Talk Wine”, primeira plataforma brasileira de degustação virtual em larga escala. A expectativa é reunir até mil pessoas, de diferentes regiões do País, a cada encontro. 

Ela funciona da seguinte maneira: o consumidor acessa o site da Talk Wine; escolhe a degustação virtual com a qual mais se identifica (há datas e temáticas diferentes) e compra o passaporte; recebe em casa o kit com dois vinhos, cardápio de receitas para harmonização e dicas para aproveitar ao máximo a participação. No dia e hora programados, basta acessar a live e vivenciar a experiência pela smart TV, tablet ou smartphone. Tudo no conforto e segurança do lar e na companhia dos familiares. E se quiser rever a degustação, também é possível: as transmissões são ao vivo mas permanecem gravadas, permitindo que se assista quantas vezes quiser. 

“A proposta da Talk Wine é de ir além da tão falada democratização do vinho e levar o melhor deste universo, em apenas um clique, para qualquer cidade do Brasil. Estamos investindo em tecnologia para desenvolver uma plataforma online de fácil navegação, segura e intuitiva na hora da compra. Trabalhamos, também, para desenvolver uma logística eficiente que garanta a distribuição dos kits no tempo necessário. Um produto amigável, escalável e acessível”, adianta o cofundador André Barros. 

O empreendedor conta ainda que foi dada especial atenção à escolha de quem vai levar as experiências até a casa dos clientes. “Vamos aproximar os amantes da bebida e a próxima geração de apreciadores por meio de experiências surpreendentes que unem vinho, entretenimento, música, cinema e gastronomia. Além disso, estamos fechando parcerias com profissionais de renome na cena nacional e internacional”, destaca o também fundador da Talk Wine, José Roberto Mattos. 

Lives - Marcelo Copello, um dos principais formadores de opinião da indústria do vinho no País, com expressiva carreira internacional e seis livros publicados, em português, espanhol e inglês, premiados no Brasil e exterior, é a principal aposta da startup. As experiências de estreia do negócio, com os temas Portugal e Vinho & Cinema, têm curadoria e serão conduzidas pelo jornalista - que promete enriquecer ainda mais as lives da Talk Wine convidando sommeliers, enólogos, músicos e chefs de cozinha. Um curso de iniciação também já estão na programação de Copello. Outros nomes de destaque no País também já assinaram como palestrantes da Talk Wine: Jorge Lucki (especialista formado pela Academie du Vin de Paris), Suzana Barelli (jornalista e profunda conhecedora da bebida) e Gabi Frizon (empreendedora e sommelière).

Mercado - Em países como Portugal cada pessoa consome, em média, 62 litros de vinho por ano. França e Itália ocupam a segunda e terceira colocação, com 50 e 44 litros, respectivamente. No Brasil, em 2019, a média ficou em 2,13 litros de vinho por habitante. Ainda que tímido se comparado a outras nações, o consumo nacional vem crescendo. Dados do ranking da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), apontam que já ocupamos o 17º lugar na lista dos maiores consumidores. 

Copello lembra que, apenas 30 milhões de brasileiros consomem vinho ao menos uma vez por mês, considerando um total de 180 milhões com mais de 18 anos. “Nossa relação com a bebida é recente, ela vem se popularizando desde os anos 90. Ou seja, há um universo gigante de novos apreciadores a ser explorado pela Talk Wine”, diz. 

Ainda segundo o especialista, o brasileiro tem uma relação de medo e fascínio quando o assunto é vinho. “Muitas pessoas acham que é uma falta grave não conhecer profundamente a bebida, e isso é um erro. Nossa missão é desfazer tal sentimento. Não é preciso ser um estudioso para apreciá-lo. Vou mostrar nas experiências da Talk Wine que a degustação pode ser um entretenimento agradável e democrático, uma viagem cultural única. Vamos reunir o Brasil online para tomar vinho”, ressalta Copello.  

Passaportes - Além dos passaportes, que custam a partir de R$400,00, a plataforma Talk Wine terá, na primeira fase do negócio, conteúdo exclusivo gratuito, um e-commerce e cartão-presente virtual. “Também está nos nossos planos, ainda para 2020, o lançamento de infoprodutos, como cursos online e livros virtuais, e a criação de um clube de assinaturas, além de soluções corporativas”, finaliza Mattos.

Sobre a Talk WinePrimeira plataforma brasileira de degustação virtual de vinhos em larga escala, a Talk Wine tem como proposta de valor ir além da tão sonhada democratização do vinho e levar o melhor deste universo em um clique. A startup paranaense aproxima os já amantes da bebida e a próxima geração de apreciadores por meio de experiências surpreendentes que unem vinho, entretenimento, música, cinema e gastronomia: sommeliers, enólogos, músicos e chefs de cozinha na tela da smart tv, computador ou smartphone e você aproveitando cada minuto do evento no conforto e segurança da sua casa.