Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Cherry (Título em Português: “Cherry - Inocência Perdida”)

Cherry (Título em Português: “Cherry - Inocência Perdida”)

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Outro dia, pra variar (risos), estava assistindo o talk show do Jimmy Fallon e ele entrevistou o atual Homem Aranha, Tom Holland. Nessa entrevista, comentou do lançamento do novo filme dele, lançado agora dia 12 de março e, como gosto do ator, estava ansioso em assisti-lo.

 

A viagem dramática de um universitário de Cleveland (Tom Holland), que depois da namorada e amor de sua vida, anunciar que vai se transferir para uma faculdade no Canadá, decide deixar de estudar, casa-se com ela às pressas e se alista de impulso no Exército, indo parar no Iraque como enfermeiro.

O filme poderia ter um tempo menor (2h20), mas a atuação de Tom é o que vale neste filme. Sinceramente, achei um tanto ‘deprê’ pois mostra os protagonistas se afundando em drogas e tal. O interessante é que o personagem principal não tem nome (nunca o mencionam), e alguns nomes de médico e bancos, são divertidos.

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 Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Moxie (Título em Português: “Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”)

Moxie (Título em Português: “Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”)

Filme adolescente americano. Por que eu deveria assisti-lo? (risos).

1) a diretora é Amy Poehler, atriz integrante do Saturday Night Live (que eu adoro);

2) o responsável pelas músicas do filme, é um vocalista de uma banda de rock alternativa que eu gosto muito... então, tive que conferir!

 Cansada do status quo sexista e tóxico de sua geração, uma tímida jovem de 16 anos encontra inspiração no passado “feminista riot grrrl” de sua mãe (Amy Poehler) e, anonimamente, publica um zine que desencadeia uma revolução que vem da frustração das meninas de sua escola.

 Filme bem “Sessão da Tarde”, mas achei bem divertido. Quem tem adolescente em casa, talvez seja uma boa assistir em sua companhia.

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Catfight

Catfight

Me tornando um pouco repetitivo, mas como tenho assistido muito TV nesses tempos de pandemia, mais uma vez assisti a uma entrevista em um talk show americano e vi cenas deste filme. Apesar de não ter me empolgado tanto, deu uma ponta de curiosidade rs

 Veronica Salt (Sandra Oh) é a "esposa troféu" casada com um magnata, que é empresário do ramo de recolhimento de lixo e que acaba de fechar um contrato no Oriente. Já Ashley Miller (Anne Heche) é uma artista plástica em ascensão, que utiliza as suas obras para fazer a crítica à sociedade e ao american way of life.

As duas eram amigas no tempo da faculdade, mas por algum motivo, se distanciaram e, anos depois, se reencontram em meio a uma festa de aniversário. As feridas abertas pelas diferenças entre elas serão o catalisador para uma grande briga que se inicia.

 Era para ser uma comédia divertida, mas essas cenas de brigas entre as personagens principais, me constrangeram um pouco (mas ok, é comédia, então vamos relevar). História bobinha demais. Se tiver passando na TV e não tiver absolutamente nada melhor para fazer, até vale assistir.

 

 

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Project Power (Título no Brasil - Power)

Project Power (Título no Brasil: “Power”)

Vi a entrevista de Joseph Gordon-Levitt em um talk show americano, há uns meses, comentando sobre este filme. Fiquei curioso a respeito, mas como tive um certo receio de ser fraco, acabei “esquecendo” dele. Hoje, o vi na Netflix e resolvi assistir.

 

A notícia de que uma nova pílula capaz de liberar ‘superpoderes’ para cada um que a experimentar começa a se espalhar nas ruas de Nova Orleans. Poderes como pele à prova de balas, super força e invisibilidade apareceram em usuários, porém, é impossível saber o vai realmente acontecer até tomá-la. Mas tudo muda quando a pílula acaba aumentando o crime na cidade, fazendo com que o policial local (Joseph Gordon-Levitt) se una a um traficante adolescente e um ex-soldado com sede de vingança (Jamie Foxx) para combater o poder com poder, chegando na origem da pílula.

 

Excelentes efeitos visuais, e o enredo é bem interessante, até. Nada demais, mas é um bom divertimento, com muita ação. E legal ver Rodrigo Santoro mais uma vez mandando bem em um filme americano.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Madonna and the Breakfast Club (Título no Brasil: “Madonna + The Breakfast Club”)

Madonna and the Breakfast Club (Título no Brasil: “Madonna + The Breakfast Club”)

Seguindo na busca de coisas diferentes para assistir, vi que tinha disponível este ‘filme documentário’ sobre os primeiros anos de Madonna, na música. Como sou fã de biografias, e gosto de coisas mais antigas da cantora, foi um prato cheio.

 

A história dos primeiros anos de Madonna em Nova Iorque, como baterista da banda The Breakfast Club, líder da banda Emmy, até ao lançamento do seu primeiro single solo ‘Everybody’, em 1982.

 

Nada do que eu já havia ouvido falar sobre o comecinho da carreira dela, era o que realmente aconteceu. Não podia imaginar que ela tocava bateria em uma banda punk em NY. Achei muito legal! Quem é fã da cantora, não perca!

 Vicente Neto

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Crítica cinema por Vicente Neto - Filme: The Lie (Título em Português: “Mentira Incondicional”)

The Lie (Título em Português: “Mentira Incondicional”)

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Na falta do que fazer, zapeando pelos canais de streaming, vi que tinha este filme, de curta duração (pouco mais de 1h30min.), então me animei...

 

Pai está levando sua filha para um acampamento de dança quando avistam Britney, a melhor amiga da menina, num ponto de ônibus, na beira da estrada. Quando param para oferecer carona, suas boas intenções logo resultam em consequências terríveis, acabando, impulsivamente, matando sua amiga. A partir de então, seus pais se envolverão em uma rede de mentiras para acobertar o terrível acontecimento, indo até às últimas consequências para proteger sua filha.

 Apesar de ser recheado de clichês, é um filme tenso, interessante com final diferente do que esperado (pelo menos, para mim rs). Acho que vale ver.

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Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Salir del Ropero (“A Avó Saiu do Armário”) - Netflix

Salir del Ropero (Título em Português: “A Avó Saiu do Armário”)

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Como os cinemas aqui em Portugal estão fechados, novamente, me resta apelar para os canais de filmes. Vi este trailer na Netflix e achei a história divertida. Resolvi arriscar.

 

Duas septuagenárias decidem assumir a sua homossexualidade perante as suas famílias e casar-se, lançando o caos e colocando o noivado da neta de uma delas em risco.

 

Filme muito bobinho, com tomadas terminadas em cortes ‘estranhos’ (parece que o filme foi editado para ficar menor) e me pareceu um pouco filme de comédia pastelão brasileiro (tipo filmes com Leandro Hassum). Valeu mais pela paisagem espanhola e uma pequena cena feita aqui na cidade do Porto :)

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Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Charlie Says (Título em Português: “As Discípulas de Charles Manson”)

Charlie Says (Título em Português: “As Discípulas de Charles Manson”)

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Como sempre falo, sou fã de filmes baseados em histórias reais e biografias. Vi este cartaz no canal de filmes que tenho em casa, e fiquei curioso, por achar intrigante a história de Charles Manson.

 Susan Atkins, Leslie Van Houten e Patricia Krenwinkel foram condenadas à pena de morte depois de terem assassinado oito pessoas a mando de Charles Manson, o carismático líder da seita a que pertenciam. Contudo, em 1972, o Supremo Tribunal da Califórnia aboliu a pena de morte e as suas penas foram alteradas para prisão perpétua.

Durante o tempo em que cumpriam a sentença, foram mantidas num local isolado para que as ideias de Manson, ainda vivas nas suas mentes, não "contagiassem" as outras reclusas. Anos mais tarde, considerando que, apesar de tudo, elas foram vítimas uma longa lavagem cerebral por parte do psicopata, a responsável pelo estabelecimento prisional aprova as visitas de Karlene Faith, uma criminologista especializada em direitos das mulheres. Com a dedicação de Karlene, as três detentas vão se libertar do poder de Mason e, finalmente, entender a brutalidade dos crimes que cometeram.

 Uma boa história, que aparentemente, mostra bem como era a vida dos seguidores deste psicopata, dentro do “acampamento” onde viviam. Vale ver, mas se prepare para sentir um pouco de raiva e desacreditar como podem ‘cair na lábia’, diante de tanta besteira que é falada pelo doente Charles.

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Vicente Neto

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