O Brasil saiu do mapa da fome, mas ainda há muito a fazer!

Campanha de Natal da LBV leva alimentos a famílias em vulnerabilidade social em todo o país



Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o Brasil saiu do mapa da fome. A informação consta do relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo (SOFI) 2025”, divulgado em julho deste ano.

Não estar nesse indicador é um grande avanço, mas a realidade ainda exige bastante atenção: 50,2 milhões de brasileiros (23,7% da população) não têm condições de pagar por uma alimentação saudável; 35 milhões de pessoas enfrentam dificuldades para se alimentar adequadamente; e 2,5% vivem em risco de subalimentação, consumindo menos calorias do que o necessário para uma vida saudável — situação caracterizada como insegurança alimentar crônica ou com acesso insuficiente a alimentos. Nos casos mais graves, significa passar um dia inteiro, ou mais, sem comer.

Esse progresso só foi possível graças à soma de esforços do poder público, da sociedade e de inúmeras organizações da sociedade civil que atuam na linha de frente contra a fome, levando alimentos a famílias que vivem em periferias, bolsões de pobreza, além de comunidades distantes dos grandes centros urbanos.

Solidariedade que transforma vidas

A Legião da Boa Vontade (LBV) é uma dessas muitas entidades. Todos os dias, em mais de 80 unidades de atendimento no Brasil, a LBV desenvolve serviços, programas e ações que garantem proteção social, acesso à educação de qualidade, capacitação de jovens e adultos para o mundo do trabalho, além da oferta de refeições prontas e lanches. Também distribui benefícios como cestas de alimentos, cestas verdes (com frutas, legumes e verduras) e kits pedagógicos, promovendo inclusão social, redução das desigualdades e combate à pobreza e à fome.

Para fortalecer essas iniciativas, a Legião da Boa Vontade realiza sua tradicional Campanha Natal Permanente da LBV — Jesus, o Pão Nosso de cada dia! que assegura alimento às famílias justamente no período de dezembro e janeiro, quando aumentam as despesas nos lares e muitas crianças deixam de receber a merenda escolar. A meta é arrecadar doações para montar e entregar mais de 40 mil cestas de alimentos em mais de 200 municípios brasileiros, auxiliando famílias atendidas pela Instituição e por entidades beneficiadas.

Como doar: Doe quantas cestas puder, acessando o site www.lbv.org.br. Faça uma contribuição de qualquer valor pela chave via PIX Solidário: natalpermanente@lbv.org.br; ou entregue sua doação em uma das unidades da LBV (consulte: www.lbv.org.br/enderecos).



Você sabe o que é Biofilia e quais seus benefícios? Coluna Arquitetura e Paisagismo por Priscila Lelli

A palavra biofilia vem do grego e significa "amor à vida" ou "amor ao que é vivo". Na arquitetura e no paisagismo, o termo é usado em projetos que priorizam a integração dos espaços com a natureza, proporcionando bem-estar aos seus usuários.

É comprovado através de diversos estudos, que a conexão com a natureza traz inúmeros benefícios para a saúde física, mental e emocional:


  • Redução do estresse: Ambientes naturais ajudam na diminuição da produção de cortisol (hormônio do estresse) e promovem sensações de calma e relaxamento.

  • Melhora da saúde mental: O contato com a natureza está associado à redução de sintomas de ansiedade e depressão, e com a melhora do humor e do foco.

  • Aumento da produtividade: Ambientes biofílicos têm se mostrado eficazes para aumentar a criatividade, concentração e bem-estar no trabalho ou nos estudos.

Nesse sentido, o Paisagismo surge como uma das principais ferramentas para colocar a biofilia em prática. Para além da estética, ele vem com um propósito maior, tornar possível o contato com a natureza, no cotidiano das pessoas, mesmo em ambientes urbanos.

Em tempos de pressa, tecnologia e concreto, a natureza continua sendo um refúgio, um remédio e uma fonte inesgotável de equilíbrio e inspiração.

Priscila Lelli

Coluna Arquitetura e Paisagismo

Graduação 2012 Veris Metrocamp, Pós Graduação 2025 PUC Campinas
@priscilalellipaisagismo
(19) 98175-2721




Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: William Tell (título em Português: “William Tell - O Guerreiro”)

William Tell (título em Português: “William Tell - O Guerreiro”)

Por falta de estreia melhor, acabei indo assistir a este filme. Havia assistido ao trailer, mas não tinha me animado muito, não. Desconhecia totalmente essa “lenda” (no Brasil, é conhecido como Guilherme Tell).

No início do século XIV, a Suíça se encontrava sob domínio austríaco. William Tell era um camponês simples, conhecido pela sua perícia no manuseio da balestra, pelo forte sentido de justiça e pela dedicação à família. Conta a lenda que, após várias provocações, o governador Hermann Gessler o obrigou a disparar uma flecha contra uma maçã colocada sobre a cabeça do próprio filho, como prova de submissão. Apesar de Tell ter cumprido a prova, foi capturado e levado como prisioneiro. A sua fuga e a sua capacidade de liderança desencadearam uma revolta popular que culminou com a morte de Gessler e a libertação da cidade de Altdorf.

O filme é bem feito, mas é bem fraco. Uns diálogos ruins e acabam sendo um pouco constrangedores. Bem filminho de Sessão da Tarde.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Downton Abbey: The Grand Finale (título no Brasil: “Downton Abbey: O Grande Final”)

Downton Abbey: The Grand Finale (título no Brasil: “Downton Abbey: O Grande Final”)

Nunca assisti à série de TV, mas vi os dois filmes anteriores. Não que seja muito do meu estilo de filme, mas é muito interessante e bem filmado e ambientado. Quando soube deste “grand finale”, tinha que assistir e encerrar a franquia.

Praticamente 15 anos após a série de televisão britânica sobre os ricos e os pobres do campo do norte de Inglaterra no início do século XX ter chegado às telas, a história de “Downton Abbey” encerra agora. É o terceiro filme deste universo e sequela de “Downton Abbey: A New Era”, de 2022. Nele, se vê a família Crawley, encabeçada por Robert (Hugh Bonneville), a chegar aos anos 1930. Há divórcios, problemas de dinheiro e questões de estatuto social.

Filme muito agradável e divertido. Quem gosta da série e dos outros filmes, pode ir assistir que vai ficar feliz (e também triste, pelo fim da história toda rs). Recomendo!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.




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