Campinas-SP recebe o maior Festival do Milho do interior paulista com a febre nacional das fatias e programação especial para comemorar o Dia dos Pais

Evento acontece de 7 a 9 de agosto, entre sexta-feira e domingo, na Praça Arautos da Paz com entrada gratuita; gastronomia temática, grandes shows, homenagens ao Dia dos pais e ações solidárias


Depois do sucesso da primeira edição, Campinas-SP recebe entre os dias 7 e 9 de agosto, de sexta-feira a domingo, o 2º Festival do Milho Verde, que retorna à Praça Arautos da Paz ainda maior. A grande novidade é o Especial Fatias do Festival “Eu Amo Chocolate”, que acontece simultaneamente no mesmo espaço. A proposta é proporcionar experiências únicas para toda a família, oferecendo tradição, inovação gastronômica e música ao vivo. A entrada é gratuita.  

Durante três dias, a Praça Arautos da Paz, ao lado da Lagoa do Taquaral, será o cenário de uma celebração da gastronomia afetiva brasileira. O evento reúne mais der 40 operações gastronômicas, espaço kids, ambiente pet friendly, atrações culturais e programação especial dedicada ao Dia dos Pais, festejado oficialmente no domingo, dia 9 de agosto. O festival funcionará na sexta-feira das 17h às 22h, e no sábado e domingo das 11h às 22h.

A realização é da Elo Produções, empresa responsável por importantes festivais gastronômicos do Estado de São Paulo, com destaque para o premiado Festival Sabores da Terra e a Festa Italiana – “Viva La Nostra Gente”, com apoio da Prefeitura Municipal de Campinas, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e do Vereador Luiz Rossini através de Emenda Impositiva.

“O milho faz parte da memória afetiva dos brasileiros. Crescemos com pamonha, curau, bolo de milho e tantas outras receitas que atravessam gerações. Nesta edição, quisemos unir essa tradição às novas tendências da confeitaria, criando uma experiência que “conversa” com todas as idades. Mais do que um festival gastronômico queremos proporcionar encontros, fortalecer o turismo, incentivar a economia e transformar o Dia dos Pais em uma celebração inesquecível para as famílias”, explica a CEO da Elo Produções, Renata Tannuri Meneghetti.

Culinária típica e sabores afetivos com o milho como protagonista
 
Realizado no auge da safrinha do milho, período de maior colheita do cereal no Brasil, o festival celebra a abundância da produção nacional e valoriza um dos ingredientes mais presentes na cultura e na gastronomia brasileira. Esse ingrediente símbolo da cultura brasileira, ganha releituras criativas e receitas que vão além da pamonha e do curau. O público poderá experimentar milho com costela desfiada preparado no tacho gigante, polentas recheadas, milho com coberturas variadas, cachapas recheadas e cuscuz em diversas versões.

O cardápio ainda traz como destaque bolo salgado em fatias, arroz de costela com milho verde, coxinha gigante, além dos clássicos milho cozido, milho de praia, bolos, doces e bebidas à base de milho.

Festival traz à praça a febre nacional das fatias 

Depois de conquistar as redes sociais, as famosas fatias chegam como uma das grandes atrações do festival. Entre os destaques estão as saborosas fatias de pudim, Matilda e Ninho com Morango, além de inúmeras outras receitas.

O espaço dedicado ao chocolate também é de dar água na boca. Oferece gelato de pipoca caramelizada, gelato de Nutella com brigadeiro de milho brûlée, canjicas gourmet, churros com creme de milho, copos da felicidade, merengues, espetos de chocolate e o tradicional Morango do Amor que volta para matar as saudades.

 Pais homenageados com programação especial

O domingo, dia 9 de agosto, será dedicado especialmente à família. A programação começa com a Bênção do Dia dos Pais, com a presença do padre Matheus Bernardes da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, seguida da benção do bolo, cuja renda será revertida para à Paróquia. Em seguida os pais serão presentados com a apresentação da Bateria Campineira, com cerca de 150 ritmistas. Serão duas horas de muita energia e alegria. À tardinha tem tributo a Chitãozinho & Xororó pela dupla Bruno & Thiago, Show de Prêmios no Bingo Solidário e encerramento especial com a banda Faroeste Caboclo, cover do Legião Urbana Cover e seu show Pais & Filhos.

Música, diversão e solidariedade

Além da gastronomia, o 2º Festival do Milho Verde, com Especial Fatias do Festival “Eu Amo Chocolate”, conta com uma agenda cultural repleta de atrações, shows do Forró Maria Lua, Queen Music Tribute, Robson Furiozo & Banda, além de gincanas com o Koringa Bobo da Corte.

A Praça Arautos da Paz será transformada em uma ampla área de convivência, com completo espaço kids. Outro destaque da programação são as ações solidárias em benefício da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes.

PROGRAMAÇÃO
Sexta-feira (7)
19h – Abertura oficial
20h – Banda Forró Maria Lua
 
Sábado (8)
13h – Seleção Musical
15h – Robson Furiozo & Banda
17h – Gincana com o Koringa Bobo da Corte
18h – Bingo Solidário em prol da Paróquia Nossa Sra. de Lourdes
20h –Show especial com Queen Music Tribute
 
Domingo (9)
13h – Bênção e Bolo dos Pais com Padre Matheus Bernardes
13h30 – Bateria Campineira com 150 ritmistas
16h – Bruno & Thiago  - Tributo a Chitãozinho & Xororó
18h – Show de Prêmios Solidário
19h – Legião Urbana Cover – Pais & Filhos
 
SERVIÇO


2º Festival do Milho Verde + Festival Eu Amo Chocolate – Especial Fatias
7 a 9 de agosto de 2026
Sexta-feira: 17h às 22h | Sábado e Domingo: 11h às 22h
Praça Arautos da Paz – Campinas/SP
Entrada gratuita | Gastronomia típica | Espaço kids | Pet Friendly |
Ações Solidárias

Patrocínio: – Cervejaria Germânia, Grupo GM7, Castelo Alimentos,
Apoio: Prefeitura Municipal de Campinas, Secretaria de Cultura e Turismo e Vereador Luiz Carlos Rossini

Apoio: – Casa D’Italia, General Clean, Lógica Digital, Inspira FM 97.7, Caminas.com.br
Informações para imprensa:
Elo Produções & Eventos – (19) 99733-1398 - @eloproducoes
 
 
 



Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Spider-Man: Brand New Day (título no Brasil: “Homem-Aranha: Um Novo Dia”)

Spider-Man: Brand New Day (título no Brasil: “Homem-Aranha: Um Novo Dia”)

Gosto dos filmes do Homem-Aranha desde os primeiros. Sempre me atraem e, mesmo sendo quase sempre a mesma coisa (risos), eu insisto em assisti-los. E me divirto sempre. Com este, não seria diferente. 

Passaram quatro anos desde os eventos de "Homem-Aranha: Sem Volta a Casa", em que Peter Parker (Tom Holland), o Homem-Aranha, se apagou a ele próprio da memória de todas as suas pessoas mais próximas e da cidade em que vive e tenta sempre defender, Nova Iorque. Ao mesmo tempo, tem de lidar com uma nova ameaça criminosa a pairar no ar e uma mudança nos seus próprios poderes.

De novo, acho que é sempre a mesma “fórmula”, mas tá tudo bem! É isso que a gente gosta, e nos leva a assistir aos filmes desta franquia. É divertido, muito bem feito, sempre com alguns novos vilões e complementos divertidos. E eu gostei. Recomendo pra que gosta do estilo.


Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Autoestima: muito além da aparência - Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

Vivemos em uma sociedade que associa autoestima à beleza, ao corpo perfeito ou à imagem refletida no espelho. Mas, na prática clínica, percebo diariamente que a autoestima vai muito além da aparência.

É possível encontrar pessoas consideradas bonitas, bem-sucedidas e admiradas que convivem com um profundo sentimento de inadequação. Da mesma forma, há pessoas que não correspondem aos padrões estéticos impostos pela sociedade, mas possuem uma autoestima sólida e uma relação saudável consigo mesmas.

Isso acontece porque a autoestima não nasce no espelho. Ela nasce na forma como aprendemos a enxergar nosso próprio valor.

O que é autoestima?

Na psicologia, autoestima é a percepção que construímos sobre quem somos. É reconhecer nossas qualidades, aceitar nossas limitações e compreender que nosso valor não depende da aprovação, da performance ou da opinião dos outros.

Uma autoestima saudável permite que a pessoa:

  • estabeleça limites sem culpa;

  • tome decisões com mais segurança;

  • enfrente desafios sem acreditar que um erro define quem ela é;

  • cuide de si por amor, e não por obrigação;

  • desenvolva relações mais equilibradas.

Ela não significa sentir-se confiante o tempo todo, mas saber que, mesmo diante das dificuldades, continua sendo digna de respeito, cuidado e amor.

Quando a confiança esconde uma autoestima fragilizada

Nem sempre quem demonstra segurança realmente acredita no próprio valor.

Na clínica, observo pessoas que parecem extremamente confiantes, mas vivem presas à necessidade constante de reconhecimento. Precisam ser elogiadas, têm dificuldade em lidar com críticas e sentem que precisam provar o tempo todo que são competentes.

Muitas desenvolvem um perfeccionismo intenso, trabalham além dos próprios limites e nunca consideram suficiente aquilo que fazem.

Na Terapia do Esquema compreendemos que esses comportamentos costumam ser estratégias criadas para proteger feridas emocionais antigas. Em algum momento da vida, essas pessoas aprenderam que precisavam ser perfeitas, agradar ou alcançar resultados para serem aceitas.

Embora essas estratégias tenham ajudado no passado, acabam gerando ansiedade, esgotamento emocional e um sentimento constante de insuficiência.

Como a baixa autoestima aparece no dia a dia?

A baixa autoestima nem sempre se manifesta de forma evidente.

Ela pode aparecer em atitudes aparentemente comuns, como:

  • dificuldade em dizer "não";

  • culpa ao priorizar as próprias necessidades;

  • necessidade constante de agradar;

  • comparação frequente com outras pessoas;

  • medo de errar ou decepcionar;

  • dificuldade em reconhecer conquistas;

  • aceitação de relacionamentos que causam sofrimento.

Esses comportamentos geralmente refletem padrões emocionais construídos ao longo da história de vida e reforçados por experiências familiares, sociais e afetivas.

A aparência ajuda?

Cuidar da aparência pode, sim, contribuir para a autoestima.

Vestir-se de uma forma que represente sua identidade, cuidar da saúde, praticar atividade física e dedicar tempo ao autocuidado são atitudes importantes.

No entanto, existe uma diferença fundamental entre cuidar de si porque reconhece seu valor e cuidar de si apenas para conquistar aprovação.

Quando o cuidado é motivado apenas pelo medo da rejeição ou pela necessidade de aceitação, dificilmente produzirá uma autoestima consistente.

A verdadeira transformação acontece quando o cuidado externo é acompanhado de uma mudança interna.

A autoestima também passa pelo corpo

Como psicóloga especialista em regulação emocional, psicoterapia corporal e Terapia do Esquema, observo que nossas emoções também ficam registradas no corpo.

Uma postura encolhida, tensão muscular constante, dificuldade para respirar profundamente ou sensação permanente de alerta muitas vezes refletem uma história de sofrimento emocional.

Por isso, fortalecer a autoestima não envolve apenas mudar pensamentos, mas também aprender a reconhecer emoções, regular o corpo e transformar crenças profundas que sustentam sentimentos de desvalor.

Quando mente, emoções e corpo são cuidados de forma integrada, a pessoa desenvolve uma autoestima mais estável e menos dependente das circunstâncias.

A autoestima pode ser reconstruída

A boa notícia é que autoestima não é uma característica fixa.

Ela pode ser fortalecida em qualquer fase da vida.

A psicoterapia oferece um espaço seguro para compreender a origem dos padrões emocionais, ressignificar experiências dolorosas e construir uma relação mais saudável consigo mesmo.

Quando uma pessoa aprende que seu valor não depende da perfeição, da aparência ou da aprovação externa, ela deixa de viver tentando provar quem é e passa a viver com mais autenticidade, equilíbrio emocional e liberdade.

A verdadeira autoestima não está em parecer forte. Está em reconhecer o próprio valor, mesmo quando ninguém está olhando.

Elisa Maria Pereira

Coluna Psicologia

Psicóloga , Palestrante e Mentora de Casais Especialista em Dinâmica emocional e relacional @psi.elisape

Contatos: elisascognamiglio@uol.com.br

 Whats:19981281661

Instagram: @ psi.elisape




Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Familiar Touch (título no Brasil: “Toque Familiar”)

Familiar Touch (título no Brasil: “Toque Familiar”)

Vi o trailer e achei que seria um drama comovente, e também um filme bonito, pois apareciam destaques de comentários de críticas e revistas. Fiquei realmente interessado.

Uma mulher idosa se muda para uma casa de repouso, lidando com sua mudança de identidade, memória e relacionamentos em meio às complexidades do envelhecimento.

Uma decepção! O filme é monótono demais. Não tem muitos eventos, apenas a ida da personagem principal à casa de repouso e alguns momentos passados por lá. Não que seja um filme ruim, mas é um pouco lento (cenas longas, sem diálogo, sem relevância. Por exemplo, ela deitada, dormindo). Uma pena, pois a atuação da atriz principal está excelente!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, Clarice Lispector e Filme: Perdendo o juízo , Netflix

Dica de livro: uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, Clarice Lispector

"O coração tem que se apresentar diante do Nada sozinho e sozinho bater em silêncio de uma taquicardia nas trevas."

A experiência da protagonista desta aprendizagem mostra afinidades tanto com as provações da bela Psiquê, do mito grego, quanto com a mística aventura da alma, ao atravessar a noite escura no Cântico Espiritual  de São João da Cruz.

Como um quadro cujas linhas mestras o recortassem do grande mistério que tudo contém, este livro, que "se pediu uma liberdade maior", é a narrativa de uma iniciação e um extraordinário hino ao amor. Lóri, a mulher, faz uma longa viagem ao mais profundo de si mesma e chega à consciência total de ser. Diz: eu é; o homem, Ulisses, um professor de filosofia, que possui fórmulas para explicar o mundo, transforma-se em algo mais simples, um simples homem. Ambos serão iniciados: Ulisses fecha os ouvidos para as outras sereias porque só está disponível para Lóri, cujo verdadeiro nome é Loreley, como a personagem de Heine e de Apollinaire, uma ondina ou sereia que costumava atrair para os rochedos os barqueiros do Reno. Na verdade, cada um vai encontrar-se consigo mesmo em face do outro.

Por ser trabalho, ascese, viagem, o amor de Lóri e Ulisses vence a diferença, o estranhamento, vence até mesmo a morte, ou o medo da morte. E a entrega finalmente física dos personagens se realiza com força tântrica de êxtase, de epifania. Para Lóri, "a atmosfera era de milagre"; Ulisses "estava sofrendo de vida e de amor".

Nada termina, porém, o momento anuncia uma nova aurora: "Ambos estavam pálidos e ambos se acharam belos." Clarice, que se insere sabiamente no possível, fecha com dois pontos a narrativa que começara com uma vírgula.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Perdendo o juízo , Netflix

 Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

54 Happy Meeting Pecorino, uma noite agradável e comida boa!

54 Happy Meeting Pecorino, uma noite agradável e comida boa!

Fotos: Osvaldo Furiatto

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Scary Movie (título no Brasil: “Todo Mundo em Pânico”)

Scary Movie (título no Brasil: “Todo Mundo em Pânico”)

Sinceramente, não estava muito interessado em assistir a este filme. Não por não gostar do estilo ou da franquia, mas por achar que esse tempo já passou. Essa franquia envelheceu mal. Mas por falta de opção, arrisquei.

Vinte e seis anos depois de terem sobrevivido a uma série de ataques cometidos por um implacável assassino mascarado, Cindy, Brenda, Shorty e Ray se deparam com uma nova onda de violência.

Devia ter seguido os meus instintos rs. Realmente, foi-se o tempo desses filmes (pelo menos, pra mim). Claramente fizeram para ganhar dinheiro e só. Poucos momentos para boas risadas e muitas ‘mesmas piadas de sempre’. Foi um tempo passado no cinema sem frustrações, mas não vale o ingresso, não.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.