8 Happy meeting Talks no Malabarista Café
54 Happy Meeting Pecorino, uma noite agradável e comida boa!
54 Happy Meeting Pecorino, uma noite agradável e comida boa!
Fotos: Osvaldo Furiatto
Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Scary Movie (título no Brasil: “Todo Mundo em Pânico”)
Scary Movie (título no Brasil: “Todo Mundo em Pânico”)
Sinceramente, não estava muito interessado em assistir a este filme. Não por não gostar do estilo ou da franquia, mas por achar que esse tempo já passou. Essa franquia envelheceu mal. Mas por falta de opção, arrisquei.
Vinte e seis anos depois de terem sobrevivido a uma série de ataques cometidos por um implacável assassino mascarado, Cindy, Brenda, Shorty e Ray se deparam com uma nova onda de violência.
Devia ter seguido os meus instintos rs. Realmente, foi-se o tempo desses filmes (pelo menos, pra mim). Claramente fizeram para ganhar dinheiro e só. Poucos momentos para boas risadas e muitas ‘mesmas piadas de sempre’. Foi um tempo passado no cinema sem frustrações, mas não vale o ingresso, não.
Vicente Neto
Coluna Crítica de Cinema
Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.
A nova hospitalidade começa antes do check-in: por que o mobiliário passou a definir a experiência dos hóspedes?
Por Tibeti Caviglioni Daniel*
O que faz uma pessoa querer voltar a um hotel?
Foto: Mavie Móveis
Há alguns anos, a resposta provavelmente incluiria uma boa localização, um atendimento atencioso e um café da manhã bem servido. Esses fatores continuam essenciais, mas já não bastam. O comportamento do consumidor mudou e, com ele, a forma como a hotelaria passou a enxergar a experiência de hospedagem.
Hoje, o hóspede busca ambientes que transmitam acolhimento, conforto e personalidade. Ele quer viver experiências memoráveis, registrar momentos, compartilhar espaços nas redes sociais e sentir que cada detalhe foi pensado para tornar sua estadia mais agradável.
Não por acaso, o setor vive um momento de expansão. Dados do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) mostram que a hotelaria brasileira segue em crescimento, impulsionada pelo aumento da ocupação, da diária média e da receita dos empreendimentos. Ao mesmo tempo, novos investimentos ampliam a oferta de hotéis em diversas regiões do país, tornando o mercado ainda mais competitivo.
Nesse cenário, oferecer um bom quarto já não é suficiente. É preciso criar experiências. E existe um elemento que participa silenciosamente de praticamente todos os momentos da jornada do hóspede: o mobiliário.
Pode parecer um detalhe, mas é ele que recebe o visitante no lobby, acompanha o café da manhã, acolhe durante uma reunião de trabalho, oferece conforto em momentos de descanso e contribui para a sensação de bem-estar dentro do apartamento.
Na maioria das vezes, o hóspede não vai comentar sobre a cadeira onde trabalhou ou a poltrona onde leu um livro. Mas certamente perceberá quando esses elementos forem desconfortáveis, pouco funcionais ou não conversarem com a proposta do ambiente. Da mesma forma, quando tudo funciona em perfeita harmonia, fica a sensação de que aquele hotel foi pensado para ele.
Essa percepção faz toda a diferença!
A própria forma de viajar mudou. O crescimento das viagens que combinam negócios e lazer, conhecido como *bleisure* aumentou a permanência dos hóspedes nos espaços comuns dos hotéis. O lobby deixou de ser apenas uma área de passagem e passou a funcionar como ponto de encontro, ambiente de trabalho, espaço para reuniões informais ou simplesmente um local para relaxar. Os quartos também precisaram evoluir para atender diferentes perfis de hóspedes, oferecendo conforto tanto para quem está em uma viagem de férias quanto para quem precisa passar horas trabalhando.
Tudo isso exige projetos muito mais inteligentes. O mobiliário deixou de cumprir apenas uma função estética e passou a integrar a estratégia dos empreendimentos. Ergonomia, funcionalidade, resistência, facilidade de manutenção e qualidade dos materiais são fatores que impactam diretamente a experiência do cliente e também a eficiência operacional dos hotéis.
Ao mesmo tempo, cresce a importância da identidade dos ambientes.
Em um mercado onde muitos serviços acabam sendo semelhantes, o design tornou-se uma poderosa ferramenta de diferenciação. Cada hotel busca transmitir sua personalidade, seja por meio de uma atmosfera contemporânea, de referências à cultura local ou de uma proposta mais sofisticada e exclusiva. O mobiliário é um dos principais responsáveis por materializar esse conceito e transformar a arquitetura em uma experiência sensorial.
Por isso, arquitetos e especificadores procuram, cada vez mais, soluções que permitam liberdade criativa. A possibilidade de escolher acabamentos, cores, revestimentos e materiais faz com que cada projeto seja único e reflita a identidade do empreendimento.
Durante muito tempo, acreditou-se que esse nível de personalização era incompatível com grandes projetos. Hoje, a indústria evoluiu e já é possível desenvolver mobiliário sob medida para hotéis de todos os portes, conciliando escala produtiva, qualidade e personalização. Essa capacidade amplia as possibilidades dos arquitetos e permite que grandes redes ofereçam ambientes exclusivos, sem abrir mão da eficiência necessária para a operação.
Mais do que fabricar móveis, trata-se de compreender como as pessoas vivem os espaços.
Quando um hóspede escolhe permanecer mais alguns minutos no lobby porque se sente confortável, quando consegue trabalhar com praticidade dentro do quarto ou simplesmente relaxar ao final de um dia intenso porque o ambiente transmite acolhimento, o mobiliário cumpriu seu papel de forma quase invisível.
E talvez esse seja o maior elogio que um projeto possa receber. Na hospitalidade, as melhores experiências são construídas justamente pelos detalhes que passam despercebidos, mas permanecem na memória, como um lindo hall de entrada ou uma área cuidadosamente pensada próximo a piscina. O conforto, a funcionalidade e o design não chamam atenção por si só. Eles fazem o hóspede sentir que está exatamente onde gostaria de estar.
É essa sensação que transforma uma simples hospedagem em uma experiência capaz de gerar recomendações, fidelizar clientes e fortalecer a marca de um hotel. No final das contas, o hóspede pode até não se lembrar de cada móvel que encontrou pelo caminho, mas certamente se lembrará de como aquele ambiente o fez sentir.
Foto: Divulgação
*Tibeti Caviglioni Daniel é CEO da Mavie Móveis e executiva de marketing com mais de 20 anos de experiência em branding, comunicação e gestão estratégica. Atua no desenvolvimento de projetos que unem design, inovação e posicionamento de marcas, além de liderar iniciativas voltadas ao crescimento de empresas e no fortalecimento do empreendedorismo feminino.
Sobre a Mavie
A Mavie Móveis é uma marca brasileira de mobiliário para áreas internas e externas, com fábrica própria em Campinas (SP). Nascida da experiência de mais de 15 anos como fornecedora de móveis para alguns dos principais players do mercado nacional, a empresa lançou sua marca autoral em 2023, unindo design contemporâneo, produção artesanal, personalização e alta qualidade. Atende consumidores finais, arquitetos, designers de interiores, paisagistas e clientes corporativos em todo o Brasil, desenvolvendo soluções para residências, hotéis, restaurantes, condomínios, incorporadoras, clubes e empresas. Com fabricação própria, garantia de cinco anos e foco em conforto, durabilidade e excelência construtiva, a Mavie transforma ambientes por meio de móveis pensados para acompanhar os momentos e as necessidades únicas de cada cliente materializadas em momentos que realmente importam.
Comunicação com a Imprensa:
Cláudia Carnevalli
19 99989-8535
claucarnevalli.jornalita@gmail.com
Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: A vergonha tem que mudar de lado, Gisele Pelicot e Filme: A teia
Dica de livro: A vergonha tem que mudar de lado, Gisele Pelicot
Um hino à vida – A história real de Gisèle Pelicot, a mulher que denunciou o marido e mais de cinquenta abusadores na França.
Esta é a impressionante história de Gisèle Pelicot, que comoveu o mundo ao revelar um dos casos mais chocantes de violência sexual e abuso conjugal da França. Em Um hino à vida, Gisèle narra como transformou sua dor em força e oferece uma mensagem poderosa de esperança, superação, cura e empoderamento feminino.
Em 2024, Gisèle tornou-se símbolo de coragem ao renunciar ao anonimato e enfrentar publicamente o ex-marido, Dominique Pelicot, e mais de cinquenta homens acusados de estupro. Apenas quatro anos antes, ela descobrira que o companheiro a drogava e permitia que outros homens a violentassem enquanto estava inconsciente -- um crime que chocou o mundo e desencadeou um debate global sobre culpa, vergonha e justiça.
Nesta autobiografia profundamente humana, Gisèle compartilha sua trajetória desde a infância, o casamento e o momento devastador da descoberta, até o processo judicial e a sua luta para reconstruir a vida. Narrado com coragem e dignidade, Um hino à vida é o testemunho de superação de uma mulher que rompeu o silêncio e inspirou milhares de vítimas de abuso a recuperarem a própria voz.
Dica de filme: A teia
Luciana Andrade
Coluna Dicas de Livros e Filmes
Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com
Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Odyssey (título no Brasil: “A Odisséia”)
The Odyssey (título no Brasil: “A Odisséia”)
Acho que grande parte das pessoas do mundo, nesses últimos dias, ouviu falar sobre a estréia deste filme, e da grandiosidade do mesmo. Quem gosta de cinema, com certeza, estava (ou ainda está) com bastante curiosidade para ir conferir. Eu estava, e muito!
Escrito por volta de 700 a.C., considerado seminal no cânone da literatura ocidental e tradicionalmente atribuído a Homero, o poema épico da Grécia Antiga “A Odisseia” nos fala de coragem e perseverança, e acompanha as aventuras do grego Ulisses (Matt Damon), rei de Ítaca que, após ter desaparecido em combate na Guerra de Tróia, tenta encontrar o caminho de volta a casa.
Mas parece que forças superiores tentaram evitar o seu regresso e depois de duas décadas ausente, durante as quais se viu forçado a enfrentar homens terríveis, ciclopes, sereias, tempestades e deuses irados, conseguiu finalmente regressar para Penélope (Anne Hathaway) – a mulher que, embora forçada a escolher um novo marido, nunca perdeu a esperança de ver Ulisses de volta – e de Teémaco (Tom Holland), o filho de ambos.
Saí do filme com a palavra “fantástico!” na cabeça. E realmente o filme é excepcional! Há muito tempo não assistia a um filme tão bom, tão bem feito! Recomendo que não deixem de assistir, e que assistam nos cinemas (mesmo que não seja em salas IMAX, mas tem que ser na telona!)!!!
Vicente Neto
Coluna Crítica de Cinema
Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.
Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Franz
Franz
Um filme biográfico sempre me chama muito a atenção. Como pouco sabia sobre a vida de Kafka, foi um ‘prato cheio’.
Nascido em 1883, em Praga (na época integrada no Império Austro-Húngaro), Franz Kafka é um dos autores mais populares e influentes do século passado. Este filme biográfico acompanha o escritor desde a infância até aos últimos dias da sua vida, percorrendo a difícil relação com os progenitores – sobretudo com o pai, um homem autoritário e violento –, os anos passados como empregado de uma companhia de seguros, a relação que mantinha com o judaísmo, a sua vulnerabilidade emocional e também a constante resistência à intimidade, algo que se refletiu em todas as suas relações românticas.
É um filme não-linear (não segue exatamente uma linha de tempo), e mistura cenas atuais (de guias do museu do escritor em Praga, falando sobre ele) com cenas da vida do mesmo, ora adulto, ora criança. Mas muito bem ambientado, bem filmado e enredo sem enrolações. Quem gosta de saber sobre a vida de personalidades, recomendo!
Vicente Neto
Coluna Crítica de Cinema
Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.
A Transformação Pela Raiz: O Caminho para um Sucesso Verdadeiro e Duradouro - Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira
Vivemos em uma sociedade que valoriza resultados rápidos. Há fórmulas para aumentar a produtividade, melhorar relacionamentos, controlar emoções e alcançar sucesso. No entanto, muitas pessoas descobrem que, mesmo após conquistar objetivos importantes, continuam sentindo ansiedade, vazio, insegurança ou a sensação de estarem presas aos mesmos padrões.
Isso acontece porque a verdadeira transformação não ocorre apenas quando mudamos comportamentos. Ela acontece quando tratamos a raiz que sustenta esses comportamentos.
O que significa transformar pela raiz?
Imagine uma árvore com folhas secas. Pintar as folhas de verde pode até melhorar sua aparência por um tempo, mas não resolverá o problema se as raízes estiverem adoecidas.
Com o ser humano acontece o mesmo.
A procrastinação, a ansiedade, a irritabilidade, os conflitos nos relacionamentos, o medo de fracassar, a necessidade de agradar ou a baixa autoestima são, muitas vezes, apenas sintomas de questões emocionais mais profundas.
Quando tratamos apenas os sintomas, o sofrimento tende a retornar. Quando cuidamos da raiz, a mudança se torna consistente.
A raiz do sofrimento emocional
Ao longo da vida, cada pessoa constrói crenças sobre si mesma, sobre os outros e sobre o mundo.
Experiências de rejeição, abandono, críticas constantes, traumas, excesso de cobranças ou falta de afeto podem formar padrões emocionais que permanecem ativos por muitos anos.
Esses padrões influenciam decisões, relacionamentos, desempenho profissional e até a saúde física, muitas vezes de forma inconsciente.
É por isso que tantas pessoas repetem os mesmos ciclos, mesmo desejando profundamente uma vida diferente.
A ciência confirma essa transformação
Hoje sabemos, por meio dos estudos sobre neuroplasticidade, que o cérebro é capaz de criar novas conexões ao longo da vida.
Quando a psicoterapia promove novas formas de compreender emoções, elaborar experiências e desenvolver respostas mais saudáveis, o cérebro também reorganiza seus circuitos.
Ou seja, mudar a raiz emocional não é apenas uma experiência subjetiva. É um processo que também produz mudanças reais no funcionamento cerebral.
O sucesso começa de dentro para fora
Muitas pessoas acreditam que terão paz quando alcançarem sucesso.
Na prática, o caminho costuma ser o contrário.
Quando existe equilíbrio emocional, torna-se mais fácil tomar decisões, lidar com desafios, construir relacionamentos saudáveis, liderar equipes, educar os filhos e aproveitar as oportunidades da vida.
O sucesso sustentável nasce de uma estrutura emocional fortalecida.
Não basta controlar as emoções. É preciso compreendê-las.
Controlar emoções pode aliviar o sofrimento temporariamente.
Transformar pela raiz significa entender por que determinada emoção aparece, qual necessidade ela revela e quais experiências contribuíram para sua formação.
Somente assim é possível interromper ciclos repetitivos e construir uma nova forma de viver.
A verdadeira liberdade emocional
Liberdade emocional não significa nunca sentir medo, tristeza ou ansiedade.
Significa não ser governado por essas emoções.
É desenvolver maturidade emocional para responder às situações com consciência, em vez de apenas reagir aos gatilhos do passado.
Esse é o processo que permite uma transformação sólida, profunda e duradoura.
Conclusão
A mudança verdadeira não acontece quando apenas aprendemos novas estratégias. Ela acontece quando cuidamos daquilo que está escondido sob a superfície.
Assim como uma árvore cresce forte quando suas raízes são saudáveis, pessoas que transformam sua estrutura emocional desenvolvem mais equilíbrio, clareza, segurança e capacidade para viver relacionamentos mais saudáveis e alcançar sucesso em todas as áreas da vida.
A transformação pela raiz não oferece soluções imediatas. Ela oferece algo muito mais valioso: uma mudança que permanece.
Elisa Maria Pereira
Coluna Psicologia
Psicóloga , Palestrante e Mentora de Casais Especialista em Dinâmica emocional e relacional @psi.elisape
