"Esses são 10 nomes incríveis que todo mundo deveria acompanhar no Linkedin" e nosso colunista, João Marcelo Furlan está na lista!

No dia 28 de FevereiroGustavo Caetano (CEO da Samba Tech) publicou um artigo no LinkedIn com o título e foto acima. Adivinha só quem também entrou para a lista?!

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Isso mesmo!

O nosso querido e respeitado fundador & CEO, João Marcelo Furlan!

Agradecemos a todos que votaram e continuam seguindo nossos trabalhos. Estamos muito felizes por esse reconhecimento, assim como por tudo que temos conquistado até hoje!

Para 2018, teremos várias novidades que gostaríamos de compartilhar contigo. Você verá tudo isso em breve!

Confira a lista completa e veja o que Gustavo Caetano tem a comentar sobre isso por meio do botão abaixo:

Apesar de triste por ter deixado bons nomes de fora, cheguei na seguinte lista:

  1. Rodrigo Garçone (https://www.linkedin.com/in/garcone/), 36 mil seguidores, fala sobre empreendedorismo, startups e histórias de sucesso.
  2. Thiago Reis (https://www.linkedin.com/in/thiago-reis-/), 12 mil seguidores, posts com dicas práticas de como montar um time de vendas vencedor.
  3. Edson Rigonatti ( https://www.linkedin.com/in/edsonrigonatti), 6 mil seguidores, dicas para quem quer captar investimento, criar times de alta performance e conhecer mais do mercado de capital de risco/startups. 
  4. João Marcelo Furlan (https://www.linkedin.com/in/joaofurlan/), 16 mil seguidores, escreve sobre liderança e vendas.
  5. Pedro Waengertner (https://www.linkedin.com/in/pedrowaengertner/), 28 mil seguidores, escreve sobre inovação, startups e aceleração de empresas.
  6. Mauro Segura (https://www.linkedin.com/in/maurosegura/), 25 mil seguidores, escreve sobre vida corporativa, comunicação e marketing.
  7. Flávia Gamonar (https://www.linkedin.com/in/flaviagamonar/), 689 mil seguidores (wow), escreve ativamente sobre marketing de conteúdo, comunicação e carreira. 
  8. Renata Lellis (https://www.linkedin.com/in/renatalellis/),10 mil seguidores, posts sobre terceiro setor, diversidade, inclusão e responsabilidade social.
  9. Laíze Damasceno (https://www.linkedin.com/in/laizedamasceno), 10 mil seguidores, fala sobre gentileza no ambiente virtual;
  10. Roni Chittoni (https://www.linkedin.com/in/ronichittoni/), 38 mil seguidores, escreve sobre gente, processo seletivo, contratação e carreira. 

Fonte: Gustavo Caetano Influencer -Top #5 Linkedin InFluencer. Autor do Best Seller Pense Simples

Os 4 Tipos Engajamento para 2018 - Coluna Liderança por Renato Fontana Capalbo

Diversos grupos globais divulgaram recentemente suas análises de tendências para o futuro. O interessante na leitura de todos os relatórios (trago alguns mais adiante no artigo) é que a maioria chega a uma conclusão em comum: Devemos nos preparar para a transformação digital maximizando a automação de atividades de lógica e cálculos em computadores e focar o desenvolvimento das pessoas em atividades não lógicas, como resolução de problemas complexos, criatividade, inteligência emocional, perseverança, colaboração, entre outros.

Para sustentar e diminuir o atrito que esta mudança causará em diversos cargos e atividades econômicas, os especialistas têm olhado para COMO implementar inovação de forma que as pessoas se sintam à vontade com mudança, e não desafiadas por ela.

O maior desafio tem sido na aprendizagem, já que as coisas estão se atualizando tão rápido que a nossa capacidade de aprender e aplicar o que aprendemos é o que vai ditar se somos aptos a realizar os novos desafios com eficiência.

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Esta imagem acima é uma visão de como nossas competências serão desenvolvidas através de "aprender a reaprender" de acordo com o OECD Forum - Organisation for Economic Co-operation and Development (clique no link para acessar este relatório).

Chega a ser perturbador pensar nessa evolução tão rápida e como isso impactará nossas vidas, certo?

Bom, a noticia boa é que muitas empresas estão olhando para essa mudança e como ela pode tornar a vida das pessoas menos estressantes no trabalho; Como a tecnologia pode nos tornar mais produtivos ao assumir atividades chatas de nossa rotina e nos liberar tempo para pensar nas coisas importantes e interessantes.

Uma das ferramentas que está crescendo com este cenário é chamada de Gamification (traduzida para Gamificação, em português), que de acordo com um dos principais especialistas no assunto "Prof Kevin Werbach, da Universidade de Wharton e autor do livro For the Win", é uma forma de atribuir elementos de jogos à atividades chatas, para que elas se tornem mais interessantes.

De acordo com o relatório de Tendências e Previsões para a Área de Aprendizagem para 2018, divulgado pela Udemy (uma das principais plataformas de ensino compartilhado), Gamification é uma das 5 maiores tendências para 2018(vide imagem abaixo da página de Gamification do relatório).

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Principal Aprendizagem sobre Gamification até Agora

Se você ainda não ouviu falar sobre Gamification ou ainda é um entusiasta no assunto, vou compartilhar fatos interessantes que temos aprendido com esta metodologia ao longo dos últimos 5 anos de aplicação dela pela Enora Leaders.

Começamos usado Gamification em clientes da Enora de forma presencial (em experiências de aprendizagem e com criação de jogos corporativos) e inclusive com uma plataforma que criamos para gamificar o processo de vendas, dos treinamentos de vendedores, da interação deles com os clientes e para promover campanhas de incentivo e fidelidade.

Pensando em gamification, lembramos de jogos, de desafios, competição etc. Certo? Aí chegamos no ponto que nem todas as pessoas gostam de competir e que a gamificação não seria eficiente se parte das pessoas não aderisse à ferramenta. Porém no começo não era bem assim. Percebíamos que algumas pessoas não se interessavam tanto pelas atividades, competições e desafios. Era uma minoria, porém relevante para o resultado de nosso trabalho.

Para sanar este problema, aplicamos uma das aprendizagens mais importantes do curso do Professor Kevin. Aumentamos o repertório de mecânicas dos desafios baseado nos 4 perfis de jogadores. Desta forma, dentro de um mesmo jogo, conseguimos engajar pessoas com preferências distintas, com atividades distintas e maximizamos o engajamento dos participantes. Desde então, acabamos trazendo o mapeamento do perfil dos participantes para o começo do processo de gamificação, assim poderíamos garantir que todos participantes estivessem no centro da experiência total que criávamos.

Esta dúvida de "Como mobilizar as pessoas que não se engajam com jogos ou competição?" que surge muito em palestras e workshops de gamification que realizamos e abaixo segue a forma de como agir com estes casos (que também se aplicam em outros cenários que não sejam treinamentos nem gamification).

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Assim como em algumas avaliações de perfil comportamental, como o DISC e MBTI, existe também uma matriz de perfil de tipos de jogos que as pessoas preferem (a matriz da imagem acima). Vou explicar melhor como ela funciona para que você possa lembrar dela na hora que estiver buscando desafios para sua equipe ou mesmo em entender como aumentar o interesse deles em aprender ou realizar alguma atividade que não soe tão interessante.

Como funciona: No eixo horizontal, medimos se o perfil da pessoa adere melhor a jogos e desafios que a coloquem como centro da missão (Player, à esquerda da imagem) ou se ela prefere girar em torno da missão (Content, à direita da imagem). No eixo vertical, vamos medir a aderência ao tipo de interação. A pessoa prefere ser protagonista da missão (Acting, no topo da imagem) ou prefere participar da construção do ecossistema da missão (Interacting, ao fundo da imagem).

Todos nos temos nossas preferências em cada um dos eixos, então quando cruzamos elas descobrimos um dos "Tipos de Jogadores" abaixo é predominante em nós, e aderimos melhor a determinados tipos de atividades:

Content + Acting = Express: Aquele que jogador gosta de missões relacionadas a processos e realizações, como conquistar o poderes, estar apto a criar algo, escolher itens e adquirir objetos. É uma pessoa que se da bem em jogos como "Sim City e Banco Imobiliário", pois pode construir história da forma que ela imagina. Este jogador valoriza mais os méritos e conquistas do que ser o primeiro em algo.

Acting + Player = Compete: É o perfil competitivo, que quer desafiar pessoas ao invés de missões. Aquele que busca estar na frente em rankings, duelos, jogos 1 a 1, etc. Este jogador prefere jogos de Lutas, Competições e Estratégia, onde possa se comparar com outros. Ele valoriza mais seu status individual do que os méritos de chegar até onde chegou.

Player + Interacting = Collaborate: É o perfil de jogador que gosta de participar e ser parte de um grupo de jogadores. Valoriza muito a interação com os demais jogadores e busca ser valorizado pelos outros do time por sua importância como parte das conquistas. Este perfil provavelmente escolheria o jogo "The Sims" para jogar, pois pode interagir e socializar. Este jogador não gosta de rankings e competições 1 a 1.

Interacting + Content = Explore: Este perfil de jogador é de grande curioso e desbravador. Seu maior engajamento é por atividades e missões de coletar, colecionar, atingir metas e ser avaliado por suas capacidades. Se ele puder escolher um jogo, provavelmente será algum que contemple desafios de lógica e RPG. Valoriza competir consigo mesmo e medir sua evolução e não se importa muito com sua comparação com os demais em formato de ranking.

Se ainda sim está incerto sobre qual seu tipo de preferência, recomendo que leia um dos livros ou faça um dos cursos que menciono ao final deste artigo. Lá, encontrará muitos detalhes sobre os perfis de jogadores e atividades que os engajam.

A grande reflexão que esta análise de perfis de jogadores trás é que todos nós gostamos de nos envolver em algum tipo de jogo ou desafio desde que seja de nossa preferência. Se participarmos de algum que seja, então ele irá nos ajudar a aprender mais facilmente e de uma forma interessante e marcante. Neste ponto, é onde gamification se conecta com "aprender a reaprender", pois as pessoas podem aprender e ensinar um mesmo assunto de formas diferentes.

Portanto, como ainda veremos muito sobre Gamification ao longo de 2018 (se todas as análises de tendências acertarem suas previsões), lembrem de que o engajamento das pessoas de seu time depende do tipo de desafio que você propõe à elas. Faça o mapeamento dos perfis antes de iniciar um desafio e crie vários caminhos de aprendizagem até a entrega de resultados, assim todos poderão atingi-los usando o caminho que acharem mais interessante e poderão aprender mais enquanto entregam resultados.

Recomendações:

1) Em Janeiro, realizaremos um workshop gratuito online de Gamification, utilizando a nossa plataforma como base para criar experiências gamificadas. 

2) Baixe nossos eBooks de Aplicação de Gamification e Gamification para vendas.

3) Dicas de Leituras de livros sobre Gamification: For the Win e Gamestorming.

4) Faça o curso gratuito de Gamification para ambientes de negócios, da Universidade de Wharton, no Coursera,  (com o Professor Kevin Werbach, mencionado diversas vezes no artigo).

5) Faça o curso da ferramenta Octalysis, que aplica gamification em ambientes desafiadores (mencionada em nossos eBooks) 

Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/os-4-tipos-engajamento-para-2018-renato-fontana-capalbo/?utm_campaign=artigo_renato__-_engajamento_gamification_tipo_a&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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Renato Fontana Caplabo

Shareholder at Enora LeadersEnora Leaders

 Clinton Center of Teaching and Learning

As 6 armadilhas que jovens líderes precisam evitar - Coluna Liderança por João Marcelo Furlan - Enora Cursos

Estrear numa posição de liderança pode ser muito empolgante. Mas é comum que o desafio também traga uma certa dose de incerteza e mal-estar.

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Não é para menos. De acordo com a coach Eva Hirsch Pontes, ser gestor pela primeira vez exige um deslocamento radical do olhar frente ao trabalho: em vez de se concentrar nas próprias entregas, você deverá se preocupar com a produção das outras pessoas.

Esse movimento é pouco natural para o ser humano, segundo Eva. “De uma hora para outra, você descobre que a qualidade do seu trabalho importa menos do que a sua capacidade de desenvolver os outros”, diz a especialista.

Some-se a isso o fato de que a maioria das empresas falha no treinamento e na preparação dos seus novos líderes.

De acordo com João Marcelo Furlan, CEO da Enora Leaders, a maioria dos chefes novatos não recebe orientação suficiente para assumir a nova posição – e precisa se virar como pode para ter sucesso.
Mas como fazer isso? O primeiro passo é buscar conhecer-se profundamente. “Essa é a base para a formação de um líder, é o que fará com que as outras pessoas confiem em você”, explica Furlan.

Também é importante ter curiosidade sobre o tema e investir em leituras sobre liderança. Além do apoio dos livros, também é preciso consultar pessoas: mesmo sem um treinamento formal, um chefe novato pode aprender muito com as figuras mais experientes de sua empresa.

Outra dica é aproveitar as diversas experiências de liderança que aparecem ao longo da vida, mesmo fora do trabalho. “São muitas as situações, na faculdade ou num projeto voluntário, por exemplo, em que precisamos agir como gestores de pessoas, dando feedback, delegando tarefas ou motivando colegas de grupo”, comenta Eva. “É preciso usufruir muito dessas vivências”.

O último conselho dos especialistas é estar atento às inúmeras armadilhas a que estão sujeitos os chefes de primeira viagem – quanto mais consciente delas, mais você terá condições de driblá-las.

Veja a seguir os riscos mais comuns:

1. Tentar “mostrar serviço”
O chefe novato frequentemente peca pela ansiedade e pela pressa: muitas vezes ele já assume a função querendo deixar sua marca e impondo um ritmo forte à equipe. Para evitar conflitos logo de cara com os chefiados, é melhor fazer o oposto. “Primeiro entenda as rotinas e a cultura do time, para então propor mudanças e melhorias na sua forma de trabalhar”, orienta Furlan.


2. Achar que já sabe tudo
De acordo com Eduardo Shinyashiki, escritor e especialista em desenvolvimento de líderes, não é incomum que profissionais em sua primeira experiência de poder se deixem seduzir pela vaidade. “Muitos tratam seus funcionários como se fossem inferiores”, afirma. “Eles não conseguem identificar e muito menos desenvolver talentos, o que é um problema grave para um líder”. A arrogância não é um problema exclusivo do chefe de primeira viagem – mas pode acometê-lo com especial frequência. “O ego dele ainda está inflado pela recente promoção de cargo”, explica Shinyashiki.


3. Achar que não sabe nada
Tão comum quanto o excesso de autoconfiança é a sua ausência total: gestores novatos frequentemente se sentem terrivelmente inseguros. É o que alguns psicólogos chamam de “síndrome do impostor”, isto é, o sentimento de que você nunca será bom o suficiente para a sua posição. “Mesmo pessoas talentosas e brilhantes podem entrar num ciclo persecutório em que acreditam que sua incompetência será logo desmascarada”, diz Shinyashiki. “Para tentar evitar essa ‘descoberta’, ela trabalhará desenfreadamente e poderá se esgotar muito rápido”.

4. Permanecer viciado em tarefas
Furlan acredita que este seja o maior erro dos novatos. Por serem frequentemente apaixonados pelo aspecto técnico da profissão – o vendedor que vendia, o engenheiro que fazia cálculos – os gestores inexperientes podem simplesmente continuar fazendo o que já faziam antes da promoção. Absortos em atividades operacionais, eles deixam de acompanhar e apoiar o grupo, como seria esperado. Normalmente, esses gestores também terão muita dificuldade em delegar tarefas.

5. Agir como mero supervisor
Shinyashiki diz que muitas pessoas acreditam equivocadamente que chefiar significa ter todos sob o seu comando. Por isso, a primeira experiência nesse cargo pode despertar a figura do “supervisor burocrata” em certos profissionais. Isso significa agir de forma pouco afetiva, autoritária: em vez de estimular a autonomia da equipe, ele cobrará resultados de forma insistente, obsessiva, com foco em detalhes irrelevantes para o resultado final.

6. Ser paternal ou maternal
Outra armadilha comum é agir de forma excessivamente protetora, à maneira de um pai ou de uma mãe. Chefes “bonzinhos” podem parecer simpáticos, mas a longo prazo prejudicam o desempenho da equipe. De acordo com Shinyashiki, muitos chefes agem dessa forma por medo de rejeição e isolamento. Resultado: longe de conquistarem o coração dos seus subordinados, eles serão vistos como fracos, pouco confiáveis e, no limite, acabarão sendo substituídos por figuras mais firmes.

Leia mais em: https://www.enora.com.br/artigos/as-6-armadilhas-que-jovens-lideres-precisam-evitar/?utm_campaign=fluxo-ie-exame-dicas-de-leitura-pos-baixar-ebook&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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João Marcelo Furlan

Coluna Liderança

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080

7 Vezes “Tá horrível!” – Uma lição sobre feedback a todos que já fizeram alguém sofrer com o assédio moral - Coluna Liderança por João Marcelo Furlan

Você já ouviu algo direcionado a você como “Eu não preciso de gente incompetente igual a você!” ou “Você é mole! Se você não tem capacidade para trabalhar, então fique em casa!”?

Quase 50% dos profissionais Brasileiros reportam ter sido vítimas de assédio moral.

Independente de já ter passado por uma situação como estas, queria aproveitar esta semana da mulher, momento de interações e reflexões para nos mobilizarmos em torno da mudança de comportamento, não apenas com relação ao assédio sexual, predominantemente sofrido por mulheres no Brasil, mas pelo assédio moral – este mais amplo e que não escolhe sexo.

Não é um dado qualquer, na pesquisa recente realizada com 70.000 profissionais pelo portal Vagas.com e publicada nesta matéria da BBC Brasil.

O programa Masterchef Brasil é sem dúvida um dos favoritos em casa. Além dele ser uma fonte de inspiração e aprendizagem gastronômica, atrai-me muito no programa o fato de ser um destes laboratórios de relacionamento humano que temos a oportunidade de acompanhar, observar de fora.

Dessa forma, conseguimos ter acesso a determinadas interações interpessoais negativas que, justamente pelo seu cunho pejorativo ficam escondidas nos cafés das empresas, trancadas em salas de reunião minúsculas ou até mesmo reclusas nas linhas telefônicas.

E falando em interações humanas, veja o que aconteceu com o participante no episódio de ontem, aos 17:30 min — são 7 vezes repetidas a palavra “Horrível” e “Horroroso” no feedback ao participante.

A Chef Paola Carrossela é uma grande líder, justamente por seu entusiasmo em apoiar as pessoas a se superarem, a se desenvolverem e ir mais longe. Aliás, neste mesmo episódio ela ajudou diversas pessoas da maneira adequada, mas peguei esta cena justamente por achar que é um aprendizado para ela e todos nós que assistimos.

Veja como o candidato, que já estava muito nervoso na cena sai transtornado — em estado chamado sequestro emocional, quando a parte responsável por nossos sentimentos do cérebro, ou sistema límbico, toma conta de nosso pensamento e não permite mais que sejamos racionais. Veja que ele derruba o pano, sai correndo cabisbaixo, xingando em plena rede nacional. Será que era necessário isto para ele aprender? Será que ele vai tentar alguma outra vez cozinhar, se superar?

Os impactos do Assédio Moral

Uma grande pesquisadora e professora Margarida Barreto realizou uma pesquisa com cerca de 42.000 trabalhadores no Brasil. Em sua pesquisa realizada em 2005, constatou-se que 25% das pessoas reportaram ter sofrido o abuso moral no trabalho e levantou outros dados muito interessantes:

QUANDO ACONTECE

50% Várias vezes por semana

27% Uma vez por semana

14% Uma vez por mês

9% Raramente

QUEM PRATICA

90% Chefe

6% Chefes e colegas

2,5% Colegas

1,5% Subordinado contra chefe

O RESULTADO

82,5% Perda de ânimo e memória

75% Sensação de enlouquecer

67,5% Baixa auto-estima

60% Depressão

AS FRASES MAIS FALADAS

  • É melhor você desistir! É muito difícil e isso é para quem tem garra! Não é para gente como você!
  • A empresa não é lugar para doente. Aqui você só atrapalha!
  • Se você não quer trabalhar, porque não dá lugar para outro?
  • Teu filho vai colocar comida na sua casa? Você não pode sair. Escolha, ou trabalha ou toma conta do filho!
  • Lugar de doente é no hospital! Aqui é para trabalhar!
  • Pessoas como você tem um monte aí fora!
  • Você é mole! Se você não tem capacidade para trabalhar, então fique em casa! Vá para a casa lavar roupa!
  • É melhor você pedir demissão! Você está doente, está indo muito ao médico?
  • Como você pode ter um currículo tão extenso e não consegue fazer essa coisa tão simples?
  • Eu não preciso de gente incompetente igual a você!
  • Você é mesmo difícil! Não consegue aprender as coisas mais simples, até uma criança faz isso!

Como dar o feedback correto

Para combater o assédio moral e diminuir os casos recorrentes nas organizações, existe uma arma poderosa que favorece o desenvolvimento: o feedback. Quando o feedback é dado corretamente, com o uso de métodos adequados o foco fica no comportamento e não na questão pessoal, evita julgamentos, ataques e acusações e aumenta a assertividade para que a pessoa se desenvolva.

No Center for Creative Leadership, maior centro de desenvolvimento de liderança do mundo, aprendi que existe um método muito objetivo chamado SCI para dar feedback.

Ele tem na verdade 3 etapas:

  1. SITUAÇÃO – S – aborde em detalhes o momento em que aconteceu o fato que gerou este feedback. Ele deve ter detalhes como a que hora aconteceu, quem estava presente, qual foi a reunião ou situação que a ocasionou.
  2. COMPORTAMENTO – C – Nesta fase você descreve em detalhes o comportamento da pessoa sobre sua ótica, o que observou que a pessoa fez que ocasionou este feedback.
  3. IMPACTO – I – qual foi o impacto que pode observar sobre você e as pessoas presentes. Caso queira levantar mais dados, fale com as pessoas, tenha informações precisas que tragam outras perspectivas ao seu ponto de vista.

Veja no vídeo do Masterchef novamente o caso do candidato seguinte. Os jurados aplicam claramente o método SCI.

Seja objetivo mas generoso, não se esqueça que estamos todos aprendendo sempre e utilize a estrutura do SCI também para feedbacks positivos, reforçar o que a pessoa faz bem. Aliás, na sequência do feedback pode vir uma palavra de apoio, de direcionamento (como fazer direito), ser mentor, ser coach da pessoa que tem um ponto a desenvolver – a aplicação destes métodos é tema para um próximo post também.

Feedback, quando bem feito, é uma arma poderosa contra o assédio moral e a favor do desenvolvimento , então vamos aproveitar para juntos reduzirmos ou zerarmos estes números de pessoas assediadas.

O desafio está lançado.

Artigo original e completo: https://www.enora.com.br/artigos/7-vezes-ta-horrivel-uma-licao-sobre-feedback-todos-que-ja-fizeram-alguem-sofrer-com-o-assedio-moral/

João Marcelo Furlan

Coluna Liderança

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080

Os segredos das empresas que mais faturaram em 2016 - Coluna Liderança por João Marcelo Furlan

A Palavra Crise

A palavra crise chegou ao português no século XVIII, a princípio no vocabulário da medicina, para designar o momento na evolução de uma doença em que ela se define entre o agravamento – e a morte – ou a cura – e a vida.
Este momento decisivo, também presente no mundo dos negócios, se apoiou no vocabulário médico para descrever desafios vitais de uma empresa.

Dentro de um momento de crise, geralmente, as empresas montam estratégias em 2 diretrizes tradicionais: Vender Mais e Custar Menos.
Isso quer dizer que a empresa deve “ser mais produtiva” à sua atividade principal.
Notamos ultimamente que a atividade principal da empresa pode ser o problema e a empresa precise inovar ou mudar sua proposta de valor para superar o mau desempenho.
Coincidência ou não, em abril de 2015, divulgamos um artigo sobre como as empresas americanas estavam se preparando para aproveitar o crescimento do mercado interno, após alguns anos regulares.
As estratégias destas empresas convergiram com uma pesquisa divulgada pela Deloitte, em setembro de 2016, sobre as 100 PMEs (Pequenas e Médias Empresas) que mais cresceram em 2015-2016.

O que aprender com as 100 PMEs que mais cresceram no Brasil durante a Crise?

Pensamos inicialmente que estas empresas seriam as mais vulneráveis a falir na crise por seu tamanho e capital para sobreviver por períodos de instabilidade.
Porém, na pesquisa da Deloitte, vimos estas PMEs (que faturam de 5mi à 450mi/ano) incrementando seu faturamento em absurdos 300% em média (ao ano), e que podemos aprender muito com elas.
Qual grande empresa não gostaria de crescer este percentual em faturamento líquido, ou mesmo em adquirir uma empresa com este resultado?

O Perfil de quem está decolando

O Ramo:
O que mais caracterizou a pesquisa foi que 40% das 100 PMEs que mais cresceram são da área de tecnologia da informação (TI) e estão relacionadas diretamente à produção de softwares.

Investimento vs Produtividade
Outros indicadores mostraram que 75% destas PMEs realizaram investimentos em software nos últimos 2 anose que este investimento impactou no ganho de 31% de produtividade destas empresas em 2015.
Além disso, as novas máquinas e equipamentos foram investimentos identificados em 83% destas PMEs, que amentaram mais 62% na produtividade delas em 2015.

Inovação e Mudança
Novamente, vendo cenários de mudança, 83% destas PMEs lançaram novos produtos, que em 2015 representou uma conquista de 24% de participação de mercado.

Pessoas Competentes Entregam Resultados Maiores
E para finalizar, 43% delas, tiveram uma rotatividade menor do que 5% do número de funcionários e apontaram investir na melhor formação dos funcionários para melhoria dos processos internos (assim como o artigo que divulgamos no começo de 2015).

Todas estas características mostram que estas PMEs tiveram estratégias que foram na contramão do mercado e hoje vendem suas próprias tecnologias como principal ativo.
Estas tecnologias estão proporcionando redução de custos aos seus clientes e ganho de escala para a área comercial.

A Outra Metade da Laranja

Neste ponto, apresentaremos outra pesquisa que complementa a das PMEs estudadas pela Deloitte.
A Exame.com, divulgou em maio de 2015 uma reportagem sobre as 20 empresas que mais lucraram no Brasil no primeiro trimestre de 2016.

“Lembro que, lucrar não quer dizer vender mais, mas sim aumentar os resultados líquidos da empresa e que dentro disso podem estar: um aumento do valor da marca, uma aquisição, ou mesmo uma variação cambial para uma empresa que opera com moeda estrangeira. Pode aumentar o valor dela sem maior esforço de vendas.”

Das 20 empresas mencionadas, 7 são de serviços bancários ou de seguros e 6 são de serviços primários, como mineração e papel e celulose.

Empresas muito grandes

As empresas do artigo da Exame.com são muito grandes (como Vale, Itaú, Klabin, Bradesco…). Isso faz com que todas decisões tomadas levem mais tempo para ser alinhadas, já que tudo nelas é de maior proporção, e isso também implica em maior burocracia. Como resultado, elas demandam de soluções para melhorar sua produtividade e acabam terceirizando a inovação para desenvolver soluções de forma mais ágil.

Neste momento, conseguimos conectar o fato de algumas das empresas da lista das PMEs da Deloitte serem fornecedoras das gigantes da lista da Exame.com.

Este fato não é uma mera coincidência, mas talvez uma solução que as gigantes criaram para conseguir se movimentar mais rapidamente.

Sobre Vendas e Agilidade
Sua empresa é grande e continua buscando fornecedores tão grandes e tão lentos? O seu produto ou serviço está pronto para agilizar a produtividade de uma gigante?

Conclusão

Agora que entendemos como algumas PMEs conseguiram decolar na crise e para quem elas estão vendendo suas soluções, qual aprendizado você pode levar para melhorar a produtividade da sua empresa?

Vamos deixar 7 limões na mesa para que você faça a sua limonada ao seu gosto:

  1. O produto/serviço que sua empresa oferece está deixando mais dinheiro na mesa dos seus clientes (gerando mais lucro ou reduzindo custo dele)?
  2. Sua equipe está servida de softwares ou ferramentas de gestão de vendas e produtividade para redução do seu custo fixo?
  3. Sua equipe está capacitada sobre seus produtos e sobre os modelos de negócios dos seus clientes ao ponto de sua venda ser consultiva e agregar mais valor ao seu cliente do que o próprio produto ou serviço que vocês vendem?
  4. A gestão da sua empresa ou equipe é considerada ágil, de forma que consiga mexer nos seus produtos, serviços e proposta de valor? (Para o caso de se considerarem engessados enquanto seu mercado evoluiu)
  5. Existe a possibilidade ou interesse da sua empresa ser adquirida (ou adquirir outra) para que possa agregar valor, aumentar a competitividade e o lucro líquido?
  6. Você está vendendo seu produto ou serviço para os clientes certos? Ou, já pensou que um mercado em constate evolução pode exigir que você direcione suas vendas para novos nichos?
  7. Se estas PMEs estão crescendo tanto assim, devem estar precisando comprar recursos primários de alguém. Você já pensou em criar pacotes de produtos ou serviços adequados às PMEs que estão em crescimento brusco?

Próximos Passos

Se estes pontos de reflexão te trouxeram insights, aproveite para baixar o Case de Como Aumentar a Produtividade em Vendas através de capacitação customizada para equipes comerciais e tangibilize as formas que algumas experiências em equipe podem aumentar seu faturamento em mais clientes ou dentro de quem já é cliente.

Leia este artigo na íntegra: https://www.enora.com.br/artigos/os-segredos-das-empresas-que-mais-faturaram-em-2016/

João Marcelo Furlan

Coluna Liderança

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080

  

  

 

 

Os melhores livros de Negócios para Presente de Natal - Coluna Liderança por João Marcelo Furlan

 

“Minha mãe me ensinou que educação é a única coisa que nunca poderão tirar de você.”
J.M.Furlan, autor de FLAPS!


Ufa! Dezembro chegou!

Interessante como mesmo em anos de incerteza no país, o mês do natal e réveillon sempre traz um ar de esperança, reflexões, mudanças e resoluções para um novo ano.

 

 

 

Os 9 Melhores livros de negócios para presentes de Natal

 

Por que Livros de Negócios de Presente de Natal ao Amigo Empreendedor?

“Minha mãe me ensinou que educação é a única coisa que nunca poderão tirar de você.”
J.M.Furlan, autor de FLAPS!


Ufa! Dezembro chegou!

Interessante como mesmo em anos de incerteza no país, o mês do natal e réveillon sempre traz um ar de esperança, reflexões, mudanças e resoluções para um novo ano.

Este ano, várias reportagens e mídias têm mostrado que o brasileiro está mais propenso a mudar. Analisamos diversos artigos de jornais e revistas de negócios e percebemos algumas tendências das reportagens nos seguintes temas:

  • Carreira: Pessoas decidindo buscar um novo emprego ou iniciar uma carreira empreendedora;
  • Qualidade de Vida: Pessoas buscando mais qualidade de vida e trabalhos flexíveis;
  • Orientação: Jovens buscando mentores para orientação profissional e mentores experientes buscando jovens para sucessão;
  • Realização: O resumo dos itens acima define que todos estão buscando maior realização pessoal, que é um equilíbrio de trabalho, família, diversão e conquistas;

Para isso, selecionamos 9 livros de negócios como ótimos presentes de natal, amigo secreto, ou mesmo um ponto de partida para liderar suas mudanças pessoais.

 

1- Tema:  Gestão de Pessoas

Livro: O Novo gerente minuto (Ken Blanchard)

Para quem: Profissionais com equipes que demandam mais de seu tempo para gerí-los e apoiá-los em seu desenvolvimento do que para executar tarefas operacionais.

Por que: O símbolo do Gerente-Minuto, a indicação de um minuto no mostrador de um relógio digital, é defendido por Ken Blanchard e Spencer Johnson para nos lembrar que devemos reservar um minuto de nosso dia para olhar as feições das pessoas que gerenciamos e nos conscientizar de que elas são nossos bens mais importantes. São elas que podem trazer melhor desempenho e produtividade para a empresa, em especial em momentos de adversidade.   

2- Tema: Comunicação

Livro: A Arte da Persuasão: Estratégias para Vender suas Ideias (Richard Shell)

Para quem: Pessoas que têm boas ideias mas têm dificuldade na hora de comunicá-las a outra pessoa por não ter habilidade em identificar os interesses da outra parte.

Por que: A comunicação é uma habilidade básica para qualquer pessoa que queira atingir resultados. Se for bem aplicada, é uma ótima ferramenta tanto para transmitir confiança como para influenciar decisões.   

 

3- Tema: Empreendedorismo e Plano de Negócios

LivroEmpreendedorismo – Plano de Negócios em 40 Lições (Marcos Hashimoto)

Para quem: Novos empreendedores que estão buscando saber se sua ideia será ou não um negócio viável, através de um plano de negócios bem estruturado.

Por que: Este livro contem 40 capítulos abordando os melhores planos de negócios de grandes empresas e serve de guia para quem quer fazer um próprio de forma consistente.   

 

4- Tema: Liderança

Livro: FLAPS! 6 passos para acelerar resultados e decolar sua carreira com a Liderança AdaptÁgil (João Marcelo Furlan)

Por que: Lançado em no mês passado, é o primeiro livro na história que acompanha uma plataforma de aprendizagem online sobre todas as ferramentas apresentadas ao leitor.  Como liderança é um processo de mobilizar pessoas à um resultado esperado, todos que buscam resultados não conseguirão atingir sem colaboração de outros.

Para quem: O livro é muito didático e atende aos “líderes de primeira viagem” que estão tendo ou se preparando para um primeiro desafio de liderança na vida ou na carreira.     

 

5- Tema: Networking e Relacionamento interpessoal

LivroNunca Almoce Sozinho (Keith Ferrazzi)

Para quem: Profissionais da área comercial e empreendedores

Por que: A essência de um bom networking é estar com pessoas que saibam aquilo que você não sabe e conectar o seu conhecimento com o dela em forma de negócios. Este livro explica as melhores formas e cases de como transformar pessoas em negócios.   

 

6- Tema: Marketing Digital

LivroA Cauda Longa ( Chris Anderson)

Para quem: Profissionais de Marketing ou Empreendedores que planejam lançar um produto na Internet.

Por que: Um Best seller que não ganhou esse título por acaso. Mostra em minúcias o marketing digital, ensinando técnicas para melhorar seu ranking em sites de busca e como transformar pequenos e-commerces em negócios de sucesso.  

 

7- Tema: Negociação

LivroO Negociador (Leigh L. Thompson)

Para quem: Estudantes e Profissionais de Administração que buscam desenvolver vários estilos para negociar em cenários distintos.

Por que: Atual e adaptado à realidade brasileira, o livro traz ainda o impacto da tecnologia da informação sobre a negociação e dois estudos de caso nacionais que abordam conceitos apresentados.   

 

8- Tema: Gestão de Negócios

LivroFeitas para Durar (James C. Collins)

Para quem: Empresários, Gestores e Empreendedores que buscam criar ou gerenciar negócios para durar eternamente.

Por que: Este livro traz estudos dos autores sobre empresas excepcionais que sobreviveram por mais de cem anos, entre crises, guerras e mudanças, e porque elas permearam enquanto outras empresas que tiveram as mesmas chances fecharam.   

 

9- Tema: Criatividade e Inovação

LivroGamification: Como criar experiências de aprendizagem engajadoras (Flora Alves)

Para quem: Gestores que buscam desenvolver membros de sua equipe através de formas engajadoras de aprendizagem, e, profissionais de Marketing que buscam novas ferramentas de fidelização de clientes.

Por que: A tecnologia e o design instrucional podem ser aliados dos gestores de equipes e empreendedores, tanto para gerir e engajar a equipe quanto para fazer o mesmo com seus próprios clientes.  A obra traz como a aplicação da gamificação pode gerar uma experiência ao cliente/membro do time em forma de transferência de aprendizagem.   

Fonte: http://www.enora.com.br/artigos/os-9-melhores-livros-de-negocios-para-presente-de-natal/

João Marcelo Furlan

Coluna Liderança

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080

Lançamento do livro Flaps! 6 passos para acelerar e decolar sua carreira com a liderança AdaptÁgil, do meu amigo, João Marcelo Furlan, dia 04 de Dezembro, Livraria da Vila!

Lançamento do livro Flaps Flaps! 6 passos para acelerar resultados e decolar sua carreira com a Liderança AdaptÁgil, do meu amigo, João Marcelo Furlan, dia 4-Dez em Campinas (Livraria da Vila, Shopping Galleria às 19:30).

Espero vocês lá!

Mais informações: http://on.fb.me/1lvavuh