Medo de dirigir? Coluna Psicologia por Leticia Kancelkis

Medo de dirigir? Novo texto de Letícia kancelkis

Leticia Kancelkis

Coluna Psicologia

Formada em Psicologia desde 1999, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica de referencial Psicanalítico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas). Autora dos livros: “O Sol Brilhará Amanhã: Anuário de uma mãe de UTI sustentada por Deus” e “Uma menina chamada Alegria”. Atua como Psicóloga Clínica, atendendo também por Skype. Contato:leticia.ka@hotmail.com

Aspectos psicológicos que levam ao sucesso - Coluna Psicologia por Cintian Allyson

Há algum tempo atrás, foi feita uma pesquisa com os melhores atletas do mundo para descobrir o que eles tinham em comum e concluiram que todos possuíam três aspectos psicológicos:

1-      Todos eles tinham uma meta clara.

2-      Todos eles mentalizavam onde queriam chegar, ou seja, visualizavam o objetivo alcançado.

3-      Ação. Todos tinham uma ação eficaz.

E então podemos refletir: Por que não transferir estes aspectos para todas as pessoas que desejam obter sucesso?Alguns autores já fazem esta reflexão.

Então, vamos colocar em prática este estudo no esporte, no emagrecimento, no vestibular, no trabalho, enfim, para obtermos sucesso em qualquer parte da vida!

Na minha última coluna, falei um pouco sobre o estabelecimento de metas. E na próxima coluna falaremos sobre a mentalização.

Cintia Allyson Jensen

Coluna Psicologia

Psicóloga, especialista em psicologia clinica e esportiva. Mestre em psicologia, tem livro publicado no mundo inteiro. Atende criancas, adolescentes e adultos em um consultorio emCampinas. Telefone para contato e 19987117100.Email. capsiestudos@yahoo.com.br

Estabelecimento de objetivos - Coluna Psicologia por Cintia Allyson Jensen

Anualmente, muitos indivíduos estabelecem objetivos na passagem de Ano Novo. Mas , para tudo que desejamos fazer em nossas vidas, devemos estabelecer objetivos. No esporte, no trabalho, em um tratamento de emagrecimento, no vestibular, enfim, em tudo que desejamos alcançar em nossas vidas , devemos estabelecer metas ou objetivos.

Para que os objetivos sejam alcançados e o estabelecimento de metas se torne eficaz, é necessário seguir o roteiro abaixo:

1- Estabeleça objetivos específicos e realistas.

2-Identifique quais comportamentos e circunstâncias são necessárias para que os objetivos sejam atingidos.

3-Verifique quais as consequências de cumprir e não cumprir os objetivos.

4-Estabeleça prazos para atingir os objetivos.

5-Crie um plano de ação para atingi-los.

6-Certifique-se de que as pessoas envolvidas neste plano estejam comprometidas com os objetivos.

7-Conte seus objetivos há uma amiga.

8- Procure monitorar o progresso em direção a cada objetivo.

9-Comemore cada progresso e cada objetivo alcançado.

Cintia Allyson Jensen

Coluna Psicologia

Psicóloga, especialista em psicologia clinica e esportiva. Mestre em psicologia, tem livro publicado no mundo inteiro. Atende criancas, adolescentes e adultos em um consultorio emCampinas. Telefone para contato e 19987117100.Email. capsiestudos@yahoo.com.br

 

Aspectos Psicológicos da Preparação para o Vestibular - Coluna Psicologia por Cintia Allyson

Há um conjunto de fatores psicológicos que envolvem a preparação para o vestibular

Fatores como ansiedade, stress,concentração, atenção, auto-confiança, entre outros, são aspectos determinantes para a aprovação no vestibular.

Hoje em dia, muitos adolescentes procuram uma psicoterapia para que recebam além do trabalho com estes fatores acima mencionados, orientações pertinentes a prática de estudo e a execução da prova de vestibular.

Em uma preparação para o vestibular, além dos cuidados relativos a quando, quanto, onde e como estudar,há alguns que se referem especificamente a condutas apropriadas para lidar com os testes de aprendizagem pelos quais o adolescente irá passar.

Tendo clareza de todos estes elementos citados acima, é recomendável uma ajuda especializada para enfrentar este desafio chamado vestibular.

 

Foto: Google Imagens

 

Cintia Allyson Jensen

Coluna Psicologia

Psicóloga, especialista em psicologia clinica e esportiva. Mestre em psicologia, tem livro publicado no mundo inteiro. Atende criancas, adolescentes e adultos em um consultorio emCampinas. Telefone para contato e 19987117100.Email. capsiestudos@yahoo.com.br

 

 

Minha mãe não me ama - Coluna Psicologia por Leticia Kancelkis

Talvez este título tenha sido lido por você com uma grande estranheza. Talvez esteja mesmo se perguntando se isso existe.

Infelizmente, tenho que dizer tantoque isso existe de fato, em casos de mães psicopatas, quanto que pode haver a interpretação de que elas não amam, por parte de filhos a partir de vivências com mães que apresentamdificuldades em exercer a maternagem.

Certa vez, escutei o seguinte relato: “Minha mãe não me ama. Ela só ama meu irmão. Quando eu era pequena, cheguei a cortar meu dedo de propósito para ver se ela prestava atenção em mim. Fiz um corte profundo em mim mesma e ele não doeu nada perto da dor que senti no meu coração, quando minha mãe viu muito sangue saindo, bem como a poça no chão do banheiro e simplesmente me deu um pano para que eu limpasse a sujeira que eu tinha feito. Já jovem adulta, sofri um acidente de carro que quase me matou. Quem cuidou de mim foi meu pai.”

Uma rejeição explícita por parte da mãe, como neste caso, traz marcas profundíssimas na alma de um filho, marcas estas que precisam ser cuidadas e somente podemos fazer isso  por meio do conhecimento das fantasias e conflitos inconscientes que atuam terrivelmente na sua vida. Os registros na própria alma, sobretudo aqueles que se encontram encobertos, escondidosem nosso inconsciente, precisam ser desvelados o mais profundamente possível. Esses registros dizem respeito aos efeitos da falta de acolhimento, atendimento das necessidades básicas de afeto e mesmo das fisiológicas no período de dependência do ser humano.

Uma infância marcada desta maneira, ou seja, pela falta de sentir-se atendido em suas necessidades físicas e afetivas, de sentir-se amado e cuidado por quem teria por excelência o papel de fornecer alimento ao corpo e à alma do pequeno ser, pode significar sofrimentos psíquicos importantíssimos. As chances de a pessoa adoecer emocionalmente são aumentadas. A capacidade de “confiar em” tende a ser muito frágil, refletindo nos relacionamentos estabelecidos ao longo da vida, a auto-estima pode ser muito rebaixada e podem haver movimentos repetitivos de autopunição e autoboicote, até mesmo em tentativas inconscientes de chamar a atenção da mãe em testes constantes de seu amor. Como resultado de cada um desses movimentos, a pessoa sente-se ainda mais angustiada e pode, em meio a eles, provocar inconscientemente situações que envolvem riscos de morte iminente.

Pessoas que sofrem acidentes com freqüência e/ou que adoecem fisicamente com facilidade podem revelar a criança que ainda está dentro de si pedindo socorro, pedindo colo, pedindo alimento para o corpo e para o coração.

Falamos hoje de casos extremos, em que é explícita a falta de expressões de amor bem como a existência até mesmo de abusos por parte de quem tem o dever de cuidar, de amar. No entanto, tenhamos em mente como pais, como mães, que precisamos nos cuidar, conhecer nossa própria mente, a fim de maximizarmos a qualidade da nossa vida emocional a ponto de refletir tal conquista no relacionamento com nossos filhos.

Que fique bem claro que, mesmo assim, faltas em alguma medida nossos filhos sentirão, pelo simples fato de que “ninguém é perfeito”. Este pode parecer um chavão, mas precisamos nos lembrar sempre desta verdade justamente para que evitemos a autocobrança e a consequente autopunição e autoboicote que podem ser extremamente prejudiciais à saúde mental , o que fatalmente se reflete no nosso relacionamento com os filhos.

Vale lembrar que, se você sentiu medo de ser uma mãe ou um pai muito “faltante”, você automaticamente não se enquadra no rol de pessoas que têm qualquer potencial para ferir seu filho tão dramaticamente como no exemplo que foi dado. É necessário lembrar ainda de que cada pessoa/filho tem suas possibilidades e limites inatos e únicos para compreender as suas vivências, o que significa que o seu relacionamento com seu filho não é o exclusivo responsável por dores que ele possa sofrer em seu coração; isto sem contar a participação de tantos eventos que fogem totalmente de nosso controle.

Leticia Kancelkis

Coluna Psicologia

Formada em Psicologia desde 1999, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica de referencial Psicanalítico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas). Autora dos livros: “O Sol Brilhará Amanhã: Anuário de uma mãe de UTI sustentada por Deus” e “Uma menina chamada Alegria”. Atua como Psicóloga Clínica, atendendo também por Skype. Contato:leticia.ka@hotmail.com

 

Cinco segredos para superar a perda”: 5. Autoconhecimento - Coluna Psicologia por Leticia Kancelkis

“Conhece-te a ti mesmo e conhecerás todo o Universo e os deuses, porque se o que procuras não achares primeiro dentro de ti mesmo, não acharás em lugar algum.”

Partamos da famosa frase acima para refletirmos a respeito da importância do autoconhecimento para a superação da(s) perda(s).  Falamos, nos textos anteriores, sobre quatro segredos para esta superação, quais sejam: a esperança, o exercício de “viver um dia de cada vez”, o reconhecimento e a compreensão do sentimento de culpa e a generosidade e altruísmo equilibrado e achamos por bem completar esta série com a abordagem do tema “autoconhecimento”.

Sendo assim, é preciso considerar que conhecer-se é fundamental para alcançar todos os demais segredos. De fato, trata-se de um desafio a ser aceito, mas um desafio que realmente vale a pena!

A esperança provém da possibilidade de sentirmos confiança em algo que não se vê, mas se conhece de um modo profundo e indelével, cuja base se encontra dentro de nós mesmos, em nenhum outro lugar; está na nossa interpretação, por assim dizer, do mundo e das pessoas, de Deus e seus mistérios; está nas figuras de pai, mãe, masculino, feminino, divino que podemos colocar para dentro do coração, de acordo com o potencial que é só nosso para isso.

Já o exercício de “viver um dia de cada vez” está intimamente ligado à possibilidade de ter tido experiências de vitória após ter passado anteriormente por dificuldades, a partir de uma postura de perseverança frente às adversidades. Estas experiências de superação anteriores a uma determinada perda geram justamente a esperança, que, por sua vez, gera a confiança necessária que possibilita a tranqüilidade e a paciência de “viver um dia de cada vez”, aproveitando cada minuto para fazer com que o momento seguinte seja o melhor possível. E só podemos nos valer assim das experiências de que estamos falando se tivermos certa dose de autoconhecimento, podendo, por meio dele, identificar  possibilidades e limites para a superação de uma perda.

 

Da mesma forma, apenas o processo de autoconhecimento é capaz de promover o reconhecimento e a compreensão do sentimento de culpa, trazendo dados de realidade e fazendo fantasias que o produziam perderem a força e, com isto, a angústia provocada por elas também.

No que diz respeito ao poder exercer a generosidade e o altruísmo equilibrado, isso somente parece possível se a pessoa conseguir conhecer mais profundamente os próprios recursos internos, as próprias potencialidades e as mentiras contadas pelo inconsciente a respeito das ameaças que este tipo de sentimento e atitude (como o perdão, o investimento afetivo no outro...) representaria fantasiosamente, mas não de fato. O perdão, que pode ser tão libertador, por exemplo, pode também ser dificultado por ideias que trazem sensação de enfraquecimento, de perda de controle sobre alguma situação... Ameaças imaginadas mas irreais acionam em nós defesas psíquicas que na verdade não nos defendem de coisa alguma e, pelo contrário, impedem, por exemplo, o exercício generoso e altruísta, tão importante para a superação da(s) perda(s).

Leticia Kancelkis

Coluna Psicologia

Formada em Psicologia desde 1999, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica de referencial Psicanalítico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas). Autora dos livros: “O Sol Brilhará Amanhã: Anuário de uma mãe de UTI sustentada por Deus” e “Uma menina chamada Alegria”. Atua como Psicóloga Clínica, atendendo também por Skype. Contato:leticia.ka@hotmail.com

 

 

 

 

 

 

Série “Cinco segredos para superar a perda: 4. Generosidade e altruísmo equilibrado” - Coluna Psicologia por Leticia Kancelkis

Hoje vamos falar sobre o quarto segredo para superar a perda, qual seja, generosidade e altruísmo equilibrado e alguém diante deste título, pode questionar: “Eu sofri a perda. Sendo assim, como a minha postura é que deveria ser generosa e altruísta neste momento? Preciso receber e não me doar agora.”

De fato, quando perdemos, sentimo-nos vulneráveis, sofridos e carentes a ponto de precisarmos receber consolo, apoio, força. Parece nem haver qualquer possibilidade de fazermos um investimento afetivo em quem quer que seja, não é?

 

Investimento afetivo pode adotar várias formas: perdão, gratidão, expressões de amor... Liberar perdão exige generosidade, assim como sentir-se grato provém de uma capacidade de tirar os olhos de si mesmo e colocá-los sobre o outro, inclusive sobre a generosidade e postura altruísta que este outro pôde ter em relação a nós. A simples possibilidade de tirar os olhos de si próprio é capaz de amenizar muitas dores. Se o foco está constantemente na perda e no sofrimento decorrente dela, aí está um verdadeiro alimento para o último e as chances dele ser maximizado e não relativizado são imensas. 

Olhar para o outro com amor, seja liberando perdão, seja sendo grato, seja lhe oferecendo algo de que esteja precisando ou que lhe faça bem, traz justamente a oportunidade de enfraquecer a própria dor, na medida em que se alimenta pensamentos, sentimentos e comportamentos capazes de produzir o bem e o prazer em produzi-lo. Bons sentimentos, neste caso, é que são maximizados e não o próprio sofrimento.

Que possamos pensar a este respeito no sentido de compreendermos também que não estamos sozinhos; não somos os únicos a sofrer e nos conscientizando disso, entendendo que sempre temos o que fazer por alguém que sofre, tornamo-nos também mais receptivos ao que o próximo pode fazer por nós, ajudando a diminuir nosso sofrimento.

Que sejamos capazes de imitar o movimento da respiração: Inspirar o ar bom e expirar o ruim. O ar bom, aqui, representando expressões de generosidade (inclusive consigo próprio) e o ar ruim a postura autocentrada, focada no próprio sofrimento, que intoxica, envenena se não for expulso.

Leticia Kancelkis

Coluna Psicologia

Formada em Psicologia desde 1999, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica de referencial Psicanalítico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas). Autora dos livros: “O Sol Brilhará Amanhã: Anuário de uma mãe de UTI sustentada por Deus” e “Uma menina chamada Alegria”. Atua como Psicóloga Clínica, atendendo também por Skype. Contato:leticia.ka@hotmail.com

Série 5 segredos para superar a perda: 3. Identificar e compreender o sentimento de culpa - Coluna Psicologia por Leticia Kancelkis

As perdas são dolorosas e o nosso coração precisa se virar de algum jeito pra dar conta dessa dor. Nesse movimento interno que  fazemos para buscar superar a dor da perda, podem nos dominar alguns sentimentos que têm base em fantasias, em ideias que fazem parte do nosso imaginário e que não conhecemos, por estarem escondidinhas naquela parte da nossa mente a que não temos acesso com facilidade, digamos assim.

E quando falamos sobre ideias escondidas dentro de nós, falamos necessariamente em ideias incoerentes e que nos atrapalham de alguma forma. De uma forma que pode aumentar o sofrimento e a dificuldade de superar uma perda, uma condição adversa.

O sentimento de culpa é um que pode nos dominar com alguma facilidade diante de perdas e tem base em ideias escondidas no nosso inconsciente construídas de um modo muito “atrapalhado” mesmo, por causa dos registros que fazemos desde bebês. Esses registros são incoerentes assim porque os bebês não têm recursos para compreender suas vivências. Ainda não tiveram nenhum aprendizado que possibilite que eles registrem no coração essas experiências com qualquer lógica, por assim dizer.

A criança pequena facilmente se sente ameaçada com alguma demora para chegar o leite, para ser atendida em uma necessidade. A sensação de que está com a própria vida ameaçada pode fazê-la sentir algo tão intenso que, na sua fantasia é poderosa o suficiente para destruir quem teria demorado para trazer seu alimento. Com isso, quando a mãe sai do seu campo visual, é para o bebê, como se ele a tivesse destruído.

Esta é uma base importante para o que chamo de “fantasia de controle”, que nada mais é do que a ideia de que se é poderoso para dar conta de tudo, de que se tem responsabilidade sobre coisas que a realidade prova que é impossível de se ter. A “fantasia de controle” pode nos fazer acreditar que tivemos (alguma) culpa para que acontecesse a perda em nossa vida. Os “ses” aparecem com freqüência: “Se eu estivesse lá, isso não teria acontecido.” “Se eu tivesse tido mais fé...” Se eu não tivesse dito aquilo, ele não teria ido embora.” Tantos e tantos “ses” que só servem para nos esfolar por dentro!

Não somos tão poderosos como nosso inconsciente pode mentir para nós, dizendo que somos e só podemos compreender isso, na medida em que trazemos para a consciência ideias que são desconhecidas por nós mesmos, até então.  Consideremos que os “ses” não existem quando falamos em acontecimentos do passado. Simplesmente fizemos o melhor que pudemos. Ter isso em mente é fundamental para minimizarmos o sofrimento causado pelo sentimento de culpa diante da perda. Tão importante quanto isso é criticar pensamentos que trazem angústia, buscando questionar a si mesmo quanto à coerência dos mesmos.

Fazer isso não é tarefa fácil e precisamos nos lembrar de que não somos ilhas. Precisamos do outro em nossa vida, sobretudo em situações dolorosas. A união com quem também está sofrendo a dor da perda pode trazer força. A busca de um profissional também pode ser imprescindível no sentido de nos ajudar a investigar o inconsciente

Leticia Kancelkis

Coluna Psicologia

Formada em Psicologia desde 1999, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica de referencial Psicanalítico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas). Autora dos livros: “O Sol Brilhará Amanhã: Anuário de uma mãe de UTI sustentada por Deus” e “Uma menina chamada Alegria”. Atua como Psicóloga Clínica, atendendo também por Skype. Contato:leticia.ka@hotmail.com