As 5 feridas emocionais que ainda comandam suas escolhas - Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

Muitas das decisões que tomamos na vida adulta parecem conscientes. Escolhemos relacionamentos, permanecemos ou saímos de determinadas situações, aceitamos responsabilidades, evitamos conflitos e buscamos reconhecimento.

Mas nem sempre percebemos que, por trás dessas escolhas, podem existir feridas emocionais antigas influenciando nossa forma de sentir, pensar e agir.

Essas feridas não significam necessariamente que houve falta de amor ou intenção de machucar por parte das pessoas que fizeram parte da nossa história. Elas podem surgir a partir da maneira como vivenciamos determinadas experiências e das necessidades emocionais que, em algum momento, não foram suficientemente atendidas.

Com o passar do tempo, criamos maneiras de nos proteger. O problema é que aquilo que um dia foi proteção pode, na vida adulta, transformar-se em um padrão que limita nossos relacionamentos, nossa autoestima e nossa liberdade emocional.

1. Rejeição

A ferida da rejeição pode surgir quando a pessoa desenvolve a sensação de que existe algo errado com ela ou de que precisa mudar para ser aceita.

Na vida adulta, isso pode aparecer como medo intenso de críticas, dificuldade de se expor, comparação constante e necessidade de aprovação.

A pessoa pode pensar:

“E se não gostarem de mim?”

“E se eu não for boa o suficiente?”

Por medo de ser rejeitada, muitas vezes ela se rejeita primeiro: deixa de tentar, não mostra suas ideias, evita oportunidades ou se adapta excessivamente para agradar.

O primeiro movimento de mudança é perceber que ser aceita pelos outros não pode exigir o abandono de quem você é.

2. Abandono

Quem carrega a ferida do abandono pode viver com a sensação de que as pessoas importantes irão embora em algum momento.

Essa insegurança pode gerar ansiedade nos relacionamentos, medo de perder o outro, necessidade constante de confirmação ou dificuldade de ficar sozinho.

Pequenas mudanças na postura de alguém podem ser interpretadas como sinais de afastamento.

Uma mensagem que demora a chegar, uma mudança de comportamento ou um conflito podem despertar uma sensação muito maior do que a situação atual justificaria.

Nesse caso, não é apenas o presente que está sendo vivido. Uma memória emocional antiga também pode estar sendo ativada.

O processo terapêutico ajuda a construir algo fundamental: segurança emocional interna, para que os vínculos deixem de ser vividos sob o medo constante da perda.

3. Privação emocional

A privação emocional está relacionada à sensação de que ninguém realmente compreenderá suas necessidades emocionais.

A pessoa pode ter aprendido muito cedo a não pedir ajuda, não demonstrar fragilidade ou não esperar cuidado dos outros.

Frequentemente são pessoas extremamente disponíveis para todos, mas que têm dificuldade de reconhecer ou comunicar aquilo de que elas próprias precisam.

Em alguns momentos, podem sentir:

“Eu cuido de todo mundo, mas ninguém cuida de mim.”

O paradoxo é que, muitas vezes, elas também têm dificuldade de permitir que alguém se aproxime o suficiente para cuidar.

Romper esse padrão envolve aprender que ter necessidades emocionais não é fraqueza. É parte da experiência humana.

4. Subjugação

A subjugação acontece quando a pessoa aprende a colocar constantemente as necessidades e vontades dos outros acima das próprias.

Ela evita conflitos, tem dificuldade de dizer “não” e frequentemente concorda com situações que, internamente, não gostaria de aceitar.

O medo pode ser de desagradar, provocar rejeição, gerar conflito ou perder o relacionamento.

Com o tempo, entretanto, aquilo que não é dito pode se transformar em ressentimento, cansaço ou até sintomas físicos.

O corpo começa a expressar aquilo que a pessoa não consegue colocar em palavras.

Aprender a estabelecer limites não significa deixar de amar ou de cuidar.

Significa compreender que um relacionamento saudável precisa ter espaço para duas pessoas, e não apenas para as necessidades de uma delas.

5. Autosacrifício

O autosacrifício pode parecer, à primeira vista, apenas generosidade.

A pessoa cuida, ajuda, acolhe, resolve problemas e está sempre disponível.

Mas existe uma diferença entre cuidar por escolha e cuidar porque sentimos que somos responsáveis pelo bem-estar de todos.

Quando o autosacrifício se torna um padrão, a pessoa frequentemente deixa suas próprias necessidades para depois.

E esse “depois” quase nunca chega.

Ela pode sentir culpa ao descansar, ao colocar limites ou ao priorizar algo para si.

Com o tempo, surgem cansaço, sobrecarga, irritabilidade e sensação de invisibilidade.

Cuidar dos outros é valioso. Mas cuidar de si também precisa fazer parte da relação.

Quando percebemos que essas feridas estão comandando nossas escolhas?

Uma pergunta importante é:

“Estou escolhendo porque realmente quero ou porque estou tentando evitar uma dor antiga?”

Às vezes permanecemos em relações por medo do abandono.

Aceitamos situações por medo da rejeição.

Cuidamos excessivamente para sentir que somos necessários.

Silenciamos nossas necessidades para evitar conflitos.

Ou não pedimos ajuda porque aprendemos que precisar do outro pode ser perigoso.

Quando começamos a reconhecer esses padrões, algo muito importante acontece: ganhamos possibilidade de escolha.

O que antes acontecia automaticamente pode começar a ser observado e transformado.

O corpo também conta essa história

As experiências emocionais não ficam apenas nos pensamentos.

Elas também aparecem no corpo.

Tensão muscular, respiração curta, dificuldade de relaxar, postura rígida, sensação de peso, aceleração ou exaustão podem acompanhar determinados padrões emocionais.

Por isso, olhar para a saúde emocional também significa aprender a perceber os sinais do próprio corpo.

Ele frequentemente revela aquilo que ainda não conseguimos colocar em palavras.

Você não precisa continuar repetindo os mesmos ciclos

Nossa história influencia quem somos, mas não precisa determinar para sempre quem seremos.

Quando compreendemos a origem dos nossos padrões, começamos a construir novas respostas.

A psicoterapia pode ajudar nesse processo de reconhecer feridas emocionais, compreender como elas aparecem atualmente e desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar consigo mesmo e com os outros.

Talvez a pergunta não seja apenas:

“Por que isso sempre acontece comigo?”

Mas:

“Que padrão dentro de mim ainda está escolhendo o mesmo caminho?”

E essa pergunta pode ser o início de uma transformação profunda.




Elisa Maria Pereira

Psicóloga, Mentora ,Palestrante

@psi.elisape

contato: 19981281661




A infância depois das telas: Café Filosófico CPFL discute como educar uma nova geração

Em parceria com a Papirus Editora, o pediatra Daniel Becker e o psicólogo e escritor Ilan Brenman discutem os impactos do excesso de telas e os caminhos para uma infância mais saudável

Como educar uma criança em um mundo em que as telas estão por toda parte? Celulares, tablets, jogos e redes sociais estão presentes na rotina das famílias hoje e, ao mesmo tempo em que oferecem possibilidades de aprendizado e conexão, também trazem novos desafios para o desenvolvimento infantil. Afinal, quanto tempo é demais? Como estabelecer limites? E, principalmente, qual é o papel dos adultos diante dessa realidade?

Essas e outras questões estarão no centro da palestra “A infância sequestrada pelas telas: o desafio de educar na era digital”, realizada pelo Café Filosófico CPFL, em parceria com a Papirus Editora, com a participação do pediatra Daniel Becker e do psicólogo e escritor Ilan Brenman. O encontro propõe uma conversa direta e necessária sobre os impactos do excesso de telas na infância e sobre como pais, educadores e toda a sociedade podem contribuir para uma relação mais saudável entre crianças e tecnologia.

Ao longo do ano, o Café Filosófico CPFL promove uma série de encontros com o propósito de contribuir para a construção de uma comunidade educativa, na qual famílias possam caminhar juntas, trocar experiências, ampliar conhecimentos e encontrar caminhos para os desafios da educação contemporânea. A relação das crianças com a tecnologia é um dos temas que mais têm mobilizado pais e educadores, e que ganha cada vez mais espaço nas discussões sobre infância, desenvolvimento e saúde. “Acreditamos que educar é uma construção coletiva e que ninguém precisa enfrentar sozinho os desafios que surgem a cada nova geração. Ao promover esses encontros, queremos criar espaços de escuta, reflexão e troca, aproximando especialistas, famílias e educadores para que possam encontrar, juntos, caminhos mais conscientes para a infância contemporânea”, afirma Daniela Pagotto, gerente executiva do Instituto CPFL.

Mais do que discutir o tempo diante das telas, a palestra convida os adultos a olhar para o próprio papel na formação da nova geração. Para Daniel Becker e Ilan Brenman, estabelecer limites, criar espaços de convivência, estimular o brincar e estar presente são atitudes fundamentais para que as crianças possam desenvolver autonomia e construir uma relação equilibrada com o mundo digital.

Um dos pontos levantados por Daniel Becker é justamente a intensidade dos estímulos oferecidos pelo ambiente virtual. Para o pediatra, as redes sociais e os dispositivos digitais conseguem oferecer às crianças e aos adolescentes uma quantidade de estímulos e recompensas muito maior do que aquela encontrada nas relações do cotidiano, o que pode favorecer comportamentos de dependência. “A tecnologia foi desenhada para capturar a nossa atenção. Ela oferece estímulos e recompensas em uma intensidade com a qual a vida real não consegue competir, e isso pode fazer com que a criança passe a buscar cada vez mais esse tipo de gratificação”, afirma Daniel Becker.

Ilan Brenman, por sua vez, chama a atenção para a importância de recuperar espaços e oportunidades para que as crianças possam simplesmente brincar, conviver e explorar o mundo real. Para o escritor, a discussão sobre telas precisa ir além da retirada dos celulares e envolver também a criação de ambientes que favoreçam a infância. “Tirar o celular das escolas já é uma ótima ação, mas precisamos ir além. Precisamos garantir espaços em que as crianças possam brincar e conviver. É preciso oferecer alternativas reais para que elas possam ocupar o mundo”, afirma Brenman.

A proposta dos autores não é tratar a tecnologia como vilã, mas ajudar famílias e educadores a fazer escolhas mais conscientes. Entre as possibilidades estão adiar a entrega do primeiro celular, estabelecer acordos familiares para o uso dos dispositivos, criar momentos sem telas, estimular o convívio e o brincar e até mesmo recuperar o valor do tédio, considerado um motor importante para a imaginação, a criatividade e a autonomia.

Com uma abordagem acessível e baseada tanto em evidências quanto na experiência dos autores, “A infância sequestrada pelas telas” propõe uma reflexão sobre uma pergunta que atravessa muitas famílias: como garantir que as crianças tenham uma infância plena em um mundo cada vez mais digital?

 

Sobre os participantes

Daniel Becker é pediatra, sanitarista, palestrante e escritor. Mestre em Saúde Pública pela Fiocruz, foi o primeiro médico brasileiro a atuar com os Médicos Sem Fronteiras e um dos criadores da Estratégia Saúde da Família, do Ministério da Saúde. É uma das principais referências da mídia brasileira em temas relacionados à infância e à saúde pública.

Ilan Brenman é escritor best-seller, com mais de 80 livros publicados e obras traduzidas para diversos idiomas. Psicólogo pela PUC-SP e doutor pela Faculdade de

Educação da USP, acumula reconhecimento no Brasil e no exterior e é uma das vozes de destaque na discussão sobre infância, educação e literatura.

 

Um espaço para viver a experiência do Café Filosófico

Mais do que assistir a uma palestra, o público é convidado a vivenciar uma experiência de encontro, diálogo e troca de ideias. O Café Filosófico CPFL conta com nova identidade visual, cenário renovado e a condução da atriz Tainá Müller, que participa das conversas ao lado dos convidados e da plateia.

O espaço, no Instituto CPFL, oferece ambiente acessível, climatizado, intérpretes de Libras e serviço de alimentação. O novo cenário também foi pensado para estimular a interação e proporcionar uma experiência ainda mais próxima entre convidados e público.

Os encontros têm transmissão ao vivo pelo YouTube. Depois, são exibidos pela TV Cultura aos domingos, às 20h, com reprise às quartas-feiras, à 1h, permanecendo também disponíveis no canal oficial do programa.

 

 

Serviço

 

Café Filosófico CPFL – Edição Especial

Data: 25 de agosto (excepcionalmente terça-feira)

Tema: A infância sequestrada pelas telas: o desafio de educar na era digital

Com: Daniel Becker e Ilan Brenman

Horário: 19h

Local: Instituto CPFL Campinas

Entrada: Gratuita, por ordem de chegada, a partir das 18h

Transmissão ao vivo: YouTube Café Filosófico CPFL Informações: institutocpfl.org.br

 

Sobre o Café Filosófico CPFL

Criado em 2003, o Café Filosófico CPFL é o broadcast de reflexões do Instituto CPFL, com palestras abertas ao público semanalmente, transmissões ao vivo pelo YouTube às quintas-feiras, às 19h, e programas exibidos pela TV Cultura aos domingos, às 20h, com reprises às quartas-feiras, à 1h.

 

Sobre o Instituto CPFL

Desde 2003, o Instituto CPFL é a plataforma de investimento social privado do Grupo CPFL Energia, desenvolvendo projetos nas áreas de esporte e cultura como instrumentos estratégicos de transformação social nas comunidades onde o grupo atua. Alinhado à estratégia ESG do Grupo CPFL, o Instituto apoia e incentiva programas que utilizam a cultura, o conhecimento e o esporte para gerar impactos positivos e duradouros na sociedade. Entre suas principais iniciativas estão o CPFL Jovem Geração, o CPFL Intercâmbio Brasil-China, o Circuito CPFL, o CPFL nos Hospitais e o Café Filosófico CPFL.



Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: o coração é um caçador solitário, Carson McCullers e Filme: Amor de mãe, Primevideo

Dica de livro: o coração é um caçador solitário, Carson McCullers

Obra de estreia de Carson McCullers, O coração é um caçador solitário (1940) é um mosaico de personagens que pulsam profunda humanidade em seus desajustes. O romance causou impacto imediato na crítica ao reconstruir a vida de uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos às vésperas da eclosão da Segunda Guerra Mundial.

A figura central é um trabalhador surdo, John Singer, com quem os outros personagens estabelecem conexões afetivas. Em torno de Singer gravitam Mick, uma adolescente andrógena, apaixonada por música; um médico negro, Benedict Copeland, bravo defensor da justiça para seu povo; Biff Brannon, dono de um café onde se reúnem as pessoas da vizinhança; e um frequentador beberrão, Jake Blount, revoltado com as injustiças do mundo.

Na rede sutil tecida por McCullers encontramos o retrato do Sul marcado pelo racismo, em paralelo às notícias das atrocidades cometidas pelo nazismo. O escritor negro do Mississippi Richard Wright observou que McCullers foi quem criou pela primeira vez, entre os escritores brancos, personagens negros com profundidade.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Amor de mãe, Primevideo

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The End of Oak Street (título no Brasil: “O Fim da Rua”)

The End of Oak Street (título no Brasil: “O Fim da Rua”)

Vi o trailer deste filme algumas vezes, e fiquei entre o curioso e o achando que seria uma porcaria rs Como ganhei um ingresso do cinema, resolvi arriscar e ir ver (pois, também, não tinha mais nenhuma estreia interessante).

De um momento para o outro, um fenômeno inexplicável transporta uma rua inteira para um lugar e um tempo onde tudo parece diferente. Separada do que lhe era familiar, sem conseguir sair da rua onde se encontra, a família Platt se vê obrigada a enfrentar perigosas criaturas pré-históricas. Decididos a sobreviver a qualquer custo, eles terão que enfrentar perigos constantes e se adaptar a uma nova e imprevisível realidade.

Dentro das espectativas do que o filme se trata, até que achei bom. Bem dinâmico, bem feito e com um enredo interessante. Acho que vale a diversão! Filme pipoca!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.





Região de Campinas reúne mais de 451 mil pequenos negócios; especialista alerta para riscos jurídicos que acompanham o crescimento

Da proteção do patrimônio aos contratos, cuidados ajudam empreendedores a evitar passivos e conflitos à medida que a empresa avança
 

Agosto, 2026 – Com mais de 451 mil pequenos negócios, a maioria registrada como Microempreendedor Individual (MEI), a região de Campinas tem no empreendedorismo uma parcela relevante de sua atividade econômica, segundos dados do Sebra-SP que englobam 22 municípios. Mas, à medida que uma empresa cresce, aumenta também a necessidade de rever sua estrutura jurídica. Questões que costumam ser deixadas para depois, como a separação do patrimônio pessoal, contratos, mudança de enquadramento e até o encerramento correto do CNPJ, podem se transformar em passivos para o empreendedor. “É comum que o empresário concentre sua atenção em vendas, clientes e faturamento e só procure orientação jurídica quando surge um problema. Mas algumas decisões tomadas ainda nas fases iniciais do negócio podem evitar custos, conflitos e riscos patrimoniais no futuro”, afirma Geovana Destro, coordenadora da área Societária, Patrimonial e Contratual do Granito Boneli Advogados.
 

A especialista aponta cinco situações que merecem atenção:
 

1. Dívidas da empresa podem atingir o patrimônio pessoal

Um dos principais pontos de atenção para quem atua como MEI é a responsabilidade patrimonial. Nesse modelo, não há separação jurídica entre o patrimônio pessoal do empreendedor e o patrimônio utilizado na atividade empresarial. “Dependendo da situação, dívidas do negócio podem alcançar o patrimônio pessoal. Por isso, conforme a empresa cresce, é importante avaliar se ainda faz sentido permanecer como MEI ou se é o momento de adotar uma estrutura societária que ofereça maior proteção”, explica Geovana.
 

2. Crescer sem planejar 

O aumento do faturamento é uma boa notícia, mas pode trazer novas obrigações. Atualmente, o limite anual de faturamento do MEI é de R$ 81 mil. Ao ultrapassar os critérios permitidos para o regime, o empreendedor precisa se preparar para mudanças tributárias, contábeis e societárias. “Muitos empresários percebem que precisam mudar de enquadramento apenas quando o limite já foi ultrapassado. Antecipar essa transição permite organizar custos, obrigações e a própria estrutura da empresa, evitando irregularidades e decisões tomadas às pressas.”
 

3. Parar de operar não significa que a empresa deixou de existir

Outro erro frequente é simplesmente interromper as atividades e manter o CNPJ aberto. Mesmo sem faturamento ou operação, a empresa pode continuar sujeita a obrigações fiscais e administrativas. “Fechar uma empresa também exige procedimento. Manter um CNPJ ativo sem atividade pode gerar pendências que continuam se acumulando. Fazer o encerramento de maneira regular ajuda a evitar que o empresário descubra dívidas ou obrigações anos depois”, alerta.
 

4. Proteção patrimonial não é assunto apenas para grandes empresas

Empreendedores que construíram patrimônio ao longo da trajetória empresarial também devem avaliar como esses bens estão organizados e separados. Instrumentos como holdings familiares, doação de quotas com usufruto e planejamento sucessório podem fazer sentido em diferentes estruturas empresariais. “Existe uma percepção de que planejamento patrimonial é algo restrito a grandes fortunas ou grupos econômicos. Na prática, ele pode ser importante também para empresários que acumularam patrimônio ao longo dos anos e precisam pensar em proteção, organização e sucessão”, explica.
 

5. Acordos informais podem virar conflitos caros

Contratos também estão entre os pontos frequentemente negligenciados por pequenos negócios. Relações com clientes, fornecedores, prestadores de serviços e até entre sócios muitas vezes começam com acordos informais e permanecem assim mesmo quando a empresa cresce. “Um contrato de prestação de serviços bem estruturado, um acordo entre sócios ou cláusulas de confidencialidade deixam claras as responsabilidades de cada parte e reduzem significativamente o risco de conflitos. Muitos litígios poderiam ser evitados se as regras da relação estivessem formalizadas desde o início”, conclui Geovana.

 

Sobre o Granito Boneli Advogados

O Granito Boneli Advogados é um escritório formado por profissionais com ampla expertise em Direito Público e Privado, com foco em Direito Empresarial. Oferece assessoria jurídica personalizada e completa, projetada de acordo com as necessidades específicas de cada cliente, abrangendo diversos campos de atuação, como Crise Financeira e Recuperação Empresarial, Direito Tributário, Contratos Empresariais, Planejamento Patrimonial e Sucessório, Direito Imobiliário, Relações de Consumo e Direito Trabalhista. Reconhecido nacionalmente por diversas organizações de classificação técnica da advocacia e certificado pela ISO 9001, o escritório possui sede em Campinas (SP) e filiais em Cuiabá (MT), São Luís (MA) e Florianópolis (SC).
 

Inteligência artificial no design de interiores: a tecnologia acelera o projeto, mas quem garante a alma do ambiente? Coluna Design e inovação por Tibeti Caviglioni Daniel

Por Tibeti Caviglioni Daniel*

Basta subir a foto de um ambiente vazio e, em poucos segundos, receber sugestões prontas de decoração, cores, móveis e composições visuais. Será que a inteligência artificial já é capaz de assinar, sozinha, um bom projeto de design de interiores?

A pergunta faz sentido porque a resposta rápida e visualmente sedutora que a IA entrega mudou a forma como muita gente começa a pensar um ambiente. De residências a empreendimentos corporativos, ferramentas de inteligência artificial já são usadas para gerar, quase instantaneamente, propostas de layout, paletas de cores e composições de mobiliário a partir de uma simples fotografia do espaço.

Para quem vive do universo da arquitetura e do design, essa tecnologia trouxe ganhos reais. Ela acelera a etapa inicial de um projeto, ajuda o cliente a visualizar possibilidades antes mesmo de tomar decisões, facilita a comunicação entre arquiteto e contratante e amplia o repertório visual disponível para inspiração. Onde antes era preciso folhear catálogos e revistas, hoje é possível testar dezenas de composições em minutos.

Esse ganho de velocidade é valioso. Mas é justamente aqui que mora o alerta: rapidez e beleza na tela não garantem, sozinhas, um projeto bem-sucedido.

O primeiro ponto de atenção é a ergonomia. Uma sugestão gerada por inteligência artificial parte de padrões visuais e estéticos, não do corpo de quem vai, de fato, usar aquele espaço. Altura de assento, profundidade de poltronas, distância entre mesa e cadeira, fluxo de circulação, acessibilidade: tudo isso exige conhecimento técnico e experiência prática, algo que nenhuma imagem gerada automaticamente consegue avaliar.

O segundo cuidado está nos materiais e acabamentos. A IA não sabe como um determinado tecido se comporta em um ambiente externo exposto ao sol e à chuva, não conhece a resistência de um alumínio tratado para o clima brasileiro, tampouco entende o peso, a textura ou a durabilidade real de cada material. Essas decisões nascem da experiência de quem já viu o resultado de um projeto anos depois de entregue, não de um banco de imagens.

O terceiro, e talvez o mais delicado, é a identidade. As ferramentas de inteligência artificial tendem a repetir padrões estéticos que já circulam amplamente pela internet, o que gera ambientes bonitos, mas parecidos entre si. O risco é claro: perder a cultura, a história e a essência de quem é o dono daquele espaço, seja uma família, uma marca ou um empreendimento. Um restaurante que carrega décadas de tradição, uma casa que guarda a memória de gerações ou um hotel que quer expressar a identidade de sua região dificilmente encontram isso pronto em uma sugestão automática.

Não se trata de rejeitar a tecnologia. Pelo contrário, ela é hoje uma aliada poderosa quando usada como ponto de partida, um gerador de ideias e referências que ajuda a destravar a criatividade e agilizar conversas iniciais entre cliente, arquiteto e fornecedor. O que não pode acontecer é transformar esse ponto de partida em ponto de chegada.

É aí que entra o olhar humano, treinado e sensível. O papel do arquiteto, do designer de interiores e de quem fabrica o mobiliário é justamente traduzir aquela sugestão inicial em algo que funcione de verdade: que respeite o corpo de quem vai usar, que resista ao tempo e ao uso intenso, e que, acima de tudo, continue contando a história de quem vive ou trabalha ali.

No setor moveleiro a  inteligência artificial precisa ser vista como uma ferramenta que enriquece o processo criativo, mas que nunca substitui a curadoria humana. Cada peça desenvolvida deve  passar pelo olhar técnico de quem entende de ergonomia, pela experiência de quem já testou dezenas de materiais em uso real e pela escuta atenta de quem quer entender a identidade por trás de cada projeto. É esse equilíbrio, entre tecnologia e sensibilidade, que transforma uma boa imagem em um ambiente que realmente faz sentido para quem vai vivê-lo.

A tecnologia pode, sim, abrir portas e inspirar novos caminhos. Mas a alma de um ambiente, aquilo que faz alguém se sentir em casa ou reconhecer sua marca em cada detalhe, ainda depende de mãos, olhos e experiência humana.


Tibeti Caviglioni Daniel é CEO da Mavie Móveis e executiva de marketing com mais de 20 anos de experiência em branding, comunicação e gestão estratégica. Atua no desenvolvimento de projetos que unem design, inovação e posicionamento de marcas, além de liderar iniciativas voltadas ao crescimento de empresas e no fortalecimento do empreendedorismo feminino.

Sobre a Mavie

A Mavie Móveis é uma marca brasileira de mobiliário para áreas internas e externas, com fábrica própria em Campinas (SP). Nascida da experiência de mais de 15 anos como fornecedora de móveis para alguns dos principais players do mercado nacional, a empresa lançou sua marca autoral em 2023, unindo design contemporâneo, produção artesanal, personalização e alta qualidade. Atende consumidores finais, arquitetos, designers de interiores, paisagistas e clientes corporativos em todo o Brasil, desenvolvendo soluções para residências, hotéis, restaurantes, condomínios, incorporadoras, clubes e empresas. Com fabricação própria, garantia de cinco anos e foco em conforto, durabilidade e excelência construtiva, a Mavie transforma ambientes por meio de móveis pensados para acompanhar os momentos e as necessidades únicas de cada cliente, materializadas em momentos que realmente importam.

Comunicação com a Imprensa:

Cláudia Carnevalli

19 99989-8535

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Relacionamentos e feridas emocionais: por que algumas situações nos atingem tanto? Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

Por Elisa Pereira

Você já percebeu que, às vezes, uma situação aparentemente pequena dentro de um relacionamento provoca uma reação emocional muito maior do que o acontecimento em si?

Uma demora para responder uma mensagem pode gerar angústia. Uma crítica pode despertar uma sensação profunda de inadequação. Um afastamento pode trazer medo de abandono. Uma discordância pode ser vivida como rejeição.

Isso acontece porque, nos relacionamentos, nem sempre reagimos apenas ao que está acontecendo no presente. Muitas vezes, reagimos também às marcas emocionais que carregamos da nossa história.

O presente pode tocar feridas antigas

Ao longo da vida, vamos construindo nossa forma de interpretar o mundo, os relacionamentos e a nós mesmos. Experiências de rejeição, abandono, críticas constantes, falta de afeto, insegurança ou ausência de apoio podem deixar registros emocionais importantes.

Quando uma situação atual se parece, mesmo que de forma sutil, com algo que já vivemos, essas feridas podem ser ativadas.

Por isso, duas pessoas podem viver exatamente a mesma situação e reagir de maneiras completamente diferentes.

Para uma pessoa, o silêncio do parceiro pode significar apenas cansaço. Para outra, pode ser interpretado como: “ele está se afastando de mim”, “eu fiz alguma coisa errada” ou “vou ser abandonada”.

A intensidade da emoção, muitas vezes, não está apenas no acontecimento atual, mas no significado que aquele acontecimento desperta internamente.

Quando a ferida emocional assume o controle

Quando uma ferida é ativada, podemos reagir de forma automática.

Algumas pessoas se afastam antes que possam ser rejeitadas. Outras cobram excessivamente, buscando confirmação de amor e segurança. Há quem se cale para evitar conflitos, quem tente controlar tudo ou quem aceite situações que machucam por medo de perder o relacionamento.

Esses comportamentos nem sempre são escolhas conscientes. Muitas vezes, são formas de proteção que foram aprendidas ao longo da vida.

O problema é que aquilo que um dia ajudou a pessoa a se proteger pode, na vida adulta, dificultar justamente aquilo que ela mais deseja: construir relações seguras, maduras e saudáveis.

Nem toda reação intensa significa exagero

É comum ouvir frases como “você está exagerando”, “isso não é para tanto” ou “você leva tudo para o lado pessoal”.

Mas antes de julgar a intensidade de uma reação, é importante compreender o que aquela situação representa emocionalmente para a pessoa.

Isso não significa justificar qualquer comportamento. Cada um continua responsável pela maneira como lida com aquilo que sente.

Entretanto, compreender a origem de uma reação permite sair do julgamento e entrar em um processo de consciência.

A pergunta deixa de ser apenas:

“Por que eu estou reagindo assim?”

E passa a ser:

“O que essa situação está despertando em mim?”

Essa mudança pode ser muito importante.

Relacionamentos revelam nossas vulnerabilidades

Os vínculos afetivos têm uma característica especial: eles nos aproximam de nossas necessidades mais profundas.

Necessidade de pertencimento, segurança, reconhecimento, cuidado, respeito, afeto e validação.

Por isso, relacionamentos também podem revelar partes nossas que, em outros contextos, permanecem escondidas.

É na intimidade que muitas feridas aparecem.

O medo de não ser suficiente.

A dificuldade de confiar.

A necessidade constante de aprovação.

O receio de ser abandonado.

A dificuldade de colocar limites.

O medo de se mostrar vulnerável.

Esses padrões podem aparecer repetidamente em diferentes relacionamentos até que sejam compreendidos.

Quando o relacionamento atual começa a pagar por dores do passado

Um dos maiores desafios emocionais acontece quando, sem perceber, passamos a responder à pessoa que está diante de nós como se ela fosse alguém da nossa história.

Uma pessoa que viveu abandono pode interpretar qualquer afastamento como ameaça.

Quem cresceu recebendo críticas pode sentir-se profundamente atacado diante de uma observação simples.

Quem aprendeu que precisava agradar para receber amor pode ter enorme dificuldade em dizer “não”.

Assim, o presente começa a carregar um peso que pertence também ao passado.

E é justamente por isso que o autoconhecimento é tão importante.

Conhecer a raiz muda a forma de se relacionar

Trabalhar as feridas emocionais não significa apagar a própria história. Significa compreender como essa história ainda influencia pensamentos, emoções, escolhas e relacionamentos.

Quando começamos a reconhecer nossos padrões, ganhamos a possibilidade de responder de maneira diferente.

Em vez de reagir automaticamente, podemos aprender a identificar o que sentimos.

Em vez de interpretar tudo como rejeição, podemos verificar o que realmente está acontecendo.

Em vez de nos abandonar para manter um relacionamento, podemos aprender a colocar limites.

Em vez de esperar que o outro cure nossas dores, podemos assumir responsabilidade pelo próprio processo emocional.

Essa transformação não acontece de um dia para o outro. Ela começa quando existe disposição para olhar além do sintoma e compreender a raiz.

A psicoterapia pode ajudar nesse processo

A psicoterapia oferece um espaço seguro para reconhecer padrões emocionais, compreender feridas antigas e desenvolver novas formas de se relacionar consigo mesmo e com os outros.

Muitas pessoas chegam à terapia dizendo:

“Eu sempre me envolvo com o mesmo tipo de pessoa.”

“Eu sei que não deveria reagir assim, mas não consigo evitar.”

“Tenho medo de perder quem amo.”

“Não consigo confiar.”

“Faço tudo pelos outros e me esqueço de mim.”

Essas frases podem ser sinais de padrões emocionais que merecem ser compreendidos com mais profundidade.

Quando a raiz começa a ser cuidada, as relações também podem começar a mudar.

Porque relacionamentos mais saudáveis não dependem apenas de encontrar a pessoa certa. Dependem também da maneira como aprendemos a amar, confiar, comunicar, estabelecer limites e cuidar das nossas próprias necessidades emocionais.

Talvez a pergunta mais importante não seja apenas “por que essa pessoa me machuca tanto?”, mas também:

“Que parte da minha história essa situação está tocando?”

E, muitas vezes, é a partir dessa pergunta que começa uma verdadeira transformação emocional.

Elisa Maria Pereira
Psicóloga Clínica /Palestrante e Mentora

 CRP 06/45961-4
Instagram: @psi.elisape
Atendimentos presenciais e on-line
Contato para informações e agendamentos: (19) 98128-1661




Capacitação gratuita prepara profissionais para enfrentar um dos maiores desafios do autismo: a seletividade alimentar

Os treinamentos serão   realizados em três encontros presenciais durante o mês de agosto: dias 8, 22 e 29, sempre aos sábados das 8 às 17h30



A seletividade alimentar é um dos desafios mais frequentes enfrentados por crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e pode comprometer o desenvolvimento, a nutrição, a saúde e a qualidade de vida de toda a família. Apesar de sua alta incidência, muitos profissionais ainda buscam formação específica para compreender e intervir de forma adequada nesses casos.

Com o objetivo de ampliar a qualificação técnica dos profissionais que atuam com pessoas com deficiência, a ACESA Capuava, de Valinhos, promoverá o primeiro módulo da Trilha do Conhecimento – Falando Sobre Autismo, dedicado ao tema Seletividade Alimentar. A capacitação será 100% gratuita, graças ao apoio do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD), do Ministério da Saúde.
O curso tem como foco capacitar profissionais para identificar, avaliar e intervir de forma eficaz em casos de seletividade alimentar em crianças com TEA, utilizando uma abordagem interdisciplinar e práticas baseadas em evidências científicas. A formação será conduzida pela terapeuta ocupacional Flávia Camargo Zanchetta e reunirá conteúdos relacionados ao diagnóstico diferencial, estratégias de avaliação, métodos de intervenção, acolhimento, manejo e desenvolvimento de ações voltadas ao cuidado integral da pessoa com deficiência.

"O cuidado à pessoa com autismo passa necessariamente pela atualização constante dos profissionais. Nosso propósito é levar conhecimento de qualidade, baseado em evidências, para fortalecer a rede de atendimento e proporcionar melhores resultados às crianças e às suas famílias", destaca Fernanda Teixeira, presidente da ACESA Capuava, entidade que atende gratuitamente mais de 200 crianças, adolescentes e adultos, com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiência múltipla e surdez.
A capacitação é destinada a nutricionistas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, fisioterapeutas, pedagogos, psicopedagogos, educadores e demais profissionais da saúde e da educação que atuam ou desejam atuar com crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista.

Com carga horária de 24 horas, o módulo dará direito a certificado de participação ao final das atividades.


Três encontros presenciais
A capacitação será realizada em três encontros presenciais durante o mês de agosto: dias 8, 22 e 29 de agosto, sempre das 8 às 17h30. Nos dias 8 e 29 acontecerá no Casarão FEAV Valinhos, que fica na Rua Antônio Nicolau, 84 – Bom Retiro – Valinhos (SP), no dia 22, o espaço ainda não foi divulgado.  
Além da capacitação, a ACESA Capuava oferecerá gratuitamente material didático, estacionamento e almoço para todos os participantes.

Projeto aprovado pelo Ministério da Saúde
O módulo integra o projeto Trilha do Conhecimento – Falando Sobre Autismo, aprovado pelo Ministério da Saúde, por meio da Lei de Incentivo PRONAS/PCD, sob o registro NUP 25000.161266/2024-34. A iniciativa conta com o patrocínio das empresas Austral Holding, Avery Dennison, Cartonifício Valinhos, Castelo Alimentos, Demarchi, Disal, Eaton, Engie, Paccoby, Portonave, Seguros Unimed e Instituto Stone, que acreditam na importância da qualificação profissional para ampliar a qualidade do atendimento às pessoas com deficiência.

Ao longo do projeto, a Trilha do Conhecimento abordará outros temas estratégicos para a assistência às pessoas com TEA, promovendo a atualização de profissionais e fortalecendo a rede de cuidados especializada.
Informações e inscrições pelo email: comunica@acesacapuava.com.br ou direto pelo link:  https://drive.google.com/drive/folders/1_Z457wg0_ZF_bn23tzRaL5l5so8d658V

Serviço
Curso: Trilha do Conhecimento – Falando Sobre Autismo
Módulo 1: Seletividade Alimentar
Carga horária: 24 horas
Público-alvo: Nutricionistas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, fisioterapeutas, pedagogos, psicopedagogos, educadores e demais profissionais da saúde e educação.
Investimento: Gratuito (inclui material didático, estacionamento, refeições e certificado).
Docente responsável: A capacitação será ministrada por Flávia Camargo Zanchetta, terapeuta ocupacional graduada pela UNESP – Marília, especialista em Habilitação e Reabilitação em Atividades Sociais e Pessoais pela UNICAMP, pós-graduada em Reabilitação em Neurologia Infantil, com formação no Conceito Neuroevolutivo Bobath Pediátrico e certificação em andamento em Integração Sensorial. Atua em consultório com crianças, possui experiência no desenvolvimento neurofuncional e nos diferentes atrasos do desenvolvimento infantil, além de ser SOS Trained Feeding Therapist (SOS Approach to Feeding), referência internacional em intervenção para dificuldades alimentares.