ESG - mercado trilionário - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

Segundo um levantamento da Bloomberg Intelligence, o mercado ESG deve chegar aos US$ 53 trilhões em 2025, mas você sabe o que é isso?

O termo ESG é a sigla de Environmental, Social and Corporate Governance, em português seria ASG: Ambiental, Social e Governança e ele é utilizado para se referir às boas práticas empresariais que se preocupam com critérios ambientais, sociais e parâmetros de excelente governança corporativa.

Os critérios do ESG ganhou ainda mais destaque nos últimos dois anos por conta da pandemia de Covid-19, questões de mudanças climáticas, escândalos políticos e busca por igualdade.

A sigla se fundamenta em 3 pilares:

Ambiental (Environmental)

Considera questões como a gestão de resíduos, a utilização de recursos naturais, as emissões de gases poluentes, a eficiência energética, entre outros.

Social

Avalia condições e ambiente de trabalho, relações com investidores e fornecedores. Assim como a atuação em programas e em práticas sociais, respeito, direitos humanos, inclusão e diversidade.

Governança

Preza pela transparência nas decisões, independência do conselho e diversidade na composição da administração. Além disso, a relação com o governo, o engajamento em medidas de combate à fraude e corrupção, entre outros

A preocupação global com o tema fez com que as empresas saissem à caça de profissionais qualificados. Esta é a profissão mais requisitada em multinacionais e instituições bilionárias.

De olho em um mercado que tem previsão de quase dobrar de tamanho nos próximos três anos seria um bom negócio se especializar na área.

E quem seria este profissional de ESG?

Profissionais de diversos setores podem trabalhar na área.

A pessoa tem que ser capaz de entender, implementar e medir os impactos dos padrões de responsabilidade social, governança e sustentabilidade no desempenho dos negócios. De maneira geral, esses especialistas precisam saber desenvolver uma visão estratégica para a empresa; viabilizar projetos de sustentabilidade; promover treinamentos de colaboradores com relação ao tema; criar e monitorar indicadores de desempenho de sustentabilidade; desenvolver relatórios para prestação de contas e minimizar os impactos da cadeia produtiva da empresa.

Como se especializar profissionalmente?

A especialista em ESG da EXAME Invest, Renata Faber, decidiu preparar a série gratuita com quatro episódios “Jornada do Executivo de Impacto”, para aplicar as práticas ESG no meio empresarial.

O conteúdo gratuito e totalmente online será disponibilizado entre os dias 10 e 17 de janeiro, e tem o objetivo de revelar quais são as habilidades necessárias para se tornar um profissional requisitado e, consequentemente, alcançar cargos e salários mais altos.

O conteúdo passa pela definição do ESG e como o tema impacta o mercado, os negócios e a carreira; aborda ainda quem é o profissional de ESG e o que fazer para se tornar um executivo de impacto.

Confira abaixo a relação completa do conteúdo das aulas da especialista Renata Faber:

Aula 1 - 10/1

A revolução que está mudando o mercado

O que é ESG e como isso pode mudar sua carreira

Aula 2 - 12/1

Quem é o profissional do futuro?

As três competências essenciais que você precisa ter

Aula 3 - 14/1

O mapa para se tornar o executivo de impacto

O passo a passo completo para embarcar nessa jornada

Aula 4 - 17/1

Sua virada profissional rumo ao futuro

A hora de dar a guinada certa na sua carreira

Para participar da Jornada do Executivo de Impacto e se especializar em uma das áreas mais promissoras para 2022, basta se inscrever clicando no link abaixo.

https://lps.exame.com/lpl-jornada-executivo-de-impacto-a?utm_source=conteudo&utm_medium=IN2-esg&utm_campaign=N/A_MBA-esg-impact_jornada-executivo-de-impacto_lead_lead-lp_cta_N/A_inbound_N/A_esg-profissao-requisitada-multinacionais-instituicoes-bilionarias&utm_term=N/A_N/A_N/A_N/A&utm_content=N/A_N/A_N/A

 

Créditos: EXAME Invest

Fonte: Bloomberg Intelligence Head of ESG / Thematic Investing EMEA Adeline Diab / BI Chief Equity Strategist Gina Martin Adams / Global Reporting Initiative (GRI) / Pacto Global (ONU) / Sustainability Accounting Standards Board (SASB) / EXAME Invest.

Fotos 1 e 2: Google. Foto 3: EXAME Invest

Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Food Tasting

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Cria conteúdo digital e presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

Pequenos e micro empresários de Campinas movimentam a economia no período de isolamento social usando vendas online e WhatsApp

Pesquisa da FGV em julho mostra que as pequenas empresas foram as mais impactadas com a pandemia. E pior, apenas 38,8% delas esperam a normalização da economia só em 2021. Sem acesso aos programas de crédito do governo, esses empreendedores se reinventaram. 70,9% passaram a empregar o WhatsApp para vender.

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Em Campinas muitos deles evitaram a falência e conseguiram aumentar a receita em 47%. Para atender a demanda desses cenários, o escritor Conrado Adolpho, especialista em alavancagem rápida de micro e pequenas empresas na Internet, transforma o livro best-seller mais estudado nas universidades Mackenzie, USP, ESPM em cursos e lives para auxiliar o empreendedor regional de Campinas

As pequenas empresas são responsáveis por 54% dos empregos com carteira assinada e respondem por 27%, ou seja, 1/3 do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional.

Pela pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas - Ibre/ FGV, em junho, o índice de confiança dos pequenos empresários marcou 58 pontos, enquanto a dos grandes estavam em 80,6 pontos. Além disso, as pequenas registraram uma queda de 69,5 pontos no período e recuperaram 37,3 pontos.

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O levantamento realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) entre 25 e 30 de junho, também não é muito diferente.  O estudo mostrou que as 99,8 pequenas empresas com 49 funcionários foram as que mais tiveram vendas impactadas durante a pandemia.  A perda média de faturamento para esses empresários caiu de 70% para 51% com relação à primeira semana de abril deste ano.

O setor de serviços, que corresponde a 74,4% foi o que registrou maior percentual de empresas afetadas negativamente. Na indústria esse índice chegou a 72,9%; na construção civil 72,6%, mas foi o comércio com 65,3% que está resistente à crise. O pequeno empresário foi o mais prejudicado na pandemia por ter menos acesso aos programas de crédito do governo. A pesquisa mostrou, também, que das empresas que tentaram algum tipo de crédito, mas não conseguiram, 64,4% delas são de pequeno porte, 30,5% estão no grupo das companhias de médio porte e apenas 5,1% são de grande porte.

Em contrapartida, por meio das notas fiscais eletrônicas, a Receita Federal registrou que o mês de junho tem o maior volume de vendas do anoR$ 24 bilhões por dia.  O isolamento social, durante a pandemia da Covid-19, também disparou as vendas pelo comércio eletrônico. No mês de passado, o crescimento das notas fiscais referentes a vendas pela internet chegou a 73% em relação ao mesmo mês do ano passado, e a média diária chegou a R$ 670 milhões.

A região de Campinas está em segundo lugar no Estado, no que diz respeito a venda pela internet, com um faturamento de R$ 414,8 milhões. 70,9% empregam o WhatsApp, 64,6% usam o Facebook, 55,7% empregam o Instagram e 26,6% usam o próprio site e-commerce e, mesmo com a crise, alguns dos pequenos empresários da região registaram aumento de até 50% na receita.

Para orientar o pequeno e médio empreendedor que ainda não opera na web, o autor do best-seller mais lido na área do marketing digital nas universidades Mackenzie, USP e ESPM, Conrado Adolpho, está realizando lives todas as terças-feiras às19h no canal do YouTube para ensinar tudo o que os pequenos e micro empresário precisam saber sobre planejamento estratégico e a valorização de produto, além de deixar a empresa relevante na internet. Além de escritor, Conrado preside a 8Ps, uma Escola de Negócios de Campinas voltada para ensinar donos de pequenas empresas, profissionais liberais, de marketing e vendas a escalarem os businesses por meio da internet. A Instituição que tem atraído os olhares de empresários de várias partes da América Latina.

E o motivo ele explica: "Em média, as pessoas passam 4 horas e 59 minutos acessando a internet contra 4 horas e 31 minutos assistindo televisão. Diante desse número fica claro que os empresários devem ter a sua presença na rede online para aproveitar todas as oportunidades de vendas que ela oferece”, comenta o especialista em marketing ao informar que, apesar desse índice, nem todos os empresários sabem utilizar a internet para vender e valorizar os seus produtos e criar relacionamento com o público-alvo.

Ao finalizar, Conrado Adolpho enfatizou que o empresário que não estiver atento às mudanças sobre como as pequenas empresas estão fazendo negócios na economia atual verá o próprio negócio definhar em menos de 1 ano. “A maior plataforma global de vendas do mundo para os pequenos e médios negócios é o WhatsApp, mercado de 195 milhões de brasileiros que está presente em 94% dos celulares e que representa, somente no Brasil, uma oportunidade de R$ 600 bilhões desse nicho de mercado”, concluiu.

 

Serviço: 

Curso gratuito:

Data: Todas as terças-feiras, às19h, no canal do YouTube

https://www.youtube.com/user/ConradoAdolpho

 Próximos eventos online:

Masterclass

Data: 08/08/2020

Conteúdo: Táticas mais eficazes para fazer dinheiro rápido sem precisar de novos clientes e alavancar os negócios.

Próxima Imersão

Data: 24, 25, 26 e 27/09

Duração: 42 horas de imersão online

Horário: 9h00 às 22h00

Conteúdo: Treinamento intensivo de marketing digital 3 dias

Inscrição: https://8ps.com/#querosabermais

 

Sobre Conrado Adolpho:  Empresário dos setores de educação, marketing e tecnologia há 24 anos; autor do livro ‘’Os 8Ps do Marketing Digital’’- best-seller em marketing - sendo utilizado como material base em diversas faculdades de negócios como Mackenzie, USP, ESPM, dentre outras.

É mentor de negócios, tendo mentorado mais de 500 empresários nos últimos 5 anos, ajudando-os a tornar seus modelos de negócios muito mais lucrativos e escaláveis.

Criador do Método 8Ps, um dos métodos de marketing mais reconhecidos do país. É treinador e criador do maior treinamento de negócios do país para donos de pequenas empresas - a Imersão 8Ps.

Terra de influenciadores: como empresas usam o Instagram para faturar

Estudo mostra como pequenas empresas podem dialogar com seus públicos de nicho pelo Instagram, usando o poder crescente de influenciadores

O Instagram possui mais de um bilhão de usuários ativos — e as marcas já perceberam que estar entre os posts inspiradores e stories de seus clientes pode ser uma boa oportunidade de negócio. Segundo uma pesquisa do instituto Ipsos Connect, feita com 300 administradores de contas de pequenas e médias empresas no Instagram, 65% dos entrevistados afirmam que o aplicativo ajuda a aumentar as vendas e 76% dizem que traz novos consumidores.

A plataforma é ideal para conversar com pequenas comunidades, como os clientes de uma empresa, e usar influencers é uma estratégia cada vez mais comum. Por mais que tenha menos usuários do que redes sociais como Facebook e YouTube, os usuários do Instagram são mais engajados — o que gera um terreno fértil para o marketing feito por influenciadores. As marcas conseguem aproveitar esse potencial para gerar conversão, engajamento ou alcance por fotos e vídeos em diversos formatos.

A análise é de um estudo da Socialbakers, plataforma de administração de mídias sociais com 2.500 clientes em 100 países. O mercado de influencer marketing deve alcançar 2,38 bilhões de dólares neste ano.

Influenciadores como estratégia de negócio

Em 2018, o número de influenciadores usando a hashtag #ad, que indica um post publicitário, cresceu 56%. O número de posts com essa hashtag teve uma alta similar, de 53%. Os críticos do marketing de influência afirmam que posts publicitários distanciam os usuários do criador de conteúdo, pela percepção de que se trata de uma propaganda. Mesmo assim, a Socialbakers afirma que posts com e sem o #ad apresentaram engajamentos similares — uma boa notícia para pequenas empresas que querem apostar nos influencers.

Além de pesquisar o histórico do influenciador e o quanto ele se conecta com os valores de sua pequena empresa, é preciso decidir qual o influencer certo para sua estratégia e orçamento. São três escolhas possíveis: os microinfluenciadores, com menos de 100 mil seguidores; os macroinfluenciadores, com mais de 100 mil e menos de um milhão de seguidores; e as celebridades, com mais de um milhão de seguidores.

Os microinfluenciadores são mais próximos de seu público, com maiores taxas de conversão e engajamento. A maioria se especializa em nichos e possui uma audiência mais qualificada nesse setor de cobertura. Suas ações de marketing também custam menos. Esse é o tipo mais comum de influencer na América Latina — representam 88% dos profissionais de influência no Instagram.

Já os macroinfluenciadores possuem uma audiência maior e mais ampla, gerando mais alcance. Eles possuem prestígio dentro de uma comunidade e estão mais acostumados a trabalhar com pequenas empresas. 

As celebridades operam de forma parecida, mas em uma potência tão mais elevada que podem construir marcas. O maior exemplo desse processo é a empreendedora e socialite Kylie Jenner, que ganha um milhão de dólares por post, segundo o serviço de automação para Instagram Hopper HQ, e se tornou a mais jovem bilionária por mérito próprio do mundo baseando-se principalmente em sua força na rede social.

Fonte: https://exame.abril.com.br/pme/terra-de-influenciadores-como-marcas-usam-o-instagram-para-faturar/amp/

Conhecimento desperdiçado e o conflito de gerações mal resolvido nas empresas - Coluna Gestão Moderna de Negócios por José Roberto de Siqueira

Embora valorizem o conhecimento e experiência dos profissionais sêniores para a empresa, as organizações ainda não desenvolveram práticas capazes de aproveitar esse potencial do profissional maduro em equipes com profissionais de outras gerações, especialmente mais jovens. Só 16% das empresas têm atividades específicas para integração dos profissionais de diferentes gerações. E apenas 14% das companhias promovem atividades de gestão de conhecimento com profissionais sêniores, como mentoring, tutoria e coaching de alto nível.

A grande maioria das organizações enfrentam alguns dilemas com relação a convivência de pessoas de diversas gerações no ambiente de trabalho, pois possuem valores, educação, formação e objetivos distintos. Em qual delas eu me encaixo? Como conviver com este cenário? Como manter as lideranças atuantes num ambiente tão heterogêneo?

Geração Baby Boomers – Nascidos durante a década de 40, num clima de ditaduras ao longo do mundo e guerras, cresceram num ambiente repressivo cujas manifestações de insatisfação ocorriam principalmente através de festivais musicais, como por exemplo Woodstock nos Estados Unidos, que marcou toda uma geração. No campo profissional, sempre buscaram construir uma carreira consistente, com alto grau de resistência à mudanças e fidelidade às organizações, onde em geral permaneceram por muito tempo. São pessoas que aliam conhecimento e experiência. Muitas empresas têm nesses profissionais conselheiros ativos ou mentores eficientes, que auxiliam na formação de novos líderes.

Geração X - Nascida após os Baby Boomers, entre o início dos anos 1960 e o final dos anos 1970, é uma geração marcada por vários eventos sociais e políticos principalmente num momento de transição entre a ditadura e a democracia. Conviveram com diferentes momentos de crise política global e nacional, períodos de alta inflação, diferentes planos econômicos e diferentes moedas. Por essa razão sempre buscaram acumulo de patrimônio para momentos de crise. São profissionais com alto grau de comprometimento com a organização, porém muito apegados a status, títulos e cargos. Em geral, resistentes à novas tecnologias e pouca vocação a inovação, porém com alto grau de organização, disciplina e visão estratégica.

Geração Y – Conhecida também como Millennials, nascida entre o início dos anos 1970 e o início dos anos 1990, num ambiente mais democrático, sendo a primeira geração verdadeiramente globalizada capitaneada pelo surgimento e crescimento da internet e pela consciência da sustentabilidade ambiental. No âmbito profissional, é uma geração que se identifica com os valores da organização, impulsiva, imediatista, questionadora, focada na busca pelo reconhecimento e a realização pessoal, sendo movida por constantes desafios. São mais irreverentes, mas nem por isso deixam de ter comprometimento com o sucesso profissional. Em menos de 10 anos ela representará 75% da força de trabalho mundial, portanto requer muita atenção das empresas na formação desta liderança.

Geração Z - Também conhecida como Centennial, nascida na década de 90 até 2010 é a geração conhecida como nativa digital, composta por pessoas preocupadas, cada vez mais, com a conectividade e com os demais indivíduos. Tem uma visão diferente do mundo, pois sua relação com o tempo é baseada na velocidade da informação online. São mais colaborativos e tem mais dificuldades em lidar com hierarquias e autoridade e por isso tem uma enorme vontade de empreender, haja visto que os grandes números de startups pertencem a essa geração. Para eles, as nomenclaturas dos cargos não interessam, pois, mais importante do que a posição é o caminho até ela, a oportunidade de crescimento profissional. Buscam em seus líderes valores como ética, honestidade e integridade

Portanto, como atender os diferentes valores e interesses de forma positiva no ambiente empresarial?

Sempre acreditei que a melhor resposta a essa pergunta é a integração, a fusão da sabedoria e do conhecimento com a tecnologia, capacidade inovadora e criativa que as organizações possuem como ativos importantes e competitivos.

As diferenças de atitude, visões e velocidade no trabalho devem ser valorizadas e incentivadas dentro de uma nova realidade que se coloca.

Inicialmente, as pessoas devem conhecer os valores, a missão e a visão da empresa e quais são seus objetivos estratégicos, cada nível ou geração à sua maneira de acordo com as funções que cada um exerce na estrutura organizacional. Lembre-se, cada um percebe a organização de uma maneira, por isso informações e mensagens únicas e claras devem ser transmitidas para que todos as entendam.

 

Um líder da geração X, pode muito bem se interessar por uma atividade ou projeto da geração Y e principalmente da geração Z, criando fóruns, eventos e situações de troca de informações. Para uma pessoa da geração Z, é muito importante poder apresentar seus projetos e suas ideias e ter o feedback de alguém das gerações anteriores. Organize fóruns formais e alguns informais onde a prática de troca de experiências aconteça, como por exemplo, visitar a pessoas em sua área de trabalho, perguntar e interessar-se por algum projeto ou atividade, promover um café semanal ou mensal onde as pessoas se inscrevam e comentem sobre seus projetos e sugestões, conferencias presenciais ou por internet onde assuntos previamente agendados são abordados ou mesmo incentivo a formação de projetos e/ou equipes multi-gerações para o exercício deste convívio.

Os conflitos surgirão naturalmente o que é bastante salutar para uma organização dinâmica e moderna, mas o que vale é a integração e engajamento das pessoas nas iniciativas e ações de execução dos planos. Certamente, iniciativas deste tipo, aproximarão as gerações e criarão uma cultura que valoriza ao mesmo tempo a individualidade e o trabalho coletivo.

José Roberto de Siqueira

Coluna Gestão Moderna Negócios

Larga experiência em liderança como Presidente e CEO em empresas multinacionais e nacionais, membro dos Conselhos de Administração e do Lide do grupo Dória, professor de MBA, palestrante e CEO da Premiatta Consultoria: www.premiattaplus.com , Linkedin:  https://www.linkedin.com/in/jose-roberto-de-siqueira-217a032/  Curso on Line: https://cursos.premiattaplus.com - Telefone: (011) 991591939

 

 

Atuando para reverter os maus resultados da empresa - Coluna Gestão Moderna de Negócios por José Roberto de Siqueira

Aos 84 anos, Bob Lutz é uma das maiores e mais importantes figuras da indústria automobilística mundial. Piloto de caça na Guerra da Coréia, formado na Universidade da Califórnia (Berkeley), ocupou cargos na alta diretoria da BMW, GM, Ford e Chrysler, trabalhando e convivendo com grandes lendários executivos da indústria como Lee Iacocca, Robert Eaton e Philip Caldwell. Segundo ele, liderança não é algo puramente técnico e sim fruto de personalidade e responsabilidade em fazer as coisas acontecerem, inspirando as pessoas. Para ele, é fundamental adequar o perfil e as competências do líder ao momento em que a organização se encontra e em muitas vezes essa tarefa pode não ser tão agradável para o líder e tampouco para a organização.

Quando a situação exige uma restruturação financeira radical, reversão de números e resultados ou negociação dura com credores e clientes, é necessário um executivo ou empreendedor que seja fortemente voltado aos aspectos financeiros, disciplinado, com grande resiliência e senso de urgência.

Já os executivos voltados ao mercado e maior familiaridade com a geração de demanda, gestão de clientes e construção de marcas, geralmente são mais agressivos e aceitam correr mais riscos, sendo ideais para empresas que visam ganhar mercado, expandirem-se e obter rápido crescimento.

No caso da busca por eficiência, produtividade, melhoria em processo e em menores custos e melhores níveis de serviços, o perfil se volta para um executivo de formação em Supply Chain (Cadeia de Abastecimento) estruturando desde a aquisição de matérias primas, produção, até gestão de estoques, logística e distribuição.

Vários executivos enfrentam diferentes situações nas organizações que foram chamados a comandar, cada um tem suas competências específicas, são contratados no momento que as organizações precisam de renovação, nova dinâmica e melhor desempenho, a pessoa certa na hora certa. Selecionei, para você, alguns dois casos reais de sucesso (LEGO E FIAT) que mostram que as atuações dos empresários influenciaram diretamente na reversão de resultados, no crescimento sustentado e na sua consistência estratégica. Escolhi organizações complexas e de marcas conhecidas por todos.

José Roberto de Siqueira

 

Larga experiência em liderança como Presidente e CEO em empresas multinacionais e nacionais, membro dos Conselhos de Administração e do Lide do grupo Dória, professor de MBA, palestrante e CEO da Premiatta Consultoria: www.premiattaplus.com , Linkedin:  https://www.linkedin.com/in/jose-roberto-de-siqueira-217a032/  Curso on Line: https://cursos.premiattaplus.com - Telefone: (011) 991591939

As 6 armadilhas que jovens líderes precisam evitar - Coluna Liderança por João Marcelo Furlan - Enora Cursos

Estrear numa posição de liderança pode ser muito empolgante. Mas é comum que o desafio também traga uma certa dose de incerteza e mal-estar.

Não é para menos. De acordo com a coach Eva Hirsch Pontes, ser gestor pela primeira vez exige um deslocamento radical do olhar frente ao trabalho: em vez de se concentrar nas próprias entregas, você deverá se preocupar com a produção das outras pessoas.

Esse movimento é pouco natural para o ser humano, segundo Eva. “De uma hora para outra, você descobre que a qualidade do seu trabalho importa menos do que a sua capacidade de desenvolver os outros”, diz a especialista.

Some-se a isso o fato de que a maioria das empresas falha no treinamento e na preparação dos seus novos líderes.

De acordo com João Marcelo Furlan, CEO da Enora Leaders, a maioria dos chefes novatos não recebe orientação suficiente para assumir a nova posição – e precisa se virar como pode para ter sucesso.
Mas como fazer isso? O primeiro passo é buscar conhecer-se profundamente. “Essa é a base para a formação de um líder, é o que fará com que as outras pessoas confiem em você”, explica Furlan.

Também é importante ter curiosidade sobre o tema e investir em leituras sobre liderança. Além do apoio dos livros, também é preciso consultar pessoas: mesmo sem um treinamento formal, um chefe novato pode aprender muito com as figuras mais experientes de sua empresa.

Outra dica é aproveitar as diversas experiências de liderança que aparecem ao longo da vida, mesmo fora do trabalho. “São muitas as situações, na faculdade ou num projeto voluntário, por exemplo, em que precisamos agir como gestores de pessoas, dando feedback, delegando tarefas ou motivando colegas de grupo”, comenta Eva. “É preciso usufruir muito dessas vivências”.

O último conselho dos especialistas é estar atento às inúmeras armadilhas a que estão sujeitos os chefes de primeira viagem – quanto mais consciente delas, mais você terá condições de driblá-las.

Veja a seguir os riscos mais comuns:

1. Tentar “mostrar serviço”
O chefe novato frequentemente peca pela ansiedade e pela pressa: muitas vezes ele já assume a função querendo deixar sua marca e impondo um ritmo forte à equipe. Para evitar conflitos logo de cara com os chefiados, é melhor fazer o oposto. “Primeiro entenda as rotinas e a cultura do time, para então propor mudanças e melhorias na sua forma de trabalhar”, orienta Furlan.


2. Achar que já sabe tudo
De acordo com Eduardo Shinyashiki, escritor e especialista em desenvolvimento de líderes, não é incomum que profissionais em sua primeira experiência de poder se deixem seduzir pela vaidade. “Muitos tratam seus funcionários como se fossem inferiores”, afirma. “Eles não conseguem identificar e muito menos desenvolver talentos, o que é um problema grave para um líder”. A arrogância não é um problema exclusivo do chefe de primeira viagem – mas pode acometê-lo com especial frequência. “O ego dele ainda está inflado pela recente promoção de cargo”, explica Shinyashiki.


3. Achar que não sabe nada
Tão comum quanto o excesso de autoconfiança é a sua ausência total: gestores novatos frequentemente se sentem terrivelmente inseguros. É o que alguns psicólogos chamam de “síndrome do impostor”, isto é, o sentimento de que você nunca será bom o suficiente para a sua posição. “Mesmo pessoas talentosas e brilhantes podem entrar num ciclo persecutório em que acreditam que sua incompetência será logo desmascarada”, diz Shinyashiki. “Para tentar evitar essa ‘descoberta’, ela trabalhará desenfreadamente e poderá se esgotar muito rápido”.

4. Permanecer viciado em tarefas
Furlan acredita que este seja o maior erro dos novatos. Por serem frequentemente apaixonados pelo aspecto técnico da profissão – o vendedor que vendia, o engenheiro que fazia cálculos – os gestores inexperientes podem simplesmente continuar fazendo o que já faziam antes da promoção. Absortos em atividades operacionais, eles deixam de acompanhar e apoiar o grupo, como seria esperado. Normalmente, esses gestores também terão muita dificuldade em delegar tarefas.

5. Agir como mero supervisor
Shinyashiki diz que muitas pessoas acreditam equivocadamente que chefiar significa ter todos sob o seu comando. Por isso, a primeira experiência nesse cargo pode despertar a figura do “supervisor burocrata” em certos profissionais. Isso significa agir de forma pouco afetiva, autoritária: em vez de estimular a autonomia da equipe, ele cobrará resultados de forma insistente, obsessiva, com foco em detalhes irrelevantes para o resultado final.

6. Ser paternal ou maternal
Outra armadilha comum é agir de forma excessivamente protetora, à maneira de um pai ou de uma mãe. Chefes “bonzinhos” podem parecer simpáticos, mas a longo prazo prejudicam o desempenho da equipe. De acordo com Shinyashiki, muitos chefes agem dessa forma por medo de rejeição e isolamento. Resultado: longe de conquistarem o coração dos seus subordinados, eles serão vistos como fracos, pouco confiáveis e, no limite, acabarão sendo substituídos por figuras mais firmes.

Leia mais em: https://www.enora.com.br/artigos/as-6-armadilhas-que-jovens-lideres-precisam-evitar/?utm_campaign=fluxo-ie-exame-dicas-de-leitura-pos-baixar-ebook&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

João Marcelo Furlan

Coluna Liderança

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080

Os segredos das empresas que mais faturaram em 2016 - Coluna Liderança por João Marcelo Furlan

A Palavra Crise

A palavra crise chegou ao português no século XVIII, a princípio no vocabulário da medicina, para designar o momento na evolução de uma doença em que ela se define entre o agravamento – e a morte – ou a cura – e a vida.
Este momento decisivo, também presente no mundo dos negócios, se apoiou no vocabulário médico para descrever desafios vitais de uma empresa.

Dentro de um momento de crise, geralmente, as empresas montam estratégias em 2 diretrizes tradicionais: Vender Mais e Custar Menos.
Isso quer dizer que a empresa deve “ser mais produtiva” à sua atividade principal.
Notamos ultimamente que a atividade principal da empresa pode ser o problema e a empresa precise inovar ou mudar sua proposta de valor para superar o mau desempenho.
Coincidência ou não, em abril de 2015, divulgamos um artigo sobre como as empresas americanas estavam se preparando para aproveitar o crescimento do mercado interno, após alguns anos regulares.
As estratégias destas empresas convergiram com uma pesquisa divulgada pela Deloitte, em setembro de 2016, sobre as 100 PMEs (Pequenas e Médias Empresas) que mais cresceram em 2015-2016.

O que aprender com as 100 PMEs que mais cresceram no Brasil durante a Crise?

Pensamos inicialmente que estas empresas seriam as mais vulneráveis a falir na crise por seu tamanho e capital para sobreviver por períodos de instabilidade.
Porém, na pesquisa da Deloitte, vimos estas PMEs (que faturam de 5mi à 450mi/ano) incrementando seu faturamento em absurdos 300% em média (ao ano), e que podemos aprender muito com elas.
Qual grande empresa não gostaria de crescer este percentual em faturamento líquido, ou mesmo em adquirir uma empresa com este resultado?

O Perfil de quem está decolando

O Ramo:
O que mais caracterizou a pesquisa foi que 40% das 100 PMEs que mais cresceram são da área de tecnologia da informação (TI) e estão relacionadas diretamente à produção de softwares.

Investimento vs Produtividade
Outros indicadores mostraram que 75% destas PMEs realizaram investimentos em software nos últimos 2 anose que este investimento impactou no ganho de 31% de produtividade destas empresas em 2015.
Além disso, as novas máquinas e equipamentos foram investimentos identificados em 83% destas PMEs, que amentaram mais 62% na produtividade delas em 2015.

Inovação e Mudança
Novamente, vendo cenários de mudança, 83% destas PMEs lançaram novos produtos, que em 2015 representou uma conquista de 24% de participação de mercado.

Pessoas Competentes Entregam Resultados Maiores
E para finalizar, 43% delas, tiveram uma rotatividade menor do que 5% do número de funcionários e apontaram investir na melhor formação dos funcionários para melhoria dos processos internos (assim como o artigo que divulgamos no começo de 2015).

Todas estas características mostram que estas PMEs tiveram estratégias que foram na contramão do mercado e hoje vendem suas próprias tecnologias como principal ativo.
Estas tecnologias estão proporcionando redução de custos aos seus clientes e ganho de escala para a área comercial.

A Outra Metade da Laranja

Neste ponto, apresentaremos outra pesquisa que complementa a das PMEs estudadas pela Deloitte.
A Exame.com, divulgou em maio de 2015 uma reportagem sobre as 20 empresas que mais lucraram no Brasil no primeiro trimestre de 2016.

“Lembro que, lucrar não quer dizer vender mais, mas sim aumentar os resultados líquidos da empresa e que dentro disso podem estar: um aumento do valor da marca, uma aquisição, ou mesmo uma variação cambial para uma empresa que opera com moeda estrangeira. Pode aumentar o valor dela sem maior esforço de vendas.”

Das 20 empresas mencionadas, 7 são de serviços bancários ou de seguros e 6 são de serviços primários, como mineração e papel e celulose.

Empresas muito grandes

As empresas do artigo da Exame.com são muito grandes (como Vale, Itaú, Klabin, Bradesco…). Isso faz com que todas decisões tomadas levem mais tempo para ser alinhadas, já que tudo nelas é de maior proporção, e isso também implica em maior burocracia. Como resultado, elas demandam de soluções para melhorar sua produtividade e acabam terceirizando a inovação para desenvolver soluções de forma mais ágil.

Neste momento, conseguimos conectar o fato de algumas das empresas da lista das PMEs da Deloitte serem fornecedoras das gigantes da lista da Exame.com.

Este fato não é uma mera coincidência, mas talvez uma solução que as gigantes criaram para conseguir se movimentar mais rapidamente.

Sobre Vendas e Agilidade
Sua empresa é grande e continua buscando fornecedores tão grandes e tão lentos? O seu produto ou serviço está pronto para agilizar a produtividade de uma gigante?

Conclusão

Agora que entendemos como algumas PMEs conseguiram decolar na crise e para quem elas estão vendendo suas soluções, qual aprendizado você pode levar para melhorar a produtividade da sua empresa?

Vamos deixar 7 limões na mesa para que você faça a sua limonada ao seu gosto:

  1. O produto/serviço que sua empresa oferece está deixando mais dinheiro na mesa dos seus clientes (gerando mais lucro ou reduzindo custo dele)?
  2. Sua equipe está servida de softwares ou ferramentas de gestão de vendas e produtividade para redução do seu custo fixo?
  3. Sua equipe está capacitada sobre seus produtos e sobre os modelos de negócios dos seus clientes ao ponto de sua venda ser consultiva e agregar mais valor ao seu cliente do que o próprio produto ou serviço que vocês vendem?
  4. A gestão da sua empresa ou equipe é considerada ágil, de forma que consiga mexer nos seus produtos, serviços e proposta de valor? (Para o caso de se considerarem engessados enquanto seu mercado evoluiu)
  5. Existe a possibilidade ou interesse da sua empresa ser adquirida (ou adquirir outra) para que possa agregar valor, aumentar a competitividade e o lucro líquido?
  6. Você está vendendo seu produto ou serviço para os clientes certos? Ou, já pensou que um mercado em constate evolução pode exigir que você direcione suas vendas para novos nichos?
  7. Se estas PMEs estão crescendo tanto assim, devem estar precisando comprar recursos primários de alguém. Você já pensou em criar pacotes de produtos ou serviços adequados às PMEs que estão em crescimento brusco?

Próximos Passos

Se estes pontos de reflexão te trouxeram insights, aproveite para baixar o Case de Como Aumentar a Produtividade em Vendas através de capacitação customizada para equipes comerciais e tangibilize as formas que algumas experiências em equipe podem aumentar seu faturamento em mais clientes ou dentro de quem já é cliente.

Leia este artigo na íntegra: https://www.enora.com.br/artigos/os-segredos-das-empresas-que-mais-faturaram-em-2016/

João Marcelo Furlan

Coluna Liderança

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080

  

  

 

 

Conheça seus funcionários - Coluna empreendedorismo por Tatiana Garcia

Por anos fomos acostumados a contratar funcionários baseado em suas habilidades específicas, tais como:  financeira, recursos humanos, análise de sistemas, treinamento, contabilidade e assim por diante. E a cultura interna das empresas sempre foi se referir a cada funcionário, de acordo com sua especificação. Por exemplo, quando tiverem algum problema relacionado ao estoque, eles chamam o estoquista; agora se o problema for com pessoas, eles chamam a área de recursos humanos. Mas, nós seres humanos somos um conglomerado de diferentes habilidades e talentos. Ficaria muito difícil nos classificar como bons em apenas uma coisa. Você provavelmente não é bom em apenas em uma coisa. Você, provavelmente tem vários talentos, às vezes até alguns que você não sabe, mas os outros percebem com muita clareza.

Nós temos sim uma habilidade específica em uma ou duas coisas, mas sabemos muito mais que isso. E quanto mais experiências tivermos em nossas vidas, mais saberemos de outras áreas e outros assuntos. Experiência não necessariamente tem a ver com a idade, ou com tempo que você tem na empresa; mas sim com as situações que a vida te proporcionou e às vezes até, com o quão difícil elas foram. Se analisarmos o comportamento das pessoas da geração millenium (18 a 35 anos), eles provavelmente são pessoas que sabem muito de várias áreas, isso devido à influência da internet e também do próprio perfil dinâmico deles. Eles odeiam ficar por fora de assuntos, tendências e acontecimentos; por isso buscar sempre estar atualizados.

E como eles sobrevivem nas empresas atualmente? Será que eles conseguem especificar todo o seu conhecimento? Provavelmente algum deles acabam se frustrando.

Algo é preciso mudar na cultura das empresas. Hoje em dia as empresas não estão aproveitando todos os talentos de sua equipe. Ela acabou segmentando seus funcionários de acordo com uma habilidade em específico, e entrega problemas relacionados à essa específica segmentação. E caso ele não resolver, pune-o, julga-o como incompetente e pode até vir a demiti-lo. As consequências disso são altos custos com a rescisão e depois com treinamento para o novo funcionário. Os diretores vivem se reunindo para resolver problemas estratégicos, sem envolver demais funcionários. O máximo que eles envolvem são alguns gerentes superiores, quando necessário. E pior, quando o problema não é resolvido, eles contratam mais mão de obra especializada para resolve-lo.

Você já calculou o custo disso tudo, somados ao stress, ao impacto cultural e ao tempo desperdiçado? Será que dentro da empresa, com a equipe atual não se encontraria todas as respostas para os problemas atuais? Quem definiu que diretores, hoje em dia cada vez mais jovens, possuem mais “experiência” para resolver os problemas?

Na realidade, nunca conseguiremos prever problemas e nunca saberemos como eles de fato acontecerão. O que podemos pensar e nos planejar é em como solucioná-los. Na minha opinião, os empresários deveriam apostar mais na sua própria equipe. Usar o melhor e máximo potencial de cada um, antes de ir em busca de outros profissionais no mercado. Apostar em um organograma de rede ao invés do organograma hierárquico, seria uma ótima opção e como isso funciona?...

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http://tatianagarcia.com.br/wp/2016/07/14/conheca-seus-funcionarios/

Tatiana Garcia

Coluna Empreendedorismo

 

Formada em Administração de Empresas com Ênfase em Marketing (ESAMC), MBA Executivo em Gerenciamento de Projetos (FGV), MBA Internacional em Gestão Negócios (OHIO), Apoiadora do Curso de Liderança e Comunicação de Alta Performance Master Mind; ela hoje tem uma experiência em 10 anos em Finanças no Brasil e na Austrália, onde ocupou uma vaga em Gerente de Projetos no State Street of Boston. Especialista em Franchising, ela abriu sua própria empresa que promove um novo conceito para ajudar os empresários brasileiros a melhorarem seus resultados, ter uma equipe mais engajada e a inovar.Email: franquias.mb@gmail.com