Abbraccio renova carta de drinks com releituras de clássicos e inclui opções não alcoólicas no menu

Como parte das novidades, a rede inspirada no lifestyle italiano  traz o Moscow Mule e o Mojito na versão sem álcool

 Originalmente preparado com cerveja de gengibre (ginger beer), o clássico Moscow Mule capturou de vez o gosto do público brasileiro em uma releitura que criou no país a popular espuma de gengibre para a receita do drink. O consumo das espumas, aliás, cresceu como ingrediente na coquetelaria para a adaptação de bebidas icônicas – como no caso dos lançamentos da rede de restaurantes Abbraccio, que acaba de renovar sua carta de coquetéis com o famoso Moscow Mule (R$ 34,90) a partir de uma versão com espuma de blueberry.

 

Com toques autorais, a novidade se estende também para a opção não alcoólica do drink (R$ 19,90), que leva suco de limão, xarope de blueberry, água com gás e as espumas de blueberry e gengibre. O novo quadro de coquetéis não alcoólicos da casa inclui ainda o lançamento da releitura do clássico Mojito Frutti Di Bosco (R$ 19,90), preparada com hortelã, amora, limão, suco de laranja e soda limonada. 

 

“Depois de trazer os vinhos e drinks mais amados do país para nosso menu, percebemos uma demanda do nosso público também por coquetéis que não levam álcool. Por isso, ampliamos a experiência do cliente para celebrarem conosco seus momentos especiais, com receitas bastante exclusivas e opções que vão surpreendê-los”, explica Paula Zequetti, Gerente de Marketing do Abbraccio.

 

A aposta do Abbraccio, que pertence à holding Bloomin’ Brands, detentora das marcas Outback Steakhouse e Aussie Grill, encontra eco na tendência registrada pelo próprio mercado de bebidas – um estudo global da consultoria IWSR revelou que drinks sem álcool ou com baixo teor alcoólico aumentarão mais de 30% em quantidade até o próximo ano.

 

Com a essência do lifestyle italiano, as releituras da coquetelaria do restaurante não poderiam deixar de trazer ao público um pedacinho da Europa. Entre as novidades, estão ainda o Abbraccio de Verano (R$ 59,90), adaptação do Tinto de Verano, composto por vinho tinto da casa, Vermouth Rosso, soda limonada, e rodelas de laranja, e a repaginação em jarras da tradicional sangria, oferecida nas opções Cítrica (R$ 69,90) (espumante acompanhando de fatias de laranja, uvas, limão e abacaxi) e Frutas Vermelhas (R$ 69,90) (vinho tinto com fatias de laranja, morango e amora).

 

Happy Hour do Abbraccio

 

As novidades alcoólicas, além de outras bebidas selecionadas da marca, estão disponíveis com 50% de desconto também no Happy Hour da marca, que acontece de segunda a sexta-feira, das 17h30 às 20h, exclusivamente nos restaurantes da marca pelo Brasil.

 

Em Campinas, o Abbraccio está localizado no primeiro piso do shopping Iguatemi, com atendimento presencial e também pelo iFood. A marca também está presente na região metropolitana de Sorocaba, por meio de uma operação que funciona exclusivamente pelo delivery, via iFood, instalada no Iguatemi Esplanada, com entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim.

 

Sobre o Abbraccio

 

O Abbraccio conta com 13 unidades físicas no país, localizadas nas cidades de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Niterói e Brasília. Com a filosofia "Todos os abraços acontecem aqui", traz uma experiência diferenciada de casual dining fundamentada na hospitalidade calorosa e em um cardápio variado, com um toque moderno e vibrante. Ambiente inspirado no lifestyle italiano, com cozinha aberta que permite que os clientes acompanhem de perto a preparação dos pratos com massas artesanais e ingredientes frescos. O Abbraccio restaurante pertence ao grupo Bloomin' Brands, que também conta com as marcas Outback Steakhouse e Aussie Grill no país.

 

Burnout: a era do cérebro frito

Por Leila Santos 

Para falar sobre burnout precisamos falar sobre nossa relação com o tempo.

Você consegue dimensionar qual era o impacto do atraso de duas horas para receber um documento no século XVIII, quando a jornada do mensageiro era de cinco dias a cavalo? Não parece ser um grande impacto se compararmos com o impacto que esse atraso teria atualmente, quando um documento está a um clique de distância.

Isso mostra que a nossa percepção de tempo mudou muito ao longo dos séculos afetando a nossa tolerância e impaciência pelos resultados. De uma hora para outra, as coisas que precisamos fazer não cabem mais em 24 horas e vivemos uma corrida estressante e exaustiva contra o tempo.

Além da pressa, temos mais volatilidade, incerteza e complexidade que tornam a nossa tomada de decisão mais dinâmica e mais arriscada. Precisamos ser mais flexíveis, adaptáveis e cada vez mais resilientes.

Segundo a física, a resiliência é a capacidade que um objeto possui de voltar à sua forma anterior após ter sofrido um choque ou deformação. Embora isso não se aplique literalmente ao corpo humano, o termo resiliência é amplamente utilizado como uma competência emocional muito desejada no ambiente de trabalho. Ser resiliente, portanto, é uma questão essencial para a empregabilidade.

Em nome da empregabilidade, buscamos superar as dificuldades a qualquer preço levando a nossa resiliência ao limite máximo, ignorando os sinais de exaustão. No entanto, precisamos nos perguntar: por quanto tempo conseguimos ser resilientes e nos manter funcionais?

Quando vivenciamos situações estressantes percebidas pelo nosso cérebro como uma ameaça, nosso corpo passa por alterações químicas importantes que nos preparam para enfrentar o perigo real ou imaginário. Em resposta ao estresse, o organismo libera noradrenalina e adrenalina que desencadeiam uma série de reações por todo o corpo tais como: constrição dos vasos sanguíneos, respiração mais rápida, aumento das pupilas, aceleração dos batimentos cardíacos. Parece familiar?

Nesse quadro, muitos recursos como oxigênio e glicose são desviados para o nosso sistema motor, nos preparando para a luta ou fuga. Como resultado disso, uma parte do nosso cérebro, o sistema límbico ou sistema emocional, fica em alerta máximo para garantir a nossa sobrevivência, enquanto o córtex pré-frontal, responsável pelo raciocínio lógico e tomada de decisão tem sua atividade diminuída.

De acordo com estudos da neurociência, períodos prolongados de estresse tem impacto negativo e inibitório nas funções cognitivas. Uma pessoa sob ameaça tem mais dificuldades para resolver problemas, é menos inovadora e criativa, tende a evitar erros e reage aos estímulos de forma defensiva. Seu cérebro fica, literalmente frito!

Esses são os mesmos sintomas causados pelo estresse crônico e prolongado devido ao excesso de carga horária, ambiente insalubre, metas inalcançáveis, chefes abusivos, dentre outros fatores. Esse quadro de natureza ocupacional é conhecido como Síndrome de Burnout ou Síndrome do esgotamento profissional, um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante.

O termo Burnout não é novo, foi cunhado pelo psicólogo americano Herbert Freudenberger na década de 70. A expressão vem do inglês Burn (queimar) e out (fora), e significa que nesse estado, você está severamente esgotado e com suas funções cognitivas comprometidas. É bem provável que você já tenha conhecido alguém que tenha passado por um esgotamento físico e nervoso, como nos referíamos ao Burnout no passado.

Já vivi isso de perto quando recebi uma ligação de um parente, no início de 2004, informando que minha mãe estava internada depois de uma forte crise de dor de cabeça e tontura no trabalho. Naquela ocasião, ela era gerente de uma companhia financeira que estava passando por muitas mudanças estruturais e que tinha tido uma experiência bastante dolorosa de assalto na agência em que trabalhava.

Após algumas semanas internada, ela teve um sério comprometimento das funções motoras e precisou passar por um programa de reabilitação física e acompanhamento psiquiátrico.  Todos os sintomas se encaixam no que hoje conhecemos como Burnout, embora ninguém tenha usado esse termo para explicar o seu quadro naquela época.

O quadro de burnout tem três marcadores bem presentes que podem ser identificados através dos seguintes sintomas e comportamentos:

  • Exaustão: o profissional sente-se esgotado e emocionalmente exausto, deprimido e sem energia para lidar com os desafios diários. É comum apresentar insônia, dores de cabeça e gastrointestinais.

  • Alienação das atividades relacionadas ao trabalho: a pessoa tem uma percepção cada vez mais negativa sobre seu emprego e apresenta certo cinismo sobre sua empresa e seus colegas. 

  • Desempenho reduzido: as pessoas com burnout são muito negativas em relação às suas tarefas, têm dificuldade em se concentrar, são apáticas e sem criatividade.

Um fato relevante que colocou esse tema em evidência, é revelado por uma pesquisa realizada em 2019 pela International Stress Management Association do Brasil (ISMA-BR), divulgada pela Agência Fiocruz. A pesquisa diz que o Burnout afetava 32% da população brasileira economicamente ativa e que o Brasil ocupava o 2º lugar no ranking mundial dos trabalhadores com Burnout.

A pandemia contribuiu para piorar esse cenário, levando a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgar que o Burnout cresce no mesmo ritmo que a depressão, que será a principal doença do Brasil até 2030.

Essa projeção foi decisiva para que a OMS incluísse o Burnout na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID). Nesse documento, a síndrome é identificada pelo código CID 11 — Burnout.

Na prática, significa que por meio de um diagnóstico clínico realizado por um psiquiatra ou psicólogo, o profissional que apresenta os sintomas do Burnout, pode ser afastado legalmente do seu posto de trabalho e usufruir dos seus direitos legais frente a uma doença ocupacional.

A empresa passa a ser responsabilizada e com isso, uma luz sobre a prevenção se acende e toma a forma de políticas de bem-estar e saúde mental no trabalho, tópicos que até pouco tempo eram negligenciados.

Atendimento psicológico, pesquisa de clima, capacitação das lideranças, políticas que regulam a carga horária, garantia de descanso e férias são algumas das estratégias preventivas que as empresas empreendem para reduzir o quadro de burnout que traz grandes prejuízos para os negócios.

É importante lembrar que cada um de nós tem responsabilidade sobre a redução da incidência no burnout, seja no papel de líder, seja no papel de liderado.

Precisamos prestar atenção aos sinais dados pelo nosso corpo e atuar de forma preventiva. É possível atuar desde o início dos sintomas e evitar a evolução para o esgotamento físico ou mental incapacitantes.

Aqui vão algumas dicas:

  • Pratique o autoconhecimento e autopercepção: o que está diferente no seu corpo, na sua mente? Há algo que fazia antes e agora não faz mais, ou faz com qualidade reduzida?

  • Investigue os possíveis gatilhos: quando começou? O que mudou no seu contexto de trabalho que contribuiu para isso?

  • Elabore soluções: tem algo que esteja no seu controle? Algo que você pode mudar no seu comportamento? Consegue ressignificar o que não está no seu controle?

  • Negocie contingências: tenha coragem para negociar, compartilhar os riscos e decisões e admitir sua vulnerabilidade.

  • Procure ajuda: não espere perder o controle, busque um profissional qualificado para apoiá-lo e não subestime o que está sentindo.

Vamos falar abertamente sobre o burnout e dos riscos que pessoas e empresas estão correndo ao ignorar esse assunto?  Começando por derrubar alguns mitos da nossa cultura que propaga que admitir o estresse é sinal de fraqueza, reduzir o ritmo é falta de comprometimento, estar sempre ocupado é sinal de produtividade.

Todas as falácias que nos levam ao limite da exaustão em nome da resiliência fritam o nosso cérebro!

Sobre Leila Santos

Coach de líderes e empresas há mais de 20 anos, atende clientes com renome no mercado como Grupo WLM, L’Occitane, Grupo Boticário, Sephora, Itaú, Biolab, Pfizer, Roche, Astellas, Ache, AstraZeneca, Farmoquímica, Fitec, Pierre Fabre, Uni2, Gencos, dentre outras. Atua com foco no cliente corporativo, sempre valorizando e investindo em profissionais e empresas que já estão preparados para essa mudança de cultura e mindset. 

https://leilasantos.com.br/ 

Churrascada americana dá o tom a festival, em Atibaia

Marcado para 20/05, o Applebee's American Festival combina churrasco com cortes diferenciados de carnes, cervejas, bandas e DJs em um único evento

O Applebee’s American Festival reúne em um único evento a típica churrascada americana com steak e cerveja, bandas e DJs. Nesta 1ª edição, marcada para o dia 20 de maio, no Applebee’s Atibaia, o festival organiza cardápios variados para que o público possa apreciar especialidades consagradas na casa. Como convidado, Nelsão Barba Azul traz para o evento sua experiência de mestre churrasqueiro. A entrada é gratuita.

“Ainda na fase de planejamento do Applebee’s American Festival pensamos no evento como uma imersão na cultura norte-americana”, conta Eveline Godoi, gerente de Marketing do Applebee’s. “Neste formato, em um único dia, o público pode apreciar cortes diferenciados de carnes, enquanto duas bandas e dois DJs se revezam nas apresentações”, completa.

No festival, o melhor do country americano fica com a banda Jhonny Voxx. O rock se faz representar com a banda Le Jam. Também escalados para animar a festa, os DJs Diego Cesar e Rafael Leclerc se revezam nas pickups.

Presença especial nos melhores festivais de churrasco do Brasil, Nelson de Carvalho Filho, mais conhecido como Nelsão Barba Azul, é o convidado do Applebee’s American Festival. Formado pela KCBS e Pitmaster Brasil, o mestre churrasqueiro vai demonstrar seu conhecimento e habilidade no domínio do fogo.

Para que o público possa apreciar várias especialidades da casa, o festival vai oferecer cardápios variados com os sabores que se tornaram marca registrada do Applebee’s.

O festival tem a parceria do WorldSteak, clube de assinatura de carnes nobres, com atuação no mercado nacional desde 2017.

“Para os apreciadores de um bom churrasco, acompanhado de cervejas e música de qualidade, bem ao estilo de uma churrascada americana, o Applebee’s American Festival tem tudo para durar não apenas uma, mas muitas edições”, finaliza Eveline Godoi.

 

SERVIÇO

Applebee’s American Festival

Dia 20/05 (sábado), das 13h às 22h

Applebee’s Atibaia (Al. Lucas Nogueira Garcez, 1.537, Vila Thais – Atibaia SP)

Entrada grátis



Atleta do CT Lucas Sousa é convocado pela 1ª vez para a Seleção Brasileira principal de Beach Tennis

Daniel Mola, 16º do mundo, vai integrar equipe nos Jogos Sul-Americanos de Praia, na Colômbia

O piracicabano Daniel Mola, que desde 2021 treina no CT Lucas Sousa, em Campinas, foi chamado pela primeira vez para integrar a Seleção Brasileira principal de Beach Tennis nos Jogos Sul-Americanos de praia, evento a ser realizado entre os dias 14 e 21 de julho, em Santa Marta, na Colômbia. Com 19 anos, o atleta treinado por Lucas Sousa e que surgiu para o esporte em um projeto para crianças em Boiçucanga (SP), ocupa atualmente a 16ª posição no ranking mundial da ITF.

 

Além de Mola, o técnico da Seleção Brasileira, Alex Mingozzi, italiano radicado no Brasil, também convocou o catarinense André Baran (4º no ranking mundial) e o paulista Allan Oliveira (7º). No feminino foram chamadas as paulistas Sophia Chow (8ª no ranking) e Julia Nogueira (12ª) e a paranaense Vitoria Marchezini (9ª). O Time Brasil BRB busca o terceiro título nos Jogos Sul-Americanos. Foi campeão em 2014, na Venezuela, e em 2019, na Argentina.

 

“O Daniel está em um bom momento, é o 16º do mundo. Venho acompanhando ele há um bom tempo”, contou o capitão Mingozzi. “Óbvio que tem outros que também merecem, que estão jogando muito bem. À frente da equipe, sempre fiz mudanças em todas as convocações, trazendo novos elementos. O Baran e o Allan são jogadores muito experientes que, ao longo do ano, garantem bom desempenho. E o Mola vem para complementar o time”, acrescentou ele.

 

Mola se diz feliz pela primeira convocação e pelo voto de confiança do técnico Mingozzi. “A expectativa é a melhor possível, vou me preparar muito bem e dar o meu melhor. Estou no melhor momento da minha carreira, tive ótimos resultados, sigo me dedicando bastante e isso é fruto de tudo o que eu venho trabalhando”, disse Mola.

 

Lucas Sousa, atual treinador do atleta, diz que o jovem tem grande potencial e vem se destacando no esporte, tanto no Brasil como no exterior, a ponto de hoje estar no topo dos melhores do mundo. “O Dani já tem na bagagem dois títulos pan-americanos e um vice-campeonato no mundial sub 18”, acrescenta.

 

Campinas Shopping cria ponto de arrecadação de agasalhos

Com a chegada do período mais frio do ano, o Campinas Shopping segue com seu compromisso de apoiar as principais causas sociais, aderindo à Campanha do Agasalho 2023 – “Quanto mais Amor, mais Calor!”, promovida pela Prefeitura de Campinas.

Em um ponto estratégico de grande fluxo do shopping, foram disponibilizadas caixas para a arrecadação de itens de inverno. A campanha incentiva doações de cobertores e roupas em bom estado de conservação, que são as principais demandas da população assistida pela Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos de Campinas.

"Nosso objetivo é estar atento para o que a população precisa e o shopping busca dar o maior apoio possível. A movimentação intensa de pessoas que recebemos todos os dias contribui para que a campanha tenha mais impacto e engajamento", diz Tatiane Gomes, superintendente do Campinas Shopping.

A campanha deste ano segue até o dia 31 de julho. Outras informações, acesse www.campinas.sp.gov.br/campanhadoagasalho




Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Canções escolhidas , Cartola e Filme: Assédio sexual

Dica de livro: Canções escolhidas, Cartola

A Cartola Editora inaugura a coleção Músicos & Poetas. O projeto retrata compositores que fizeram sucesso na música popular brasileira, do Forró ao Rock n´ Roll. Cada volume terá vinte histórias inspiradas em vinte músicas de cada artista, uma maneira que a editora encontrou para homenagear músicos e poetas do Brasil. O primeiro livro é uma homenagem ao Cartola, músico e compositor, fundador da escola de samba Estação Primeira de Mangueira.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Assédio sexual

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicologa formada há alguns anos.. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicologa voluntária . Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com





A Cartola Editora inaugura a coleção Músicos & Poetas. O projeto retrata compositores que fizeram sucesso na música popular brasileira, do Forró ao Rock n´ Roll. Cada volume terá vinte histórias inspiradas em vinte músicas de cada artista, uma maneira que a editora encontrou para homenagear músicos e poetas do Brasil. O primeiro livro é uma homenagem ao Cartola, músico e compositor, fundador da escola de samba Estação Primeira de Mangueira.

Futuro da indústria de alimentos passa pela transformação

Em 4ª edição, o International FoodTech Forum agrega o FoodTech Expo para debater tecnologia, inovação, investimentos, segurança e outros temas que movimentam a cadeia produtiva de alimentos no Brasil

Formas sustentáveis e regenerativas de cultivo, tecnologia, inovação, segurança alimentar, entre outros temas que contemplam a complexa cadeia de produção de alimentos no Brasil, serão discutidos no 4º International FoodTech Forum. Realizado nos dias 13 e 14 de junho, no Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital Campinas), o evento incorpora o FoodTech Expo, que também em 4ª edição reúne mais de 20 startups do Brasil, da América Latina e de outros continentes. Um dos painéis mais concorridos do fórum traz para o centro dos debates a produção de alimentos à base de células.

Como promotor do evento, o FoodTech Hub Latam agrega empresas, universidades e institutos de pesquisa, órgãos governamentais e não governamentais, foodtech startups e venture capital. Com a proposta de fomentar a inovação nos sistemas alimentares por meio de investimentos em foodtechs e inovação aberta, o ecossistema criado em 2018 se consolida como referência no desenvolvimento e inovação em alimentos no mundo.

Na edição que será realizada de forma presencial e on-line, o International FoodTech Forum tem como tema central “Transformando a indústria de alimentos no Brasil através da inovação”. “Nos dois dias do evento, o objetivo é discutir o futuro da indústria de alimentos e, por consequência, o futuro dos alimentos”, destaca Paulo Silveira, fundador e CEO do FoodTech Hub Latam.

A organização do fórum tem presenças confirmadas de grandes nomes mundiais, entre eles Andy Zynga, CEO do EIT Food, iniciativa de inovação europeia criada para transformar o sistema alimentar. O evento conta também com Jonathan Berger, CEO da The Kitchen Hub, primeira incubadora de foodtech israelense, Roger van Hoesel, cofundador do Ecosystem Navigators, e vários especialistas brasileiros.

Um dos painéis mais esperados no fórum traz à discussão os alimentos à base de células produzidos a partir de animais cultivados in vitro ou de células microbianas. “Recentemente, a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) publicou o primeiro relatório global de produtos à base de células e dois especialistas que participaram ativamente do estudo, dra. Masami Takeuchi e dr. William Chen, têm presença confirmada no International FoodTech”, afirma Silveira. “No mercado nacional, esta é uma oportunidade ímpar para discutir o futuro desses alimentos.”

Com mais de 20% da biodiversidade vegetal do Planeta e uma indústria de alimentos que historicamente responde por 10% do PIB, o Brasil tem lugar de destaque no evento, que não por acaso escolhe o Ital, em Campinas (SP) para sua realização. No local vem sendo construído o Tropical Food Innovation Lab. O centro de inovação de excelência na América Latina vai desenvolver produtos sustentáveis em alimentos e bebidas de forma colaborativa. O FoodTech Hub Latam participa do consórcio.

“O Brasil está entre os maiores produtores e exportadores de grãos e proteína do mundo”, pontua Paulo Silveira. Para o CEO, o momento é de colocar em prática sistemas que valorizem a sustentabilidade, a agricultura regenerativa para a conservação da biodiversidade e do meio ambiente, ao mesmo tempo em que se priorizem a saúde e o bem-estar. “Precisamos agregar mais valor à cadeia que se estende do campo à mesa do consumidor”, afirma.

O 4º International FoodTech Forum e o 4º FoodTech Expo têm patrocínio do Tropical Food Innovation Lab., BRF, Bayer, Coplacana, Mondeléz International, com apoio da ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos).

 

PROGRAMAÇÃO

 

13/06, manhã

Transformando a indústria de alimentos através de ecossistemas de inovação

Paulo Silveira, CEO FoodTech Hub Latam

Andy Zynga, CEO EIT Food

Jonathan Berger, CEO The Kitchen Hub

Roger van Hoesel, cofundador do Ecosystem Navigators

Aysu Bilgin, global head de Strategy, Insights & New Ventures da BRF

Adam A. Lyle, executive chairman Padang & Co.

Scott May, CEO Mista Foods

 

13/06, manhã

Qual o papel das universidades e institutos na transformação da indústria de alimentos?

Eloisa Garcia, diretora geral do Ital/Apta/SAA

William Chen, diretor da Universidade Nanyang

Antônio José de Almeida Meirelles, reitor da Unicamp

Silvia Mussruha, presidente da Embrapa

Daniel Pinheiro Bernadon, pró-reitor de Inovação e Empreendedorismo da UFSM

 

13/06, tarde

Produtos à base de células: O futuro chegou?

Masami Takeuchi, oficial de Segurança Alimentar da FAO

William Chen, diretor da Universidade Nanyang

 

13/06, tarde

Transformando modelos operacionais e de negócios na indústria de alimentos

Heloisa Menezes, especialista em Inovação e Digitalização na Fundação Dom Cabral

Otavio Lopes, da Accenture

André Menezes, CEO Next Gen – TiNDLE

 

13/06, tarde

Transformando Saúde & Nutrição acessível para todos

Marilia Nutti, pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos

Fernanda Oliveira Martins, gerente sênior de Saúde e Nutrição para a América Latina

Thiago Melchiors, gerente de Vendas Value Nutrition Brasil - Bühler

 

14/06, manhã

Bioeconomia: Como o Brasil pode liderar a economia do futuro?

Alessandra Fajardo, diretora de Engajamento – Public Affairs & Sustainability Crop Science Bayer

Cleber Oliveira Soares, secretário adjunto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do MAPA

Alessandro Cruvinel, diretor do Departamento de Apoio à Inovação Agropecuária | DIAGRO/CDI/MAPA

Alexandre Alonso, Embrapa

 

14/06, manhã

Biotecnologia: Qual é o papel da biotecnologia na comida do futuro?

Alexandre Novachi, diretor da ABIA

Alexandre Nepomuceno, Embrapa

Daniel Alvares, Bio Galicia

Carmen Arruda, Lesaffre

 

14/06, tarde

Lançamento do II Food Protein Challenge | FTH + EIT Food

 

Investimento de Venture Capital em Foodtechs na América Latina

 

Qual o papel das agências de fomento na inovação aberto na indústria de alimentos no Brasil?

 




Provado e aprovado da semana: hamburguer do Rock in Hop - Coluna Food Tasting por Milena Baracat

Food Tasting

Provado e aprovado da semana: hamburguer do Rock in Hop

Um bar com uma variedade muito boa de cerveja, drinks, comida...e é pet friendly!

O ambiente é lindo (dois ambientes distintos) e como o nome já diz, o som é rock, bebê!

Eu provei o hamburguer e gostei bastante. Bem servido, bem recheado e bem saboroso.

Na foto, o hamburguer Magnum Burguer – hamburguer do blend da casa de 160g, molho especial da casa levemente apimentado, alface, tomate, duas fatias de queijo prato, bacon e dois ovos. Acompanha batata chips e dois tipos de maionese.

Uma boa dica é pedir o ‘Mini Burguers”, que vem 4 minis burguers das especialidades da casa: o Penny, Blue Cheese, Smash e Beer Burguer.

Atenção! O bar faz o uso de tablets para emissão dos pedidos, portanto chame um garçom para indicar o seu ponto da carne.

Fotos: Arquivo pessoal/Milena Baracat (@milenabaracat)

Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Food Tasting

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Cria conteúdo digital e presta assessoria ao Site Raquel Baracat.