Acessórios para treino perfeito - Coluna Fitness por Isabela Casline da Cia Athletica Campinas

Acessórios como a bola, o disco de equilíbrio, o BOSU e os rolos são divertidos e desafiadores, mas o que será que eles mudam no treino? Quando acrescentamos uma base instável a um exercício aumentamos o trabalho muscular, pois adicionamos novos estímulos.

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Além da tarefa em si, o aluno tem que se equilibrar e a combinação exercício + instabilidade aumenta o recrutamento muscular. 

No entanto, deve-se entender que os maiores beneficiados são os músculos do Core, pois sendo eles estabilizadores são os mais sensíveis a esse tipo de treino.

As bases instáveis também são importantes recursos para o ganho de propriocepção, o que as torna excelentes ferramentas de reabilitação tanto de pessoas comuns como de atletas. 

 Além disso, nosso organismo se habitua rápido aos estímulos, então variá-los aumenta o desafio e faz com que o corpo procure novas adaptações, resultando em maior gasto de energia e fortalecimento muscular.


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 Isabela Casline

Coluna Fitness

Isabela Casline é educadora física, bacharel em Treinamento Esportivo pela UNICAMP e personal trainer; cursando Certificação Mundial de Personal Trainer, Grupo Mastermind, módulo Coaching. Escreve sobre emagrecimento, treinamento funcional, corrida e condicionamento físico.


Piranha de cabelo: como usar o acessório que é tendência da vez

Dá para fazer vários penteados estilosos com o item que veio direto dos anos 90

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Dá para fazer vários penteados estilosos com o item que veio direto dos anos 90

Elas são uma das tendências de beleza do momento, principalmente por combinarem com a aesthetic Y2K, que está trazendo elementos nostálgicos à moda.

Com o acessório, dá para fazer penteados diferentes e superestilosos. Quer saber como usá-lo? Confira algumas opções!

Fonte: https://capricho.abril.com.br/beleza/piranha-de-cabelo-como-usar-o-acessorio-que-e-tendencia-da-vez/

Moda: acessórios com Gummy Bear - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

Não é de hoje que o estilo kidcore está em alta.

Pra quem não sabe, é um estilo que traz tendências “infantis” e coloridas que eram febre nos anos 90 e 2000, como acessórios de miçangas, presilhas tic tac e estampa de carinha feliz, por exemplo.

Mas, o acessórios da vez, seguindo a tendência do estilo, é o de gummy bear.

Brincos, colares e anéis com ursinhos de resina, iguaizinhos àqueles das balas de goma, vêm deixando qualquer look muito mais divertido.

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Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Food Tasting

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Cria conteúdo digital e presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

 

Organizando acessórios para cabelos! Coluna Personal Organizer por Priscila Nunes

Esteticamente olhando não fica tão bonito, mas aqui, dentro da gaveta, o que vale é a praticidade.

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Muitas vezes em caixas fechadas, realmente dão uma impressão melhor, mas quando você abre a gaveta, se tiver que ficar abrindo cada caixa, acaba esquecendo tudo o que tem e deixa de usar!

Use a criatividade, use materiais reutilizáveis e só tome cuidado com caixas e potes de lata! eles enferrujam com o tempo e acabam até estragando seu móvel, caso prefira nesse material, proteja a gaveta com algum material em PVC, plástico, o que quiser, mas é melhor garantir.

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Priscila Nunes

Coluna Personal Organizer

Priscila Nunes, formada em Propaganda e Marketing na Universalidade Paulista e Personal Organizer, formada no curso por Priscila Saboia. Contatos: prinunespersonalorganizer@gmail.com tel (19) 992940003



Moda: o acessório que bombou no Reino Unido após aparição de Kate Middleton

O efeito Kate Middleton ataca novamente. Desta vez, a duquesa apareceu com uma máscara floral e, logo em seguida, as buscas pelo acessório simplesmente aumentou em 185% no Reino Unido, segundo plataforma Lyst. A máscara faz parte da linha de roupas infantis da marca Amaia e custa de £15, aproximadamente R$107.

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Fonte: https://www.metrojornal.com.br/metroamp/estilo-vida/2020/08/13/moda-o-acessorio-que-bombou-no-reino-unido-apos-aparicao-de-kate-middleton.html

Acessórios com búzios - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

No verão passado, os colares de búzios bem justinho no pescoço se popularizaram de uma tal maneira que ainda continuam em alta.

As conchinhas se reinventaram e apareceram em várias versões - até mesmo metálicas - rompendo um pouco o estilo roots que o acessório tem.

Elas estão presente no pescoço, no pulso, no tornozelo, em brinco e até em biquínis.

 Ressurgida da década de 90 para ser tendência de novo, celebridades de diferentes estilos apostam na peça em looks que vão desde os praianos até os mais formais. Confira:

(Fotos Reprodução / Google)

Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Esportes

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Atualmente presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

A Nova fase do estilo das francesas

Se você é uma leitora assídua do The Coolest Office In Town, deve saber que amamos o estilo das francesas. A maneira com que as mulheres da França se vestem exala classe e elegância, sempre com peças que deixam a produção como um todo impecável sem fazer nenhum esforço, seja apenas adicionando um lenço aqui ou investindo no batom vermelho caprichado para dar um up no visual, não é mesmo?

No entanto, o que temos notado com as mil e uma it-girls provenientes do país, é que este estilo mais clássico tem cada vez mais ido em direção ao boho chic. Com direito à babados, estampas de poá e acessórios super delicados, as francesas agora deixam a cidade e inspiram seu visual no interior do país - isso tudo investindo em novas labels pequenas e, principalmente, labels vintage que exaltam o que há de melhor na categoria de décadas passadas - como os anos 60- que inspiram a releitura atual da essência francesa do que é moda.

Sendo assim, nada mais justo do que criarmos um dossiê completo sobre essa transição de guarda-roupa das musas, não é mesmo? Aqui você encontra quais são as tendências que tomam a cena, o que ainda vale a pena investir por muito tempo, quem seguir para se inspirar e até mesmo quais etiquetas são a cara desse novo cenário da moda. Amou? Então confira agora tudo sobre o novo estilo das francesas:

Se é boho, chic e delicado, provavelmente entrou no guarda-roupa de alguma francesa nos últimos meses. A estamparia de poá dá o tom leve para blusas repletas de nós e amarrações, enquanto o wrap dress incorpora a elegância que já é de natureza das francesas em estamparias florais. A boina chega para se contrapor a tudo isso e ser utilizada como elemento descolado na composição.

O top de nó evidencia toda a essência boho e, nos tons mais neutros, deixa o visual impecável e elegante. Nos sapatos, o decote v neck chega para alongar a silhueta, enquanto a mule de salto blocado e peep toe são a aposta para um look de verão mais sóbrio.

Se você está procurando looks das musas francesas para se inspirar, uma dessas três belas com certeza te convencerá a apostar no visual. A primeira, Adenorah, conta com o estilo leve e boêmio, com decotes em v super delicados e vestidos transpassados de cair o queixo. Em segundo lugar temos Jeanne Damas - que com produções mais sóbrias, sabe muito bem como incorporar o boho para o dia a dia na cidade. E, não menos importante, Sabina socol, que mescla elementos praianos com produções super girlie dignas de uma francesa para lá de romântica! 

E as brasileiras também já começaram a chamar o estilo de seu, viu? Basta olhar para os vestidos super leves e coloridos da Viih Rocha,  ou para os looks cool com toque francês da Frida Becker  e até mesmo observar (e se inspirar) no carioquismo para lá de french da Angelica Bucci.

Quer saber quais as marcas iniciaram esse movimento e que agora fazem todo o sucesso lá fora? Então veio ao lugar certo: todos esses vestidos transpassados que você viu no post podem ser encontrados na label Réalisation Par, além de modelos repletos de poá e decotes delicados que dão sensualidade sem perder a mão. Se seu negócio são looks praianos, a marca Posse pode ser uma ótima opção - ainda mais para os apaixonados por nós e laços na composição.

Já se o seu estilo é mais urbano, a Rouje é a label certeira a se apostar. Por lá, os vestidos sóbrios e calças jeans retas dão o tom da marca sem perder o visual boho. Agora, precisamos te contar que estamos completamente apaixonadas pela label Bagatiba. O nome parece brasileiro, mas a casa de acessórios como correntinhas delicadas e argolas para todos os gostos é californiana. 

E, apesar de tudo isso que você já leu por aqui, alguns clássicos seguem em alta, como já se era de esperar de uma fiel francesa. A calça reta ainda compõe quase todos os visuais, mesmo quando coordenada com uma blusa super western. Para os lábios, o vermelho continua sendo o campeão e compra staple que tem que estar no nécessaire de toda mulher.

A camisa de nó, antecessora do top de nó, também segue em alta e continua sendo a melhor opção para um visual elegante e cool de verão. Assim como a bolsa de palha, que agora se encaixa tanto no look da cidade quanto da praia. O lenço, atemporal e chic, ainda fica nos cabelos, bolsas e pescoços das francesas.

Romantismo e delicadeza são as palavras de ordem das peças de bijuteria e joias nas quais as french girls estão optando no momento. Para o pescoço, aposte em mix de colares super finos e pingentes pequenos, como cruzes e medalhas. Nas orelhas as argolas chegam em diferentes tamanhos e sempre bem finas, para não perder o ar sóbrio e luxuoso.

As cores por aqui são alegres, mas com um toque de seriedade. O pink se transforma em blush, o verde neon em oliva, e o marrom em tons de areia e terracota. Tudo para se igualar ao mood leve e calmo pelo qual as francesas passam no momento. Quer ousar? Vá de azul marinho ou vermelho, outras cores que se encaixam perfeitamente nas trends. 

Fonte: http://stealthelook.com.br/a-nova-fase-do-estilo-das-francesas/

A história por trás do padrão xadrez tão usado em roupas e acessórios na Escócia

No Museu Nacional da Escócia, localizado no centro de Edimburgo, um item resume o relacionamento do país com o tartã, o padrão quadriculado há séculos associado com o país. Um casaco com punhos e colarinhos feitos de veludo vermelho não apenas tem estilo como parece confortável para ser usado nos dias de hoje.

Mas trata-se de uma peça com 272 anos de idade.

É o casaco usado por Carlos Eduardo Stuart durante sua tentativa frustrada de reconquistar a coroa britânica para os Stuart, a família real católica britânica destronada no século 17. Os Stuart eram escoceses e - assim como inúmeros escoceses de ontem e hoje, Carlos Eduardo usava o padrão como forma de afirmar sua identidade nacional.

O casaco é apenas um de muitos tesouros que fazem parte de uma exposição sobre o Levante Jacobita, liderado por Carlos em 1745. A exibição lança nova luz sobre a política do conflito, mas não deixa de lado a interessante estética da revolta - em especial a transição do tartã como costume regional para "marca" internacional.

Carlos Eduardo Stuart era neto de James II, o último rei católico da Inglaterra, derrubado em 1688 pelo nobre protestante William III. James fugiu para a França, mas até morrer nunca abriu mão de seu direito ao trono. E, em 1745, Carlos, então o "herdeiro" após a morte do pai (também chamado James) foi para a Escócia tentar formar um exército para lutar com os ingleses e remover do trono George II, o que restauraria a dinastia Stuart.

Apesar de ser descendente de escoceses, Carlos nasceu e cresceu em Roma - e jamais tinha visitado a terra dos antepassados. Mas o casaco com o padrão tartã era um sinal de simpatia perante os "compatriotas". Esse lance de relações-públicas funcionou e retratos do príncipe rebelde foram reproduzidos em toda sorte de objetos, de talheres a caixinhas de rapé - ganhou ainda o apelido de Bonnie Prince Charlie, algo como Carlos, o Bonitão.

De quebra, o garoto-propaganda do movimento Jacobita, como ficou conhecida a campanha pró-Stuart, arrebanhou adeptos suficientes para obter interessantes vitórias militares e marchar de forma triunfal até a cidade de Derby, percorrendo quase metade do território do Reino Unido antes de ser derrotado na Batalha de Culloden.

O príncipe fugiu da Escócia em 1746 e o Reino Unido ainda tem no trono a dinastia protestante que ele falhou em derrubar. Mas, apesar de derrotado nos campos de batalha, o tartã resistiu não apenas na Escócia e ganhou o mundo.

Mas como esse padrão virou uma marca global?

"Estamos falando de um tecido que sempre foi uma marca de distinção", diz Viccy Coltman, professora de História da Arte da Universidade de Edimburgo. "Isso faz parte de sua história".

Depois da Batalha de Culloden, o tecido foi banido da Escócia por ordem real. Mas isso deu ao tartã um certo status cult e, quando a proibição foi suspensa, em 1782, o padrão virou moda. Não era um sinal de apoio ao movimento jacobita, mas sim uma forma de ostentação da aristocracia e de uma emergente classe média.

"O movimento criou uma indústria de vestimentas consideradas relíquias", explica Coltman.

E os maiores compradores eram justamente os escoceses que ajudaram a derrotar Carlos Stuart. Essa apropriação teve seu auge em 1822, quando o rei George 4 visitou Edimburgo e Walter Scott, escritor de romances históricos sobre uma Escócia idealizada e um dos organizadores da visita real, arranjou um comitê de recepção nas ruas da cidade em que o traje era o tartã. Há até um retrato do soberano usando um kilt.

O padrão não era mais ameaçador - e sua suposta reabilitação estava completa.

A rainha Vitória continuou essa apropriação, usando xadrez em fotos oficiais em suas visitas a Balmoral, a residência de verão da família real na Escócia. Antes inimiga, a Escócia, virara destino de férias. O país se tornara uma marca e o tartã era parte integral de sua identidade - o padrão passou a fazer parte de todos os produtos para turistas.

Até o final do século 19 havia apenas algumas variedades do xadrez. Mas a mecanização da produção têxtil possibilitou a produção de imensas variações. Um consumidor com um sobrenome escocês podia escolher um tartã particular, quiçá associado a uma região específica, que depois era vendido para alguém com o mesmo sobrenome.

"Era tudo uma questão de tino comercial", explica David Forsyth, curador da exposição no Museu Nacional da Escócia.

E esse marketing misturado à mitologia criou uma vestimenta nacional.

No final do século, o tartã era muito diferente da vestimenta original do século 18. Feito à máquina em vez de à mão, o material moderno era mais barato e adaptado para todo tipo de usos. Acima de tudo, transformou-se em símbolo de lealdade à supremacia protestante, em vez de um tecido associado à causa católica.

O Império Britânico fez do xadrez um símbolo internacional. Regimentos militares escoceses vestiam o padrão e mercadores britânicos exportaram produtos com a estampa ao redor do mundo. O tartã era exótico, mas ao mesmo tempo familiar. Perigoso, mas respeitável. Você poderia vesti-lo como um outsider, ou um membro do status quo.

Findo o império, o tartã continua em voga. Designers de moda britânicos seguiram usando o padrão como inspiração, que também chegou à moda francesa. No mundo da música, tanto punks como novos românticos usaram tartã. O padrão se tornou tanto uma marca de rebeldia quanto de sofisticação.

"A história é escrita pelos vencedores", diz Forsyth. Mas embora tenha perdido a Batalha de Culloden, Carlos Eduardo Stuart ganhou a guerra da moda.

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/vert-cul-41908736

Versão em inglês: http://www.bbc.com/culture/story/20170912-why-tartan-is-a-symbol-of-both-rebellion-and-sophistication