Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Como nascem os fantasmas e Filme: Suspiria

Dica de livro; Como nascem os fantasmas

de estreia, Como nascem os fantasmas, é uma história envolvente sobre amadurecimento, relações familiares, os horrores de existir como mulher e os ecos da ditadura militar brasileira.

Assombrada pela imagem de uma mãe perfeita, Beatriz só quer conquistar o amor e aprovação da avó. Importante líder religiosa na cidade onde moram, no interior de São Paulo, Dona Divina criou a neta sem nunca superar o luto da perda de Ângela, sua única filha, que morreu dando à luz.
Apesar de passar boa parte da infância imitando os trejeitos e gostos da mãe, Beatriz entende cedo que não é o que a avó espera ― está muito distante da mulher recatada que Ângela fora um dia.
Quando se depara com a manifestação de um fantasma ― uma criança que lhe revela um crime hediondo ―, Beatriz vê uma chance de entrar no mundo da avó e superar a sombra da mãe, e começa uma jornada sombria de autodescoberta, desvendando segredos sobre as pessoas e os fantasmas ao seu redor.
Tendo como pano de fundo as maravilhas e as bizarrices do Brasil dos anos 1990, Como nascem os fantasmas é uma narrativa imersiva, violenta e arrasadora. Em seu romance de estreia, Verena Cavalcante constrói um universo de personagens assombrados com uma protagonista tão ingênua quanto inconsequente, cujas atitudes mudarão para sempre a vida de todos que a cercam.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Suspiria

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Estresse afeta o sorriso: como implantes e facetas podem ajudar a recuperar autoestima - Coluna Saúde Bucal por Dr Edinei Dias da Silva

Setembro é o mês de conscientização sobre estresse e saúde mental, e quero aproveitar para falar sobre um aspecto que muitas pessoas não percebem: o quanto o estresse impacta diretamente a saúde da nossa boca.

Como cirurgião-dentista, vejo diariamente pacientes cujos sintomas do estresse vão muito além da mente.

Dentes desgastados, fraturas, retração gengival e até perda de dentes são sinais de que o corpo está reagindo a tensões emocionais e físicas.

O estresse não é só emocional: ele se reflete no corpo inteiro, e a boca muitas vezes é um dos primeiros lugares a denunciar o problema.

Hoje, felizmente, a odontologia moderna nos oferece soluções que vão além da estética, ajudando também na recuperação da autoestima e do equilíbrio emocional:

• Implantes dentários: substituem dentes perdidos, devolvendo função mastigatória e naturalidade ao sorriso.

• Próteses modernas: discretas e confortáveis, trazem de volta a confiança para falar, sorrir e se alimentar.

• Facetas de porcelana ou resina: corrigem desgastes, manchas ou pequenas fraturas, deixando o sorriso uniforme e harmonioso.

• Tratamentos estéticos complementares: clareamento e recontorno dental, alinhando saúde e aparência.

Entre os problemas mais comuns que observo ligados ao estresse estão o bruxismo – ranger ou apertar os dentes , inflamações gengivais e falhas em próteses.

Cuidar da boca, portanto, é cuidar também da mente. Um sorriso saudável e bonito não só melhora o bem-estar psicológico, como aumenta a confiança, impactando positivamente nossas relações pessoais e profissionais.

Sei que pequenas mudanças e tratamentos adequados podem fazer uma grande diferença. Por isso, convido você a prestar atenção aos sinais do seu corpo e sorrir sem medo: cuidar da saúde bucal é cuidar da saúde como um todo.


Coluna Saúde Bucal

Dr. Edinei Dias da Silva, cirurgião-dentista (Unicamp)

Recusar responder WhatsApp fora do expediente pode gerar justa causa?

Especialista em Direito do Trabalho explica até onde vai o poder do empregador e quais os direitos do trabalhador diante da pressão por disponibilidade digital.

Com o avanço das tecnologias digitais, o WhatsApp tornou-se ferramenta indispensável em muitas empresas. A praticidade do aplicativo encurtou distâncias e acelerou processos internos, mas também levantou um dilema trabalhista: até que ponto o empregador pode exigir que os funcionários respondam mensagens fora do horário de trabalho? E, diante da recusa, haveria risco de demissão por justa causa?

Para esclarecer essas dúvidas, o advogado trabalhista Dr. Jorge Victor Veiga, do escritório Jorge Veiga Sociedade de Advogados, explica que não há base legal para punir o empregado que decida não responder mensagens fora do expediente.

“Não existe previsão legal que obrigue o empregado a utilizar seu tempo livre para comunicações laborais via WhatsApp. Se isso acontecer, pode caracterizar tempo à disposição do empregador — o que pode gerar direito a horas extras ou até sobreaviso”, destaca o Dr. Veiga.





Decisões da Justiça e o limite do descanso

Nos últimos anos, decisões judiciais têm reconhecido o WhatsApp como prova válida em ações trabalhistas, tanto para comprovar vínculos de emprego quanto para reivindicar horas extras. A jurisprudência reforça a ideia de que o excesso de mensagens fora do expediente pode ser considerado uma forma de trabalho disfarçado, afetando diretamente o direito ao descanso.

De acordo com o especialista, obrigar um funcionário a se manter disponível em horários de folga pode configurar violação de direitos fundamentais do trabalhador.

“A recusa em responder fora do expediente, por si só, não justifica uma justa causa. A aplicação do artigo 482 da CLT exige uma conduta gravemente lesiva à confiança, o que não ocorre nesse caso”, afirma o advogado.







O que diz a legislação

O artigo 482 da CLT elenca hipóteses que podem justificar a demissão por justa causa, como atos de improbidade, indisciplina ou ofensas à honra. Entretanto, nenhuma dessas situações se aplica automaticamente à recusa de responder mensagens no WhatsApp fora do horário de trabalho.

Por outro lado, o uso inadequado do aplicativo pelo empregado — como insultos, críticas ofensivas ou quebra de sigilo — pode, sim, configurar justa causa, conforme já reconhecido por tribunais trabalhistas.







Uso durante a jornada: regras diferentes

Embora a recusa em responder fora do expediente não configure infração, o cenário muda quando se trata do horário de trabalho. O empregador pode proibir o uso do WhatsApp durante a jornada, e o descumprimento dessa regra pode resultar em advertência, suspensão e, em casos mais graves, até demissão.





Recusar-se a usar o WhatsApp fora do horário de trabalho não configura justa causa e é um direito do trabalhador, especialmente se essa comunicação não estiver prevista em contrato ou acordo coletivo. O empregador deve respeitar o tempo de descanso de seus colaboradores — e o abuso dessa prática pode ser questionado judicialmente.

A justa causa só seria cabível em casos extremos, quando o empregado, por meio do aplicativo, praticar condutas graves, como ofensas, quebra de confiança ou atitudes desrespeitosas.





Guarda-móveis: como manter pertences seguros pode reduzir preocupações e estresse

Durante o Setembro Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre saúde mental e prevenção ao suicídio, especialistas reforçam que pequenas atitudes para reduzir o estresse do dia a dia podem fazer grande diferença no bem-estar. Uma delas é a organização dos ambientes em momentos de mudança ou transição, quando guardar móveis e objetos em locais seguros pode aliviar significativamente a sobrecarga emocional.

De acordo com a Associação Brasileira de Self Storage, o setor de guarda-móveis registrou crescimento médio anual de 20% nos últimos cinco anos, impulsionado pela busca por soluções seguras e práticas de armazenamento. Mais do que conveniência, esse serviço também tem impacto direto no equilíbrio psicológico. Um estudo da Associação Americana de Psicologia aponta que a desorganização doméstica está diretamente associada ao aumento do estresse, da ansiedade e até à queda de produtividade.

Para Eduardo Avelar, sócio da Iugas Mudanças e Transportes (@iugas.mudancas), a tranquilidade de contar com um espaço profissional e monitorado traz benefícios além da logística.

“Quando um cliente opta pelo guarda-móveis, ele não está apenas protegendo seus bens. Está também cuidando da sua saúde emocional. Saber que móveis e objetos pessoais estão em um ambiente seguro traz alívio em períodos de reforma, mudança de cidade ou transições familiares. Isso ajuda a reduzir preocupações e permite que a pessoa concentre energia no que realmente importa naquele momento”, afirma.

A Iugas Mudanças e Transportes (@iugas.mudancas) oferece espaços monitorados, higienizados e com controle de acesso, garantindo segurança e preservação dos pertences pelo tempo necessário. “Nosso compromisso é unir cuidado com os objetos à tranquilidade emocional do cliente, porque entendemos que organização e segurança também impactam diretamente na qualidade de vida”, completa Avelar.

Neste Setembro Amarelo, o lembrete é claro: cuidar da saúde mental envolve não apenas apoio profissional, mas também estratégias práticas do dia a dia que reduzem a pressão e devolvem equilíbrio.



Reforma Trabalhista e jornada de trabalho: o que muda para empresas e funcionários?

Advogado explica riscos, oportunidades e como o setor de comércio e serviços pode se preparar para alterações na carga horária.

A proposta de redução da jornada de trabalho sem diminuição de salários voltou à pauta nacional e gera divergências entre empresários, trabalhadores e juristas. O setor de comércio e serviços, responsável por grande parte da geração de empregos no país, acompanha com atenção os possíveis desdobramentos dessa mudança.

Para analisar os impactos econômicos e jurídicos, o advogado trabalhista Dr. Wesley Ortega, do escritório Jorge Veiga Sociedade de Advogados, destaca que o tema envolve tanto questões de competitividade quanto de qualidade de vida do trabalhador.

“Do ponto de vista jurídico, a redução da jornada precisa estar amparada por lei ou convenção coletiva. Não basta apenas uma decisão unilateral da empresa ou do governo”, explica o Dr. Ortega. “Caso seja implementada de forma generalizada, sem planejamento, há risco de aumento de custos para empregadores, especialmente em setores que dependem de mão de obra intensiva, como comércio e serviços.”




O equilíbrio entre custo e produtividade

Enquanto sindicatos defendem a medida como forma de combater o desemprego e melhorar a qualidade de vida dos profissionais, representantes do comércio e serviços alertam para o impacto direto nos custos operacionais.

“A redução da jornada pode gerar a necessidade de novas contratações para manter o nível de atendimento, o que eleva encargos trabalhistas e pressiona margens já apertadas. Por outro lado, se bem estruturada, pode estimular ganhos de produtividade e até diminuir índices de adoecimento ocupacional”, avalia o advogado.




Cenário internacional e o desafio brasileiro

Modelos de redução da jornada já são realidade em países como França, Espanha e Islândia, que testaram ou implementaram semanas de trabalho mais curtas. No Brasil, porém, a realidade econômica e a alta carga tributária tornam a discussão mais complexa.

Segundo o Ortega, é fundamental considerar as especificidades de cada setor.

“No comércio e serviços, onde a demanda do consumidor é contínua, reduzir a jornada exige repensar escalas, contratos e até mesmo tecnologias de automação. Não é apenas uma questão de tempo de trabalho, mas de como equilibrar eficiência e sustentabilidade financeira.”




Caminhos possíveis

O especialista reforça que o debate precisa envolver diálogo tripartite — governo, empregadores e trabalhadores. Soluções híbridas, como bancos de horas ampliados, escalas diferenciadas e incentivos à produtividade, podem ser alternativas menos onerosas do que uma redução linear de jornada.

“A legislação trabalhista brasileira já prevê mecanismos de flexibilização, como acordos coletivos e compensação de horas. O desafio é encontrar um modelo que garanta competitividade às empresas sem retirar direitos dos trabalhadores”, conclui o Dr. Ortega.

O debate sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil está apenas começando, mas promete impactar diretamente o setor de comércio e serviços. Entre o desejo de mais qualidade de vida e os desafios de custos adicionais, a solução pode estar no equilíbrio entre legislação, negociação coletiva e inovação na gestão da força de trabalho.




5 sinais de que o estresse já está afetando seu corpo - Coluna Saúde Ortomolecular por Dra Vera Lúcia

Nos últimos anos, tenho percebido cada vez mais pessoas me procurando com queixas que vão além do emocional. Muitas vezes, o estresse deixa de ser apenas mental e começa a se manifestar no corpo.

Queda de cabelo, unhas frágeis, alterações na pele, ganho de peso inesperado ou cansaço constante são sinais de que algo precisa de atenção.

O Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), lidera o ranking mundial em número absoluto de pessoas com transtorno de ansiedade, cerca de 18,6 milhões de brasileiros, e figura em quarto lugar no ranking global de estresse.

Isso mostra que não estamos falando de exceção, mas de uma realidade que afeta grande parte da população. Na minha experiência, o impacto do estresse é ainda mais evidente entre as mulheres. Estudos mostram que 46% das mulheres da Geração Z relatam impactos significativos na rotina devido ao estresse — contra 33% dos homens da mesma faixa etária.

Mais da metade das mulheres brasileiras (53%) afirma que os níveis de estresse aumentaram em relação ao ano passado. Como especialista em terapia ortomolecular, vejo diariamente como o estresse vai muito além do emocional: ele desequilibra o organismo, provoca carências de nutrientes essenciais e pode desencadear problemas estéticos e de saúde, como queda de cabelo, unhas frágeis, alterações na pele e dificuldade de controlar o peso.

Por isso, cuidar do equilíbrio físico e emocional é essencial. Entre os caminhos que recomendo para recuperar o bem-estar estão a terapia ortomolecular, a adoção de hábitos saudáveis, como sono regular, alimentação equilibrada e prática de atividade física, e a incorporação de técnicas de relaxamento, como meditação, yoga e respiração profunda.

Este Setembro do Equilíbrio é um convite para você olhar para o seu corpo com atenção e cuidado. Observar os sinais de alerta e adotar práticas de bem-estar é a melhor forma de resgatar a vitalidade e qualidade de vida que todos merecemos.

Coluna Saúde Ortomolecular

Dra. Vera Lúcia

Especialista em terapia ortomolecular/ @estetica.vera