Inteligência artificial e o futuro do trabalho

Não tema a máquina inteligente, trabalhe com ela.

Por Leila Santos

Já passamos por muitas revoluções ao longo dos séculos que mudaram completamente a nossa forma de viver, interagir e trabalhar. Em cada um desses momentos, algumas funções ficaram obsoletas e outras floresceram frente às novas demandas.

No centro da discussão, sempre esteve a relação homem versus máquina e a pergunta que não quer calar: o ser humano será substituído pela máquina?

Para que a humanidade pudesse usufruir dos benefícios trazidos pelo avanço tecnológico, alguns pereceram pelo caminho devido à obsolescência das suas funções, substituídas pelos processos automatizados. Esse é um fato inegável que suscita o medo que cerca momentos de revolução tecnológica, como esse que vivemos agora.

Dizem que temos memória curta e, por isso, quero convidar você para uma pequena viagem no tempo. Vamos lá?

A primeira revolução industrial, que aconteceu entre 1760 e 1840, trouxe para as nossas vidas a máquina a vapor e as ferrovias, impulsionando os meios de transporte e o alcance geográfico do comércio e dos negócios. Regiões antes isoladas pela distância, passaram a ser incluídas no mapa de distribuição e geração de receita.

No final do século XIX, a segunda revolução foi movida pelo advento da eletricidade e da linha de montagem, alavancando os setores de manufatura e a produção de bens de consumo e industriais em larga escala.

A revolução digital e computacional, a partir da década de 60, caracteriza a terceira revolução e de certa forma, coloca o poder da tecnologia nas mãos de cada indivíduo como nunca visto antes.

Do computador de grande porte, antes restrito ao meio empresarial, ao computador pessoal, mais conhecido como PC, o ser humano passou a ter em suas mãos um poder de processamento e de realizar tarefas em menos tempo e com mais precisão.

Ainda dentro desse período, surgiram os primeiros celulares móveis que revolucionaram a nossa forma de interagir. Na década de 90, a grande web (world wide web) nos conectou a todos e a tudo de forma global preparando o terreno para os nossos queridinhos e indispensáveis smartphones.

Isso significa que a maioria de nós, passou a ter nas mãos, mais capacidade de processamento do que os primeiros computadores. Dá para imaginar fazer o que você faz hoje sem contar com tudo isso?

De acordo com alguns autores, na virada do século XX, entramos na quarta revolução industrial que traz a inteligência artificial, a robótica, carros autônomos, internet das coisas e nanotecnologia como destaques tecnológicos com o potencial de impactar nossas vidas de uma forma ainda mais intensa do que em todas as outras revoluções.

Se você não é um nativo digital, deve lembrar bem do seu processo de adaptação ao longo da década de 90. Olhando para trás não parece que foi uma transição tão dramática como a sensação que temos agora diante da inteligência artificial, certo?

Aqui está a diferença entre a quarta revolução e as outras: a velocidade, a amplitude e a profundidade. E o que isso quer dizer? 

Que os impactos das novas tecnologias serão percebidos mais rapidamente, que elas terão abrangência em diferentes setores da economia e da sociedade, e estarão inseridas nas mínimas coisas da nossa rotina.

Os números deixam claro que estamos diante de um momento disruptivo. A internet levou sete anos para atingir 50 milhões de usuários no mundo e o chatGPT atingiu 100 milhões em apenas dois meses. Isso é considerado, nesse momento, como a maior adoção em massa da humanidade.

O alvoroço em torno do chatGPT, um aplicativo de inteligência artificial (IA), que interage em linguagem natural, tem chamado atenção nos últimos meses e provocou uma verdadeira corrida das grandes empresas de tecnologia para lançar novos produtos que utilizem IA.

Prepare-se porque as suas pesquisas, elaboração de textos, processamento de informações, nunca mais serão as mesmas.

Estamos em contato com IA há pelo menos 10 anos sem nos dar conta disso. Existem muitos exemplos de uso de inteligência artificial e aprendizado de máquina no nosso dia a dia, alguns mais evidentes e outros mais sutis. Veja alguns exemplos:

 

·       Aplicativos de rotas: Uber, Waze, Google Maps

·       Assistentes virtuais: Siri, Alexa, Cortana

·       Recomendação de conteúdo: Netflix, Youtube, Spotify, Amazon

 

Há muitos outros casos em áreas como saúde, educação, segurança e entretenimento. A tendência é que essas tecnologias se tornem cada vez mais presentes e poderosas na nossa sociedade.

Segundo o relatório do Fórum Econômico Mundial 2023,

“espera-se que a inteligência artificial, seja adotada por quase 75% das empresas pesquisadas e que leve a uma alta rotatividade, sendo que 50% das organizações esperam que ela gere crescimento de empregos e 25% esperam que ela gere perda de empregos”.

O relatório destaca ainda que:

“a automação de funções não necessariamente significa que profissões inteiras serão extintas, mas sim que algumas tarefas específicas podem ser automatizadas, liberando tempo e recursos para que os profissionais possam se concentrar em tarefas mais complexas e de maior valor agregado”.

 O que muda agora é que ao invés de sermos apenas impactados pelas empresas que usam IA, nós podemos usar a IA para realizar o nosso trabalho.

A tecnologia chega às nossas mãos, nos mostrando que tarefas simples, repetitivas e com baixo grau de complexidade podem ser executadas por um software inteligente com capacidade de processamento e aprendizado superior ao nosso.

Então, a pergunta surge novamente: o ser humano será substituído pela máquina?

Em alguns contextos de trabalho o risco é real, mas em outros, o ser humano será substituído por outro ser humano que saiba usar a máquina inteligente.

O relatório do Fórum Econômico Mundial 2023 cita também que:

“6 em cada 10 trabalhadores precisarão de treinamento antes de 2027, mas apenas metade dos trabalhadores tem acesso a oportunidades de treinamento adequadas hoje.”

 Diante desse cenário qual deve ser a nossa postura? Existem dois extremos que devem ser evitados:

A postura de negação:

“Isso é uma moda e vai passar”

A postura de desespero:

“Estamos à beira do caos e todo mundo vai ser demitido!”

O fato que não podemos ignorar: não é uma moda que vai passar. Mas também é um fato que teremos demanda por novas habilidades e competências. Por isso, a postura ideal é a curiosidade e a busca pela capacitação.

Se você é um profissional que deseja assumir a postura de curiosidade e se preparar para esse novo momento, essas são as perguntas que devem guiar a sua reflexão:

O que é inteligência artificial e quais são as principais aplicações vigentes no Brasil e no mundo?

Quais são as aplicações específicas para a minha área de atuação e quem já está usando?

O que eu preciso aprender para me capacitar e manter a minha empregabilidade?

Veja que atitude e interesse proativo vai fazer a diferença para que você identifique oportunidades no seu trabalho e seja notado pela sua empresa e pelo mercado.

Então será tudo sobre tecnologia? E se eu não for da área de tecnologia?

É certo que a maior demanda por profissionais especializados será nas áreas de tecnologia, mas a busca por eficiência e eficácia pessoal e profissional será uma demanda generalizada em todos os setores da economia.

 Para responder a esse cenário, o Fórum Econômico Mundial destaca as TOP 10 habilidades em 2023:

1.       Pensamento analítico

2.       Pensamento criativo

3.       Resiliência, flexibilidade e agilidade

4.       Motivação e autoconsciência

5.       Curiosidade e aprendizado contínuo

6.       Letramento tecnológico

7.       Confiabilidade e atenção aos detalhes

8.       Empatia e escuta ativa

9.       Liderança e influência social

10.   Controle de qualidade

Dá para notar que capacidades cognitivas e comportamentais estão no topo da lista e são fundamentais para garantir a preparação e adaptação aos novos contextos de trabalho.

Já parou para pensar qual é o pequeno passo que você pode dar hoje em direção a esse futuro? Use essa lista para fazer uma pequena autoavaliação e se preparar.

Afinal, as máquinas precisarão de seres humanos cada vez mais capacitados, curiosos e inteligentes.

Seja um deles!

Sobre Leila Santos

Coach de líderes e empresas há mais de 20 anos, atende clientes com renome no mercado como Grupo WLM, L'Occitane, Grupo Boticário, Sephora, Itaú, Biolab, Pfizer, Roche, Astellas, Ache, AstraZeneca, Farmoquímica, Fitec, Pierre Fabre, Uni2, Gencos, dentre outras. Atua com foco no cliente corporativo, sempre valorizando e investindo em profissionais e empresas que já estão preparados para essa mudança de cultura e mindset. 

https://leilasantos.com.br/

Férias começam antes no Campinas Shopping com a Galinha Pintadinha

Com atrações para toda a família, as 'Férias da Galinha Pintadinha' começam em 17/06 e vão até 30/07, trazendo brinquedos e atividades 100% gratuitas

As férias chegam antes ao Campinas Shopping. O período tão esperado por crianças e adultos tem data e hora para começar: 17 de junho, às 16h. Neste dia, o centro de compras recebe a Galinha Pintadinha, uma das personagens mais queridas do universo infantil. Durante todo o mês de junho e até o dia 30 de julho, atrações 100% gratuitas garantem entretenimento para toda a família. “Com este evento, o shopping se torna o endereço de lazer e diversão na cidade para visitantes de todas as idades nas férias do meio do ano”, afirma Tatiane Gomes, superintendente do Campinas Shopping.

A programação “Férias da Galinha Pintadinha” se concentra na Praça de Eventos e está repleta de atrações. A começar pela chegada da personagem, na tarde do dia 17 de junho, que será animada com diversas brincadeiras e personagens lúdicos. Neste início de atividades, os visitantes do shopping têm um encontro marcado com a Galinha Pintadinha. As crianças também recebem brindes e participam de uma oficina de pintura de rosto.

Para pais e filhos se divertirem juntos, as atrações que acompanham as férias com a Galinha Pintadinha têm um megatobogã com 22m de comprimento e 6m de altura. “Com esta atração, o shopping agrega mais uma vez entretenimento para toda a família”, destaca Thaís Sperancini U. Gomez, gerente de Marketing do Campinas Shopping. As crianças ainda brincam nos ovinhos Giratórios, na cama elástica e participam de várias atividades educativas.

Até o dia 30 de julho, os frequentadores do Campinas Shopping podem visitar e fazer fotos na Casa da Galinha, um cenário instagramável com a Galinha Pintadinha e o Pintinho Amarelinho em 3D.

Para que o público não perca a oportunidade de encontrar a Galinha Pintadinha, o Campinas Shopping programou sessões de “meet & greet” todos os sábados, às 14h, 17h, 19h e 20h, e aos domingos, às 14h, 17h e 19h.

“Além de participar de uma programação completa de férias, com muita diversão para todas as idades, o frequentador tem a tranquilidade de fazer suas compras e usufruir de todos os serviços oferecidos pelo shopping”, reforça a superintendente Tatiane Gomes.

 

PREPARE-SE PARA A DIVERSÃO

Brinquedos e atividades 100% gratuitas

Praça de Eventos, das 12h às 22h

 

Chegada da Galinha Pintadinha

Com banda, distribuição de brindes e pintura de rosto

Dia 17/06, às 16h

 

Megatobogã

Com 22m de comprimento e 6m de altura

Para adultos e crianças

 

Outros brinquedos

Ovinhos giratórios

Cama elástica

Atividades educativas

 

Casa da Galinha

Cenário instagramável

Com a Galinha Pintadinha e o Pintinho Amarelinho em 3D

 

Meet & greet

Encontros com a Galinha Pintadinha

Sábados, às 14h, 17h, 19h e 20h

Domingos, às 14h, 17h e 19h

 

SERVIÇO

Campinas Shopping

Jacy Teixeira de Camargo, 940 - Jardim do Lago, Campinas (SP)

www.campinasshopping.com.br

Instagram e Facebook: @campinasshopping



Protagonista na era da loba: Mulheres acima dos 40 vem conquistando cada vez mais espaço na mídia e na vida

A atriz Sharon Menezes é um desses exemplos, ao conquistar sua primeira protagonista aos 39 anos, esbanjando saúde, beleza e talento

Foi-se o tempo em que passar dos 40 anos, para uma mulher, era sinônimo de etarismo. Com o passar dos anos, as mulheres estão se mantendo cada vez mais jovens, ativas e saudáveis, graças a recursos da medicina estética, bem como o acesso a informação e o cuidado delas para com elas mesmas.

Não é à toa que se diz que os 40 são os novos 30 e os 30 os novos 20.  Foi assim, que durante a década de 80 surgiu o termo “idade da loba”, quando a mulher ao atingir a maturidade, conquistava uma vida mais ativa, madura e até mesmo a própria liberdade.

Um reflexo na sociedade atual, mulheres donas de si, capazes de realizar as mesmas atividades que realizavam quando jovens e ainda com mais perfeição e sabedoria. Um grande exemplo, é a atriz Sharon Menezes, que aos 39 anos conquistou sua primeira protagonista de um folhetim da Globo, a novela Vai na Fé.

Antigamente, talvez esse feito não fosse possível, já que as protagonistas ficavam na faixa dos 20 anos. Mas segundo o doutor em medicina e cirurgião plástico especialista em face e em Deep Plane Facelift, os avanços tecnológicos na medicina voltados para a estética e a vontade de se manter jovem, podem ser fatores determinantes dessa mudança. “Sejamos honestos, se até os empregadores olham as redes antes de contratar alguém, os julgamentos pela aparência são cada vez mais constantes. Hoje temos o que há de melhor na medicina e podemos ressaltar a beleza natural de uma pessoa sem que seu rosto seja deformado por algo que descaracterize sua expressão”, comenta o especialista.

Muitas mulheres desejam parecer mais jovens e com isso, o mercado se aproveita para vender soluções milagrosas inexistentes. A influência das redes e até mesmo das protagonistas, ditam uma estética considerada perfeita e muitas vezes, inalcançável. Ter em seus destaques mulheres de 40 anos como protagonistas, fazem uma grande diferença nos laços entre beleza, idade e a relação estabelecida pelo público que a consome. “Já atendi mulheres que se comparavam com famosas ou que queriam se parecer com elas. Se reconhecer uma mulher com 48 anos, por exemplo, mas incomodada com o envelhecimento da pele, e que busca uma forma de se sentir bem consigo mesma é uma mulher que sabe o que quer. Rejuvenescer é possível, mantendo o principal, a essência da maturidade”, explica o médico.

Envelhecer é uma arte, que traz em sua tela traços de uma vida bem vivida, mas que podem ser amenizados, tornando o processo do envelhecimento, agradável. “Já dizia Coco Chanel: ‘Você pode ser linda aos 30, charmosa aos 40 e irresistível para o resto da vida’. O segredo é ver o que existe de melhor no mundo e aplicar no meu dia a dia para que os meus pacientes se sintam seguros e satisfeitos com suas aparências. Esse é o benefício de uma juventude com maturidade”, completa.

Em defesa dos direitos de crianças e adolescentes

LBV reforça suas atividades socioeducativas de prevenção ao ciclo do trabalho infantil e destaca relevância do assunto Não há dúvidas de que algumas vezes as pessoas precisam de instantes para respirar, para organizar ideias e pensar em decisões em suas vidas. Para muitas, nem sempre há essa possibilidade de escolher qual caminho seguir nem mesmo um momento sequer de lazer.

É nesse sentido que crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil se encontram. Ao pensar sobre a importância desse tema, vale refletir: “Como foi sua infância?”

O período do nascimento até os seis anos de idade é chamado de primeira infância e constitui um período sensível para o desenvolvimento de diversas habilidades. Os estímulos e as situações vivenciadas pelas crianças nos primeiros anos de vida ajudam a moldar a personalidade e são fundamentais para o desenvolvimento de habilidades mais complexas em fases posteriores da vida.

O relatório publicado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alerta sobre o aumento de 8,4 milhões de casos de trabalho infantil entre 2016 e 2020. Por causa da pobreza e da falta de possibilidades para o desenvolvimento, esse cenário afetou 160 milhões de crianças e adolescentes em todo o globo.

Perfil econômico

Novas análises sugerem um crescimento das estatísticas impulsionado pela pandemia.

No Brasil, milhões de crianças têm sua infância roubada todos os anos em decorrência dessa triste realidade. Advindas de famílias extremamente vulneráveis e que enfrentam situação de alta miséria e desigualdade social, as novas gerações acabam sendo obrigadas a trabalhar para aumentar a renda familiar.

Fora da escola

Apesar de estar na faixa etária de educação obrigatória, grande parte das crianças é excluída da escola, o que afeta severamente as perspectivas de trabalho na juventude e na idade adulta, bem como seu potencial de vida em geral. Colocando em risco a saúde, a segurança e o desenvolvimento moral desse público.

Um bom combate

Embora o panorama atual apresente números assustadores, existem iniciativas de órgãos e entidades que lutam para combater esse quadro. O Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, instituído em 12 de junho, é um exemplo desse enfrentamento à violação dos direitos infantis. Nesse sentido, a Legião da Boa Vontade (LBV) une esforços junto à sociedade e em suas unidades socioeducacionais espalhadas pelas cinco regiões brasileiras, atua diariamente com ações preventivas contra o ciclo do trabalho infantil e seus possíveis desdobramentos, como exemplo, a evasão escolar e trabalha para que milhares de meninas e meninos de famílias em vulnerabilidade tenham seus direitos assistidos, boas lembranças da infância, bem como oportunidades de crescimento e uma vida mais saudável.

Junte-se à essa causa e ajude a investir no futuro da infância hoje. Saiba mais em www.lbv.org.br.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Marlowe (título no Brasil: “Sombras de Um Crime”)

Marlowe (título no Brasil: “Sombras de Um Crime”)

Por total falta de opção e sem saber absolutamente nada sobre o filme (só sabia que tinha o Liam Neeson e Jessica Lange no elenco), decidi arriscar, mesmo tendo visto que tinha uma nota não muito boa no IMDb.

Los Angeles, finais da década de 1930. O detetive Philip Marlowe (Liam Neeson) não está num bom momento da sua vida, seja a nível pessoal ou profissional. Mas tudo muda quando é abordado por Clare Cavendish (Diane Kruger), a glamorosa filha de uma conhecida estrela de cinema, que o contrata para descobrir o paradeiro de Nico Peterson, seu amante. Ao seguir as pistas, Marlowe depressa percebe de que aquele desaparecimento está ligado a uma complexa rede de corrupção, que envolve algumas das mais poderosas personalidades de Hollywood. 

Achei teatral demais, pro me gosto, e um tanto confuso... sinceramente, chato e um tanto monótono. Sugiro nem perder tempo...

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Mantra da semana - Eu mereço ser feliz - Coluna Saúde Mental por Magda Pinke

Eu mereço ser feliz. Mereço experimentar alegria e satisfação em todos os aspectos da minha vida. Reconheço que a felicidade é um direito inerente a todos os seres humanos, inclusive a mim. Aceito que mereço a felicidade e estou disposto(a) a buscá-la.



Mereço me sair bem. Mereço alcançar meus objetivos e realizar meus sonhos. Sei que posso superar desafios e adversidades, e estou disposto(a) a trabalhar duro para conquistar o sucesso que desejo. Acredito nas minhas habilidades e talentos, e sei que posso me destacar em tudo o que me proponho a fazer.

Me perdoo. Reconheço que cometo erros e que sou imperfeito(a), assim como qualquer outra pessoa. Entretanto, compreendo que o perdão é um elemento fundamental para o meu crescimento pessoal. Perdoo-me por eventuais falhas e erros passados, e aprendo com eles para me tornar uma pessoa melhor.

Confio em mim. Tenho fé nas minhas capacidades e no meu potencial. Acredito que sou capaz de tomar decisões sábias e de enfrentar qualquer desafio que surja no meu caminho. Tenho confiança na minha intuição e no meu instinto, sabendo que posso tomar as melhores decisões para o meu bem-estar.

Amanhã começarei novamente. Amanhã é um novo dia, uma nova oportunidade para recomeçar e perseguir meus objetivos. Não importa quantas vezes eu tenha tentado e falhado, sempre há uma chance de recomeçar e fazer diferente. Amanhã é o dia em que dou um passo à frente e me comprometo novamente com a minha felicidade e sucesso.

E sim, desta vez eu vou conseguir. Estou determinado(a) a alcançar o que desejo. Tenho uma atitude positiva e uma mentalidade resiliente. Acredito que desta vez vou superar todas as barreiras e obstáculos que se apresentarem no meu caminho. Estou pronto(a) para enfrentar os desafios com coragem e perseverança.

Magda Pinke

Coluna Saúde Mental

Formada em Ed. Física(UNESP) Quiropraxista, Terapeuta Quântica. Especializada em técnicas de manipulação de energia vibracional (radiestesista) E tem ajudado seus clientes a transformarem suas vidas através do exercício físico e bem-estar holístico.

Números consolidam sucesso do programa AC Networking da Acic

Em cinco anos foram R$ 27 milhões em negócios firmados

Expandir a rede de contatos e gerar novas oportunidades de negócios estão entre as vantagens dos associados do programa ACNetworking, da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), cujo sucesso pode ser traduzido (e comprovado) em números.

Explica-se: somente durante o Retail Conference 2023, evento realizado no mês passado, sobre tendências do mundo do empreendedorismo, as rodadas de negócio do programa envolveram 270 empresários, sem falar em uma lista de espera de 152 pessoas. 

Para quem ficou fora, devido às vagas esgotadas, uma boa notícia: a ACIC realizada novos encontros presenciais nos dias 13, 14 e 15 de junho, em sua sede. “O programa existe desde 2017 e já superamos a marca de R$ 27 milhões de negócios fechados, entre os membros”, destaca Arthur Poletto Silvestre, responsável da área de marketing do AC Networking.

Os resultados nesses mais de cinco anos são mensurados através de uma plataforma de acesso exclusiva para membros. “Além disso, o sucesso no Retail, que é um evento de conteúdo, com foco em palestras, só reforça a importância dos grupos de Networking para os negócios atuais”, completa ele.  

Ele explica ainda que, atualmente, o programa conta com 6 grupos, que realizam reuniões semanais, e totalizam aproximadamente 110 membros – além de envolverem semanalmente 150 empresários/empreendedores (considerando participação de convidados). 

“Os encontros são de maneira on-line (via google meet) e existe um encontro presencial por mês, normalmente na última semana”, antecipa Arthur aos interessados em fazer parte.

Os encontros presenciais possuem um espaço para café, onde as conversas ocorrem e os futuros negócios começam.  

Por que participar de um grupo de networking?

Não há dúvidas de que rodadas de negócios são excelentes oportunidades para expandir a rede de contatos e se conectar com outros empresários, profissionais e potenciais clientes. 

A lógica é que, construindo uma rede de contatos, é possível estabelecer relacionamentos valiosos que levarão a novas parcerias comerciais, colaborações e oportunidades de negócios.

Mas existe outro ponto igualmente importante: aprendizado e troca de experiências. Ao interagir com outros empresários e profissionais durante a rodada de negócios, aprende-se com suas experiências, com insights e informações relevantes para o seu setor. 

“Essas trocas de conhecimento podem ajudá-lo a aprimorar suas estratégias de negócios, identificar oportunidades de crescimento e ficar por dentro das últimas tendências do mercado.”

Tem mais. O trabalho em grupo ajuda na visibilidade e credibilidade de seu produto/serviço.

“Participar de uma rodada de negócios permite que você aumente a visibilidade da sua empresa. Ao apresentar seu negócio e suas soluções para um público amplo, você pode fortalecer sua marca, aumentar sua credibilidade e se destacar da concorrência”, completa Arthur. 

Conheça mais sobre o programa no site: www.acnetworking.com.br .

Provado e aprovado da semana: Mori Sachie Campinas - Coluna Food Tasting por Milena Baracat

Food Tasting

Provado e aprovado da semana: Mori Sachie Campinas

Restaurante japonês com muita qualidade e diversidade. São várias opções deliciosas de Sushis bem variados e diferenciados. Vale muito a pena conhecer.

Além do à la carte, há duas opções de rodízio: tradicional na mesa ou no balcão, que proporciona uma experiência ímpar!

Fotos: Arquivo pessoal/Milena Baracat (@milenabaracat)

Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Food Tasting

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Cria conteúdo digital e presta assessoria ao Site Raquel Baracat.