Pulseira dá choque se você gastar demais no cartão de crédito - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

A empresa Intelligent Environments criou a pulseira Pavlok, que possui um dispositivo que dá pequenas descargas elétricas cada vez que o usuário comete um “deslize”, como roer as unhas, furar a dieta ou até mesmo extrapolar os gastos com o cartão de crédito.

Nos casos mais complexos, como controlar gastos com o cartão de crédito por exemplo, o dispositivo, conectado com a conta bancária, irá alertar com mensagens no celular quando você estiver gastando demais e se aproximando do limite que você estipulou. Caso você insista em gastar mesmo assim, o dispositivo dará um pequeno choque.

Os fabricantes garantem que não há risco à vida.

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Fonte: pavlok.com / Fotos: Reprodução

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Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Atualmente presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

Viagem: amigos, amigos, encomendas à parte - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

Não deixe seu amigo ser a mala da sua viagem!

Hoje vou colocar o dedo na ferida e falar sobre as famosas encomendas de viagem.

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Acredite se quiser, a maior reclamação de quem viaja não é a alta do dólar ou hotel e comida ruins, mas é aquela famosa listinha de compras dos amigos. É tênis, iPhone, óculos...

Tem gente que pede e nem dinheiro manda. O famoso “coloca no seu cartão que eu pago na fatura”. FOLGADO.

Pior ainda é aquele “amigo” que faz encomenda e desaparece. Sobra pra você pagar e ficar com algo que nem queria. HELLO, FOLGADO!!!

E pasmem! Aconteceu com um colega meu, pediram para ele levar o celular para arrumar numa loja da Apple nos Estados Unidos. Fo@@-se se você vai perder o seu tempo na viagem pra ficar numa loja arrumando o celular que nem é seu. FOLGADO. FOLGADO. FOLGADOOOO.

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As coisas são mais baratas no exterior, mas quem foi pagou passagem, hotel, transporte entre outras despesas, sendo que tem pouco tempo pra fazer tudo o que planejou.

A cota é só U$500,00 e todo mundo que viaja tem suas intensões de compra. A lista dos amigos vai sempre atrapalhar, e muito.

Além de ocupar espaço na mala, tem o tempo perdido nas lojas e o risco na Receita Federal no Brasil.

Tenho certeza de que ninguém gosta de ouvir” você pode me trazer?”

“Meu chefe comprou pela internet e mandou entregar no seu hotel. Não tinha como falar não.”

“Mas, é só um creminho” ...

Se cada amigo me pedir SÓ um creme, pelo amor de Deus, eu volto com dez malas!

Resumindo: os pedidos são uma sacanagem. E na maioria das vezes fica chato falar não, então está na hora dos amigos entenderem as dificuldades, pararem de se aproveitar e deixar os amiguinhos se divertirem nas viagens, sem listinha de pedidos.

Acho que na minha próxima viagem ao exterior, só vou contar quando já tiver voltado ao Brasil. Assim evito o trivial “só me traz um perfume do Duty Free”.

Enfim, se você faz parte do grupo que fica sem graça de dar um toque no seu amigo mala, compartilha esse post e marca ele...quem sabe ele se toca.

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Atenção viajantes de plantão!

Segue manual das encomendas de viagem (porque tem gente que não sabe o significado da palavra noção).

1. A pessoa realmente merece?

Coloque a pessoa numa escala de 1 a 10 e veja o quanto ela é importante pra você. Ela merece que você perca seu precioso tempo de viagem? Se sim, ok, mas se não for o caso, desencana.

2. Duty free tem cota

Calcule antes da viagem se você ainda terá cota disponível depois que comprar as bebidas alcoólicas do pai, do tio, do irmão, do cachorro, do papagaio, das maquiagens da irmã, da mãe e os chocolates da avó e dos colegas de trabalho.

Dica amiga: traga garrafas só para pessoas muito, mas muito próximas mesmo, porque é um empenho ficar carregando o volume extra (principalmente se você irá fazer conexão).

3. Cobre adiantado

Essa é a melhor opção para não ser vítima dos caloteiros. Pode reparar que muitos desistem de pedir para você trazer algo quando você pede o dinheiro adiantado.

4. Amigos, amigos, encomendas à parte

Bom deixar claro para os amigos, familiares, colegas de trabalho e amigos dos amigos que sua profissão não é MUAMBEIRO. Além disso, acho importante lembrar todo mundo que, viagem, na maioria das vezes, é um momento de lazer e tudo que você não quer é perder horas preciosas das suas férias procurando determinada loja para comprar só aquela “coisinha” que alguém pediu.

Aos que pedem encomendas

1. Bom senso

Mantra indispensável. Convém ler com carinho o item 4 acima. Se você tem certeza de que o viajante irá passar por determinado outlet/loja/farmácia/livraria, ok. Mas, se a sua encomenda for muito específica, lembre-se que o viajante em questão irá perder tempo procurando a sua encomenda.

2. Pergunte se ele precisa do dinheiro adiantado

Acho importante esse tipo de “acerto”, pois nunca sabemos das condições financeiras de quem está viajando. Até porque viajar não é sinônimo de riqueza.

 FOTOS: Arquivo pessoal Milena Baracat. FONTE: Viaje na Viagem. CRÉDITOS: New York para todos por Robson Moura / Manual das encomendas de viagem: www.precisoviajar.com

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Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Atualmente presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

 

Museu coloca linguagem de redes sociais em obras - Coluna entretenimento por Milena Baracat

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) adaptou a sua forma de apresentar as pinturas com a exposição "Hashtags da Arte".

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A ideia da exposição é aumentar a visibilidade e trazer uma renovação do público do museu - levar uma quantidade maior de jovens ao local e valorizar ainda mais o patrimônio cultural brasileiro.

Uma forma muito divertida de conectar o museu com a nova geração.

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Serviço:

Exposição Hashtags da Arte

Museu Nacional de Belas Artes - Avenida Rio Branco, 199 – Centro, Rio de Janeiro

Terça a sexta-feira das 10h às 18h; Sábados, domingos e feriados das 13h às 18h.

Ingressos: R$ 8 e meia: R$ 4 e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8. Venda de ingressos e entrada de visitantes até 30 min antes do fechamento do Museu. GRÁTIS AOS DOMINGOS.

Fonte: Museu Nacional de Belas Artes. Fotos Reprodução Instagram e Google

 

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Vingadores - do cinema para as séries - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

“Vingadores: Ultimato” está agora nos cinemas mostrando que o universo cinematográfico da Marvel nunca mais será o mesmo e, em breve, o universo das séries também.

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Com o lançamento do Disney+, plataforma de streaming do estúdio, os produtores da Marvel não perderam tempo e já trataram de anunciar quatro séries contendo seus personagens e, assim como foi com “Agentes da SHIELD” e “Agente Carter”, será feito um elo entre cinema e TV.

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 Um dos primeiros a estrear será Wanda Vision, que irá apresentar em seis episódios, o relacionamento entre a Feiticeira Escarlate e o Visão, vividos novamente por Elizabeth Olsen e Paul Bettany.

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Os melhores amigos do Capitão América -Falcão & Soldado Invernal-também terão uma série, com 8 episódios interpretados por Anthony Mackie e Sebastian Stan, conforme no cinema. ALERTA SPOILER: como o Falcão recebeu o escudo do Capitão América tem tudo para se tornar a nova identidade do herói.

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Em Gavião Arqueiro & Kate Bishop, a série terá como foco central o Gavião Arqueiro passando as suas responsabilidades e o seu manto para Kate Bishop - uma atleta amadora, que se tornou uma super-heroína por acidente e que apareceu pela primeira vez em uma edição da HQ Jovens Vingadores, lançada em 2005.

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 E a mais esperada de todas: LOKI.

Na pele de Tom Hiddleston, Loki se tornou um dos maiores personagens e vilões do universo cinematográfico da Marvel. Queridinho dos fãs, roubou a cena consecutivamente em todos os filmes em que apareceu.

Na série, ele também será interpretado por Tom Hiddleston, mas não se sabe ainda como a produção será encaixada na cronologia, já que ele foi morto por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”.

Disney+ chega em novembro nos Estados Unidos e apenas no segundo semestre de 2020 no Brasil.

FONTE: Disney+ / Fotos: Reprodução

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Peaky Blinders: a gangue mais cool que há - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

O drama gangster produzida pela BBC estreou em 2013 e está na sua quarta temporada (todas disponíveis no Netflix), mas desde o ano passado vem ganhando cada vez mais atenção e adeptos.

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 A série - que se passa no início dos anos 20 em Birmingham, coração da revolução industrial da Inglaterra e lar de gangues famosas - narra o mundo violento, charmoso e ambíguo da máfia britânica, quando, Thomas Shelby (líder da família e da gangue Peaky Blinders ) volta da Primeira Guerra Mundial com o objetivo de estabelecer domínio na cidade com muito contrabando, assalto e apostas ilegais.

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Peaky Blinders é excelente em todos os sentidos: elenco, roteiro, fotografia, ambientação e trilha sonora (White Stripes, Tom Waits, Arctic Monkeys, The Black Keys, Jack White, Nick Cave...). Não há uma única crítica negativa a ser feita. A escolha do elenco não poderia ter sido melhor. Assistir Cillian Murphy em seu personagem Thomas ‘Tommy’ Shelby, que parece frio emocionalmente com seu olhar congelante... vale o show!

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Misture tudo isso ao fato de ser inspirada nos gângsteres reais do final do século XIX. Embora o personagem central Thomas Shelby seja uma obra de ficção, os verdadeiros mafiosos também foram tão dramáticos, violentos e sombrios quanto aparece na série.

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Segundo Steven Knigh, criador da série, essa foi uma era decadente, quando armas e gangues dominavam. “Havia muita cocaína, muito ópio. Se você ler o Daily Mail daqueles dias, o grande escândalo era sobre casas noturnas, com muita cocaína e orgias. Todo mundo estava fazendo sexo com todo mundo. As pessoas achavam que a Inglaterra estava indo para o inferno.”

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Mas, afinal, quem foram os verdadeiros Peaky Blinders?

Em entrevista ao Birmingham Mail, o historiador britânico Carl Chinn, acredita que os Peaky Blinders foram seguidos por uma grande gangue pré-guerra chamada Brummagem Boys (do grupo conhecido por The Birmingham Gang): uma “coleção solta de batedores de carteira, ladrões de corridas e pragas que estavam ganhando muito poder”. Eles se tornaram as gangues mais temidas e notórias do país, lideradas por Billy Kimber, um temível gângster, ex-Brummagem Boy, que se tornou o mafioso mais poderoso da Inglaterra. Aliás, ele está na primeira temporada da série.

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DETALHE: A série começa com o roubo de um carregamento de armas da fábrica BSA (Birmingham Small Arms, em Small Heath). O plano é revendê-lo para o Exército Republicano Irlandês, o IRA. Winston Churchill, então secretário de Estado, manda um investigador para Birmingham. Não se sabe ao certo se o roubo do armamento da BSA realmente ocorreu como é contado na série, mas Churchill teria mandando, sim, um investigador para Birmingham na época.

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Apesar de ser um tesouro da BBC, a série ficou meio que escondida no catálogo na Netflix, mas é muito, muito famosa na Inglaterra.

Há hoje inúmeros sites dedicados ao estilo de Tommy Shelby e sua turma. “Como se vestir como um Shelby”, “como conseguir o autêntico look Peaky Blinders”, “como fazer o corte de cabelo em casa”, “a história dos chapéus usados pelos Peaky Blinders” e por aí vai, sempre com serviços para você comprar online as peças necessárias para montar o look.

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Tem até lojas especializadas na época e que usam a série como marketing. E muitas marcas se beneficiam com essa procura, de Topman a Alexander McQueen. “Há um retorno às peças nostálgicas que emanam os arredores dos irmãos Shelby”, diz Gordon Richardson, diretor de design da Topman.

Fazia tempo que uma série não tinha tanta influência no universo masculino.

Enfim, por todos esses motivos, Peaky Blinders, se tornou a gangue mais cool que há, portanto, “by the order of the Peaky fucking Blinders”, ASSISTA!

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FONTE: The Sun / Radiotimes / Birmingham Mail / The Gardian / Netflix / Crédito: Uol (ffw.uol.com.br)

Livro: The Real Peaky Blinders de Carl Chinn (£ 12.95, Brewin Books) está disponível online e em boas livrarias.

 

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