Rede Dalben Supermercados inicia campanha contra fome em parceria com a FEAC e outras instituições da cidade.

A campanha vende cestas básicas a um preço especial com entrega direta para fundação

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 A partir desse mês de abril, a Rede Dalben Supermercados em parceria com a Fundação FEAC inicia a campanha Mobiliza Campinas contra a fome. O principal objetivo da campanha é incentivar a doação de cestas básicas para auxiliar pessoas e grupos em situação de vulnerabilidade social.

 

A FEAC de Campinas como entidade de assessoramento em assistência social, executa programas e projetos dirigidos à população em situação de vulnerabilidade e risco social e também no assessoramento para o fortalecimento dos movimentos sociais, grupos populares e de usuários, lideranças comunitárias e das organizações da sociedade civil.

Para angariar recursos para fundação e aumentar o número de doações, o Dalben está vendendo cestas básicas para pessoas físicas e jurídicas a um preço especial. Os clientes podem comprar qualquer quantidade que o supermercado realiza a montagem das cestas e toda logística de entrega diretamente para FEAC.

 Caso o cliente queira doar para outros projetos, o Dalben também está realizando entregas gratuitas nas compras acima de 30 unidades das cestas básicas para instituições localizadas em um raio de até 15km de suas lojas físicas.

A Rede Dalben também já doou cestas básicas para a campanha “Campinas Sem Fome”, onde toda arrecadação é destinada ao banco de alimentos de Campinas. Seguindo a iniciativa, outras empresas privadas também estão adquirindo as cestas do Dalben para doação. No dia 13 de abril, o prefeito Dário Saad e o subprefeito de Sousas, Pedro Oliveira, receberam simbolicamente do Agibank 500 cestas adquiridas na campanha “Time do Bem” do Dalben. Em seguida, a logística do Dalben entregou as doações no local de destino.

As doações são feitas de forma rápida e online. O cliente ou empresa se cadastra no site, seleciona a quantidade de cestas básicas e a entidade para doação. As formas de pagamento são diretamente por PIX ou depósito bancário e as doações podem ser feitas até dia 31/05.

 

Site para comprar e apoiar a causa: https://supermercadosdalben.com.br/timedobem

 

Sobre Supermercados Dalben:

A trajetória de sucesso da empresa de comércio varejista Supermercados Dalben teve início em meados de 1974, na cidade de Campinas, interior de São Paulo.

Hoje a rede conta com três lojas físicas e com duas expansões previstas na região, além de duas plantas de e-commerce. São mais de 1.300 colaboradores e 25.000 SKUs ativos.

Todas as nossas lojas são sempre equipadas e modernizadas para oferecer aos seus consumidores cada vez mais conforto e praticidade. Isto garante uma experiência de compra agradável para todos os nossos clientes, com um atendimento diferenciado e serviços inovadores. https://www.supermercadosdalben.com.br

Quais são seus escapes nesta pandemia? Coluna Psicologia por Letícia Kancelkis

Quais são seus escapes nesta pandemia? Coluna Psicologia por Letícia Kancelkis

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Leticia Kancelkis

Coluna Psicologia

Formada em Psicologia desde 1999, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica de referencial Psicanalítico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas). Autora dos livros: “O Sol Brilhará Amanhã: Anuário de uma mãe de UTI sustentada por Deus” e “Uma menina chamada Alegria”. Atua como Psicóloga Clínica, atendendo também por Skype. Contato: leticia.ka@hotmail.com

Fechamento das escolas Estaduais e Municipais em São Paulo - Coluna Pediatria por Dra. Carolian Calafiori de Campos

Um dos temas mais polêmicos relacionados a COVID-19 e as crianças está relacionado a reabertura e fechamento de escolas durante a pandemia .

O prejuízo causado pelo fechamento das escolas , para as crianças e suas famílias, é indiscutível: impactos cognitivos e pedagógicos , distúrbios da saúde mental como depressão e ansiedade, risco de violência, agravos nutricionais como a obesidade, maior tempo nas telas, necessidade de abandono do emprego pelos pais para cuidar das crianças; e esses impactos são maiores ainda em famílias de menor renda e mais expostas à vulnerabilidade social.

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Após um ano de pandemia podemos confirmar , pelas pesquisas e pela ciência, que as crianças e adolescentes apresentam quadros, em sua maioria, leves e ou assintomáticos, sendo que apenas 0,6% dos casos apresentam forma grave, como os descritos em crianças que apresentaram a síndrome inflamatória multissistêmica.

A ciência também comprovou que as crianças transmitem pouco a doença, e as escolas com as medida de proteção adequadas são um ambiente seguro para as crianças.

Pesquisas e dados atuais de 2021 mostram que a taxa de acometimento nas escolas foi 40 vezes menor que na população. Mas, devemos exigir medidas de proteção para todos.

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O retorno às aulas para crianças e adolescentes configura uma operação delicada que envolve PLANEJAMENTO com ênfase em questões de infraestrutura das escolas (inclusive de transporte público) , disponibilidade de materiais, capacitação e proteção dos recursos humanos dos estabelecimentos de ensino, instalações adequadas com banheiros, disponibilidades de pias, além da capacidade das salas de aula, medidas de distanciamento social, uso de máscara, e protocolos de higiene baseados em consensos rigorosos para funcionários, professores e alunos.

As estratégias a serem adotadas por estados e municípios devem buscar o equilíbrio a partir de dados disponíveis e o envolvimento de membros das secretarias de Saúde e de Educação de modo integrado, da comunidade médica e científica, da sociedade e seus representantes, no processo decisório para proteger a população, em especial as crianças e os adolescentes.

E qual é a situação atual do país? Hoje, 12/03/2021 é de uma SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA, o que significa que a pandemia está intensa e extremamente grave, com o sistema de saúde, tanto público como privado, sobrecarregado, e em alguns lugares já colapsado.

Com isso as escolas estaduais e municipais encontram-se mais uma vez fechadas, recebendo apenas alunos que precisam : filhos de profissionais essenciais, crianças com vulnerabilidade alimentar, crianças com dificuldade de acesso à tecnologia, alunos com saúde mental sob risco, e crianças que precisam de acolhimento e reforço.

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O Governo do Estado de São Paulo também recomenda que os recessos de abril e outubro sejam antecipados para o período de 15 a 28 de março , além da antecipação das férias escolares, assegurando a aula presencial em julho ( caso a situação de saúde permita).

A rede particular , poderá adotar outrs medidas, desde que respeite a determinação de não receber alunos presencialmente.

É evidente que as escolas que estavam abertas, não são as culpadas pelo aumento no número de casos e pelo caos se transformou nosso país, mas sim as aglomerações fora do ambiente escolar, como reuniões, festas, falta de políticas públicas acertivas e coerentes, e o relaxamento nas medidas de segurança pela a população, como deixar de usar máscara.

NESSE MOMENTO de EXTREMA gravidade , a recomendação, para quem pode , é ficar em casa. Mas em breve as aulas irão voltar... temos que ter paciência e seguir as recomendações , pois isso poderá acontecer outras vezes esse ano.

Dados : Sociedade Brasileira de Pediatria / Governo do Estado de São Paulo

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Carolina Calafiori de Campos

Coluna Pediatria

Dra Carolina Calafiori de Campos - CRM 146.649 RQE nº 73944 

Médica Formada pela Faculdade de Medicina de Taubaté, Especialização em Pediatria pelo Hospital da Puc Campinas, Especialização em Medicina Intensiva Pediátrica pelo Hospital da Puc Campinas, Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria - Contato: carolinacalafiori@hotmail.com  

Retomada das apresentações no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi está prevista para outubro

O decreto que autoriza a abertura com restrição de público e atendimento às normas sanitárias foi publicado pela Prefeitura de Campinas no Diário Oficial de hoje (quinta, 3 de setembro). A direção do teatro fará, este mês, a adequação do espaço e dos protocolos de segurança. A data não é definitiva, podendo ser adiantada ou postergada.

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A direção do Teatro Oficina do Estudante Iguatemi Campinas pretende retomar as apresentações dos espetáculos em outubro, considerando que necessitará de algumas semanas para adaptar o espaço às normas de segurança sanitária determinadas pelo decreto municipal publicado hoje (quinta, 3 de setembro), pela Prefeitura de Campinas, e organizar a programação.

O teatro, que funciona no 3º piso do Shopping Iguatemi está fechado desde março devido o distanciamento social imposto pela pandemia da Covid-19. A decisão foi tomada após decreto anunciado ontem, 2 de setembro, pelo prefeito Jonas Donizette. Publicado hoje no Diário Oficial, o texto autoriza a retomada de atividades culturais, como museus, cinemas e teatros, além de autorizar eventos, convenções e serviços de bufê adulto, desde que apenas com pessoas sentadas, a partir de amanhã (4).

No decorrer de setembro, o foco da direção do Teatro será de adequar o ambiente aos protocolos de segurança e reorganizar a programação dos espetáculos. A prioridade é atender às pessoas que compraram ingressos para os shows que aconteceriam antes da quarentena, ainda em março, mas precisaram ser adiados.

“Estamos felizes, pois essa reabertura é um alívio, um respiro. Foi muito difícil para todo mundo ficar fechado durante quase sete meses. Contamos com o apoio do público nessa volta ao teatro”, diz o diretor do Teatro Oficina do Estudante Iguatemi, Douglas Nascimento.

Exigências para a retomada

O decreto estabelece uma série de requisitos, como a obtenção do certificado de estabelecimento responsável (disponível no site da prefeitura), horário limite de funcionamento até as 22h, ocupação máxima limitada a 40% da capacidade, controle de acesso às instalações, assentos marcados e gerenciamento das ocupações e das filas, respeitando o distanciamento de 1,5m entre as pessoas. A realização de projeções, shows, eventos e espetáculos com público em pé continua proibida.

Quatro motivos que explicam a não eficácia da vacina da Rússia

Se existe um Santo Graal no mundo hoje, é uma vacina para o SARS-CoV-2, o vírus que causa o COVID-19. Bilhões estão sendo despejados em pesquisas de vacinas em todo o mundo, tanto por governos quanto pela indústria privada, na esperança de que tal vacina possa salvar vidas e estabilizar a economia global ao mesmo tempo. A partir de hoje, esse Santo Graal foi encontrado - ou, pelo menos, a Rússia afirma que sim.

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O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou que seu país aprovou a primeira vacina SARS-CoV-2 do mundo para uso generalizado. E o presidente espera que as vacinações comecem a grupos de pessoas de alto risco no país em outubro. No entanto, existem vários motivos pelos quais ninguém deve ficar animado com esta notícia.

Aqui está o porquê:

1- A vacina russa COVID-19 nunca passou por testes de fase 3.

Os testes de fase 3 são o estágio mais importante de teste para quaisquer medicamentos ou vacinas. Nesta fase, grandes grupos de pessoas (dezenas de milhares delas) recebem a vacina ou um placebo, e os grupos são observados por meses ou anos para determinar se é eficaz, perigoso ou ambos.

2- Putin precisa de uma vitória política agora.

O presidente russo viu seu índice de aprovação cair para níveis históricos no país. Ser o presidente do país que desenvolve a primeira vacina do mundo contra o flagelo da humanidade é uma ótima maneira de aumentar esses números. A vacina chegou a se chamar Sputnik-V, uma homenagem à corrida espacial dos anos 1950, que ajudou a impulsionar o patriotismo russo.

3- A Rússia não divulgou dados de segurança sobre a vacina.

De acordo com a CNN, a Rússia não divulgou nenhum dado científico sobre a segurança da vacina. Putin afirma que uma de suas filhas já tomou e “Agora ela se sente bem”. Mas as vacinas e outros medicamentos que não são devidamente testados podem ter efeitos adversos importantes para a saúde no futuro. É por isso que os testes de Fase 3 são tão cruciais - eles ajudam a estabelecer se uma vacina ou medicamento é seguro. Mesmo se funcionar, não há dados sobre sua eficácia.

4- Em termos de vacina, “eficácia” se refere a quão eficaz é uma vacina.

Por exemplo, uma taxa de eficácia de 98%, que a vacina contra o sarampo tinha, significava que 98 em cada 100 pessoas que a receberam estariam protegidas. Mas as vacinas costumam ter taxas de eficácia muito mais baixas.

Até mesmo o Dr. Antohy Fauci diz que a primeira vacina contra SARS-CoV-2 pode ter uma classificação de eficácia de cerca de 50% a 60%, o que significa que mesmo as vacinas da América atualmente em desenvolvimento seriam um cara-ou-coroa sobre se uma pessoa que a recebeu é realmente protegido. É verdade que a vacina da Rússia pode realmente proteger algumas pessoas do SARS-CoV-2. No entanto, não sabemos qual é a eficácia de sua vacina.

Um governo pode alegar que tem uma "vacina" mesmo que sua avaliação de eficácia seja de apenas 2% - mas não será de muita ajuda para proteger as pessoas se a avaliação de eficácia for tão baixa. Nos EUA, é provável que qualquer vacina contra SARS-CoV-2 que não tenha uma classificação de eficácia de pelo menos 50% não entre em produção.

Conclusão:

Dado que a Rússia divulgou poucos dados científicos sobre sua vacina - e pulou os testes de Fase 3 por completo - é altamente improvável que a vacina SARS-CoV-2 da Rússia ajude a proteger as pessoas em grande escala.

Pode até ser inseguro, já que foi lançado no mercado tão rapidamente. Mas não teremos certeza até que a Rússia libere mais informações sobre isso. Ainda assim, não tenha muitas esperanças.

Fonte: https://www.fastcompany.com/90538837/4-reasons-not-to-get-excited-about-russias-covid-19-vaccine

Pequenos e micro empresários de Campinas movimentam a economia no período de isolamento social usando vendas online e WhatsApp

Pesquisa da FGV em julho mostra que as pequenas empresas foram as mais impactadas com a pandemia. E pior, apenas 38,8% delas esperam a normalização da economia só em 2021. Sem acesso aos programas de crédito do governo, esses empreendedores se reinventaram. 70,9% passaram a empregar o WhatsApp para vender.

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Em Campinas muitos deles evitaram a falência e conseguiram aumentar a receita em 47%. Para atender a demanda desses cenários, o escritor Conrado Adolpho, especialista em alavancagem rápida de micro e pequenas empresas na Internet, transforma o livro best-seller mais estudado nas universidades Mackenzie, USP, ESPM em cursos e lives para auxiliar o empreendedor regional de Campinas

As pequenas empresas são responsáveis por 54% dos empregos com carteira assinada e respondem por 27%, ou seja, 1/3 do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional.

Pela pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas - Ibre/ FGV, em junho, o índice de confiança dos pequenos empresários marcou 58 pontos, enquanto a dos grandes estavam em 80,6 pontos. Além disso, as pequenas registraram uma queda de 69,5 pontos no período e recuperaram 37,3 pontos.

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O levantamento realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) entre 25 e 30 de junho, também não é muito diferente.  O estudo mostrou que as 99,8 pequenas empresas com 49 funcionários foram as que mais tiveram vendas impactadas durante a pandemia.  A perda média de faturamento para esses empresários caiu de 70% para 51% com relação à primeira semana de abril deste ano.

O setor de serviços, que corresponde a 74,4% foi o que registrou maior percentual de empresas afetadas negativamente. Na indústria esse índice chegou a 72,9%; na construção civil 72,6%, mas foi o comércio com 65,3% que está resistente à crise. O pequeno empresário foi o mais prejudicado na pandemia por ter menos acesso aos programas de crédito do governo. A pesquisa mostrou, também, que das empresas que tentaram algum tipo de crédito, mas não conseguiram, 64,4% delas são de pequeno porte, 30,5% estão no grupo das companhias de médio porte e apenas 5,1% são de grande porte.

Em contrapartida, por meio das notas fiscais eletrônicas, a Receita Federal registrou que o mês de junho tem o maior volume de vendas do anoR$ 24 bilhões por dia.  O isolamento social, durante a pandemia da Covid-19, também disparou as vendas pelo comércio eletrônico. No mês de passado, o crescimento das notas fiscais referentes a vendas pela internet chegou a 73% em relação ao mesmo mês do ano passado, e a média diária chegou a R$ 670 milhões.

A região de Campinas está em segundo lugar no Estado, no que diz respeito a venda pela internet, com um faturamento de R$ 414,8 milhões. 70,9% empregam o WhatsApp, 64,6% usam o Facebook, 55,7% empregam o Instagram e 26,6% usam o próprio site e-commerce e, mesmo com a crise, alguns dos pequenos empresários da região registaram aumento de até 50% na receita.

Para orientar o pequeno e médio empreendedor que ainda não opera na web, o autor do best-seller mais lido na área do marketing digital nas universidades Mackenzie, USP e ESPM, Conrado Adolpho, está realizando lives todas as terças-feiras às19h no canal do YouTube para ensinar tudo o que os pequenos e micro empresário precisam saber sobre planejamento estratégico e a valorização de produto, além de deixar a empresa relevante na internet. Além de escritor, Conrado preside a 8Ps, uma Escola de Negócios de Campinas voltada para ensinar donos de pequenas empresas, profissionais liberais, de marketing e vendas a escalarem os businesses por meio da internet. A Instituição que tem atraído os olhares de empresários de várias partes da América Latina.

E o motivo ele explica: "Em média, as pessoas passam 4 horas e 59 minutos acessando a internet contra 4 horas e 31 minutos assistindo televisão. Diante desse número fica claro que os empresários devem ter a sua presença na rede online para aproveitar todas as oportunidades de vendas que ela oferece”, comenta o especialista em marketing ao informar que, apesar desse índice, nem todos os empresários sabem utilizar a internet para vender e valorizar os seus produtos e criar relacionamento com o público-alvo.

Ao finalizar, Conrado Adolpho enfatizou que o empresário que não estiver atento às mudanças sobre como as pequenas empresas estão fazendo negócios na economia atual verá o próprio negócio definhar em menos de 1 ano. “A maior plataforma global de vendas do mundo para os pequenos e médios negócios é o WhatsApp, mercado de 195 milhões de brasileiros que está presente em 94% dos celulares e que representa, somente no Brasil, uma oportunidade de R$ 600 bilhões desse nicho de mercado”, concluiu.

 

Serviço: 

Curso gratuito:

Data: Todas as terças-feiras, às19h, no canal do YouTube

https://www.youtube.com/user/ConradoAdolpho

 Próximos eventos online:

Masterclass

Data: 08/08/2020

Conteúdo: Táticas mais eficazes para fazer dinheiro rápido sem precisar de novos clientes e alavancar os negócios.

Próxima Imersão

Data: 24, 25, 26 e 27/09

Duração: 42 horas de imersão online

Horário: 9h00 às 22h00

Conteúdo: Treinamento intensivo de marketing digital 3 dias

Inscrição: https://8ps.com/#querosabermais

 

Sobre Conrado Adolpho:  Empresário dos setores de educação, marketing e tecnologia há 24 anos; autor do livro ‘’Os 8Ps do Marketing Digital’’- best-seller em marketing - sendo utilizado como material base em diversas faculdades de negócios como Mackenzie, USP, ESPM, dentre outras.

É mentor de negócios, tendo mentorado mais de 500 empresários nos últimos 5 anos, ajudando-os a tornar seus modelos de negócios muito mais lucrativos e escaláveis.

Criador do Método 8Ps, um dos métodos de marketing mais reconhecidos do país. É treinador e criador do maior treinamento de negócios do país para donos de pequenas empresas - a Imersão 8Ps.

Produtores de conteúdo de viagem se unem para lançar e-book com o propósito de apoiar pessoas em situação de vulnerabilidade e fomentar o turismo por todo Brasil

Ação 100% solidária e voluntária, e sem patrocinador, pretende apoiar vulneráveis e ainda inspirar brasileiros a se (re)conectarem com o país por meio de destinos afetivos, fomentando o turismo nacional, drasticamente impactado com a pandemia, quando da reabertura

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Setenta produtores de conteúdo uniram forças e escreveram sobre 135 destinos, em 340 páginas, com mais de 200 fotos, com dois únicos propósitos: ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade e fomentar o turismo nacional, drasticamente impactado pela pandemia do novo coronavírus. 

Assim nasceu o “Lugares Apaixonantes pelo Brasil”, um e-book inspirado em uma experiência de sucesso na Itália, onde um grande grupo de blogueiros de viagem criou um guia de seu país para ajudar a arrecadar fundos para o combate à Covid-19.

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A exemplo da experiência italiana, o objetivo é inspirar brasileiros a se (re)conectarem com nosso país por meio de destinos afetivos. A ação é uma iniciativa totalmente solidária, voluntária e, propositalmente sem patrocinadores, para que toda renda arrecadada seja distribuída integralmente a projetos sociais ligados ou não ao setor turístico. 

O e-book brasileiro começou a ser gestado quando Deb Waldmann, produtora de conteúdo brasileira que mora na Itália e assina o Segredos da Itália, conheceu e se encantou pela iniciativa dos colegas italianos. Ela não pensou duas vezes e fez um convite aberto a todos os companheiros brasileiros que quisessem cooperar. “Fui chamando blogueiros amigos, e os amigos chamaram seus amigos, que de imediato se prontificaram a participar e ajudar os destinos que amam, chegando, assim, ao grupo atual”, relata.

Há contribuições inclusive, de produtores de conteúdo brasileiros que, hoje vivem em outros países, como Itália, Austrália e Portugal, trabalhando em fusos-horários diversos, mas que fizeram questão de se engajar em um trabalho tão afetivo e empático.

Nesse contexto, o leitor encontrará inspiração para fazer viagens fora do comum, incluindo todos os estados brasileiros e o Distrito Federal, seja no interior ou em lugares menos óbvios nas grandes cidades, a exemplo de Presidente Figueiredo (Amazonas), Cabaceiras (Paraíba), Baturité e Ibiapaba (Ceará), Pedra Azul (Espírito Santo), Amajari e Vale do Arabobo (Roraima), entre outros. Conhecerá, também, um pouco sobre a hospitalidade da gente que habita o nosso país. 

Juntos todos são mais fortes!

Assim como a produção do conteúdo do e-book, a coordenação e edição do trabalho também foi 100% voluntária e colaborativa.  Em um fórum virtual no Facebook, o projeto foi ganhando corpo e ideias. “Ali, decidimos, em conjunto, a linha editorial, os destinos que seriam cobertos por cada um e, através de votação, escolhemos quem seria contemplado com os recursos oriundos da venda do livro”, conta Deb.

A partir daí, com mais de uma centena de textos e cerca de 200 fotos nas mãos, o material foi organizado e revisado, até se tornar um grande documento, recheado de dicas de quem viaja de forma profissional. 

O projeto gráfico e editorial teve a colaboração voluntária de Patricia Papp (Viajo com Filhos), que além de blogueira é uma experiente editora (Editora Pulp); enquanto a relação com as instituições escolhidas para receber os recursos, assim como a implementação do sistema de doações, ficou a cargo de Lucila Runnacles (Viagem Cult).

Já a estratégia de comunicação e a confecção do material de divulgação leva a assinatura de Gardenia Rogatto (Não Pira, Desopila), Mirella Matthiesen (Viajoteca e Mikix), Anchieta Dantas Jr. (Blog Andarilho), Guta Cunha (Vambora!) e Marcella Pacca (Segredos de Viagem). A esse time, juntou-se ainda Juliana Simões (Mais Um Pra Conta) e Ana Duék (Viajar Verde) na edição do vídeo de divulgação da iniciativa.

Ter a chance de participar de um projeto afetivo em benefício do Turismo e das pessoas em situação de vulnerabilidade, não tem preço. Ver a dedicação e o carinho de cada um dos produtores de conteúdo a esta ação 100% voluntária e solidária me faz acreditar ainda mais no próximo e mostrar que juntos somos mais fortes. Que consigamos levar felicidade e alento a quem precisa de doses de amor neste momento tão difícil!”, espera Gardênia Rogatto.

Além do que, emenda Guta Cunha, “depois que tudo isso passar vamos querer viajar novamente, então não podemos deixar de ajudar quem precisa agora! O e-book foi uma forma de nós, blogueiros de viagem, colaborarmos tanto para essas pessoas sobreviverem nesses tempos de incerteza, como para ajudar e incentivar o turismo nacional, quando for seguro novamente viajar”.

Ainda mais viajar por um país tão rico em beleza, cultura e calor humano”, frisa Mirella Matthiesen. “Tive o privilégio de conhecer muitos lugares do mundo - já foram mais de 55 países, mas a cada viagem pelo Brasil, me impressiono, especialmente com os lugares ainda pouco explorados e com tanto potencial. Talvez a distância física me tenha trazido mais perto do projeto, pois mesmo morando na Austrália, me importo demais com nosso país”, afirma.

Doações, instituições e projetos contemplados

O e-book Lugares Apaixonantes pelo Brasil será distribuído como recompensa para quem fizer uma doação para a iniciativa. Qualquer valor a partir de R$ 10 será muito bem-vindo.

Dividimos as doações em lotes de R$ 10 mil para que possamos apoiar causas diversas. A escolha das instituições foi feita por meio de votação entre os produtores de conteúdo de forma espontânea e democrática, a exemplo de todas as ações e medidas tomadas para que chegássemos até aqui.

O primeiro lote de contribuições arrecadadas será destinado integralmente a operadora Vivejar, empresa social que estimula o turismo responsável e sustentável. A instituição atua em vários projetos junto a comunidades que vivem do turismo em todas as regiões brasileiras.  

A Vivejar foi a mais votada entre os produtores de conteúdo participantes por ser reconhecida pelo seu trabalho de turismo sustentável, além da atuação abrangente em todo o território nacional. 

A operadora destinará as doações oriundas do e-book inicialmente a dois projetos que atendem seis comunidades que trabalham com turismo comunitário na Amazônia e no Rio de Janeiro. Tais comunidades perderam quase toda sua renda vinda do turismo.

O projeto Favela Orgânica, por exemplo, ajuda moradores das comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira, no Rio de Janeiro; enquanto o Turiarte trabalha com artesãs locais em Santarém, no Pará. 

Com o dinheiro arrecadado, a Vivejar distribuirá máscaras e álcool em gel para quatro comunidades da Amazônia, a fim de que os moradores possam se proteger durante a pandemia. Como esses lugares são remotos e de difícil acesso, muitas vezes ajudas básicas não chegam. 

As outras duas comunidades que serão ajudadas no Rio de Janeiro receberão a doação de marmitas e sucos para as famílias que perderam sua renda do dia para a noite por conta da pandemia.

Vale destacar que, caso o montante das doações ultrapasse a projeção inicial de R$ 10 mil, referente ao primeiro lote, outras instituições serão contempladas, como a Mães da Favela, a segunda mais votada, e assim por diante. Ou seja, quanto mais doações, mais lugares e pessoas serão beneficiados.

E embora o projeto tenha sido feito de cidadãos para cidadãos, sem qualquer patrocínio, mesmo assim a contribuição de empresas será bem-vinda. “Toda ajuda é valiosa. Caso uma empresa queira contribuir em espécie ou fazendo a aquisição de vários guias para um número maior de pessoas, esse dinheiro ajudará a aumentar os recursos arrecadados e será, da mesma forma, integralmente repassado para as comunidades, ajudando, por sua vez, mais gente”, destaca.

Turismo de proximidade

Além da ajuda financeira, reforça Deb, não se pode esquecer o benefício qualitativo que o Lugares Apaixonantes Pelo Brasil proporcionará: inspirar os brasileiros a privilegiarem o turismo de proximidade, assim como os pequenos negócios, quando a pandemia acabar. Ou seja, a prestigiar destinos nacionais e, principalmente, os menos conhecidos. 

Quando pudermos voltar a viajar, provavelmente, muitos países ainda não aceitarão visitantes provenientes do Brasil. Dessa forma, o turismo nacional deverá ser mais valorizado. Ao mesmo tempo, certamente, serão adotadas medidas restritivas de distância entre visitantes, como acontece, por exemplo, na Europa. Por isso, quanto mais lugares diferentes formos, melhor será para todos”, conclui.

Serviço

Lugares Apaixonantes pelo Brasil

Onde acessar: por meio do link https://combatecovid.org/guiasolidario 

Como contribuir: o e-book será distribuído como recompensa para quem fizer uma doação a partir de R$ 10 para a iniciativa, valor mínimo para cobrir os custos da plataforma. Qualquer valor acima disso será muito bem-vindo.

Solicitação de entrevistas: Deb Waldmann (deb@segredosdaitalia.com.br), Gardênia Rogatto (gardenia.rogatto@naopiradesopila.com) e Anchieta Dantas Jr. (contato@blogandarilho.com.br).



Produtores de conteúdo participantes do projeto




360meridianos

3em3 

A Janela Laranja

Ares do Mundo

Até onde eu puder ir

Blog Andarilho

Canal Londres

Casal a Bordo

Classe Turista

Consulta Sentimental

Dani Turismo

Despachadas

Destinos Imperdíveis

Dona Viagem

Eduardo e Mônica

Ela que Ama Viajar

Elas Viajando

Esse Mundo é Nosso

Eu sou de Rondônia

Expressinha

Guia&turismo

Ideias na Mala

Inda Vou Lá

Jô Viajou

Le Touriste

Let's Fly Away

Loucos por Viagem

Love and Travel

Mais Uma Pra Conta

Mala de Aventuras

Mikix

Mineirinha n'Alemanha

Monday Feelings

Mulheres Viajantes

Não Pira, Desopila

Negra em Movimento

O Diário de Uma Viajante

Qualquer Latitude

Quase Nômade

Segredos da Itália 

Segredos de Londres

Segredos de Viagem

Sete Mil Km

Sou+Carioca

Tá indo pra onde?

Territórios

Trilhas e Cantos

Tripping Unicorn

Um Olhar Novo

Vambora!

Vaneza com Z

Viagem Cult

Viagem em Detalhes

Viajando com Livia

Viajar e Brincar

Viajar Verde

Viajo Com Filhos

Viajoteca

Vida Sem Paredes

Vontade de Viajar

Como ajudar crianças e adolescentes na quarentena - Coluna Pediatria por Dra. Carolina Calafiori de Campos

Desde o início da quarentena, tanto nós adultos como as crianças, fomos submetidos a mudanças bruscas e importantes em nossas rotinas. 

Se essa mudança causou um forte impacto emocional em nós, imaginem em nossos pequenos? 

Subitamente foi " retirado" das crianças as atividades nas escolas, o convívio com amigos, professores e familiares, as terapias, a prática de esportes e o lazer. Além disso, a grande maioria dos pais estão diante do enorme desafio de trabalhar em home office, além de cuidar da casa, manejar as tarefas escolares e aulas online dentro de um contexto de incertezas econômicas, sociais e psíquicas inéditas. 

A situação atual repercute ainda mais nas crianças com problemas do desenvolvimento, por exemplo, aquelas com transtorno do espectro autista (TEA) ou transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH).

Com base na Nota de alerta, da Sociedade Brasileira de Pediatria, publicada em 19 de junho de 2020,  hoje falaremos sobre algumas dicas de como enfrentar esse momento crítico com as crianças.

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 1-      Como distrair meu filho(a) em casa e ajudá-lo(a) a passar o tempo? Uma das vantagens da quarentena é a possibilidade de um maior contato familiar; para isso precisamos realizar atividades que conciliem o tempo e as necessidades da criança. As brincadeiras estimulam a curiosidade e a criatividade das crianças, desde um simples quebra-cabeça ou desenhos livres até um jogo de “esconde-esconde” ou atividades manuais.

Da mesma maneira que as atividades lúdicas com os pais em casa, é importante tentar procurar oportunidades para interagir com outras crianças, principalmente as que fazem parte da rotina delas, seja por meio de vídeos, ligações ou jogos online.

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Uma estratégia interessante em momentos de crise, quando a maioria das pessoas sente que as soluções estão fora do seu controle, é oferecer escolhas que visam a aumentar o sentimento de autonomia e motivação. Algumas opções são escolher uma nova rota de caminhada segura, um jogo ou um programa de TV para ser assistido em família, ou leitura conjunta de história e livros apropriados.

 2-   Devo criar novas regras e/ou limites dentro de casa? Uma das regras de ouro da educação infantil é cultivar um ambiente onde haja regras claras e constantes. Porém, nas circunstâncias atuais, a criança deve aprender a conviver com mudanças na sua rotina. Um dica : utilize fotos, desenhos ou imagens que demonstrem objetivos a serem atingidos ou mostrem as atividades daquele dia, por exemplo fotos mostrando a escova de dente, uma criança tomando banho, uma família durante uma refeição, e assim por diante. Além de estimular a criança, não podemos nos esquecer de parabenizar a cada realização bem sucedida, caracterizando um reforço positivo.

Cuidado especial com a tendência ao abuso de telas na quarentena. Você deve planejar previamente o tempo de tela na programação diária. Uma dica é  planejar o tempo de tela antes das atividades preferidas, pois desligar os dispositivos antes de um lanche será mais fácil do que antes de fazer a lição de casa.

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3-  O que fazer quando meu filho(a) não quiser mais ficar em casa? É claro que em muitas situações em que a criança se mostrará descontente com o ambiente domiciliar, podendo até apresentar alterações do comportamento. Diante dessa situação, minha dica é aguardar horários mais tranquilos, com pouco movimento na rua , para sair ao ar livre, caminhar e distrair-se, porém, nunca se esquecendo das normas de segurança, como uso de máscara para crianças maiores de dois anos, e medidas de higiene e distanciamento social.

 4-   O que fazer para não prejudicar os ganhos que meu filho(a) teve nas terapias até o momento? Apesar de ser impossível manter a terapia ocupacional, fonoterapia, psicoterapia, entre outras, com a mesma intensidade, é importante que tanto a criança , como os pais permaneçam em contato com o terapeuta, a fim de que estes possam auxiliar com dicas de tarefas domiciliares e até mesmo sessões online. É fundamental lembrar que não devemos esperar respostas imediatas com a mudança das rotinas e que por muitas vezes , algumas crianças apresentarão períodos de regressão do desenvolvimento ou recrudescimento de sintomas que já estavam superados ou bem reduzidos.

 5-  Como devo proceder em casos de urgência ou dúvidas em relação às medicações? Caso ocorra alguma urgência/emergência de saúde, tente contato com seu médico assistente; do contrário, procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS), Unidade de Pronto- -Atendimento (UPA) ou o hospital mais próximo. Não tome decisões isoladas sobre os medicamentos, como alterar ou suspender doses.

 6- Mudanças comportamentais poderão acontecer nesse período? Como proceder? As crianças com TEA costumam ter dificuldades em expressar verbalmente sentimentos tais como medo, ansiedade, desconforto com a mudança de rotina, e em compreender o motivo do confinamento. Assim, os pais devem estar atentos a mudanças do comportamento ou intensificação de disfunções preexistentes, tais como: – mudanças no padrão de sono e consequente piora do comportamento durante o dia, – alteração no apetite, – irritabilidade e/ ou aumento da agitação, – aumento de comportamentos repetitivos, – preocupação excessiva ou ruminação. Se essas alterações forem observadas, os pais devem entrar em contato com o médico de referência para que uma intervenção apropriada seja aplicada, podendo incluir também ajustes na medicação.

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7-  Como manter-se bem emocionalmente para cuidar das crianças, que nesse momento precisam tanto desse apoio? Uma sugestão é não se sentir culpado(a), acolher o seu sentimento e conscientizar-se de que está tentando fazer o melhor possível. Uma sugestão prática é descartar as preocupações “desnecessárias”, como: O que vai acontecer com o ano letivo? Quanto tempo a quarentena vai durar? Quais serão os efeitos da quarentena no meu futuro? Essas dúvidas serão esclarecidas no devido tempo, portanto ficaremos mais leves se conseguirmos adiá-las.

Compartilhe suas dúvidas e apreensões com a sua rede de apoio que pode ser constituída por profissionais que cuidam dos seus filhos, familiares e outras pessoas que possam estar vivenciando a mesma angústia. Pode ser muito útil eleger alguém com quem se possa conversar francamente sobre os medos e incertezas momentâneos.É tempo de solidariedade. Cuide-se para poder cuidar! Isso inclui boa alimentação, atividade física e uma rotina que permita alguns momentos de prazer como uma leitura, a prática de um hobby, meditação ou um trabalho manual.

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Para finalizar ,se o seu filho já falar, estimule-o a expressar como se sente e pergunte sobre as preocupações dele, e procure tranquilizá-lo. Se o seu filho ainda não tiver habilidades verbais, dê atenção especial aos gestos e às variações do comportamento, que podem denunciar o grau de desconforto. Muitas crianças não verbais são capazes de entender explicações simples sobre o que está acontecendo à sua volta.

Esse período é delicado sim, e precisamos aprender sobre a resiliência, que é a capacidade de recuperar-se de situações de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista, com metas claras e a certeza de que tudo passa... E isso vai passar .

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Carolina Calafiori de Campos

Coluna Pediatria

Dra Carolina Calafiori de Campos - CRM 146.649 RQE nº 73944 

Médica Formada pela Faculdade de Medicina de Taubaté, Especialização em Pediatria pelo Hospital da Puc Campinas, Especialização em Medicina Intensiva Pediátrica pelo Hospital da Puc Campinas, Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria - Contato: carolinacalafiori@hotmail.com  

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