Quando um dente se vai, o corpo inteiro sente - Coluna Saúde Bucal por Dra. Marcela Santi

O equilíbrio é o segredo para uma vida saudável!

Imagine uma engrenagem precisa: cada peça encaixa perfeitamente na outra, e o sistema inteiro funciona em equilíbrio. Na odontologia, essa imagem não é metáfora — é anatomia e fisiologia.

Cada dente tem uma função dentro de um sistema extremamente preciso.

Ele participa da mastigação, distribui forças, estabiliza contatos e ajuda a manter o equilíbrio muscular.

Cada dente exerce um papel específico na quebra dos alimentos e na transmissão das forças mastigatórias para o sistema estomatognático como um todo.Os incisivos cortam, os caninos perfuram e rasgam, os pré-molares e molares trituram.

Mas quando um dente é perdido, esse sistema se desorganiza.

O efeito cascata da ausência dentária

A perda de um único dente pode parecer um problema localizado. Porém, o que a clínica mostra é o oposto: o corpo inteiro sente as adaptações impostas por essa ausência.

O paciente começa a mastigar mais de um lado. Instintivamente, desvia a função para o lado onde a mordida ainda está completa. É uma adaptação natural, mas que gera consequências em cadeia.

A musculatura passa a compensar. O masseter de um lado trabalha em sobrecarga, enquanto o outro lado reduz sua atividade. O músculo temporal, os pterigoides — toda a musculatura envolvida na mastigação começa a operar de forma assimétrica.



A articulação temporomandibular recebe cargas diferentes. O disco articular, os ligamentos e a própria cápsula da ATM passam a suportar forças para as quais não foram projetados. O resultado? Com o tempo, podem surgir estalos, dores, limitação de abertura e até cefaleias tensionais.

Na prática clínica, vejo com frequência pacientes que chegam incomodados apenas com a ausência dentária… mas já apresentam sinais funcionais importantes.

Muitos não relacionam a dor de cabeça ao dente perdido há anos. Não associam o desconforto na nuca ou na cervical à assimetria mastigatória. E, no entanto, o exame clínico revela: há uma sobrecarga evidente, um desequilíbrio que começou na perda de um único elemento dental. 

O espaço vazio que vai além do visível

Perder um dente não cria só um espaço. Cria um desequilíbrio.

Os dentes vizinhos começam a inclinar-se em direção à falha. O antagonista começa a extruir. A oclusão se altera.

A gengiva ao redor do espaço vazio pode inflamar com mais frequência, formando verdadeiras bolsas periodontais. O contato proximal se perde, abrindo caminho para impacção alimentar e cáries.

O osso alveolar do local começa a reabsorver — progressivamente, de forma silenciosa e irreversível. Quanto mais tempo o espaço permanece vazio, mais o tecido ósseo se perde, e mais complexa se torna a reabilitação futura.

Tudo isso porque um sistema que era preciso perdeu uma peça.


A reabilitação como reequilíbrio

Quando um paciente nos procura, o objetivo não é apenas fechar um espaço — é restaurar a função, reequilibrar as forças, devolver ao sistema estomatognático a harmonia que ele perdeu.

A implantodontia e a periodontia trabalham juntas nesse sentido: não apenas repor o dente, mas recriar as condições para que o sistema volte a funcionar de forma integrada.

O implante correto, bem posicionado, com uma coroa que respeite a oclusão do paciente, a guia canina, os contatos em máxima intercuspidação habitual. A reabilitação baseada em evidência, que considera não apenas o dente, mas o paciente como um todo.


O que levar para casa

O corpo humano é um sistema integrado. O que acontece na boca não fica na boca. Perder um dente é perder o equilíbrio de um mecanismo preciso — e o corpo inteiro sente quando uma peça essencial se vai.

Cuidar da reposição dentária não é estética. É função, é saúde, é qualidade de vida.

Se você perdeu um dente — mesmo que não sinta dor — seu corpo já pode estar se adaptando de forma assimétrica. Uma avaliação com um especialista pode identificar sinais precoces e evitar que o desequilíbrio se consolide.

Na INTÉGRA Odontologia, olhamos para o dente que falta e para o sistema que ele sustenta.

Dra. Marcela Santi

Coluna Saúde Bucal

Dentista formada na Universidade Estadual - UNESP , especialização em Ortodontia na São Leopoldo Mandic, Invisalign Top Doctor, Habilitação em Laser na USP, Residência em Toxina Botulínica, Sócia- fundadora da ABRAHOF. Contatos: marcelasanti@yahoo.com
falecom@integraodontosaude.com.br (19) 97102-2209 / (19) 3254-0862 Instagram: @marcelasanti @integraodontosaude

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Ressuscitar mamutes, Silvana Tavano e Filme: Michael Jackson

Dica de livro: Ressuscitar mamutes, Silvana Tavano

Dica de filme: Michael Jackson

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Mother Mary

Mother Mary

Confesso que havia assistido ao trailer e achado chato e confuso. Como não teve mais nenhuma estreia mais interessante pra mim (não animei em ir ver “The Mandalorian and Grogu”, que também estreou esta semana), resolvi arriscar, por respeito à Anne Hathaway. rs

Mother Mary (Anne Hathaway) é uma cantora mundialmente famosa que volta a se encontrar com Sam Anselm (Michaela Coel), a estilista responsável pela sua imagem pública, com quem não se cruza há dez anos. À medida que as duas mulheres se reaproximam, são levadas a reavaliar a relação que as une, marcada pela admiração mútua, mas também pelo ressentimento e pela dependência emocional. Tudo isto reabre feridas do passado que nunca sararam por completo.

Minha intuição não me engana. O filme não chega a ser chato, apesar de uns diálogos meio longos, mas é um pouco confuso (sem dar spoiler). Até a metade, estava tranquilo e até interessante. Mas depois, acontecem algumas coisas que, pra mim, estragaram o filme. Não curti!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


52 Happy Meeting no Seo Rosa, edição do meu niver de 52 anos!

52 Happy Meeting no Seo Rosa, edição do meu niver de 52 anos! Nem preciso dizer o quão bacana foi né?


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Obsession (título no Brasil: “Obsessão”)

Obsession (título no Brasil: “Obsessão”)

Quando vi da estreia deste filme, não me lembrava de ter assistido ao trailer. Vi que tinha uma muito boa nota no IMDb, o que me fez ficar bastante interessado. Li, por cima, a sinopse e lá fui conferir.

Bear trabalha numa loja de música ao lado de Nikki, por quem há muito está apaixonado. Inseguro e com muitas dificuldades de confessar o que sente, adquire, numa loja de produtos esotéricos, um objeto designado “One Wish Willow”, um artefato que promete conceder um desejo a quem o possuir. É assim que, desesperado, Bear pede que Nikki o comece a amar mais do que a qualquer outra pessoa no mundo.

Contra todas as probabilidades, o efeito é imediato. Mas não tarda a se revelar muito perigoso e completamente desajustado: o amor dela se transforma numa obsessão e dependência extremas. E, quanto mais ele tenta se libertar e se manter à distância, mais possessiva e agressiva ela se torna.

Quando o filme começou, lembrei que tinha visto o trailer mas nem me lembrava mais rs. O enredo é muito interessante e diferente. Bem feito, mas algumas cenas achei um pouco escuras (o que provavelmente foi proposital para nos deixar angustiados). Um bom filme de “terror” (mais psicológico, eu diria). Quem gosta do gênero, deve gostar como eu gostei.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Seu treino está pesado demais ou leve demais? Descubra o ponto ideal

Em meio à busca por desempenho, emagrecimento ou definição muscular, muita gente ainda associa intensidade apenas a "treinar pesado" ou sair exausto da academia

Controlar a intensidade do treino pode parecer um detalhe técnico mas, na prática, é um dos fatores que mais determinam se o esforço vai gerar resultado ou frustração. Em meio à busca por desempenho, emagrecimento ou definição muscular, muita gente ainda associa intensidade apenas a “treinar pesado” ou sair exausto da academia. A realidade, porém, é mais estratégica do que isso.

 

A intensidade é, essencialmente, o nível de esforço aplicado em um exercício, e pode ser medida de diferentes formas, como carga na musculação ou frequência cardíaca em atividades aeróbicas. Mais do que um número, ela define o estímulo que o corpo recebe e, consequentemente, como ele vai responder. “A intensidade é uma das variáveis mais importantes para o controle e a evolução dos resultados no treino”, explica Cacá Ferreira, gerente técnico da Cia Athletica.

 O problema é que, na prática, esse controle costuma falhar. Um dos erros mais comuns é treinar sempre abaixo da capacidade real. Na musculação, por exemplo, séries com 8 a 12 repetições só são efetivas quando realmente levam o músculo próximo da fadiga, caso contrário, o estímulo é insuficiente para gerar adaptação.

 “Se a pessoa consegue ir muito além do número de repetições proposto, é sinal de que a intensidade está baixa, e isso compromete diretamente os resultados”, explica o especialista da Cia Athletica.

 No outro extremo, também há risco. Intensidade alta demais, sem controle ou recuperação adequada, pode levar ao excesso de treino, queda de performance e até lesões. Estudos mostram que manter o esforço sempre elevado aumenta o risco de fadiga acumulada, enquanto treinos bem dosados melhoram a eficiência e a evolução física.

 “Não é sobre treinar mais forte o tempo todo, mas sobre treinar na intensidade certa para cada momento e objetivo”, reforça Cacá.

 Esse equilíbrio fica ainda mais evidente quando se considera que intensidade não é fixa, ela deve variar de acordo com o perfil, o nível de condicionamento e até a idade. Em pessoas mais velhas, por exemplo, o mesmo parâmetro de esforço pode representar cargas completamente diferentes para o organismo, exigindo ainda mais atenção na prescrição.

 Outro ponto pouco explorado é que intensidade não significa apenas monitorar a carga ou velocidade. A percepção de esforço, a respiração e até a capacidade de falar durante o exercício são indicadores relevantes para ajustar o treino na prática. Isso torna o processo mais acessível, e menos dependente de tecnologia, desde que haja consciência corporal e orientação adequada.

 No fim das contas, controlar a intensidade é o que transforma um treino comum em um treino eficiente. “Mais do que intensidade máxima, o que gera resultado é intensidade adequada, aplicada com consistência, propósito e progressão. É esse equilíbrio que sustenta não só a performance, mas também a saúde a longo prazo”, finaliza o profissional da Cia Athletica.

 

Com tema inspirado no futebol, Festival Brasil Sabor da Abrasel começa nesta quinta (14) de maio e vai até 14 de junho

Evento gastronômico chega à 20ª edição nacional; na regional Campinas, serão 23 restaurantes de sete cidades neste ano

Com o tema “A Seleção da Cozinha Brasileira”, em uma proposta que dialoga com o clima de grandes competições esportivas e posiciona a gastronomia como expressão de identidade e orgulho cultural, tem início no próximo dia 14 de maio (quinta-feira), a 20ª edição nacional do festival Brasil Sabor. O evento gastronômico promovido pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) vai até o dia 14 de junho, com valores entre R$ 49,90 e R$ 89,90. Na área da Abrasel RMC, a edição de 2026 vai reunir 23 bares e restaurantes de sete cidades: Campinas, Americana, Araras, Holambra, Jundiaí, São Pedro e Valinhos.

 

O festival busca reunir restaurantes de diferentes cidades em uma vitrine de sabores, na qual cada participante assume o papel de representante de sua localidade. Ingredientes típicos, técnicas regionais e releituras contemporâneas ganham destaque em uma construção coletiva que valoriza a cozinha brasileira.

 

“O Brasil Sabor tem um papel relevante para movimentar as economias locais. Ao valorizar a gastronomia regional, o festival estimula a circulação de pessoas, gera oportunidades para diferentes elos da cadeia produtiva e contribui para o desenvolvimento do setor de forma ampla”, afirma André Mandetta, presidente regional da Abrasel RMC.

 

Mandetta ressalta que o Brasil Sabor, um evento já consolidade na região de Campinas, tem como função, além de movimentar o cenário gastronômico e a economia de cada cidade, visa também estimular os chefs a criarem pratos dentro da proposta apresentada.  “Para os proprietários de bares e restaurantes, o festival é uma oportunidade de ampliar a visibilidade dos negócios, atrair novos públicos e fortalecer o relacionamento com os clientes. Além disso, o evento estimula a inovação nos cardápios e contribui para posicionar os estabelecimentos de forma mais competitiva no mercado”, acrescenta Mandetta.

 

Concurso

Como nos anos anteriores, o festival Brasil Sabor também vai eleger os melhores pratos. Na primeira etapa, os cardápios serão avaliados por um júri técnico, que vai avaliar de forma aprofundada a qualidade gastronômica, técnica e conceitual da receita. Um corpo de jurado também vai avaliar os pratos nos restaurantes participantes. Já a votação popular será realizada exclusivamente por meio do site oficial do festival Brasil Sabor Campinas, disponibilizado pela Abrasel RMC, durante todo o período oficial do evento.

 

 

Participantes da edição 2026

CAMPINAS

Banana Café

Bar do Bigodi

Bar Santa Genebra

Benedito

Candreva Proença

Candreva Taquaral

Chef Miró

Digno Restaurante

Dom Brejas

Dom Pasquale

Leggero

Leve Alimentação Saudável

Pecorino Dom Pedro

Pecorino Iguatemi

Ramalho Experience

Rancho do Pescador

Samurai Sushi Bar

 

ARARAS

Empório Áscua

 

AMERICANA

Osteria Tutti Áuguri

 

HOLAMBRA

Casa Bela

 

JUNDIAÍ

Pecorino Jundiaí

 

SÃO PEDRO

Quintal do Itaqueri

 

VALINHOS

Candreva Valinhos

  

Serviço

Festival Brasil Sabor – Abrasel RMC

Período: 14 de maio a 14 de julho de 2026

Estabelecimentos, cardápios e horários: https://brasilsaborrmc.com.br/

Jogar óleo de cozinha na pia é crime por causar danos ao meio ambiente e à saúde, alerta advogado

Descarte incorreto pode multas, sanções administrativas e fechar estabelecimentos

A vida corrida nas cidades muitas vezes desconecta as pessoas dos impactos que suas ações causam na natureza. Na pressa da rotina, é fácil adotar a lógica do "longe dos olhos, longe da mente" na hora de jogar algo fora. Terminar uma fritura e despejar o óleo usado no ralo da pia, ou acender uma pequena fogueira no quintal de casa para queimar folhas e lixo doméstico, parecem atitudes inofensivas. No entanto, o que muita gente não sabe é que essas práticas, aparentemente banais, vão muito além da simples falta de consciência ecológica: elas entram na esfera penal e configuram crimes ambientais.

 

O óleo de cozinha descartado de forma inadequada em residências ou em estabelecimentos comerciais pode causar sérios danos ao meio ambiente e à saúde pública, e a lei brasileira prevê punições para quem não segue as regras.

 

“O problema começa dentro do próprio lar, causando o entupimento crônico dos canos, e avança para a rede pública de esgoto, o que torna o tratamento da água muito mais caro e complexo”, afirma o advogado criminalista Rodolfo Nóbrega Luz, sócio do escritório Cardella Advogados. “Quando esse óleo chega aos rios e oceanos, o desastre é ainda maior: a substância cria uma película impermeável na superfície da água que bloqueia a luz solar e impede a oxigenação, sufocando peixes e plantas aquáticas”, explica.

 

Segundo o advogado, a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998) é categórica: causar poluição de qualquer natureza é crime. “As punições tanto paras as pessoas como estabelecimentos comerciais são rigorosas e podem chegar a anos de reclusão, principalmente quando a poluição é causada pelo lançamento de óleos ou substâncias oleosas fora das exigências legais”, alerta Nóbrega Luz.

 

O Direito Ambiental atua de forma preventiva. Isso significa que não é preciso esperar acontecer um desastre ecológico de grandes proporções para que o cidadão seja responsabilizado. “O Poder Judiciário reforça que crimes dessa natureza são classificados como de perigo abstrato. Ou seja, o delito acontece pela mera prática da conduta irregular — como o simples ato de despejar o óleo na pia —, independentemente de haver uma comprovação de dano imediato à saúde humana ou ao meio ambiente naquele exato momento. A lei pune o risco intolerável que essa atitude gera para toda a coletividade”, conta.

 

Nóbrega Luz lembra que o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) já consolidou o entendimento de que os delitos de poluição são crimes instantâneos de efeitos permanentes. “Em termos simples: a infração se consuma no exato momento do descarte, mas as suas consequências nocivas e a degradação da natureza se prolongam no tempo, o que torna a conduta ainda mais grave”, explica o advogado.

 

Além do óleo na pia, outras práticas comuns do cotidiano também são alvo das autoridades e dos tribunais, como queima de lixo doméstico. "fogueirinha" no quintal para queimar folhas secas, plásticos ou restos de lixo. Além de poluir a atmosfera e liberar gases tóxicos que provocam doenças respiratórias, ela causa incômodo aos vizinhos e traz o risco de incêndios. Descarte irregular de resíduos sólidos: Jogar entulho de reformas, móveis velhos ou lixo eletrônico em terrenos baldios, calçadas e áreas verdes também é considerada uma infração grave.

 

“Precisamos urgentemente de uma mudança de postura. O desconhecimento da lei não serve de desculpa para ninguém, e o pensamento de que "só um pouquinho não faz mal" é justamente o que alimenta a destruição silenciosa dos nossos recursos naturais”, defende o especialista.

 

Ele também dá dicas para que as pessoas ou empresas sejam punidas, como armazenar o óleo usado em garrafas PET e entregá-lo em postos de coleta ou cooperativas de sabão; separar o lixo doméstico adequadamente; contratar caçambas regularizadas para recolher entulhos; eliminar o hábito de queimar resíduos.