Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: O último trem para Londres e Filme: Você pertence a mim

Dica de livro: O último trem ara Londres de Meg Waite Clayton

Para Stephan Neuman ― um adolescente de 15 anos que faz parte de uma família judia rica e influente e que sonha em se tornar dramaturgo ―, os nazistas não passam de valentões chatos e irritantes. Sua melhor amiga é a brilhante Žofie-Helene, uma menina cristã e filha da editora de um jornal antinazista. Entretanto, a inocência sem preocupações deles é abalada quando os nazistas chegam ao poder.

Há uma esperança, porém. Truus Wijsmuller, que participa da resistência, arrisca sua vida levando crianças judias para fora do território nazista, transportando-as para outros países. É uma missão que se torna ainda mais perigosa depois que a anexação da Áustria pela Alemanha é declarada e à medida que nações começam a fechar suas fronteiras para o crescente número de refugiados desesperados para escapar.

Truus está determinada a salvar quantas crianças puder. Quando o Reino Unido aprova uma medida para aceitar refugiados que correm risco de vida no Reich, ela se atreve a se aproximar de Adolf Eichmann, o homem que mais tarde ajudaria a desenvolver a “solução final” para a questão judaica. Logo, Truus se encontra em uma corrida contra o tempo para resgatar Stephan, Žofie-Helene e diversos outros jovens em uma perigosa jornada rumo à Inglaterra.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Você pertence a mim

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicologa formada há alguns anos.. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicologa voluntária . Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Whale (título no Brasil: “A Baleia”)

The Whale (título no Brasil: “A Baleia”)

Este é um dos filmes que eu estava ansioso para assistir. Desde que li sobre, há alguns meses, não via a hora da estreia nos cinemas.

Com mais de 250 quilos de peso, Charlie (Brendan Fraser) sofre de obesidade mórbida e já há vários anos que se recusa a sair de casa. Professor de inglês numa universidade online, ele dá as suas aulas sempre de câmera desligada para evitar revelar a sua aparência. A única pessoa com quem convive com regularidade é Liz, sua enfermeira e única amiga, que lhe presta os cuidados básicos. Apesar de ter aprendido a lidar com a solidão, há algo que consome Charlie mais do que todo o resto: a culpa de não ter acompanhado o crescimento da filha Ellie, depois de ter abandonado o casamento com Mary para viver um grande amor. Mas agora, decidido a conquistar o afeto da filha, que atravessa um momento particularmente delicado da sua vida, ele se sente finalmente capaz de enfrentar os seus demônios.

Um filme denso! Se passa todo o tempo dentro do apartamento de Charlie e o filme foi propositadamente feito num enquadramento menor do que a tela toda do cinema, para termos a sensação de confinamento. Brendan Fraser está fantástico no papel, e a sua personagem é muito sofrida. Recomendo fortemente, mas tenha em mente que é um filme deprê.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Provado e aprovado da semana: Pescada em crosta do Kilimanjaro - Coluna Food Tasting por Milena Baracat

Food Tasting

Provado e aprovado da semana: Pescada em crosta do Kilimanjaro

Filé de pescada amarela na crosta de amêndoas e caju, creme de manjericão, purê de mandioquinha e tomate cereja.

Foto: Arquivo pessoal/Milena Baracat (@milenabaracat)

Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Food Tasting

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Cria conteúdo digital e presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

Estação Cultura terá Feira de Orquídeas e Suculentas de 10 a 12 de março

Evento é gratuito. Mas quem comparecer também poderá doar alimentos não perecíveis e participar do sorteio de plantas

Quinze orquidários e produtores de várias regiões do Estado participarão do evento

A Estação Cultura de Campinas recebe nos dias 10, 11 e 12 de março, a Feira de Orquídeas e Suculentas, com entrada gratuita ao público. O evento reunirá 15 orquidários e produtores de várias regiões do Estado de São Paulo, com estandes de vendas de plantas e materiais para cultivo que vão diretamente do produtor para os compradores.

O horário ao público é na sexta-feira, das 14h às 18h; no sábado, das 9h às 18h; e no domingo, das 9h às 16h. O festival tem apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

Serão aproximadamente 20 mil unidades de plantas para venda das mais variadas espécies que agradam colecionadores e ao público em geral. A entrada de pets no local é permitida.

A programação terá cursos gratuitos de cultivo durante o sábado e haverá também praça de alimentação, com gastronomia variada realizada pelo Polo Cervejeiro da Região Metropolitana de Campinas.

O visitante doando qualquer alimento não perecível concorrerá ao sorteios de plantas. A arrecadação solidária será revertida ao Banco de Alimento do Ceasa Campinas, que atende entidades e famílias carentes do município.

Serviço:

Feira de Orquídeas e Suculentas em Campinas

Data: 10, 11 e 12 de março

Horário: sexta, das 14h às 18h; sábado, das 9h às 18h; domingo, das 9 às 16h

Local: Estação Cultura

Entrada 01 (pedestres): Praça Marechal Floriano Peixoto em frente ao calçadão da 13 de Maio

Entrada 02 (veículos e pedestres): Rua Francisco Teodoro, nº 1.050, na Vila Industrial

Entrada gratuita: embora a doação não seja obrigatória, haverá arrecadação de alimentos em prol do Banco de Alimentos de Campinas 

Site: www.feiradeorquideaseflores.com.br

Informações: Whatsapp: (19) 99822-1001

Secretaria de Comunicação
Prefeitura de Campinas

Biblioteca Manoel Zink recebe Convenção de Ficção Científica no dia 18/03 Grupo Base Estelar Campinas realiza a 37ª edição do evento com tema "De Volta à Lua"

Convenção presencial terá entrada gratuita e aberta ao público em geral

 A Base Estelar Campinas realiza sua 37ª Convenção de Ficção Científica no sábado, dia 18 de março, na Biblioteca Pública Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink, com o apoio da Coordenadoria de Bibliotecas Públicas e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Campinas. 

Com o tema De Volta à Lua, essa será a primeira convenção presencial da Base Estelar Campinas após a pandemia, com entrada gratuita e aberta ao público em geral. O local abre às 13h30 e a programação começa às 14 horas. A organização do evento pede para quem for participar a doação opcional de um litro de leite longa vida. O total arrecadado será entregue a uma instituição da cidade de Campinas.

A Base Estelar Campinas, grupo de fãs de ficção científica com 27 anos de existência, dedica-se a divulgar a cultura e o conhecimento relacionados à ficção científica e à ciência em seus canais e páginas nas plataformas YouTube, Instagram, Facebook e Blogspot.

Programação

 14:20 – Palestra: O Fascínio pela Lua – com Valéria Forrer

Uma breve análise das diversas faces de nosso satélite ao longo da história, de deuses, mitos e lendas a calendário e fronteiras.

15h00 – Palestra: Projetos Apollo e Artemis – com Leonardo Rossetti

Dezembro de 1972 foi a última vez que um astronauta do Projeto Apollo colocou os pés na Lua. Artemis é um programa, desenvolvido pela NASA, com o objetivo de pousar a primeira mulher e o próximo homem na Lua em 2024. Artemis faz parte de um objetivo de longo prazo de estabelecer uma presença humana sustentável na Lua, fomentando o surgimento de uma economia lunar, que eventualmente colabore com o primeiro voo espacial tripulado a Marte.

15h25 – Bate-papo: Ida à Lua: de filmes a séries – com Walmir Morales e convidados

Walmir Morales e convidados conversam sobre filmes e séries nos quais a Lua é um dos personagens da história.

16h30 – Astrofotografia: A Lua em Fotos – com Fábio Máximo

Apresentação sobre a Lua como inspiração de fotógrafos apaixonados por astrofotografia, da parte técnica à contemplação da beleza do único satélite natural do nosso planeta.

Ao longo da programação serão exibidos vídeos curtos com curiosidades e informações relacionados ao tema do evento, com pesquisa e produção da jornalista Lalá Ruiz. O tema do evento foi proposto por Leonardo Rossetti, a coordenação de Walmir Morales Martins com a ajuda de membros da BEC, e está sujeita a alterações. O evento também conta com expositores e venda de produtos relacionados à ficção científica e cultura pop em geral.

Palestrantes e convidados do bate-papo, em ordem alfabética:

Cássio Siqueira – Analista de sistemas e professor de inglês, membro da Base Estelar Campinas há muitos anos.

Fábio Máximo – Analista de sistemas, entusiasta da astrofotografia, fã de ficção científica e parceiro dos eventos da Base Estelar Campinas de longa data.

Júlia Renata Massucatto – Júlia Renata, funcionária pública e nerd, participa ativamente das atividades da Base Estelar Campinas desde o princípio.

Leonardo Rossetti – Engenheiro e fã de Star Trek e ficção científica em geral; membro atuante da Base Estelar Campinas há muitos anos.

Valéria Forrer – Formada em Ciências Biológicas e Biomedicina pela Unicamp, atualmente trabalha como professora de inglês e de dança do ventre; membro da Base Estelar Campinas desde 2009.

Serviço

37ª Convenção de Ficção Científica

Data: sábado, dia 18 de março

Horário: a partir das 13h30

Local: Biblioteca Pública Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink, localizada na Rua Benjamin Constant 1633, Centro, Campinas.

Realização: Base Estelar Campinas

Apoio: Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas - Coordenadoria de Bibliotecas       

 Entrada gratuita

Como trabalhar as emoções das crianças pode auxiliar no desenvolvimento infantil?

Especialista explica como as habilidades socioemocionais desenvolvidas em sala de aula impactam a vida social e familiar dos pequenos e também o futuro profissional

Letras, palavras, números, idiomas, ciências, história ou geografia. Desde sempre as crianças vão à escola para aprender sobre as diferentes áreas do conhecimento. No entanto, a evolução da educação tem mostrado que, tão importante quanto assimilar o conteúdo das matérias escolares, é oferecer aos alunos uma proposta pedagógica que promova a educação socioemocional. 


Mas, o que é isso? “A educação socioemocional é aquela que proporciona o desenvolvimento das habilidades sociais e emocionais para ajudar a criança a se conhecer e se relacionar, de maneira positiva e saudável, com outras pessoas. O objetivo é a criança ter capacidade de lidar com o estresse, controlar suas emoções, resolver problemas, manter relacionamentos saudáveis e trabalhar em equipe”, explica o psicopedagogo e especialista em desenvolvimento infantil, Junior Cadima.


A educação socioemocional é contemplada pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e esclarece que o objetivo dessa proposta educacional é contribuir para o desenvolvimento integral de crianças e jovensincorporando competências e habilidades que vão além do aspecto cognitivo da aprendizagem. 


“O impacto da educação socioemocional para a vida do aluno vai muito além do contexto de sala de aula. Isso porque a vivência de experiências da educação socioemocional permite que as crianças aprendam a lidar melhor com situações difíceis, sejam elas em relação à vida social, escolar, familiar ou, futuramente, na vida profissional. Além disso, com as habilidades trabalhadas, a criança conquista autoconsciência, o que a leva a perceber e saber controlar suas emoções, pensar de forma crítica, resolver problemas e tomar decisões”, afirma o especialista. 


Ansiedade, raiva e tristeza: emoções desafiadoras para crianças e adultos


É normal e esperado a criança viver situações de frustração, ou melhor, mais que isso: é importante ela experienciar esses momentos para, assim, aprender a expressar e a lidar com seus sentimentos. Diante disso, pais e professores podem cumprir com o seu papel de respeitar, valorizar e acolher os sentimentos da criança de maneira sensível e compreensiva. 


“Nos momentos de birra, por exemplo, em que a criança grita e bate por estar com raiva, cabe ao adulto oferecer direção e limites em relação a esses comportamentos inadequados e, por meio da conversa e do modelo, mostrar à criança maneiras dela lidar com sentimentos negativos e situações conflituosas”, orienta o professor. 


Sendo assim, Junior Cadima sugere quatro estratégias práticas que ajudam as crianças e podem ser usadas por pais e professores:


1 - Meditação e relaxamento por meio da respiração. 


2 - Técnicas de autorregulação: jogos e brincadeiras em que a criança precisa esperar a sua vez para brincar. 


3 - Ouvir e respeitar: escutar atentamente o que a criança tem a dizer e ajudá-la a expressar suas emoções de forma saudável.


4 - Tomar decisões: isso pode ser feito por meio de brincadeiras por meio da mediação do adulto. 


A educação socioemocional no ambiente escolar


Para trabalhar a educação socioemocional em sala de aula, é essencial que os professores e a equipe pedagógica estabeleçam um ambiente de confiança e de respeito, pois as crianças devem se sentir confortáveis para compartilhar o que sentem e expressar suas emoções de forma positiva. 


De acordo com Junior Cadima, “é preciso que os professores estabeleçam limites claros e específicos sobre o comportamento esperado em sala de aula e incentivem diálogos positivos entre as crianças”. 


Para ele, também é importante promover a autoconsciência dos alunos, o que envolve ajudá-los a identificar suas ações e atitudes. Para trabalhar isso em sala de aula, os professores podem propor algumas atividades prátcias, como rodas de conversa, brincadeiras e jogos que estimulem a resolução de problemas, leitura de livros, meditação e atividades com música. 


É importante reforçar que os objetivos da educação socioemocional serão atingidos de forma mais efetiva quando não apenas a escola coloca em prática os seus conceitos, mas também a família: “é por meio do modelo do próprio adulto, ou seja, como ele lida com os problemas e situações conflituosas dentro de casa que a criança aprenderá a lidar com as próprias emoções e a lidar com os próprios problemas. O exemplo segue sendo o que mais ensina”, finaliza o especialista.

Sobre Junior Cadima 

Psicopedagogo e especialista em desenvolvimento infantil. Acredita e defende que o brincar é uma das ferramentas mais importantes para a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças. Junior promove a formação de professores, de profissionais da área da saúde, de pais e de pessoas interessadas em aprender e compreender sobre o brincar na infância, compartilhando conteúdos baseados em evidências científicas e atividades práticas. Sua formação envolve cursos de especialização nas áreas da neuropsicologia aplicada à neurologia infantil, neurociência aplicada à educação e psicomotricidade. Como pesquisador da área da infância e da formação continuada de professores, seu trabalho de pesquisa envolve estudar as práticas docentes com movimentos corporais realizadas na Educação Infantil. Saiba mais: juniorcadima.com.br | @jrcadima | www.youtube.com/JuniorCadima

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Missing (título no Brasil: “Desaparecida”)

Missing (título no Brasil: “Desaparecida”)

As estreias da semana, aqui, foram bem fracas. Nenhum filme me chamou a atenção. Mas como o “viciado em cinema” queria ir assistir algo, dei uma pesquisada e achei este interessante, mas fui ver sem qualquer espectativa.

Quando Grace decide fazer uma viagem à Colômbia acompanhada pelo seu novo namorado, June, a filha adolescente, aproveita para se divertir o mais possível longe da supervisão dos adultos. Tudo corre como o esperado até o dia em que a garota vai esperar o casal no aeroporto e eles não aparecem. Sem conseguir contactar a mãe de modo algum, entra em pânico e pede ajuda às autoridades. Quando lhe dizem que nada pode ser feito, uma vez que a polícia norte-americana não têm jurisdição naquele país, June tenta uma alternativa que domina particularmente bem: a internet. É assim que, através das redes sociais, esmiúça todos os passos dados pelo casal nos últimos meses. Mas ao fazê-lo, ela vai perceber que, afinal, pouco sabia sobre a própria mãe.

Grata surpresa!! Um dos filmes mais interessantes e surpreendentes que assistir em tempos!

Gostei muito e achei o enredo muito bem elaborado. Podem ir assistir sem medo, que vale a pena!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.