Provado e aprovado da semana: Usuzukuri do Saiko Lamen - Coluna Food Tasting por Milena Baracat

Food Tasting

Provado e aprovado da semana: Usuzukuri do Saiko Lamen

Pra quem não sabe, Usuzukuri ( ou Ussuzukuri) é o nome dado a uma das técnicas de corte do sashimi, no caso, finas lâminas que lembram um carpaccio.

Além do corte fino, o molho é essencial para esse prato brilhar. Geralmente são a mistura de molhos cítricos (laranja e limão), ponzu, molho shoyu, vinagre e caldo de peixe. Cada lugar tem sua receita e combinação.

Toque final: cebolinha e Wasabi. Eu, particularmente amo como entrada.

Esse que provei era de salmão e estava uma delícia!

Foto: Arquivo pessoal/Milena Baracat (@milenabaracat)

Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Food Tasting

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Cria conteúdo digital e presta assessoria ao Site Raquel Baracat.


LBV abre postos de doações em prol das vítimas das chuvas no Litoral Norte de SP

A Legião da Boa Vontade (LBV) por meio de sua Campanha SOS calamidades mobiliza a população para fazer doações em prol das pessoas e famílias afetadas pelas chuvas no Litoral Norte de São Paulo.

Em um momento emergencial como este, toda a ajuda se faz necessária.

Por isso, a LBV abriu postos de arrecadação para receber donativos, os quais serão entregues à Defesa Civil para atendimento às vítimas das chuvas.

O que doar:

— Água potável;

— Alimentos não perecíveis (arroz, feijão, óleo, café, açúcar, leite em pó, farinha de milho, farinha de mandioca, extrato de tomate, macarrão, fubá e sal);

— Itens de higiene (sabonete, escova de dente, creme dental, absorvente, fraldas infantis e geriátricas);

— Itens de limpeza (sabão em barra, água sanitária, detergente, desinfetante e papel higiênico).

Postos de arrecadação:

— São Paulo/SP: Centro Comunitário de Assistência Social Dr. Osmar Carvalho e Silva: Av. Rudge, 898 – Bom Retiro – Tel.: (11) 3225-4530.

— Santos/SP: Centro Comunitário de Assistência Social: Av. Conselheiro Nébias, 398 – Encruzilhada – Tel.: (13) 3202-0081.

Doações em dinheiro:

Site: www.lbv.org.br

Pix solidário:  pix@lbv.org.br

A entrega dos donativos pode ser acompanhada acessando o perfil @lbvbrasil no instagram e no facebook.

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Por quem as panelas batem? de Antônio Prata e Filme: A maldição do espelho

Dica de livro: Por quem as panelas batem de Antônio Prata

Por quem as panelas batem reúne crônicas políticas publicadas por Antonio Prata na Folha de S.Paulo de junho de 2013 a fins de 2021. “São instantâneos ou esquetes do desmantelo social e político da última década” que compõem uma espécie de “diário da queda”, como define o autor. Em suas palavras, os textos trazem “um olhar pessoal, subjetivo, com todos os recortes, vantagens e limitações do ponto em que me encontro no tecido social”.
Além da perspicácia inigualável para revelar as misérias de nossa experiência contemporânea, o autor mantém uma espécie de militância renitente em defesa da poesia do cotidiano e do maravilhoso potencial da sociedade brasileira. Em seus textos, oscila entre o pavor pessimista e o otimismo de acreditar que o descalabro representado pelo bolsonarismo é “o grunhido do velho mundo, agonizante, sendo arrastado para o passado”. Relê-los em conjunto, e com o benefício do distanciamento temporal, é tão prazeroso quanto iluminador.

Fonte: Amazon

Dica de filme: A maldição do espelho

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicologa formada há alguns anos.. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicologa voluntária . Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Ant-Man and the Wasp: Quantumania (título no Brasil: “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”)

Ant-Man and the Wasp: Quantumania (título no Brasil: “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”)

Mais um filme da franquia, e sendo um filme da Marvel, fico animado, apesar do “pé atrás” por ter achado o Ant-Man anterior um tanto bobo.

Scott Lang (Paul Rudd) era um homem comum até ter sido desafiado pelo misterioso Dr. Hank ym (Michael Douglas) para uma experiência extraordinária. Com um uniforme especial que lhe proporcionava a capacidade de diminuir em escala e, simultaneamente, aumentar em força,

Scott se transformou no Homem-Formiga. Esse super-herói, para além de ser capaz de adotar o tamanho e vigor proporcional de um pequeno inseto, contava ainda com uma aliança de peso: as formigas. Depois de muitas aventuras em que teve um papel fundamental na luta contra o mal, ele e Hope Van Dyne (Evangeline Lilly), também conhecida por Vespa, se vêem transportados para o reino quântico subatômico, onde terão que enfrentar um inimigo de peso: Kang, o Conquistador.

Segue a mesma linha do anterior: piadinhas mais infanto-juvenil. Os efeitos, obviamente, são sensacionais. Mas nada além disso. Um pouco de mais do mesmo.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Frígida de repente? Coluna Psicologia por Dra. Letícia kancelkis

Muitas vezes a frigidez não tem nada a ver com você!

Post compilado do instagram da Dra. Letícia Kancelkis @leticia.kancelkis

Leticia Kancelkis

Coluna Psicologia

Formada em Psicologia desde 1999, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica de referencial Psicanalítico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas). Autora dos livros: “O Sol Brilhará Amanhã: Anuário de uma mãe de UTI sustentada por Deus” e “Uma menina chamada Alegria”. Atua como Psicóloga Clínica, atendendo também por Skype. Contato:leticia.ka@hotmail.com

 

11 Happy Meeting foi um sucesso no Madeira Cobre Café & Coworking

Mais um Happy Meeting de sucesso ocorreu em janeiro com uma turma animada e muita gente nova entrando para o grupo seleto de amigos da Raquel Baracat e que vão gerar muitos bons negócios para nosso grupo!

O evento ocorreu no Madeira Cobre Café & Coworking, que é um café charmoso, muito bem decorado (todo instagramável) e foi servido sodas e mini pizzas para a turma que estava deliciosas! No final como tradição rolou nosso sorteio e muitos presentes forma distribuídos!

Confiram as fotos!


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Avec Amour et Acharnement (título no Brasil: “Com Amor e Fúria”)

Avec Amour et Acharnement (título no Brasil: “Com Amor e Fúria”)

Havia assistido ao trailer, mas não tinha me interessado muito, não. Por falta de opção, mas um pouco atraído pelos atores principais, acabei indo ver este filme francês.

Sara e Jean (Juliette Binoche e Vincent Lindon) são felizes e apaixonados. Se conheceram dez anos antes, quando ela ainda vivia com François, na altura o melhor amigo de Jean. Um dia, por mero acaso, ela vê François na rua, e se sente estranhamente abalada pelas recordações que isso lhe traz. Ao mesmo tempo, ele contata Jean para um trabalho em conjunto. Depois de tantos anos afastados, a vida volta a reuni-los. Contudo, esse encontro muda radicalmente a dinâmica entre marido e mulher, perdendo a cumplicidade conquistada durante os longos anos de vivências e partilhas.

Não chega a ser chato, mas é um tanto monótono. Diálogos longos que não se desenrolam muito, nas discussões entre o casal principal. E isso acaba enjoando um pouco. Se passar na TV, e não tiver nada melhor pra fazer, veja. Mas é um daqueles filmes que em 1 semana, já nem se lembra mais.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Galeria Lume estreia o ano com "À espreita", de Ana Vitória Mussi

A exposição faz uma retrospectiva da extensa produção da artista plástica, que dedica-se à investigação das imagens pela fotografia, explorando seus limites e possibilidades além dos usos e meios convencionais

Ana Vitória Mussi. Mil e Uma Noites, 2005. caixa porta-joias e fotografia.

Com uma retrospectiva do trabalho de mais de quatro décadas da artista-fotógrafa Ana Vitória Mussi (1943), que apresenta uma vasta produção composta por fotografia, imagens em movimento, objetos e instalações, a Galeria Lume exibe, a partir de 10 de fevereiro, sexta-feira, às 17h,À espreita”. Com curadoria de Paulo Kassab Jr., a exposição destaca fotografias que analisam os diálogos da artista com o principal dispositivo de circulação e produção de imagens de sua geração: a televisão. 

Nos anos 70, Ana V. Mussi passou a integrar o grupo que tornou-se conhecido como pioneiro da videoarte no Brasil, composto por outros sete artistas – Anna Bella Geiger, Fernando Cocchiarale, Sônia Andrade, Ivens Machado, Paulo Herkenhoff, Letícia Parente, Miriam Danowski. Por conta deste período de tempo (1974 a 1982) em que trabalhou em conjunto  com o grupo, a mostra irá contemplar, também, obras de Anna Bella Geiger, que conversam e reforçam a produção de Mussi como forma de trabalhar a imagem em veículos de comunicação em massa. 

Para o curador, “Ana V. Mussi apropria-se de uma imagem criando outros significados  sobre ela;   Apoderando-se de cenas corriqueiras ou imagens clássicas do cinema, a artista não nos pede para abandonar o pensamento imagético, mas sim pensar na imagem e pela imagem, abdicar do que, no pensamento, se acorrenta à matéria para fazer a entidade subjetiva." 

Nas fotografias em que se apropria de imagens televisivas, a artista restitui a cada imagem a aparição inesperada do ato. A câmera paralisa a cena, interrompe a sessão e reluz o momento da ameaça do movimento: o golpe. 

Nos últimos 40 anos, Ana M. vem dedicando-se à investigação de imagens como forma de explorar seus limites e possibilidades. Trazendo objetos, projeções, filmes, fotografias e esculturas, “À espreita” analisa a relação entre a condição da imagem no mundo, sobretudo a imagem televisiva e audiovisual, e a nossa submissão aos seus poderes – à sua capacidade de nos influenciar. É por essa janela (televisão), em nossas casas, que assistimos às guerras viscerais desta cidade, às invasões nas favelas, ao som ensurdecedor da artilharia, a população acuada e muda. Nenhum pássaro cruza, nenhum cão ladra. Estamos aqui e não lá, talvez pensemos aliviados, ainda que este “lá” esteja em imediata proximidade, ainda que os estrondos das armas que ouvimos bem aqui à nossa volta se confundam com aqueles emitidos ao vivo pela tevê.

“Ana Vitória Mussi, desde cedo, se deu a difícil tarefa de fotografar o ‘através’, o interstício entre o que se vê e o que permanece velado entre o olhar e o pensamento, entre a abertura e o confinamento do campo perceptivo”, explica Marisa Flórido César, curadora e pesquisadora obstinada do trabalho da artista.

Veja, a seguir, algumas obras-destaque da exposição:

Mergulho na Imagem

Nesta obra, a imagem de uma nadadora em pleno salto é impressa por foto-serigrafia em uma parede de tijolos de vidro. No chão, um abismo d’água aguarda o mergulho no reflexo prometido. Ana Vitória faz uso de tijolos de vidro desde os anos 1990 ao perceber, em sua forma, proximidades tanto com o monitor de tevê quanto com a transparência dos negativos e a superfície d’água congelada. Camadas de vidro que distorcem a imagem de acordo com o movimento de nossos corpos.

Bang! (Vídeo arte) 

A única legenda que aparece em Bang alerta: estamos na suspensão do “ainda não” que antecede o estopim da arma, o clique da câmera fotográfica, a deflagração do trágico acontecimento: a guerra. Um segundo tão asfixiante que parece se estender ad aeternum.

Em Bang, Ana Vitória Mussi mostra cenas de guerrilha urbana nos morros cariocas. As ocupações das Unidades de Polícia Pacificadora do Rio de Janeiro (emitidas ao vivo e fotografadas da televisão) são intercaladas com cenas de sete filmes e documentários da Segunda Guerra Mundial, ao som da canção “Bang Bang (My baby shot me down)” que compõe a trilha sonora do filme Kill Bill I (2003/2004), de Quentin Tarantino. Ana Vitória interrompe o fluxo narrativo e o contínuo temporal das imagens do cinema e da tevê pela fotografia, as edita e monta em associações singulares: o salto do atleta olímpico do documentário de Leni Riefenstahl e o voo dos aviões de combate (os quase deuses e suas quedas); o complexo jogo de direcionamento e triangulação dos olhares (dos indivíduos e da massa indistinta) com as máquinas de guerra e as de imagem (dos binóculos à fotográfica e ao celular); a suavidade e a redenção do amor em tempos de insanas brutalidades.

 

Sobre a Galeria Lume 

A Galeria Lume foi fundada em 2011 com a proposta de fomentar o desenvolvimento de processos criativos contemporâneos ao lado de seus artistas e curadores convidados. Dirigida por Paulo Kassab Jr. e Victoria Zuffo, a Lume se dedica a romper fronteiras entre diferentes disciplinas e linguagens, através de um modelo único e audacioso que reforça o papel de São Paulo como um hub cultural e cidade em franca efervescência criativa.

A galeria representa um seleto grupo de artistas estabelecidos e emergentes, dedicada à introdução da arte em todas as suas mídias, voltados para a audiência nacional e internacional, através de um programa de exposições plural e associado a ideias que inspiram e impulsionam a discussão do espírito de época. Foca-se também no diálogo entre a produção de seus artistas e instituições, museus e coleções de relevância. 

A presença ativa e orgânica da galeria no circuito resulta na difusão de suas propostas entre as mais importantes feiras de arte da atualidade, além de integrar e acompanhar também feiras alternativas. A galeria aposta na produção de publicações de seus artistas e realização de material para pesquisa e registro. Da mesma forma, a Lume se disponibiliza como espaço de reflexão e discussão. Recebe palestras, performances, seminários e apresentações artísticas de natureza diversa. 

 

Serviço

À espreita | Ana Vitória Mussi

Texto curatorial: Paulo Kassab Jr.

Local: Galeria Lume, sala expositiva I

Abertura: 10 de fevereiro, sexta-feira, das 17h às 22h

Período expositivo: 10 de fevereiro a 18 de março de 2023

Horário de visitação: segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado, das 11h às 15h

Endereço: Rua Gumercindo Saraiva, 54 - Jardim Europa, São Paulo - SP

Entrada gratuita 

Informações para o público: tel.: (55) 11 4883-0351 / e-mail:  contato@galerialume.com

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