L’Oréal Paris contrata Thelma Assis como influenciadora

Com a parceria, a campeã do BB20 vai estrelar ações e iniciativas digitais ao lado de outras embaixadoras da marca

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A L’Oréal Paris anunciou Thelma Assis, vencedora da vigésima edição do Big Brother Brasil, como influenciadora contratada da marca. Com a parceria, a médica vai estrelar diversas ações e iniciativas digitais ao lado de outras embaixadoras da companhia. A gestão de imagem e planejamento estratégico de Thelma é feita pela agência Mynd.

Segundo a L’Oréal, Thelma é um símbolo de representatividade e determinação e tornou-se uma referência de beleza e comportamento para muitas mulheres, durante sua participação no reality show. A contratação da médica como embaixadora estaria em linha com o objetivo da marca de democratizar a beleza.

Thelma foi a campeã de uma edição que rendeu recordes de engajamento e patrocínios para a Rede Globo. Ao todo, 24 marcas fizeram ativações na edição. O programa também foi certificado pelo Guinness World Records pela maior quantidade de votos em um programa de TV e alcançou a média diária de 37 milhões de pessoas em seus canais lineares, segundo a emissora.

Fonte: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/05/06/loreal-paris-contrata-thelma-assis-como-influenciadora.html

Como ganhar dinheiro extra na quarentena com 10 plataformas online

Vender serviços, produtos e até o seu tempo pode ser uma forma de aliviar seu bolso na crise

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A pandemia de coronavírus afeta drasticamente o bolso dos brasileiros: com demissões, redução de jornada, empresas fechando e demanda diminuindo, muitas pessoas viram suas receitas cair. Neste cenário, há algumas opções que podem ajudar a fazer uma renda extra.

“O ideal é investir em prestação de serviços ou em venda de mercadorias que estejam dentro do seu conhecimento, ou que pelo menos tenha facilidade em aprendê-lo”, explica Andréia Ribeiro da Luz, professora da Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

“Uma forma de fazer renda extra pode ser desde a venda de roupas, sapatos ou acessórios que já não lhe agradam mais, bem como objetos de decoração e produtos artesanais como: bijuterias, bombons, bolos, tortas. Ou também, serviços personalizados, de acordo com as habilidades e formação de cada um, como cursos, treinamentos, consultoria etc. Tudo isso via online. Uma outra oportunidade são as aulas particulares, como as aulas estão sendo via remota, muitos estudantes acabam tendo um pouco mais de dificuldade, surgindo então uma oportunidade para profissionais de várias áreas do conhecimento”, sugere Andréia.

Pensando nas pessoas que tiveram suas receitas diminuídas devido ao momento, o InfoMoney separou 9 plataformas que podem auxiliar o brasileiro a fazer uma renda extra durante a quarentena. Confira:

Méliuz

O Méliuz é uma startup que disponibiliza em sua plataforma cupons de desconto de lojas online e devolve ao consumidor parte do dinheiro gasto em compras direto na conta bancária. A empresa lançou nesta quarentena o Méliuz Renda Extra, que funciona como uma espécie de “programa de afiliados”, no qual os usuários inscritos ganham comissão por cada compra feita por meio dos seus links de recomendação.

Cada usuário cadastrado no programa tem acesso a links personalizados das lojas para compartilhar por e-mail, WhatsApp, redes sociais e sites. A cada compra feita nos e-commerces pelo link, a pessoa ganha uma comissão, que pode chegar a 20% do valor da compra.

O dinheiro é creditado na sua conta do Méliuz e, ao completar R$ 20 de saldo confirmado, o usuário pode resgatá-lo para sua conta corrente ou poupança.

Os usuários podem divulgar links de várias lojas diferentes e não pagam nada para fazer parte do Méliuz Renda Extra, uma vez que a comissão que recebe é uma parte do valor pagos pelas lojas à plataforma para anunciar no Méliuz.

“Dessa forma, as lojas ampliam sua divulgação e vendas; o Méliuz fica com parte do investimento feito pelas lojas e o usuário recebe uma comissão a cada compra feita pelo seu link”, diz a empresa.

Mesmo consumidores já cadastrados no Méliuz precisam se inscrever no Méliuz Renda Extra pelo site para ter acesso aos links de recomendação dos e-commerces.

Elo7

O Elo7 é uma plataforma em que lojistas expõem seus produtos para diversos consumidores. Mas o site é especializado em produtos criativos, como bijuterias, artigos moda, papelaria, artigos decorativos, entre outros.

Na prática, é um shopping online que reúne lojas que vendem produtos “caseiros”, muitas vezes feitos à mão e personalizados. O vendedor pode se cadastrar gratuitamente e criar sua vitrine para divulgar os produtos.

A plataforma não cobra custos fixos para vender e retém uma taxa de comissão sobre o valor total do pedido (produtos + frete), “no momento que o comprador pagar pelo pedido através da Wirecard. A taxa pela transação da Wirecard está inclusa na taxa total de comissão Todos os vendedores Elo7 poderão usufruir de um desconto no valor dos fretes”, diz o site.

O percentual de comissão varia: se o produto que abriu o carrinho for um anúncio Plus, a comissão será de 18%. Se for um anúncio Clássico, será de 12%.

É o usuário que gerencia sua loja, cadastrando seus produtos e verificando pedidos. A cada comentário ou novo pedido recebido em sua loja, você será notificado por email.

GetNinja

O GetNinjas é um aplicativo para contratação de serviços. Hoje, possui mais de 200 tipos de serviços disponíveis.

empresa conecta profissionais de todo o Brasil com pessoas solicitando serviço. A plataforma permite que o usuário se cadastre em um das 10 categorias disponíveis, como aulas, consultoria, assistência técnica, moda e beleza, saúde, entre outras.

Para participar, basta acessar “cadastrar os meus serviços” e inserir as informações pessoais e do serviço que quer vender. Feito isso, quando um cliente faz uma solicitação, a plataforma recomenda três profissionais que estejam perto do local desejado.

Ao vender um produto, 100% do valor é do usuário, mas para liberar o seu contato para quem procura por um profissional, é necessário usar moedas internas da plataforma, e isso tem um custo. Assim, quando o vendedor é notificado que o produto que ele vende está sendo procurado, ele precisa fazer o pagamento de moedas para liberar seu contato para o cliente.

As moedas são vendidas em pacotes diferentes. Mil moedas custam R$149,50, 2 mil saem por R$299,90 e 4 mil moedas por R$599. O custo pago para liberar cada contato pode variar.

O vendedor pode ver todos os pedidos e investe apenas nos que achar que vale.

99freelas

No 99Freelas, o usuário pode oferecer seus serviços para que outras pessoas os contratem. Primeiro, o interessado em vender seus serviços precisa criar um perfil gratuito na plataforma. Lá, deve inserir suas habilidades, experiências e mais informações.

Feito isso, o próprio profissional pode se candidatar para os trabalhos que os clientes buscam na plataforma. O site recomenda trabalhos correspondentes com suas habilidades e interesses.

É grátis se cadastrar e enviar propostas ilimitadas para potenciais clientes. A plataforma adiciona uma taxa de 7% a 15% (R$ 3 no mínimo) na sua oferta, que será paga pelo contratante. Não há custos adicionais, mas o freela pode optar por comprar um dos planos premium que variam de R$ 29,90 a R$ 59,90 por mês.

VinteConto

Vinteconto é um marketplace que possui uma variedade de serviços digitais por R$20. Profissionais interessados em vender seus serviços se cadastram na plataforma e clientes fazem as compras.

“Nós contamos com os freelancers profissionais, anunciando os mais diversos tipos de serviços, com o suporte do Vinteconto, que oferece mediação, segurança nos pagamentos, um sistema de avaliação público e confiável dos serviços recebidos e suporte ao usuário”, diz a empresa em seu site.

São vários serviços (conhecidos como “tarefas em nossa comunidade”), entre eles design de logotipo, design de cartão de visita, criação de emails otimizados, vídeos comerciais, animações, entre vários outros.

A plataforma conta com três principais categorias: Diversão e Estilo de Vida, Websites e Tecnologia e Consultoria e Cursos, em que os profissionais podem se cadastrar. Na prática, o vendedor precisa pensar no que pode vender por R$ 20 e fazer uma renda extra.

Hotmart

A Hotmart é uma plataforma que compila produtos e serviços e qualquer pessoa com conhecimento em determinada área pode criá-los para compartilhar com os usuários do site.

“Atualmente, na Hotmart, é possível comercializar variados tipos de conteúdo digital, desde Ebooks e videoaulas até softwares”, explica a companhia em seu blog oficial.

Para conseguir ganhar uma renda extra, é possível se tornar um produtor digital ou um afiliado. O primeiro fica responsável por desenvolver o conteúdo que será comercializado na plataforma. Já o segundo é aquele que deve divulgar os cursos e conseguir clientes para o produto que quiser.

Ambos recebem comissões das vendas dos cursos, após a Hotmart cobrar as tarifas do seu serviço. Para vendas realizadas no Brasil, a tarifa é de 9,90% + R$ 1 para produtos com custo superior à R$ 10. Já as vendas que custam menos de R$ 10, a tarifa é de 20%.

“Em um produto que custa R$ 90,00 a tarifa é de R$ 9,91. Já um produto de R$ 3,00 que, segundo a regra principal, teria uma tarifa de R$ 1,29, tem uma tarifa de apenas R$ 0,60”, exemplifica a companhia em seu blog.

Workana

O Workana é um site que conecta freelancers com projetos ou serviços dos mais variados ramos. A plataforma opera em oito grandes áreas de trabalho e conhecimento: TI e Programação; design e multimídia; tradução e conteúdos; marketing e vendas; suporte administrativo; jurídico; finanças e administração; e engenharia e manufatura.

No cadastro, o usuário deve escolher seus campos de atuação e definir suas áreas de especialização. Durante o cadastro, é possível enviar o currículo para o site de outras plataformas.

Os contratos da Workana podem pagar o profissional após a finalização do projeto, combinar um preço fixo a ser pago antes ou até mesmo fechar um regime por horas trabalhadas, ficando a cargo do empregador e do freelancer contatado.

Sites de vendas de usados (Enjoei, OLX, MercadoLivre e outros)

Mesmo quem não possui tempo para se dedicar a trabalhos paralelos pode conseguir uma grana extra sem sair de casa. Sites de vendas online como Enjoei, OLX e Mercado Livre permitem que usuários vendam e negociem itens usados em suas plataformas gratuitamente, cobrando uma porcentagem após a realização da venda.

A ideia é que usuários vendam itens que estejam parados dentro de casa oferecendo preços mais atrativos do que os comercializados no mercado tradicional. Vale lembrar que as políticas dos sites variam entre si e é importante entender como cada plataforma funciona antes de começar a anunciar.

Profes

O Profes é uma plataforma que conecta alunos e professores brasileiros sobre os mais diversos temas e disciplinas diferentes. Para começar a dar aulas na plataforma, o professor precisa se inscrever no site, descrever sua experiência e a área de escolha.

No Profes, há desde aulas e professores focados para o Ensino Médio, vestibular, ensino superior e até mesmo preparação para concursos públicos.

Já o aluno pode conversar gratuitamente com os professores. Caso o cliente não fique satisfeito com as aulas ministradas pelo professor, seu dinheiro será restituído. O site ainda possui diferentes planos de assinatura premium  que contam com mais benefícios e aulas personalizadas.

Dog Hero

A empresa conecta donos de cachorros às pessoas que estão dispostas a oferecer hospedagem ou serviços de passeios para os pets. “O cliente encontra um anfitrião próximo a ele e que cuidará do cãozinho enquanto você estiver fora, seguindo as suas recomendações e a rotina com a qual seu cãozinho já está acostumado”, diz a empresa.

O interessado em cuidar dos animais deve preencher os dados pessoais, postar foto do ambiente da casa, e descrever como vai ser a hospedagem na sua residência. Não precisa ter um cachorro para ser anfitrião e não há problemas se a pessoa já tiver um outro animal em casa e quiser se inscrever na plataforma.

Após finalizar o cadastro, o perfil segue para aprovação e o interessado deve esperar uma devolutiva do time em cerca de 7 dias úteis.

Em relação ao preço que o anfitrião pode cobrar, a empresa explica que todos têm a liberdade de definir o preço que vão cobrar por noite. O cálculo do valor cobrado é feito da seguinte maneira: número de hóspedes x número de noites x preço por noite = Valor total da hospedagem. “Exemplo: um cliente quer hospedar 2 animais, de sexta à domingo (duas noites) com um anfitrião cuja diária é R$ 40,00. O valor final da hospedagem é calculado assim: 2 x 2 x 40 = R$ 160”, segundo explica a empresa.

O serviço para o anfitrião é gratuito, mas o Dog Hero cobra a taxa de 25% sobre o valor total das hospedagens, que nesse exemplo seria de R$ 40.

Fonte: https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/como-ganhar-dinheiro-extra-na-quarentena-com-10-plataformas-online/

Dicas de Livros e Filmes por Luciana Andrade - Livro: A Festa do Bode de Mario Vargas Llosa e Filme: A Maldição da Casa Winchester

Dicas de Livro: A Festa do Bode de Mario Vargas Llosa

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“A festa do Bode é um dos romances mais importantes de Mario Vargas Llosa. Com uma pesquisa histórica rigorosa e uma preocupação flaubertiana pelos detalhes, ele recria uma República Dominicana de meados do século XX para recontar a história do general Rafael Leonidas Trujillo Molina - o "Bode" - e a implacável ditadura que implantou no país durante seus 31 anos de governo.

Ao entrelaçar três histórias - a volta de Urania a Santo Domingo, após 35 anos, para visitar o pai doente; o círculo mais próximo a Trujillo, com suas intrigas e execuções; e um grupo de insurgentes que prepara um atentado ao ditador -, Vargas Llosa relata o fim de uma era e discute a natureza insaciável dos regimes totalitários”.

Fonte: https://www.amazon.com.br/festa-bode-Mario-Vargas-Llosa/dp/8579620635



Dicas de Filme: A Maldição da Casa Winchester

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Luciana Andrade

Coluna Dica de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicologa formada há alguns anos.. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicologa voluntária . Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Dicas de séries por Raquel Baracat - The Looming Tower (Amazon Prime Video)


Série bem feita, intrigante e que responde como aconteceu o previsível acontecimento infeliz do 11 de Setembro, vale a pena assistir!

Release:

The Looming Tower’ mostra caminho até 11/9

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“Em 11 de setembro de 2001, a Al-Qaeda cometeu o ato terrorista mais espetacular da história, com o ataque ao World Trade Center em Nova York. Cinco anos depois, o jornalista Lawrence Wright mostrou como a organização chegou lá, com a ajuda da falta de cooperação entre o FBI e a CIA. Ele ganhou o Pulitzer com o livro O Vulto das Torres – A Al-Qaeda e o Caminho até o 11/9, publicado pela Companhia das Letras. A história agora chega à televisão na série The Looming Tower, que estreia nesta sexta-feira, 9, na Amazon Prime Video, com um dos 10 episódios lançado a cada semana.

A série tem pedigree: é produzida pelo próprio autor do livro, por Alex Gibney, que ganhou o Oscar por Um Táxi para a Escuridão, e Dan Futterman, roteirista de Capote e Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo. “Não sou muito fã de filmes de desastre. Outros Que falaram disso foram por essa perspectiva”, disse Futterman ao jornal “O Estado de S. Paulo”, em Berlim. “Muito da série não é sobre o 11 de Setembro. Entender como chegamos lá é importante.”

Na adaptação para a televisão, ao lado de pessoas reais, como os agentes do FBI John O’Neill (interpretado por Jeff Daniels) e Ali Soufan (Tahar Rahim), foram criados alguns personagens que combinam vários outros, como Martin Schmidt (Peter Sarsgaard), líder da CIA na Estação Alec, um grupo interagências encarregado de investigações sobre a Al-Qaeda.

Além do livro de Wright, The Looming Tower também incorpora elementos do livro escrito por Soufan, que, na época do 11 de Setembro, era um dos oito agentes do FBI que falavam árabe fluentemente. “Era importante contar a história de um herói americano de verdade, que é muçulmano, imigrante do Líbano e que provavelmente teria muitas dificuldades de conseguir um visto hoje para os EUA”, disse Futterman. “Ele é a pessoa mais patriota que conheço.

Ainda assim, topa com outras que questionam seu sotaque, a cor da sua pele. A islamofobia não é novidade nos Estados Unidos. Tem pelo menos 17 anos, provavelmente mais. Apenas se tornou pior ao longo do último ano. Espero que as pessoas pelo menos aprendam isso: que ele representa o Islã real, e não os terroristas.”

Fonte: https://istoe.com.br/the-looming-tower-mostra-caminho-ate-11-9/

Linha do tempo da Covid-19 - por Blog Charlezine

Este documentário foi produzido com um único objetivo: reconstituir os primeiros passos da maior pandemia da nossa geração. Para isso, o canal Spotniks fez uma linha do tempo com literalmente centenas de informações fundamentais para entender como saímos de um surto de pneumonia supostamente inofensivo numa cidade do interior da China para o “maior perigo à humanidade desde o fim da Segunda Guerra Mundial”, segundo eles.

Foram centenas de horas dedicadas à pesquisa, roteiro, produção e edição dessa reportagem, com quase mil fontes consultadas – entre artigos científicos e matérias dos principais veículos de comunicação do mundo – das quais quase 300, diretamente relacionadas ao material final. Eles prometem que em breve publicarão uma linha do tempo específica sobre o Brasil.

Fonte: http://charlezine.com.br/linha-do-tempo-covid-19/

Por que Churchill transformou o batom em produto de primeira necessidade em tempos de guerra

Governo britânico considerou que o item era essencial para elevar o moral da população. Desde então, as vendas de cosméticos se posicionaram como termômetro econômico

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“Agora, mais do que nunca, a beleza é seu dever”, declarou a edição britânica da revista Vogue em 1941. Em plena Segunda Guerra Mundial, o slogan beauty is your duty logo se tornou um ato de compromisso patriótico inapelável, defendido e reforçado pelo próprio Winston Churchill. Por mais trivial que possa parecer, em tempos de crise o papel da indústria da beleza foi considerado essencial pelos Governos que souberam entender a ascendência psicológica e social de um simples batom. Apesar de a produção de cosméticos ter sido interrompida no Reino Unido por causa de tarefas mais urgentes, Churchill decidiu abrir uma exceção ao batom, afirmando que seu uso “elevava o moral da população”. Foi considerado produto de primeira necessidade, ao mesmo tempo em que as mulheres usavam almofadas de carimbo como ruge. Enquanto a gasolina, o açúcar e os ovos eram racionados, os batons eram distribuídos com a mesma assiduidade que a farinha. Assim um item básico de beleza foi transformado no símbolo por excelência do estilo de vida da sociedade moderna.

“Winston Churchill entendeu que usar batom vermelho fazia as mulheres se sentirem fortes, seguras e atraentes, sentimentos especialmente valiosos em tempos de crise”, explica Rachel Felder, jornalista de revistas como The Cut e The New Yorker e autora do livro Red Lipstick: An Ode to a Beauty Icon. O Ministério do Abastecimento publicou um memorando que afirmava que a maquiagem delas era tão importante durante a guerra quanto o tabaco para os homens, evidenciando por outro lado o sexismo da época. “O ato de pintar os lábios emana uma mensagem de autoridade e convicção. Para as mulheres que o usam é tanto uma espada quanto um escudo, escondendo qualquer insegurança e demonstrando força assertiva”, acrescenta a escritora.

O primeiro-ministro não apenas não racionou os batons, como pediu às mulheres que o usassem como ação de propaganda para elevar o ânimo dos soldados que lutavam para voltar para casa com aquelas esposas que não tinham perdido um pingo de beleza. O ódio público e notório de Adolf Hitler por qualquer tipo de cosmético era outro poderoso motivo para reivindicá-lo com mais convicção. “Eram vidas comuns impactadas por acontecimentos extraordinários. Se cada parte de sua existência sofria a intervenção do Governo, a aparência era a única coisa que podiam controlar”, afirma a historiadora Laura Clouting no The Telegraph..

As publicações de moda e as empresas de cosméticos aderiram ao chamado do eixo aliado sem reservas. Elizabeth Arden criou um kit de maquiagem destinado às mulheres da Marinha norte-americana que combinava com os uniformes, e Helena Rubinstein criou tons de batom e de sombra com nomes como “Vermelho de Regimento”, “Comando” ou “Vermelho Combatente”. “Nenhum batom —nem o da nossa empresa nem o de nenhuma outra— vencerá a guerra. Mas simboliza uma das razões pelas quais estamos lutando... o precioso direito das mulheres de parecer femininas e bonitas, em qualquer circunstância”, dizia, novamente com um filtro sexista, a campanha publicitária “Guerra, Mulheres e Batom” da marca Tangee.

Embora falar sobre maquiagem em tempos tão difíceis como a pandemia de coronavírus possa soar como um tema frívolo e superficial, para além da colaboração fundamental da indústria na hora de transformar suas linhas de produção para fabricar máscaras ou gel desinfetante, Rachel Felder defende sua utilidade e relevância. “O batom eleva o moral, mas é muito mais do que isso: em tempos de crise, como aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial, dá às mulheres uma sensação de normalidade. Nestes dias, quando as pessoas estão lidando com o estresse, o confinamento e a perda de entes queridos, é muito importante manter esses pequenos detalhes diários que fazem você se sentir normal. Pintar os lábios de vermelho todas as manhãs empodera. Uma vez vencida a disputa, até a própria rainha Elizabeth II —que tem uma grande coleção de batons— encomendou a fabricação de seu próprio tom de batom vermelho com matizes azulados que combinava com seu estilo, por ocasião de sua coroação em 1952.

Seu simbolismo é tal que, no início deste século, Leonard Lauder, então CEO da Estée Lauder, cunhou o termo “efeito batom”. Esse indicador econômico se refere ao fato de a indústria de cosméticos permanecer imperceptível ou até aumentar suas vendas em tempos de crise. Os consumidores priorizam “luxos” acessíveis em vez de fazer outros grandes investimentos, mais arriscados, como residências ou veículos. Tanto depois da Segunda Guerra Mundial quanto na Nova York posterior ao 11 de Setembro ou durante a crise econômica de 2008 as vendas de cosméticos floresceram. A questão é se ler os lábios voltará a ser um termômetro útil da situação financeira depois da crise do coronavírus. “Acredito que, depois que as lojas físicas reabrirem, as vendas de maquiagem aumentarão, mas principalmente os batons, porque é um pronunciamento firme. Parte disso se deverá ao “efeito batom”, mas também a que, em tempos extraordinários, as pessoas sentem o desejo de se arrumar, sair à rua e se mostrar o melhor que puderem”, diz Felder. Uma vez superada a pandemia, o desejo de voltarmos a nos apresentar diante do mundo deixando para trás pijamas e moletons se intui mais vigoroso do que nunca.

Como prova definitiva da relevância do batom em tempos de crise, mas especialmente na Segunda Guerra Mundial, é o que foi contado pelo tenente-coronel britânico Mervin Willet Gonin depois da libertação do campo de concentração de Bergen-Belsen. Em seu diário, narra sua surpresa quando a Cruz Vermelha chegou ao campo com uma grande quantidade de batons, um pedido contrário ao que alegavam ser prioritário. “Não sei quem os pediu, mas adoraria saber. Foi obra de um gênio, inteligência em estado puro. Acredito que nada fez mais por essas prisioneiras do que aqueles batons. As mulheres se deitavam na cama sem lençóis ou camisolas, mas com os lábios vermelhos. Você podia vê-las vagar com nada além de um cobertor sobre os ombros, mas com os lábios pintados de vermelho. Por fim alguém havia feito algo para torná-las indivíduos novamente. Eram alguém, já não apenas um nome tatuado no braço”, escreveu ele, corroborando que esse simples produto “lhes havia devolvido sua humanidade”. Um episódio que o próprio Banksy, o famoso e fugidio artista de rua, quis recuperar em sua obra Batons do Holocausto.

Fonte: https://brasil.elpais.com/smoda/2020-05-03/por-que-churchill-transformou-o-batom-em-produto-de-primeira-necessidade-em-tempos-de-crise.html?utm_source=Facebook&ssm=FB_BR_CM&fbclid=IwAR2ckzHQwOeCg90iHxe-BfiMLDzyCYA4Np3uHRcDY1xqFHWwx6H-hNaDW-Y#Echobox=1588470463

Dubrovnik, a cidade medieval planejada para a quarentena

Desde os tempos antigos, as sociedades tentam separar as pessoas com doenças daquelas que não são afetadas. As referências ao isolamento remontam ao Antigo Testamento. À medida que o Covid-19 corre o mundo, somos aconselhados a fazer autoisolamento.

Para entender a importância da quarentena durante esta pandemia moderna, é útil relembrar a história da própria palavra "quarentena", que remonta à Europa medieval.

A palavra "quarentena" tem raízes italianas: em um esforço para proteger as cidades costeiras da Peste Negra que assolava a Europa do século 14, os navios que chegavam a Veneza de portos infectados eram obrigados a permanecer ancorados por 40 dias (quaranta giorni) antes do desembarque, prática que eventualmente ficou conhecida como quarentena - derivada de 'quarantino', a palavra italiana para se referir a um período de 40 dias.

Em 1374, foi emitida uma proclamação em Veneza, declarando que todos os navios e passageiros deveriam ser estacionados na ilha vizinha de San Lazzaro até que o conselho especial de saúde lhes desse permissão para entrar na cidade. "Isso levou à discriminação de navios e viajantes de certos países, bem como a outras irregularidades que ocorriam regularmente em Veneza", escreve o co-autor Ante Milošević no livro Lazaretto em Dubrovnik: O início do regulamento de quarentena na Europa.

No outro lado do Mar Adriático, em Ragusa (atual cidade de Dubrovnik, na Croácia), o Grande Conselho da cidade aprovou uma lei inovadora em 1377 para impedir a propagação da pandemia, exigindo que todos os navios de entrada e caravanas que chegassem de áreas infectadas se submetessem a 30 dias de isolamento.

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A legislação, que em latim era: "Veniens de locis pestiferis non intret Ragusium vel districtum" (os que chegam de áreas infectadas por peste não devem entrar em Ragusa ou em seu distrito"), estipulava que quem vinha de lugares perigosos deveria passar um mês na cidade vizinha de Cavtat ou no ilha de Mrkan para desinfecção antes de entrar na cidade murada medieval.

"Dubrovnik implementou um método que não era apenas justo, mas também muito sábio e bem-sucedido, e prevaleceu em todo o mundo", escreve Milošević.

Isolamento e disciplina são as duas coisas importantes

A médica e coautora do livro, Ana Bakija-Konsuo, acrescentou que a diferença entre as duas cidades foi que Dubrovnik foi o primeiro porto do Mediterrâneo a isolar pessoas, animais e mercadorias provenientes de áreas infectadas por mar ou terra, mantendo-os separados da população saudável, enquanto Veneza parou todos os navios e comércio, interrompendo a vida na cidade.

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A República Ragusana impôs punições e multas muito rígidas aos infratores que não seguissem a lei de quarentena de 30 dias [trentina, como o termo foi escrito em um documento encontrado nos arquivos de Dubrovnik de 27 de julho de 1377].

No início, a quarentena era de 30 dias, mas acabou sendo prolongada para 40 dias, como em Veneza.

Ninguém sabe exatamente por que o período de isolamento foi alterado de 30 para 40 dias: alguns sugerem que 30 dias foram considerados insuficientes para impedir a propagação da doença, pois o período exato de incubação era desconhecido; outros acreditam que a quarentena de 40 dias estava relacionada à observância cristã da Quaresma. Outros acreditam que os 40 dias são baseados em relatos bíblicos como o grande dilúvio, Moisés ficar no monte Sinai ou os 40 dias de Jesus no deserto. Veneza oficializou os 40 dias em 1448, quando o Senado veneziano acrescentou 10 dias à regra de quarentena de 30 dias para os navios que entravam em seu porto.

Em Lazaretto, em Dubrovnik, o governo de Dubrovnik chegou à idéia de quarentena como resultado de sua experiência em isolar as vítimas de hanseníase para evitar a propagação da doença, escreve Bakija-Konsuo.

Ao longo de sua história, Dubrovnik foi devastada por inúmeras doenças, com a hanseníase e a peste representando as maiores ameaças à saúde pública.

"A ciência histórica, sem dúvida, provou o pioneirismo de Dubrovnik na 'invenção' da quarentena", disse Bakija-Konsuo.

"O isolamento, como conceito, já havia sido aplicado antes de 1377, como mencionado no Estatuto da Cidade de Dubrovnik, escrito em 1272, e onde é a primeira menção ao isolamento dos pacientes com hanseníase. Este Estatuto está entre alguns dos mais antigos documentos legais por escrito da Croácia. "

Bakija-Konsuo explica que Lázaro foi declarado o santo padroeiros dos leprosos pela Igreja, porque, de acordo com a Bíblia, ele sofria de hanseníase. Dessa forma, os abrigos para os doentes foram nomeados em homenagem a ele e chamados de lazarettos.

Depois que Ragusa montou o primeiro hospital temporário de peste da Europa na ilha de Mljet, as instalações de quarentena em toda a Europa acabaram ficando conhecidas como "lazarettos".

Bakija-Konsuo disse que, seguindo a legislação de isolamento de Ragusa em 1377, a quarentena foi implementada pela primeira vez em Cavtat, uma pequena cidade localizada ao sudeste de Dubrovnik e nas ilhas próximas (Supetar, Mrkan e Bobara).

"Inicialmente, as acomodações de quarentena eram ruins, improvisadas, em cabanas, tendas e, às vezes, ao ar livre. O benefício das cabanas era que elas poderiam ser facilmente queimadas como medida de desinfecção ", diz ela.

Em 1397, foi tomada a decisão de estabelecer uma quarentena no mosteiro beneditino na ilha de Mljet. O lazaretto em Danče foi construído em 1430 e, posteriormente, um lazaretto maior e mais moderno foi construído na ilha de Lokrum.

Em 12 de fevereiro de 1590, o Senado de Dubrovnik decretou que o último lazaretto fosse construído em Ploče, a entrada leste da Cidade Velha. A construção do complexo de lazaretto foi concluída por volta de 1647; em 1724, o Senado a proclamou parte integrante das fortificações da cidade.

"O Lazaretto preservou sua função original muito depois da queda da República de Dubrovnik, mas não temos certeza sobre o ano em que foi abolido como instituição de saúde; de acordo com o Arquivo Nacional em Dubrovnik, foi por volta de 1872 ", disse Bakija-Konsuo.

"Este impressionante edifício de pedra representa não apenas um complexo arquitetônico único, mas também uma instituição que melhor descreve a rica herança médica da antiga Dubrovnik.

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Os lazarettos de Dubrovnik, hoje atrações turísticas que abrigam eventos culturais como concertos e dança folclórica tradicional de Linđo (Lindjo), são um lembrete da luta da cidade no combate a doenças infecciosas séculos atrás.

Ivan Vuković Vuka, um guia turístico histórico em Dubrovnik, nascido e criado na cidade, lembra-se de ir ao lazarettos para festas e concertos ao ar livre nas noites quentes de verão, apenas para sentir alguma brisa.

Os lazarettos (localmente chamados de "Lazaret" ou "Lazareti") estão situados a aproximadamente 300 metros fora das muralhas de pedra da Cidade Velha.

"Dentro das muralhas da cidade, qualquer tipo de doença pode ser transmitida facilmente, por isso as instalações dos lazarettos são áreas muito amplas e espaçosas divididas em 10 edifícios de vários andares, para que haja sempre ar suficiente", diz ele, observando as vistas deslumbrantes do Velho Porto da cidade.

O complexo de Lazaretto consiste em 10 lazarettos, cinco pátios e duas guaritas. De acordo com a médica Vesna Miović, coautora de Lazaretto em Dubrovnik todos os viajantes que vieram de áreas suspeitas (infectadas) ficavam alojados acima dos pórticos, no chão, com uma estrutura de telhado e janelas gradeadas; e em casas no planalto de Lazaretto (também chamado "o lazaretto superior").

Os viajantes em quarentena podiam andar livremente pelo platô e até tinham pequenos terraços onde podiam respirar ar fresco, mas eram proibidos de se misturar com aqueles que já haviam sido libertados da quarentena ou com quem morasse fora do complexo de lazarettos.

Com a cidade atualmente em quarentena devido ao Covid-19, o turismo - a força vital da economia croata e uma das principais fontes de renda de Dubrovnik - parou.

Todos os navios de cruzeiro estão suspensos até junho e, em 19 de março de 2020, a Croácia implementou uma proibição temporária de trânsito através das passagens de fronteira para ajudar a impedir a propagação do vírus. "Por enquanto, todas as fronteiras estão fechadas — na Croácia, você nem pode se deslocar entre cidades", disse Vuković Vuka.

A American Airlines cancelou seus voos sem escalas da Filadélfia para Dubrovnik durante todo o ano de 2020; outras companhias aéreas europeias e internacionais suspenderam voos até junho.

Depois do excesso de turismo, agora existe a falta dele

"Nem durante a guerra dos anos 90 Dubrovnik não estava tão vazia", diz Vuković Vuka.

"Você pode ouvir o silêncio e até sons baixos ecoas no paralelepípedo."

Dubrovniki já sofreu com o excesso de turistas gerando superlotação e degradação de locais históricos, mas agora o problema é outro. A cidade está vazia, e nem mesmo os moradores podem ir às ruas.

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Os croatas, como seus vizinhos mediterrâneos, são seres sociais que gostam de conversar e de tomar café nos cafés. "A covid deixa os croatas loucos, gostamos de nos abraçar e de beijar como italianos e espanhóis", diz Vuković Vuka. "Fazemos piadas de que na verdade o café é a reabilitação de quem vai muito para o bar."

Diferentemente da antiga lei de quarentena de Dubrovnik, hoje as pessoas têm a opção de se autoisolar no conforto de suas casas; no entanto, "[o] problema das pessoas em Dubrovnik é que elas também vivem em grandes comunidades com seus pais e avós; portanto, eles precisam tomar cuidado para não serem infectados por causa deles", disse Vuković Vuka.

Fora isso, pouco mudou nos últimos 600 anos em relação aos protocolos de quarentena, que Dubrovnik implementou várias vezes ao longo dos séculos e serve como um lembrete nos dias atuais: "Isolamento e disciplina são as duas coisas importantes" diz a médica.

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Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-52495111?at_medium=custom7&at_custom2=facebook_page&at_custom3=BBC+Brasil&at_custom4=E2851F44-8D42-11EA-B17F-DA113A982C1E&at_custom1=%5Bpost+type%5D&at_campaign=64&fbclid=IwAR2GF970KqhkAnraWbyBhXSDxTzknGDDCOgSvCVjQJEQy_MWtku7iCBGwow

Argentina investe no drive-in como experiência de entretenimento em tempos de quarentena

Já tem um tempinho que muitos lugares estão de olho nos retornos dos drive-in, pois eles permitem respeitar o distanciamento social sem perder a oportunidade de uma boa experiência de entretenimento. Na Argentina por exemplo, o AutoCine tornou isso uma realidade no país.

Com liderança da empresa Cinergia Agency, referência na área de eventos, o projeto está em andamento com equipamentos e projetores, fornecendo cinema para as pessoas sob o céu, assim como faziam nossos avós e pais décadas atrás.

O drive-in já era um evento que acontecia de tempos em tempos na Argentina, mas a ideia agora é torná-lo contínuo como forma de adaptação aos novos tempos que estamos vivendo: “devido à distância social que devemos respeitar, o cinema drive-in retorna juntamente com o desejo renovado de sair e desfrutar gratuitamente”, diz Gastón Sztutwojner, criador da Cinergia.

A empresa se propôs a reviver essa experiência montando teatros drive-in com telas gigantes ​​em qualquer lugar do país, em apenas 3 horas entre organizar e montar. A ideia é proporcionar uma boa vista para cerca de 400 carros por sessão.

Além disso, o áudio do filme é transmitido por uma FM de modo a ser sintonizada por cada carro, não precisando assim de altas caixas de som fazendo barulho e possibilitando ao espectador controlar o volume conforme o seu gosto. “Para a projeção, usamos uma nova tecnologia de projetor que, em vez de usar a lâmpada tradicional, possui um LED + LAser que permite mais energia e melhor colorimetria”, disse Gáston.

Além disso, o criador da empresa acrescenta: “As famílias desfrutam muito das funções, para os mais jovens geralmente é o primeiro contato com essa experiência e para os pais é a oportunidade de reviver um pouco de sua infância”.

Por enquanto, a ideia da Cinergia é promover essa iniciativa em quantos lugares forem possíveis no país: “Estamos discutindo com vários locais para fazer cinemas com entrada gratuita, mas ainda não queremos anunciar datas ou locais para serem prudentes e respeitar a quarentena.

Quando esse estágio terminar, precisamos continuar cuidando de nós mesmos e de que maneira melhor de fazê-lo do que indo ao cinema drive-in, com a família ou com seu parceiro, vendo uma nova experiência que respeite a distância social do conforto e da privacidade do carro.” finalizou Gáston.

Com informações do site Nation – Fotos: Reprodução

Fonte: https://www.asomadetodosafetos.com/2020/04/argentina-investe-no-drive-in-como-experiencia-de-entretenimento-em-tempos-de-quarentena.html