Digital influencers: afinal, o que é ser um influenciador nas redes?

Por Nathan Vieira

Se tem algo que consegue mostrar o quanto a ascensão das redes sociais revolucionou várias áreas da nossa vida. é o digital influencer. Essa carreira, relativamente nova no mercado, deixa claro que quando estamos falando de curtidas, comentários, visualizações, estamos falando do reflexo daquilo que a sociedade está acompanhando ou rejeitando.

No entanto, em meio a inúmeras publicações, tentativas de engajamento, parcerias, publiposts, fica o questionamento: o que, exatamente, é ser um influenciador? Como é a rotina que acompanha essa profissão? Com isso em mente, conversamos com alguns especialistas no assunto, visando entender melhor as verdades por trás da carreira de um digital influencer.

Mas pegando o termo em sua raiz: digital influencer (ou, traduzindo literalmente, influenciadores digitais), basicamente, é a pessoa que detém o poder de influência em um determinado grupo de pessoas. Esses profissionais das redes sociais impactam centenas e até milhares de seguidores, todos os dias, com o seu estilo de vida, opiniões e hábitos.

É válido apontar que a ascensão do digital influencer ocorre de maneira diretamente proporcional ao aumento do consumo de informação e produtos na internet. E as marcas têm aproveitado esse momento para estar mais presente e mais próxima ao consumidor. Na prática, o influencer impacta e conquista seguidores e fãs, através da produção de conteúdo, além de usar as mídias digitais (no caso, costumeiramente o Instagram, o Facebook, o YouTube ou até mesmo o blog) como meio para entregar a informação.

É o caso de Evelyn Regly, que ostenta 4,9 milhões seguidores no Instagram, e 4,42 milhões de inscritos em seu canal homônimo no YouTube. Uma vez questionada sobre como é a sensação de transformar o hobby em uma carreira, a influencer afirma: “Eu amo o que eu faço. Quando eu tinha 15 anos ficava fuçando o computador que meu pai me deu com muita dificuldade e aprendi a programar sozinha. Ali eu já sabia que queira trabalhar na área de informática, redes etc. Trabalhar online em tempo integral é um prazer. Eu amo”.

Apesar de amar o seu trabalho, Evelyn reconhece desafios. “Um ponto negativo é a exposição. Mesmo que você não queria, às vezes precisa se pronunciar sobre coisas da sua vida pessoal. Faz parte. Para mim, a maior dificuldade é se manter íntegro em um meio onde a opinião é vendida muito fácil. Eu tento ser o mais transparente possível quando vou dar a minha opinião, e se achar que não devo, nem dou”, afirma.

E em questão de exposição, a influencer conta que já passou por uma situação na qual uma briga com amiga, também influenciadora, se tornou pública e enquanto não se pronunciou, o público não parou de cobrar uma reação dela. “Isso é muito ruim, é uma pressão muito grande. Nem sempre você quer falar naquele momento, nem sempre você quer falar sobre. Mas relevei. Hoje tenho mais cuidado como o que exponho, inclusive as amizades”, acrescenta.

De acordo com Evelyn, a rotina de um influencer é verdadeiramente intensa. “Se não se policiar, você dorme e acorda trabalhando. Eu me pego pensando em conteúdo criativo para a minha audiência o dia todo. Acordo lendo os comentários, o que as pessoas estão pedindo para que eu fale ou faça (como resenha de produtos, bate-papo com temas específicos etc). Respondo cerca de 5 mil comentários por dia, pois é importante que a gente se mantenha próximo do público que tem um carinho por você”, revela.

No entanto, a rotina cansativa acaba gerando bons frutos, segundo ela: “É muito gratificante. Além disso, produzo fotos e vídeos diariamente, para diversas plataformas, além de produzir conteúdo publicitário. Não tenho hora para parar de trabalhar, trabalho até quando acordo na madrugada... por isso, tento me policiar”.


Influencers sob os olhos do mercado


No entanto, há muito sobre os influencers que não temos o costume de acompanhar. São os bastidores dessa carreira, propriamente dito. Primeiro, é possível observar que a ascensão dos influencers gerou impacto em várias áreas da indústria. Mais do que a gente imagina, na verdade.

“Hoje, quando se pensa no lançamento de qualquer produto ou serviço, um fator sempre levando em consideração é como ele será aceito na internet e nas redes sociais. Ou até mesmo a pesquisa de mercado para tal muitas vezes é feita, em grande parte, por meio da internet e das redes sociais. O que temos visto, fortemente, é que não somente os influencers, mas todos os internautas passaram a ser considerados com maior peso”, explica Thábata Mondoni, CEO da agência de comunicação Mondoni Press.

Thabata ressalta que o comportamento do consumidor mudou e estará em constante metamorfose com a internet, e as marcas que não se mantiverem antenadas perderão espaço e até mesmo a oportunidade de faturar muito mais: “Conectividade, interação e multiplataformas são as palavras da vez e devem estar presentes no dia a dia de qualquer negócio. Um produto, hoje, não é mais apenas um produto. Ele é um post futuro que expressa preferências e personalidades de cada indivíduo. Por isso, deve ser pensado, em todos os detalhes, no consumidor que está online”.

Mas e no caso de contratar um influencer? Como é que funciona? Bom, segundo Thábata, os primeiros pontos a definir são as ações estratégicas com esses influenciadores. Assim, a marca deve ter em mente se será uma ação pontual ou seguirá por um período determinado, se usará um ou mais influenciadores, qual a mensagem que a marca deseja que eles passem através de suas redes sociais e se eles vão atingir o público-alvo.

“Tenho visto muitas marcas grandes errarem com suas ações. Gastam muito dinheiro, fazem eventos caros, mas quando os influenciadores chegam, nada acontece e não gera conteúdo para eles. Postar somente por postar não gera resultado. Uma ação estratégica deve contar uma história e substituir aquele publipost forçado — que tem no feed de todo influenciador — por um conteúdo mais atraente e sugestivo”, explica a CEO.

De acordo com Thábata, outros pontos de atenção são identificar se esse influenciador realmente influencia e se ele possui coerência com a marca contratante. “Muitos influenciadores têm um grande número de seguidores, mas não engajam as pessoas. Aliás, hoje, ter muitos seguidores não define o poder de um influenciador. Já aqueles que engajam, mobilizam as pessoas, têm autoridade ao ponto de fazer os internautas experimentarem novos produtos e marcas, esses sim são considerados Influenciadores de verdade”, revela.

Quem compartilha de um ponto de vista semelhante é a influencer Ana Tex, especialista em Marketing Digital com foco no uso de ferramentas digitais para aumentar vendas e visibilidade. “O ideal para o influenciador conquistar os olhares das marcas é mostrar que ele tem uma audiência engajada. Então nos posts que ele faz, existem pessoas engajadas? Nas lives que ele faz, existem pessoas engajadas? Quando ele faz um evento, as pessoas comparecem? Ele consegue mobilizar pessoas? É isso o que as marcas querem, independente do tamanho. Não precisa ser um grande influenciador, mas mobilizar pessoas em torno de uma causa “, aponta.

De acordo com a CEO da Mondoni Press, depois do boom dos influencers com centenas de milhares de seguidores, que passaram a cobrar de R$ 15 mil a grandes montantes de dinheiro por publicações, muitas empresas passaram a apostar nos microinfluenciadores e nanoinfluenciadores (cerca de mil seguidores), que mais se aproximam com pessoas comuns, do dia a dia. Isso porque o público na internet tem buscado cada vez mais pessoas com a quais se identificam, que possuem um estilo de vida parecido.

Aliadas a essa tendência, surgem também novas possibilidades de ações como, por exemplo, usar uma verba que seria investida em apenas 1 ou 2 influenciadores, para contratar diversos em regiões estratégicas. Algumas marcas chegam a pagar entre R$ 200 e R$ 500 (mês), mais o envio do produto, para cada nanoinfluenciador. “A admiração e referência são importantes, mas é preciso gerar uma identificação real. O público precisa ver algo e entender que aquilo também é possível e acessível para ele. Caso contrário, o principal objetivo de toda ação de marketing não acontecerá: a venda”.

Engajamento

Uma palavra muito utilizada quando se trata de influencers é engajamento. Utilizada em diferentes contextos, é uma referência ao modo como alguém se relaciona com algo. No caso das redes sociais, que popularizaram o termo, é também uma forma de entender o modo como o público interage com as marcas. Mas como funciona isso?

Para Thiago Valadares, especialista em comportamento digital e sócio-diretor da Agência Hiro, o principal fator que leva a um bom engajamento é a frequência nos posts e na interação. “Tão importante quanto postar, interagir com seus fãs é primordial. Curtir os comentários, responder, comentar nas fotos dos outros, interagir nos stories, enfim, tenha o máximo de diálogo com seus fãs, mostre que você viu e que se importa. Manter uma boa frequência, postando constantemente, vai ajudar você a crescer no mundo digital”, aponta o profissional.

Segundo Ana, as estratégias de engajamento dependem de cada mídia, mas no Instagram, por exemplo, a ideia principal é fazer conteúdos que as pessoas salvem, comentem e compartilhem, e isso faz com que a comunidade comece a engajar. “Então sempre pensar em criar conteúdo para gerar uma comunidade e através de causas e coisas que as pessoas estão buscando na internet. Essa é uma das melhores formas de gerar engajamento”, orienta.

Por outro lado, Ana relembra aquilo que os influenciadores não devem fazer: “O que pode levar o influenciador a perder muitos seguidores é a falta de autenticidade, e quando ele se posiciona de uma forma que o público não compreende. Já vi casos de pessoas que têm um discurso de ser vegano e foram pegas comendo carne, por exemplo. Então há falta de consistência naquilo que entrega”.

Thiago inclui que algo que não funciona para um influenciador é a polêmica. “Muitos influenciadores, para crescer e ganhar notoriedade, escolhem esse caminho, gerando polêmica, debatendo com os fãs e criticando quando possível. Esta estratégia é velha, dá resultado, mas pode se tornar uma grande ameaça, e tudo que foi construído pode ser facilmente destruído, seja por denúncias (assim você pode perder a conta) ou por ganhar um rótulo que depois será difícil de tirar”, conta.

Para quem deseja se tornar um influencer, Thiago recomenda primeiramente a pessoa saber sobre o que quer falar, algo que goste, que tenha domínio, que consiga produzir conteúdos de qualidade. A escolha da segmentação é outro ponto. Uma dica apontada pelo especialista em comportamento digital é seguir influenciadores semelhantes, achar bons conteúdos para se inspirar.

Thiago também acredita que a melhor maneira de se destacar é mostrar que tem conteúdo de qualidade para aquele segmento. “Antes, existia a era dos “fãs”, quanto mais, melhor. Hoje, é a era da credibilidade. Ou seja: melhor você ter 10 mil seguidores que gostem de você, que pertençam a uma tribo, que saibam dos seus gostos e te acompanhem, do que ter 1 milhão de seguidores e 800 mil serem avulsos”. Qualidade e não quantidade. As marcas querem isso agora”, disserta.

Quanto ganha um influencer?

Agora tocamos em um assunto muito interessante: números. De acordo com Thábata, é justamente por quantidade de seguidores e acessos que o influencer faz a sua carreira. Ela conta que todo influenciador deve tem um media kit (material de apresentação) contendo todos os números possíveis, inclusive de engajamento e estatística de público-alvo.

Com isso em mente, um grande influenciador chega a cobrar a partir de R$ 10 mil por publicação, e essa é uma média que pode chegar a valores bem maiores. Já microinfluenciadores (com cerca de 20 mil seguidores) cobram na faixa de R$ 1 mil, uma média que também pode variar. E tem os nanoinfluenciadores que cobram a partir R$ 200. No entanto, há muitos que aceitam postar em troca do próprio produto. Tudo vai depender da negociação.

No entanto, transformar as redes sociais numa carreira também pode ser um trabalho árduo. “Fazer sua página render dinheiro não é uma tarefa tão fácil. Vai exigir uma dedicação diária, periodicidade nas publicações e presença constante nos stories até conquistar um público que se engaje na página. Após identificar que possui esse público, o próximo passo será se apresentar às marcas. Tudo isso demanda tempo, disponibilidade e investimento. Depois, sim, é possível rentabilizar via posts patrocinados, presença em eventos, recebimento de produtos, apostar em marketing de afiliado ou até mesmo lançar um produto exclusivo”, finaliza Thábata.

Fonte: https://canaltech.com.br/redes-sociais/digital-influencers-afinal-o-que-e-ser-um-influenciador-nas-redes-162554/

Programa Mudando de Vida III com Professora Isa Casline da Cia Athletica Campinas e Nutricionista Gabriela Martinez

Vocês pediram e estamos de volta com a edição número 3 do “Mudando de Vida “. Programa totalmente online voltado para o bem estar 🧘🏻‍♀️e emagrecimento.

Em parceria com a nutricionista @gabimartineznutri o projeto terá duração de 20 dias com início no 🗓dia 27/04. 📍Os participantes do programa receberão da nutricionista receitas fáceis e gostosas de fazer; dicas de alimentação e cardápio qualitativo.

📍Darei dicas de saúde e bem estar ;treinos dinâmicos e motivantes. ✔️Inscrições e maiores informações por direct no Instagram @isacasline

Isabela Casline

Coluna Fitness

Isabela Casline é educadora física, bacharel em Treinamento Esportivo pela UNICAMP e personal trainer; cursando Certificação Mundial de Personal Trainer, Grupo Mastermind, módulo Coaching. Escreve sobre emagrecimento, treinamento funcional, corrida e condicionamento físico.

Blog:  www.isacasline.com.br 

Atrações da Disney poderão ser vistas através da internet

A magia da Disney agora em sua casa. Pensando em uma nova forma de entreter a criançada durante a quarentena, a empresa de renome mundial lançou a nova plataforma digital chamada Disney Momentos Mágicos. No site, as famílias podem encontrar vários conteúdos de entretenimento relacionados à Disney, Walt Disney Animation Studios, Disney e Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, Disney Parks e demais afiliadas. 

Mas talvez a oportunidade mais especial – e que mais vai encantar os pequenos – seja a de conhecer por dentro algumas atrações dos parques da Disney. Pois é, um dos recursos disponibilizados permite o passeio virtual em brinquedos famosos, como o It’s a Small World, criado para a Feira Mundial de Nova York em 1964 e que agora fica localizado no Magic Kingdom. Com uma música que fala sobre a paz mundial, as crianças são convidadas a embarcar em uma jornada de barco, em que conhecem bonecos cantantes que representam as várias partes do globo.

Outra possibilidade única é a de acompanhar os tão clássicos desfiles de personagens, como o Magic Happens, que estreou no início de 2020 no Disneyland Resorts. O espetáculo inclui nove carros alegóricos totalmente novos, duas músicas originais e mais de 90 artistas que performam as histórias da empresa. Além de queridinhos da Disney, como o Mickey em seu figurino de feiticeiro, a atração também traz novidades, como alegorias de Frozen 2 e de Viva – A Vida é uma Festa. Para conhecer ainda mais dos parques temáticos, ainda chegarão na plataforma uma tour pela montanha-russa Big Thunder Mountain e o show de fogos de artificio Happily Ever After, que mescla trilhas sonoras, luzes e projeções que acontecem no próprio castelo da Cinderela.

We're all looking for ways to bring a little joy, a little fun and, yes, a little magic into our lives right now. So to help make that happen, we're bringing...

Fonte: http://www.joaoalberto.com/2020/04/21/atracoes-dos-parques-da-disney-agora-podem-ser-visitadas-pela-internet/

Se vestir bem aos 30, 40, 50? 3 dicas… por Consuelo Blog

“É uma das perguntas que mais recebo: “como me visto de forma adequada agora que fiz 30, 40, 50…”  Na verdade, se você conseguiu definir o teu estilo, o passar da década só será um dia amais na tua vida… Mas como sabemos, o corpo muda e o estilo deve se adaptar.

Não quero ser déspota aqui, mas gostaria de dar umas diquinhas…

  1. Shorts O shortinho de jeans tomou conta do mundo.  Ele vem em versão curtinha.  Então o que acontece com ele quando começamos a amadurecer?  Acredito que tem dois pontos importantes.  Primeiro, se tuas pernas estão em ordem, pode usar em situações bem informais como praia ou um churrasco entre amigos.  Segundo, tome cuidado que ele não esteja muito apertado ou curto demais!!!!  Foi o maior erro que vi pelas ruas no Brasil.  O shortinho de jeans curto demais e especialmente, apertado demais!

  2. Cava da roupa sem manga.  As axilas e as gordurinhas que vem embaixo do braço não enfeitam e a idade exige maior cautela.  Toda vez que escolho uma peça tomo muito cuidado com isto.  É importante que a cava cubra bem esta parte.  Fica muito mais elegante.  Portanto, atenção!

  3. Roupas mais larguinhas. Demos sorte.  A moda está toda mais larguinha e podemos fazer looks modernos sem ter que se expor demais.  Sei que me dizem que o Brasil é muito quente e temos que nos despir de acordo.  Bem, não acredito nisto.  Acho que dá para usar peças bem soltinhas, com os braços de fora, vestidos e sandálias abertas sem ter que usar shorts, camiseta sem manga e chinelo.

Lembrem, o importante é conhecer bem a si mesmas e encontrar o nosso estilo.  Daí ressaltar o que temos de melhor!!

Bem é feriado então voltem para a praia e divirtam-se!!  Mas antes de ir embora, só uma foto de três lindos exemplos de mulheres que assumem a idade de forma ultra correta (tá bom, são lindas, mas também charmosas e elegantes!)”.

Fonte: https://www.consueloblog.com/se-vestir-bem-aos-30-40-50-3-dicas/

Pandemia e suas transformações: Valor de mercado da Netflix supera o da Disney

Muitas mudanças mercadológicas ocorrerão e muitas marcas sofrerão (positivamente ou negativamente) transformações. Em meio as dúvidas, previsões e acontecimentos do mercado proporcionados pela pandemia, Netflix e Disney protagonizam uma luta que vai muito além do streaming e já tem impacto no valor de mercado de cada uma delas.

As ações da Disney caíram mais de 40% em comparação com ganho de 9,2% da Netflix, durante este ano. A Netflix agora está avaliada em US $ 187,3 bilhões. Passando assim a Disney, atualmente avaliada em US $ 186,6 bilhões. As informações são da Variety.

Mas com a crise vinda de um fator macroambiental certamente não previsto por nenhum guru do mundo – o novo coronavírus, a Disney Company perde muito em diversos “segmentos” da empresa.

A pandemia trouxe ao mundo muitas mudanças de comportamento que devem refletir por anos (ou décadas) em muitos mercados. O entretenimento é um deles. Até o começo deste ano tínhamos muitos cadernos de tendência prevendo experiências reais crescendo, apoiadas pela tecnologia e à contra tendência do digital – a busca das pessoas por momentos no mundo real. Diga-se de passagem, não somente no entretenimento, mas também em outros mercados como o varejo.

Mas com a crise vinda de um fator macroambiental certamente não previsto por nenhum guru do mundo – o novo coronavírus, a Disney Company perde muito em diversos “segmentos” da empresa. Parques temáticos fechados, eventos esportivos cancelados em suas redes de TV – principalmente na ESPN, lançamentos de filmes atrasados e a produção de filmes e TV interrompida afetam diretamente a gigante do entretenimento.

m contrapartida, a Netflix é uma das (únicas) marcas do mundo que prospera em tempos difíceis de coronavírus. “Fique em casa” já parece um convite a assistir Friends pela milésima vez ou maratonar uma série nova.

O que observar daqui pra frente (e ir além do assunto valor de mercado)?

  • A Cowen & Co. estima 7,1 milhões de novos assinantes pagos na Netflix nos três primeiros meses de 2020;

  • A pandemia deve afetar os lançamentos do segundo semestre da marca. Será que isso terá relevância para o usuário?;

  • O Disney+, streaming da marca, alcançou a marca de 50 milhões de usuários, número que a Netflix demorou uma década para conseguir. Mas isso, obviamente, não deve ter um impacto gigantesco em seu valor de mercado comparado ao que a crise em outros segmentos tem;

  • Não podemos esquecer o Prime da Amazon que deve crescer bastante com o contexto atual;

Por fim, não podemos esquecer que, apesar de falarmos destas duas marcas gigantes, as pequenas do entretenimento que dependem de aglomerações devem sofrer bastante nos próximos meses ou anos. Isto também contribui para o avanço do streaming e lives como forma de diversão.

Fonte: https://www.ideiademarketing.com.br/2020/04/17/pandemia-e-suas-transformacoes-valor-de-mercado-da-netflix-supera-o-da-disney/

Concha y Toro lança curso gratuito EAD sobre vinho

Em vídeo, as aulas da vinícola chilena tratam de assuntos práticos e teóricos

Como abrir uma garrafa de espumante: um dos temas  (Reprodução/YouTube/Veja SP)

Concha y Toro disponibilizou uma série de aulas gratuitas em torno do vinho. Em português, os vídeos da vinícola chilena são conduzidos pelo sommelier Gianni Tartari no canal do YouTube chamado de #continuebyconchaytoro.

O profissional trata de temas teóricos, como o envelhecimento da bebida, climas dos lugares onde nascem as uvas e os diferentes processos de vinificação, e também assuntos práticos, entre eles como abrir uma garrafa de espumante.

Esse tempo de quarentena é um bom momento para aprender um pouco sobre diferentes assuntos. Não são poucas as iniciativas de cursos gratuitos e à distância que têm aparecido.

Os vídeos variam em sua duração, mas em geral são curtos e dificilmente ultrapassam os 10 minutos — muitos deles têm pouco mais de 3 minutoa. Como não é tão fácil de identificar o assunto antes de dar o play, vale separar um dia mais tranquilo e assistir tudo de uma vez e ir voltando nas aulas que mais lhe interessam.

Fonte: https://vejasp.abril.com.br/blog/notas-etilicas/concha-toro-curso-vinhos/?fbclid=IwAR2FXsCjYAjrq7Iy-0PdWXtZNjFRkGQjNJMBM0-l80wndCnEYKxdA3YxIbc

UniMetrocamp | Wyden oferece cursos gratuitos a distância

As palestras são abertas ao público e trazem temas nas áreas de saúde, comunicação, negócios, entre outros

Estamos vivendo novos tempos e, com eles, todas as atmosferas de nossas vidas passam por transformações, sendo necessário adotar métodos flexíveis, que tragam conteúdo e prezem pela segurança, para dar continuidade às atividades. No campo da educação, por exemplo, o UniMetrocamp | Wyden está promovendo aulas gratuitas a distância com o objetivo de disseminar o conhecimento e estimular a imersão no mundo acadêmico nas áreas da saúde, comunicação, negócios, gastronomia e educação. As aulas, que acontecerão em uma plataforma exclusiva para videochamadas, até o dia 07 de julho, são abertas ao público e podem ser feitas mediante inscrição pelo site: https://www.wyden.com.br/unimetrocamp/evento/aulas-abertas.

Confira a programação completa: 

15/04
14h - Saúde: Terapia manual em pacientes com disfunções respiratórias
18h - Negócios: Promoção de vendas em tempos de Covid-19


16/04
10h30 - Saúde: Emergências Clínicas no contexto domiciliar

 
17/04

14h - Saúde: O fisioterapeuta frente a Covid-19

 

20/04
10h30 - Saúde: Fisioterapia

 

23/04
11h - Saúde: Diagnóstico e alterações em exames laboratoriais na Covid-19

 

27/04
17h - Gestão e Negócio: Introdução ao Coaching

 

30/04
10h30 - Gastronomia: Básico em Cervejas
17h - Gestão e Negócios: Inteligência Financeira Pessoal


04/05

17h - Gestão e Negócios: Gestão do Tempo e Produtividade


07/05

17h - Educação: Escrita corporativa

 

20/05
18h - Gestão e Negócios: Técnicas de Negociação
18h - Gestão e Negócios: 7 Passos para um Perfil Campeão no LinkedIn

 

27/05
19h - Comunicação: Como entrar no mercado de trabalho


07/07

19h - Saúde: Boas práticas de biossegurança no ambiente residencial e clínico

 


Serviço
Aulas Gratuitas UniMetrocamp | Wyden
Quando: até 07 de julho
Onde: Plataforma online Zoom
Inscrições: https://www.wyden.com.br/unimetrocamp/evento/aulas-abertas    

Outback e Coca-Cola se unem e lançam combo de Burgers em delivery

O combo da parceria está disponível via iFood até 30 de abril ou enquanto durarem os estoques

Para os fãs de hambúrguer, o Outback Steakhouse e a Coca-Cola firmaram uma parceria inédita para lançar uma oferta irresistível em dose dupla no iFood a partir de hoje, 16 de abril. Por R$ 89,90, o cliente poderá pedir um Ned Kelly Cheddar Burger mais um segundo hambúrguer, que pode ser outro Ned Kelly Cheddar Burger ou um The Outbaker Burger, e levar mais duas bebidas da Coca-Cola e dois acompanhamentos, que podem ser fritas ou a Bloom Petals, pétalas da famosa cebola gigante e dourada da marca.

 

Para quem quiser deixar o pedido ainda mais delicioso, ainda há a opção de incluir três fatias de bacon nos hambúrgueres e também o suculento molho Cheddar Ranch por R$ 5 cada. Os clientes que fizerem o pedido ainda ganham como cortesia o tradicional pãozinho australiano, a manteiga e as instruções de como aquecê-lo para deixar igual ao do restaurante. Um hábito que os fãs do Outback não dispensam.

 

 

 

Outback e Coca-Cola se unem e lançam combo de Burgers em delivery

 

O combo da parceria está disponível via iFood até 30 de abril ou enquanto durarem os estoques

 

 

 

Link para fotos: https://we.tl/t-a2fLliiooh

 

Para os fãs de hambúrguer, o Outback Steakhouse e a Coca-Cola firmaram uma parceria inédita para lançar uma oferta irresistível em dose dupla no iFood a partir de hoje, 16 de abril. Por R$ 89,90, o cliente poderá pedir um Ned Kelly Cheddar Burger mais um segundo hambúrguer, que pode ser outro Ned Kelly Cheddar Burger ou um The Outbaker Burger, e levar mais duas bebidas da Coca-Cola e dois acompanhamentos, que podem ser fritas ou a Bloom Petals, pétalas da famosa cebola gigante e dourada da marca.

 

Para quem quiser deixar o pedido ainda mais delicioso, ainda há a opção de incluir três fatias de bacon nos hambúrgueres e também o suculento molho Cheddar Ranch por R$ 5 cada. Os clientes que fizerem o pedido ainda ganham como cortesia o tradicional pãozinho australiano, a manteiga e as instruções de como aquecê-lo para deixar igual ao do restaurante. Um hábito que os fãs do Outback não dispensam.

 

 

Entre as opções de hambúrguer está o Ned Kelly Cheddar Burger, uma saborosa combinação de pão australiano, 200g de carne, queijo cheddar cremoso e cebolas grelhadas com toque balsâmico. Já o The Outbaker Burger é um suculento hambúrguer com 200g de carne, queijo, picles, tomate, alface, cebola e maionese. As bebidas disponíveis no combo são Coca-Cola (Original e Sem Açúcar), Sucos Del Valle (Uva e Pêssego) e Água Crystal (com e sem gás).

 

A parceria entre as duas marcas seguirá até o dia 30 de abril ou enquanto durarem os estoques, em todos os restaurantes do Outback em Campinas disponíveis no aplicativo iFood (Iguatemi Campinas, Parque D. Pedro Shopping e Galleria Shopping).

Sobre o Outback Steakhouse

O Outback Steakhouse possui 103 restaurantes no Brasil e está presente em 44 cidades, 16 estados brasileiros e Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no país foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin' Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. A rede Outback Steakhouse pertence ao grupo Bloomin’ Brands, que conta com outras marcas no país, como Abbraccio Cucina Italiana e Fleming’s Prime Steakhouse & Wine Bar.